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RN tem baixo índice de vacinação contra influenza e sarampo

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) alerta para a baixa adesão às campanhas de vacinação contra a influenza e o sarampo. O relatório de doses aplicadas nas duas campanhas até 19 de maio aponta que a imunização, no Rio Grande do Norte, atingiu 26% do público alvo para a vacina contra influenza e 30% do público elegível para receber a proteção contra o sarampo. As campanhas iniciaram em 4 de abril e as metas são vacinar 90% e 95% do público alvo, respectivamente.

Para o sarampo a população-alvo são as crianças de seis meses a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias), além dos trabalhadores da saúde. A meta é vacinar, no mínimo, 95% das 207.896 crianças a serem vacinadas no RN contra o sarampo, porém até o momento foram aplicadas apenas 63.957 doses.

Para a influenza a meta é vacinar, no mínimo, 90% de cada um dos grupos prioritários: crianças de seis meses a menores de 5 anos, gestantes, puérperas, idosos com 60 anos e mais, povos indígenas, professores, trabalhadores da saúde e demais grupos definidos pelo Ministério da Saúde. Porém até o momento foram aplicadas apenas 338.110 doses da vacina, o que representa apenas 26% do público a ser vacinado.

Também podem receber a dose contra a influenza as gestantes, puérperas, os professores, povos indígenas, pessoas com comorbidades, deficiência permanente, forças de segurança e forças armadas, trabalhadores de transporte coletivo e caminhoneiros, trabalhadores portuários, funcionários e população do sistema de privação de liberdade e adolescentes e jovens em medidas socioeducativas.

 

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Sábado é dia D de vacinação contra Influenza e Sarampo

Iniciada no dia 4 de abril a Campanha Nacional de Vacinação contra a influenza e sarampo terá seu dia “D” no próximo sábado (30) quando os postos de vacinação dos municípios devem receber todo o público-alvo da campanha 2022.

Até a manhã desta quarta-feira (27) o Rio Grande do Norte vacinou 127.120 pessoas contra a influenza e 17.096 contra o sarampo. Os números estão abaixo do esperado pela Secretaria de Estado da Saúde da Saúde Pública (Sesap), que tem como meta vacinar pelo menos 90% dos grupos prioritários para a influenza e 95% para o sarampo.

“Precisamos avançar com a vacinação contra o sarampo e a influenza, para evitar complicações da doença e garantir a proteção dos grupos prioritários, e assim conseguirmos avançar para outros públicos. Portanto, o dia D que ocorre no sábado, é importante para as pessoas que têm dificuldade em comparecer a um ponto de vacinação durante a semana, procure uma unidade de saúde para receber a dose da vacina e atualizar a caderneta de vacinação”, disse Laiane Graziela, coordenadora de Imunização da Sesap.

A campanha segue até 03 de junho vacinando além das crianças de 6 meses a menores de cinco anos, idosos e profissionais de saúde, também: gestantes, puérperas, professores, povos indígenas, pessoas com comorbidades, deficiência permanente, forças de segurança e forças armadas, trabalhadores de transporte coletivo e caminhoneiros, trabalhadores portuários, funcionários e população do sistema de privação de liberdade e adolescentes e jovens em medidas socioeducativas.

 

Vacinação contra gripe influenza começa próxima segunda em Mossoró

A 24ª Campanha Nacional contra a Influenza (gripe) 2022 terá início em Mossoró na próxima segunda-feira (4/4). A Secretaria Municipal de Saúde recebeu nota técnica emitida pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP) destacando que a campanha vai acontecer em duas etapas. Começando pela vacinação dos trabalhadores da Saúde e idosos.

Segundo o coordenador de Imunizações de Mossoró, Etevaldo de Lima, após o cumprimento da 1ª etapa, os demais grupos que inclui crianças, pessoas com doenças crônicas, entre outros, terão acesso à vacinação contra a Influenza. A vacinação estará disponível em todas as 47 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) das zonas urbana e rural de Mossoró.

Etevaldo reforça que no mês de maio também acontecerá em Mossoró a vacinação contra o sarampo, que obedecerá ao esquema semelhante ao da campanha da Influenza, com administração em duas etapas. Primeiro, serão vacinados os profissionais da Saúde e em seguida os demais grupos.

COVID-19 – Além das campanhas da Influenza e Sarampo, a Secretaria Municipal de Saúde continua realizando a vacinação contra a Covid-19. Está sendo disponibilizada a vacinação para todos os grupos a partir de 5 anos. As vacinas da Covid-19 estão sendo disponibilizadas em todas as UBSs e em pontos extras.

Na manhã de terça-feira (29/3), aconteceu a vacinação itinerante, ação que vem acontecendo semanalmente com a utilização de um trailer que é instalado em pontos estratégicos. A vacinação itinerante aconteceu no conjunto Cidade Oeste, bairro Itapetinga. No local foram aplicadas, das 8h às 11h, 103 doses do imunizante contra a Covid-19.

 

PONTOS DE VACINAÇÃO EM MOSSORÓ de 28/03 a 1º /04

UBSs nas zonas urbana e rural das 7h às 11h e das 13h às 17h;

Partage Shopping Mossoró até quinta-feira (31) das 10h às 18h;

UnP terça-feira (29) e quarta-feira (30) das 8h às 18h;

Vacinação itinerante no Cidade Oeste, bairro Itapetinga (em frente à Igreja Cristã Evangélica) – terça-feira (29) das 8h às 11h;

Big Bompreço quinta-feira (31) das 8h às 16h;

Faculdade de Enfermagem (FAEN) quinta-feira das 8h às 16h.

 

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Infectologista recomenda cuidados redobrados para evitar flurona

Em meio à pandemia da Covid-19 e com surto da gripe H3N2, redobrar os cuidados é fundamental para evitar casos de Flurona – a dupla infecção causada pela contaminação da Sars-CoV-2 e da Influenza A ao mesmo tempo.

O infectologista do Sistema Hapvida, Fernando Chagas, relata um aumento das síndromes gripais e afirma que a população deve redobrar os cuidados.

“O caminho para prevenção é um só: uso de máscara, higienização das mãos e superfícies, evitar grandes aglomerações e evitar toque e abraço em que os indivíduos se coloquem em situações de risco de contato de transmissão de doenças respiratórias”, orientou.

No pacote de síndromes gripais encontra-se a gripe – causada pela H3N2 (Influenza A) e a covid-19 – causada pelo Sars-CoV-2 –, em que já foi identificado a prevalência da Delta em alguns estados, incluindo a Paraíba, e agora a circulação da Ômicron.

“Então, primeiro identificamos como síndrome gripal e após histórico de cada indivíduo é que vamos buscar saber se pode ser a covid-19, a H3N2 ou ambas”, explica.

O infectologista esclarece que inicialmente descarta-se os casos de Covid-19 e quando as pessoas necessitem de internação, é então iniciado o processo de investigação da H3N2. Lembra ainda que o Sistema Hapvida, tem feito teste duplo, que permite diagnosticar a covid ou a gripe pela gripe H3N2 ao mesmo tempo.

Chagas aponta que encontrar infecção com duplo vírus não é algo incomum. “Durante o ápice da pandemia no País, foi identificado pessoas com infecção por vírus da dengue e da Covid ao mesmo tempo; pessoas com chikungunya e covid, bem como com dengue e chikungunya”, afirma.

O médico destaca que agora o risco é encontrar na população os dois vírus que atacam o sistema respiratório ao mesmo tempo. Isso, segundo ele, torna a situação séria por serem dois vírus que podem levar o indivíduo a sofrer do que chamamos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que é um acometimento grave dos pulmões.

Presença do vírus X Doença – Fernando Chagas ressalta que apresentar o vírus no organismo humano não representa necessariamente manifestar a doença.

“Se a pessoa é vacinada com todas as doses da vacina contra covid-19 há uma menor chance de contrair o vírus e, contraindo, existe uma possibilidade maior de passar pela presença do vírus no corpo de forma assintomática ou com poucos sintomas. O que, obviamente, diminui os riscos de uma forma grave até mesmo para dupla infecção”, assegura.

O especialista afirma que é imprevisível poder “desenhar” a evolução da doença quando a pessoa tem os dois vírus e reforça que o que se sabe é que são dois vírus que atuam no sistema respiratório-pulmonar.

“Em jovens adultos sem comorbidades, há uma tendência de apresentar uma gripe comum. Porém, em populações com maior vulnerabilidade – no caso, idosos, crianças, pessoas com diabetes descontrolada, doença renal, pulmonar, gestantes e puérperas –, a presença dos dois vírus pode se tornar um quadro grave”, alerta.

Testagem – No que diz respeito a testagem dos possíveis casos, Chagas sugere que o ideal é testar as pessoas que estão com quadro clínico de SRAG, já que não é possível testar toda população doente. Já as pessoas com Síndromes Gripais Leves, a orientação é fazer inicialmente o teste da covid-19, que está disponível em maior quantidade em todo país.

“Sendo assim, o teste rápido de antígeno para covid-19, pode ser feito em toda população e o teste duplo em pacientes com quadros de SRAG”, orienta.

Tratamento –“As pessoas que estão com critérios de gravidade, precisam ficar internadas, algumas precisam de oxigênio, por vezes é necessário o uso de corticóides e até mesmo antibiótico, caso venha a desenvolver uma pneumonia”, aponta.

 

Presidente da Assembleia Legislativa do RN sofre dupla contaminação

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (AL/RN), deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB) está contaminado com os vírus da gripe influenza e da covid. A revelação foi feita na noite de hoje pelo próprio parlamentar em suas redes sociais.

“Durante os dois últimos anos de pandemia da COVID-19 mantive todos os protocolos e cuidados tanto no trabalho na @assembleiarn quanto no ambiente familiar. Hoje saiu o resultado do exame que confirmou que estou com Covid e também com Influenza”, escreveu o deputado em uma postagem, na qual também colocou cópia do exame.

Ezequiel garantiu que está bem, em casa, isolado e com os cuidados médicos necessários. “Mantenho a fé em Deus que tudo dará certo! Se cuidem e cuidem dos seus”, pediu o deputado.

 

 

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Com superlotação, espera por atendimento na UPA chega a 4 horas

 

Pedrina Oliveira

* Especial para o Blog Na Boca da Noite

 

Mossoró está enfrentando mais um surto de gripe. Com isso, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Belo Horizonte, referência no atendimento a pessoas com sintomas gripais e com covid, tem ficado superlotada, quase todos os dias, desde o final do ano.

Hoje, por exemplo, centenas de pessoas tinham buscado atendimento naquela unidade hospitalar. Além de muita gente com sintomas gripais, o número de pessoas que tem testado positivo para a covid chama a atenção.

Mossoroenses, tanto da zoina urbana quanto da zona rural, tem acorrido à UPA em busca de atendimento de urgência na tentativa de diminuir febre e dores. Com a superlotação, a espera por atendimento chega a até 4 horas.

A reportagem do Blog Na Boca da Noite esteve na UPA do Belo Horizonte no final da manhã desta segunda-feira e conversou com alguns pacientes. Teve gente que chegou na unidade antes das 8h e às 11h40 ainda não havia sido atendida.

Pelas regras da UPA, ao chegar à unidade recebe uma ficha para poder ser atendida. Depois que pega essa permissão, espera uma hora para ser atendida no balcão, onde é preenchido um formulário com informações do paciente. Depois, mais algumas horas de espera para ir ao setor de triagem. Dentro da unidade, uma nova espera até que finalmente seja atendida pelo médico.

De acordo com o diretor da UPA Belo Horizonte, João Batista, há dois médicos atendendo os pacientes ~de casos mais simples – e de maior quantidade – e um terceiro atendendo na sala vermelha.

A dona de casa Conceição da Silva estava aguardando na UPA desde as 8h com sintomas gripais. Além dela, outras três pessoas de sua casa apresentam o mesmo quadro clínico.

Hoje pela manhã, pelo menos 300 pessoas já tinham procurado a UPA. Próximo do meio dia, cerca de 200 ainda estavam aguardando atendimento. A maioria passando mal e com febre. Algumas delas já tinham ido à outra unidade de saúde, mas por apresentaram sintomas de gripe, foram orientadas a ir à UPA do Belo Horizonte.

 

 

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Busca por atendimentos por sintomas gripais bate recorde na UPA

Com a chegada das chuvas no Estado, em especial em Mossoró, vem sendo registrado aumento no número de doenças respiratórias, como gripes e resfriados, nesses primeiros dias de 2022. Essa constatação baseia-se no aumento da procura por atendimentos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do município. No entanto, a UPA do bairro Belo Horizonte, unidade referência no atendimento a pacientes com doenças que envolvem o sistema respiratório, está mobilizada para atender à população.

Na segunda-feira (3/12), a unidade prestou assistência a 470 pessoas que buscaram atendimento com queixas de sintomas de gripe. Segundo o diretor da UPA do Belo Horizonte, João Batista de Andrade, a equipe da unidade está atenta e comprometida com a assistência aos pacientes. Contudo, devido ao aumento na procura por parte da população, a equipe deverá ser ampliada. “Fizemos solicitação à Secretaria de Saúde para ampliação da equipe com o objetivo melhorar o atendimento à população”, destacou.

A médica Sâmara Pinto, que atende na UPA do BH, reforça que neste período do ano é comum a ocorrência de doenças respiratórias e alerta para os cuidados que devem ser adotados pela população para evitar o contágio. “Todo ano, neste período, é muito comum o surgimento de gripes e resfriados e esse fator tem muita relação com a chegada das chuvas. E é importante que a população tome os cuidados devidos para evitar o contágio”, ressaltou.

Sâmara Pinto destaca a pertinência dos cuidados que devem ser adotados pela população. Segundo a médica, os sintomas de gripe e resfriado são muito semelhantes aos da Covid-19 e adianta que os cuidados com o contágio também devem ser os mesmos. “Usar máscara, manter o distanciamento evitando aglomerações e higienizar as mãos com mais frequência são cuidados que podem contribuir para evitar o contágio” orientou.

Com relação ao tratamento, em casos de gripes e resfriados, Sâmara explica que é aconselhável manter o corpo hidratado com a ingestão de água, repouso e, em casos de dor e febre, adotar uma medicação prescrita pelo médico. “É importante que a população identifique os sintomas e, em casos leves que envolvem coriza e indisposição, procurar primeiro a UBS e somente se dirigir à unidade de referência em casos mais graves para evitar aglomerações e contágios”, alertou.

 

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Sesap reforça importância da vacina contra a Influenza

Diante do aumento do número de casos de Influenza A no Rio Grande do Norte, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap/RN) orienta a população a procurar os postos de vacinação ou a unidade mais próxima da sua casa para garantir a imunização.

O Estado do Rio Grande do Norte notificou no mês de dezembro 93 casos de Influenza A, sendo 37 identificados como H3N2. A garantia da imunização reduz internações, complicações e óbitos na população-alvo. A vacinação contra a Influenza A, deve ser feita uma vez ao ano.

A meta da vacinação no Rio Grande do Norte é de 90% para a população alvo encontra-se baixa em diversos setores do país, o Rio Grande do Norte, está hoje com 80% de cobertura vacinal, de acordo com a plataforma RNmaisvacina.

As pessoas que já receberam a dose este ano, não necessitam de segunda vacinação, somente no próximo ano a partir de maio. A Coordenação Estadual de Imunização do Rio Grande do Norte orienta que os municípios analisem as inconsistências de dados da Campanha contra influenza, assim como realizem os registros de dados nos sistemas de Informação. Para os municípios que ainda possuem doses, estas deverão ser utilizadas exclusivamente para o público de Idosos, Profissionais de Saúde e Imunossuprimidos, podendo ser ampliada para os demais grupos conforme a procura.

 

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Aumento de chuvas requer cuidados redobrados com as viroses

Em muitas regiões do Brasil, o período de chuvas começou. Com isso, há uma variação climática, momentos de calor, momentos de frio, isso traz consigo também uma fato que necessita ter cuidado redobrado e atenção: o aumento das viroses.

Mas você sabe o que é virose ou gripe? Para você que acha que ambas são a mesma coisa, é bom ficar atento às características e seus principais sintomas.

A gripe é uma infecção respiratória intensa que afeta as vias aéreas e o pulmão. Ela é causada pelo vírus influenza e está contido em gotículas que saem da boca e do nariz quando alguém que está infectado espirra ou tosse. Essas partículas se espalham e ficam suspensas no ar e a pessoa pode se infectar por meio da respiração e do contato com outras pessoas. Além disso, é possível se infectar ao encostar em superfícies contaminadas e, em seguida, tocar o nariz ou a boca.

A virose é um termo genérico atribuído às infecções que são provocadas por um vírus. As mais comuns são provocadas por adenovírus, que causam resfriados, conjuntivite e problemas respiratórios em geral, e por enterovírus, responsáveis por problemas intestinais. Qualquer pessoa é suscetível a ser infectada por viroses, principalmente por meio do contato com secreções e com outras pessoas contaminadas. No inverno, as viroses são mais comuns e se espalham pelo ar, pois todos tendem a ficar em locais fechados.

De acordo com Shirlen Lima, médica do Sistema Hapvida, é preciso estar atento aos sintomas e procurar ajuda médica presencial somente quando for realmente necessário.

“Geralmente são sintomas leves como coriza nasal, dor de garganta, tosse, febre, dor no corpo e em alguns casos sintomas gastrointestinais como diarreia e náuseas. Queixas que comumente se resolvem com sintomáticos. Deve-se procurar ajuda médica em casos de febre ou dor abdominal persistente, falta de ar e ou sinais de desidratação. Já os sintomas duram cerca de 3 a 10 dias, podendo variar. É necessário repouso, boa alimentação e hidratação, indispensável o uso de máscaras durante o período que estiver sintomático, mantendo sempre alerta para aqueles sinais e sintomas de gravidade”, destaca.

Ainda de acordo com a médica, uma das opções mais recomendadas quando se tratam de sintomas leves, seria ao da telemedicina, onde o paciente é orientado por um profissional qualificado por meio de uma plataforma online. “Telemedicina é uma ferramenta atual, confiável e inovadora e pode ajudar muito na avaliação e triagem desses pacientes, bem como na reavaliação após a primeira consulta presencial. Temos notado a procura de atendimento médico por sintomas muito leves e esclarecimento de dúvidas. Assim a plataforma digital funciona 24h dia e pode ser acessada pelo próprio site da rede”.

TELEMEDICINA E DIAGNÓSTICO – O Sistema Hapvida oferece diversas especialidades de atendimento em telemedicina, dentre elas algumas que podem auxiliar no tratamento e diagnóstico das viroses e sintomas gripais, evitando assim a exposição com outras pessoas e aos chuviscos constantes em nossa região que podem prejudicar ainda mais a recuperação de quem já está resfriado ou gripado.

A funcionalidade está disponível para os clientes da operadora Hapvida por meio do site: https://www.hapvida.com.br/teleconsulta.

Dentro do portal, é possível também realizar consultas imediatas para problemas de saúde que tem elevado o atendimento nas unidades locais, como síndromes gripais, covid-19, além da realização de consultas eletivas.

Após o login no Portal, basta escolher a opção desejada. Pela plataforma, o cliente tem acesso ainda à receita, atestado, prescrição de exames de sua consulta realizada. Também é possível avaliar a consulta, no fim do atendimento. Para acessar o serviço de teleconsultas, é preciso ter a biometria facial cadastrada. Caso o cliente não possua, o cadastro pode ser feito no primeiro acesso, dentro do portal.

 

 

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A poucos dias do fim da campanha, vacinação contra gripe atinge 78% do público-alvo

A meta do governo para a imunização contra a gripe Influenza é vacinar pelo menos 90% de cada um dos grupos prioritários, que incluem crianças, gestantes, puérperas, idosos, indígenas e trabalhadores da saúde. Até agora, entretanto, a menos de dez dias do fim da campanha, apenas 78% desse público-alvo foi efetivamente vacinado. Entre as crianças, o percentual é de 71%. O público-alvo abrange 79,7 milhões de pessoas, porém toda a população maior de seis meses pode ser vacinada.

As informações foram dadas pela técnica de Influenza do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Thais Miuuzzi, em audiência pública promovida pelas comissões de Educação; e de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, nesta segunda-feira (20). Ela informou que a campanha da Influenza teve início no dia 12 de abril e vai até 30 de setembro, mas a data final pode ser estendida, até acabarem os estoques. O Ministério da Saúde já distribuiu mais de 80 milhões de doses e, até agora, 62 milhões de doses foram aplicadas.

Segundo Thais Miuuzzi, um desafio extra para a vacinação contra Influenza neste ano é o intervalo necessário para a vacinação contra Covid-19, de no mínimo 14 dias. Ela acrescentou que a imunização reforça o sistema imunológico e deve ser estimulada.

“Os benefícios da vacinação contra Influenza incluem a redução de complicações e do risco de hospitalização associada à gripe. Lembrando que essa vacina não previne a Covid-19, mas reduz a carga de doenças da Influenza, de hospitalizações e mortes no sistema de saúde, além de conservar os escassos recursos humanos para o cuidado de pessoas com Covid”, disse.

Vacinação em creches – Enfermeira da Coordenação do Plano Nacional de Imunização em Recife (PE), Elizabeth Azoubel acredita que a vacinação nas creches, como ocorre na capital pernambucana, é uma estratégia eficiente para atingir a meta para as crianças. Essa iniciativa soluciona, por exemplo, o problema de incompatibilidade de horário dos postos e do trabalho dos pais e, na visão dela, deve ser ampliada para todas as escolas, inclusive particulares. Ela citou entre os desafios enfrentados neste ano na vacinação contra Influenza: a não adesão dos responsáveis, a ausência das crianças das creches por conta da pandemia e a falta de planejamento. “Recebemos as vacinas em cima da hora”, explicou.

Além disso, ela ressaltou que os grupos antivacinas e as fake news crescem nas redes sociais. “Muita gente acha vai ficar gripada se tomar a vacina”, observou.

Comunicação e falta de vacinas – O médico pediatra e epidemiologista José Geraldo Leite Ribeiro chamou a atenção para a queda de cobertura vacinal no Brasil, que precede a pandemia de Covid-19, com coberturas inferiores às metas do programa do governo em quase todas as vacinas, inclusive para a gripe Influenza. Entre as causas para isso, ele citou problemas de comunicação nas campanhas de vacinação e a falta de vacinas – gargalo que teve início, segundo ele, há cinco anos. Ele também citou as fake news, mas considera que no Brasil as notícias falsas não são tão relevantes.

A presidente da Comissão de Educação, deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO), que pediu a audiência, destacou que muitas pessoas procuram os postos e não conseguem se vacinar contra a gripe Influenza e que também há falhas na comunicação.

“Há reclamação de que nem todos os postos de saúde têm doses disponíveis, isso também dificulta”, apontou. “E em particular em relação ao ‘Dia D’, eu não vi uma campanha consolidada de vacinação, de chamamento, para que as famílias procurassem o sistema de saúde”, completou.

Conforme a parlamentar, tudo isso se torna mais preocupante em um contexto de retomada das aulas presenciais nas escolas públicas, com mais possibilidades de contágio. Ela se preocupa ainda com a influência na população do presidente Jair Bolsonaro, que não se vacinou contra Covid-19.

Thais Miuuzzi, do Ministério da Saúde, negou que haja falta de vacinas contra a Influenza e disse que as mais de 80 mil doses foram distribuídas para os estados, que devem fazer a distribuição aos municípios. “No entanto, o nosso laboratório produtor estipulou datas de entrega, por isso a campanha foi dividida em três fases”, explicou. Em cada uma das fases, um determinado grupo poderia ser vacinado, mas agora a imunização já está aberta a toda a população.

Zé Gotinha – O deputado Pedro Westphalen (PP-RS) defendeu que seja obrigatória a apresentação da carteira de vacinação nas escolas. Ele lembrou que no passado o Ministério da Saúde fazia campanhas de vacinação eficazes com o personagem Zé Gotinha, que, na visão dele, devem ser retomadas. A técnica do Ministério da Saúde afirmou que o Zé Gotinha permanece nas campanhas de vacinação contra a Poliomielite.

Já o deputado Dr. Zacharias Calil (DEM-GO), que é médico, ressaltou que a infecção da gripe Influenza é tão perigosa quanto a da Covid-19, e chamou a atenção para a importância da vacinação especialmente de crianças, idosos e pessoas com comorbidades. (Agência Câmara)

 

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