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Veja municípios do RN onde choveu nas últimas horas

Choveu em 98 municípios potiguares nas últimas horas. Os dados da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) apontam que a cidade com maior volume de chuvas foi registrado em Parelhas, com 81.2 milímetros.

A região com maior número de cidades com precipitações foi o Oeste, com 54. Nessa região, o município com maior índice pluviométrico foi Umarizal, com 75 mm. Os dados se referem ao período das 18hda quarta-feira, 12/1 às 18h da quinta-feira, 13/1.

 

Agreste

  1. João Câmara – 14.3
  2. Japi – 9.4
  3. Poço Branco – 7.2
  4. Parazinho – 5.6
  5. Monte das Gameleiras – 1.2
  6. Ielmo Marinho – 1.0
  7. Boa Saúde – 0.6
  8. Lagoa d’Anta – 0.2

 

Região Central

  1. Parelhas – 81.2
  2. Santana do Seridó – 31.0
  3. Caicó – 27.6
  4. Timbaúba dos Batistas – 25.8
  5. Santana do Matos – 22.6
  6. Caiçara do Rio do Vento – 22.0
  7. Pedro Avelino – 21.3
  8. Jardim do Seridó – 16.5
  9. Acari – 14.6
  10. Jardim do Seridó – 13.6
  11. Guamaré – 12.6
  12. São José do Seridó – 12.0
  13. Florânia – 9.2
  14. Fernando Pedroza – 8.2
  15. São João do Sabugi – 7.5
  16. Lajes – 6.8
  17. São João do Sabugi – 6.2
  18. Angicos – 4.4
  19. São José do Seridó – 4.3
  20. Pedro Avelino – 3.8
  21. Cruzeta – 2.2
  22. Ouro Branco – 1.8
  23. Tenente Laurentino Cruz – 1.6
  24. Ipueira – 1.2
  25. Currais Novos – 0.8
  26. Florânia – 0.6
  27. Cerro Corá – 0.4
  28. Currais Novos – 0.4
  29. São José do Seridó – 0.4
  30. Serra Negra do Norte – 0.2

 

Leste

  1. Pureza – 16.0
  2. Vila Flor – 10.2
  3. Pedro Velho – 5.6
  4. Arez – 2.2
  5. Montanhas – 0.6
  6. Extremoz – 0.2
  7. Touros – 0.2

 

Oeste

  1. Umarizal – 75.0
  2. Umarizal – 56.0
  3. Riacho da Cruz – 54.0
  4. Itaú – 41.4
  5. Rafael Fernandes – 39.8
  6. Campo Grande – 38.5
  7. Francisco Dantas – 38.0
  8. Rafael Godeiro – 30.5
  9. Major Sales – 27.1
  10. São Francisco do Oeste – 27.0
  11. Alexandria – 26.8
  12. Patu – 26.8
  13. Francisco Dantas – 26.0
  14. Severiano Melo – 25.6
  15. Rodolfo Fernandes – 23.0
  16. Pendências – 20.4
  17. Antônio Martins – 19.0
  18. João Dias – 18.5
  19. Antônio Martins – 18.4
  20. Viçosa – 17.8
  21. Luís Gomes – 17.0
  22. Tenente Ananias – 16.0
  23. Taboleiro Grande – 12.4
  24. Almino Afonso – 11.4
  25. Lucrécia – 11.2
  26. Itajá – 11.0
  27. Olho d’Água do Borges – 11.0
  28. Portalegre – 10.8
  29. Coronel João Pessoa – 10.5
  30. Alto do Rodrigues – 10.0
  31. José da Penha – 9.9
  32. José da Penha – 9.8
  33. Olho d’Água do Borges – 9.8
  34. Porto do Mangue – 9.2
  35. Jucurutu – 8.6
  36. Porto do Mangue – 8.5
  37. Baraúna – 8.4
  38. Pau dos Ferros – 8.0
  39. Areia Branca – 7.8
  40. Carnaubais – 7.6
  41. Martins – 7.0
  42. Jucurutu – 5.7
  43. Coronel João Pessoa – 5.6
  44. Alto do Rodrigues – 4.8
  45. Grossos – 3.8
  46. Encanto – 3.2
  47. Triunfo Potiguar – 2.6
  48. Venha-Ver – 1.4
  49. Mossoró – 1.0
  50. Serrinha dos Pintos – 0.8
  51. Caraúbas – 0.7
  52. Caraúbas – 0.6
  53. Serra do Mel – 0.2

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Choveu em três dias o esperado para todo o mês de janeiro em Mossoró

Levantamento da Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Rural (SEADRU) aponta que houve pluviometria nos três primeiros dias de janeiro em Mossoró. O acumulado no período já está acima do esperado para todo o mês, segundo o professor de Ciências Exatas e Naturais da SEADRU, Alciomar Lopes.

Nestes primeiros dias de 2022 choveu no município 63,3 milímetros. De acordo com Alciomar Lopes, o pluviômetro da Secretaria de Agricultura registrou nesta segunda-feira 56,5mm, maior chuva registrada até o momento na segunda maior cidade do Rio Grande do Norte.

“No ano de 2022 nós já tivemos três leituras seguidas. No primeiro dia de janeiro a chuva foi de 6,5 milímetros. No dia 2 a precipitação foi de apenas 0,3mm e na tarde desta segunda-feira choveu 56,5mm. Foi uma chuva que a gente não esperava. As previsões mostravam 15 milímetros”, destacou.

“Em três dias já conseguimos ultrapassar o valor médio dos últimos 30 anos relativo a janeiro”, disse o professor. O acumulado esperado para todo o mês de janeiro era de 58,9mm.

O professor Alciomar Lopes ressalta ainda que as chuvas registradas em dezembro ajudaram Mossoró a ficar acima da média anual. Segundo ele, o acumulado no mês passado foi de 72,5mm, o que subiu de 572mm para 644,5mm.

“Nós obtivemos no período chuvoso, que vai de janeiro a junho, 572 milímetros para 59 dias de leitura. Esse número estava configurando que Mossoró ficaria abaixo da média geral anual que é de 626mm. Quando chegamos a dezembro aconteceram cinco dias de pluviometria acumulada no mês de dezembro, que simplesmente subiu o volume anual de 572 para 644,5 milímetros. Nessa condição, o ano de 2021 fechou com valor acima da média anual. Mossoró conseguiu atingir a média”, explicou.

 

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Acumulado de chuvas em dezembro de 2021 foi o maior para o mês dos últimos 30 anos

Levantamento da Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Rural (SEADRU) mostrou que o acumulado de chuvas em dezembro de 2021 foi o maior para o mês nos últimos 30 anos em Mossoró.

De acordo com o professor de Ciências Naturais e Exatas, Alciomar Lopes, o acumulado deste último mês do ano chegou a 71,3 milímetros e ultrapassou o maior volume que era de pouco mais de 30mm.

“O acumulado de dezembro chegou a 71,3mm e passou a ser o maior volume para o mês dos últimos 30 anos. Isso é maravilhoso e indica que, provavelmente, ou com quase certeza, que teremos um bom período chuvoso no próximo ano”, comemorou o professor.

Segundo Alciomar, o fator que ocasionou o alto acumulado de pluviometria em dezembro de 2021 na segunda maior cidade do Rio Grande do Norte foi o esfriamento das águas do Oceano Pacífico Equatorial jogando massa de ar frio para o continente.

“Essa massa de ar frio veio se deslocando do Amazonas, Maranhão, Piauí, Ceará e chegou ao Rio Grande do Norte. Ela convergiu-se com a alta temperatura da nossa região provocando as chuvas que vimos”, disse Alciomar Lopes que ainda destacou outros fatores para a antecipação das precipitações no município em dezembro.

“Além do esfriamento das águas do Pacífico Equatorial e da massa de ar frio que chegaram nos sentidos da Amazonas e da Bahia, temos ainda formação do fenômeno La Niña. Esses fatores antecipados, que geralmente ocorrem em janeiro, favoreceram um volume pluviométrico elevado em Mossoró nesse mês de dezembro que se encerra nesta sexta-feira”, explicou.

O professor Alciomar Lopes também destacou outro ponto positivo quando há chuvas ocorridas no mês de dezembro em Mossoró. “Temos um dado aqui na Secretaria que mostra que dos 14 dezembros dos últimos 30 anos que ocorreram chuvas, 78% dos anos seguintes foram acima da média”.

Segundo ele, a média destes 14 dezembros que houve pluviometria ficou em 14,9mm. Se reunir os dezembros que choveram e não choveram nas três últimas décadas, a média para o mês fica apenas em 6,9mm.

 

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Veja em quais municípios do RN choveu

As chuvas deste domingo, 26/12, atingiram 94 municípios potiguares, segundo dados da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn). O Oeste foi a região com maior número de cidades com precipitações, 33 no total.

De acordo com a Emparn, o maior volume de chuvas foi registrado em José da Penha, no Alto Oeste Potiguar, com 74,4 mm. Em Luís Gomes, também no Alto Oeste, os pluviômetros marcaram 67,6 mm.

Outro município da região Oeste que também registrou mais de 50 mm de precipitação, foi Almino Afonso, com 51,4 mm.

Também houve registro de chuvas nas regiões Agreste, Central e Leste.

No agreste, Sítio Novo registrou 30,4 mm; na região Central o maior volume foi registrado em Ipueira, que teve 46,6 mm; e no Leste Potiguar, Macaíba teve chuva de 24,2 mm.

Em Mossoró a chuva começou no fim da noite de domingo e se estendeu pela madrugada desta segunda-feira, 27/12. Foram 39 mm. Veja os municípios do Oeste que tiveram precipitações

 

Chuvas na região Oeste

José da Penha – 74,4 mm

Luís Gomes – 67,6 mm

Almino Afonso – 51,4 mm

João Dias – 49,7 mm

Rafael Fernandes – 44,5 mm

Martins – 42,8 mm

Encanto – 41 mm

Severiano Melo – 40 mm

Mossoró – 39 mm

Coronel João Pessoa – 34,4 mm

Antônio Martins – 32,2 mm

Jucurutu – 31,2 mm

Taboleiro Grande – 30,8 mm

Venha-Ver – 30,8 mm

Itaú – 29,6 mm

Patu – 29 mm

Felipe Guerra – 28,2 mm

Porto do Mangue – 27,8 mm

Serra do Mel – 27,4 mm

Umarizal – 25,4 mm

Alexandria – 22,6 mm

Grossos – 22,6 mm

Umarizal – 20 mm

Olho d’Água do Borges – 19,4 mm

Paraú – 19,4 mm

Francisco Dantas – 17 mm

Caraúbas – 13 mm

Alto do Rodrigues – 10,2 mm

Pendências – 10,2 mm

Itajá – 10 mm

Baraúna – 6,6 mm

Carnaubais – 6 mm

Portalegre – 0,2 mm

 

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Aumento de chuvas requer cuidados redobrados com as viroses

Em muitas regiões do Brasil, o período de chuvas começou. Com isso, há uma variação climática, momentos de calor, momentos de frio, isso traz consigo também uma fato que necessita ter cuidado redobrado e atenção: o aumento das viroses.

Mas você sabe o que é virose ou gripe? Para você que acha que ambas são a mesma coisa, é bom ficar atento às características e seus principais sintomas.

A gripe é uma infecção respiratória intensa que afeta as vias aéreas e o pulmão. Ela é causada pelo vírus influenza e está contido em gotículas que saem da boca e do nariz quando alguém que está infectado espirra ou tosse. Essas partículas se espalham e ficam suspensas no ar e a pessoa pode se infectar por meio da respiração e do contato com outras pessoas. Além disso, é possível se infectar ao encostar em superfícies contaminadas e, em seguida, tocar o nariz ou a boca.

A virose é um termo genérico atribuído às infecções que são provocadas por um vírus. As mais comuns são provocadas por adenovírus, que causam resfriados, conjuntivite e problemas respiratórios em geral, e por enterovírus, responsáveis por problemas intestinais. Qualquer pessoa é suscetível a ser infectada por viroses, principalmente por meio do contato com secreções e com outras pessoas contaminadas. No inverno, as viroses são mais comuns e se espalham pelo ar, pois todos tendem a ficar em locais fechados.

De acordo com Shirlen Lima, médica do Sistema Hapvida, é preciso estar atento aos sintomas e procurar ajuda médica presencial somente quando for realmente necessário.

“Geralmente são sintomas leves como coriza nasal, dor de garganta, tosse, febre, dor no corpo e em alguns casos sintomas gastrointestinais como diarreia e náuseas. Queixas que comumente se resolvem com sintomáticos. Deve-se procurar ajuda médica em casos de febre ou dor abdominal persistente, falta de ar e ou sinais de desidratação. Já os sintomas duram cerca de 3 a 10 dias, podendo variar. É necessário repouso, boa alimentação e hidratação, indispensável o uso de máscaras durante o período que estiver sintomático, mantendo sempre alerta para aqueles sinais e sintomas de gravidade”, destaca.

Ainda de acordo com a médica, uma das opções mais recomendadas quando se tratam de sintomas leves, seria ao da telemedicina, onde o paciente é orientado por um profissional qualificado por meio de uma plataforma online. “Telemedicina é uma ferramenta atual, confiável e inovadora e pode ajudar muito na avaliação e triagem desses pacientes, bem como na reavaliação após a primeira consulta presencial. Temos notado a procura de atendimento médico por sintomas muito leves e esclarecimento de dúvidas. Assim a plataforma digital funciona 24h dia e pode ser acessada pelo próprio site da rede”.

TELEMEDICINA E DIAGNÓSTICO – O Sistema Hapvida oferece diversas especialidades de atendimento em telemedicina, dentre elas algumas que podem auxiliar no tratamento e diagnóstico das viroses e sintomas gripais, evitando assim a exposição com outras pessoas e aos chuviscos constantes em nossa região que podem prejudicar ainda mais a recuperação de quem já está resfriado ou gripado.

A funcionalidade está disponível para os clientes da operadora Hapvida por meio do site: https://www.hapvida.com.br/teleconsulta.

Dentro do portal, é possível também realizar consultas imediatas para problemas de saúde que tem elevado o atendimento nas unidades locais, como síndromes gripais, covid-19, além da realização de consultas eletivas.

Após o login no Portal, basta escolher a opção desejada. Pela plataforma, o cliente tem acesso ainda à receita, atestado, prescrição de exames de sua consulta realizada. Também é possível avaliar a consulta, no fim do atendimento. Para acessar o serviço de teleconsultas, é preciso ter a biometria facial cadastrada. Caso o cliente não possua, o cadastro pode ser feito no primeiro acesso, dentro do portal.

 

 

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