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Rosalba entra de vez na campanha deste ano

A ex-governadora, ex-senadora e ex-prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (Progressistas) entrou de vez na campanha deste ano. Até então nos bastidores, desde terça-feira passada que Rosalba tem percorrido os bairros de Mossoró para defender seus candidatos na disputa deste ano: Anax (União Brasil) para deputado estadual e em Beto Rosado (Progressistas) para deputado federal.
Em discurso realizado na primeira atividade de campanha de Anax, na noite dessa terça-feira (16/8), em Mossoró, Rosalba defendeu a eleição de candidatos de Mossoró e região e afirmou que é “Beto lá e Dr. Anax cá”, referindo-se a ocupação de cadeiras na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa, respectivamente.

O ex-deputado federal Betinho Rosado (Progressistas) também participou do encontro com as lideranças de Mossoró e reforçou o pedido de voto para Dr. Anax. “Dr. Anax tem experiência e plena capacidade para representar muito bem Mossoró e região”, assegurou.
Dr. Anax agradeceu o apoio de Rosalba, Betinho e de todas as lideranças que estavam presentes na reunião. “Isso aumenta ainda mais a minha responsabilidade, ter ao nosso lado pessoas que têm história de trabalho por Mossoró e diversas outras cidades do estado”, destacou.

Com uma trajetória política de destaque, inclusive tendo conquistado o comando do Governo do Estado e uma vaga no Senado Federal, Rosalba participou de evento com característica regionalizada, e que contou com a participação do prefeito de Governador Dix-Sept Rosado Dr. Artur Vale; ex-prefeitos Dr. Adail Vale e Gilberto Martins; vice-prefeita Débora Trigueiro; vereadores Nicó Fernandes (Mossoró), Inavan Santos (Upanema), Nildo Luz (Tibau), Luara Fagundes (Governador), Adonias Melo (Governador), Junior Mourão (Almino Afonso), Carlinhos do Horizonte (Governador), Maristela Cardoso (Governador) e Chagas Cruz (Governador); além de suplentes de vereadores e diversas lideranças políticas e comunitárias de Mossoró e região.

Rosalba volta a fazer política junto ao povo

A ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) finalmente decidiu dar o ar da graça. Após o fim das eleições de 2020, a Rosa decidiu dar um tempo nas aparições públicas. Aos poucos, ela volta à cena. Nesse final de semana, Rosalba saiu do conforto e botou o pé na estrada.

A primeira visita a um bairro popular aconteceu no conjunto Nova Vida, no Dom Jaime Câmara. A Rosa volta a fazer política num dos espaços que ela mais gosta, numa área que ela mais se sente à vontade: na rua, junto ao povo.

Além de visitar populares, regando o seu canteiro de votos, a ex-prefeita concedeu entrevista no programa 98 Comunidades, programa da FM 98.7 apresentado por Guilherme Fernandes.

Na entrevista, ela fez críticas à atual gestão e disse que está de volta. A Rosa anunciou que seguirá, a partir de agora, fazendo visitas às comunidades.

“Dediquei esse tempo a minha família. Tive a oportunidade de curtir os netos e filhos. Me sinto revigorada e agora me sinto mais firme para conversar de política com o nosso povo”, garantiu. Rosalba, definitivamente, quer voltar ao páreo.

 

 

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Rosalba descarta candidatura ao Governo do Estado

A informação , com exclusividade, foi dada pelo jornalista Edilson Damasceno em seu blog: a ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) não vai tentar se eleger, novamente, ao Governo do Estado. Segundo Edilson, a revelação foi feita a ele pela própria ex-governadora. “Não está nos meus planos”.

O nome de Rosalba foi ventilado por setores de oposição à governadora Fátima Bezerra (PT). Tendo apresentado vários nomes e com todos eles fracassando nas pesquisas, a oposição, especialmente a ala bolsonarista, segue lançando balão de ensaios na tentativa de convencer alguém com densidade eleitoral que queira topar o desafio de enfrentar Fátima e que deslanche nas pesquisas. Até aqui, os nomes postos não tem agradado ao eleitor. O mais recente dele é o de Fábio Dantas (Solidariedade).

Rosalba sabe que aqueles que agem em bastidores tentando insuflar seu nome visam apenas um palanque que lhes garanta eleição. O seu grupo político trabalha a sua retomada, mas sem embarcar em aventuras. Atua com a experiência de quem já conquistou muito.

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O silêncio da Rosa

O resultado eleitoral de 2020, na cidade de Mossoró, provocou muitas mudanças no tabuleiro político da terra de Santa Luzia. A saída, mais uma vez, do sobrenome Rosado, do comando do Executivo, mostrou que o eleitor buscou colocar o município num rumo diferente. Já tentara com Cláudia Regina (DEM) e Francisco José Júnior (PSD).

Este ano, novamente, vamos sair de casa para fazer nossas escolhas e delegar direitos e poderes a pessoas que irão conduzir os nossos destinos. Conhecida em Mossoró por ter feito boas administrações, a ex-prefeita Rosalba Ciarlini vem se resguardando. Desde o resultado das eleições de 2020 que ela optou pelo silêncio.

Após a derrota no último pleito, Rosalba teve poucas aparições públicas e não tem feito ou participado de movimentações políticas.  Muitos questionam o porquê de tal postura.

Pelas bandas do sitio Cantópolis, “residência política da ex-prefeita”,  não se houve barulho de militância e nem locutor falando em carro de som animando as tão badaladas reuniões políticas promovidas no famoso quartel-general eleitoral do Rosalbismo. Por lá, só se veem as abelhas beijando as flores e nem uma rosa desabrochando. Sequer lagartas se arrastando enquanto não criam asas.

O compositor Cartola garantiu, com profundidade poética, que “as rosas não falam, simplesmente as rosas exalam”. A ex-prefeita, no entanto, tem se mantido tão silente, tão inerte, que não tem sequer alimentado a imaginação dos seus eleitores. Sim, existe uma quantidade de mossoroenses, gente que acompanha Rosalba há décadas, e até alguns que passaram a votar nela em tempos mais recentes, que aguardam essa exalação. Nutrem a esperança de que o cheiro de sua liderança, a fragrância de sua disposição e o aroma do seu carisma voltem a inundar a atmosfera da cidade.

Rosalba, ressalte-se, é a peça principal da oposição em Mossoró. A ex-prefeita obteve mais de 50 mil votos nas eleições passadas, o que a credencia como principal opositora do atual prefeito Alyson Bezerra (Solidariedade). A grande maioria desses eleitores são fiéis rosalbistas. Gente que há tempos se inebria com o perfume da Rosa de Mossoró. Pessoas que fizeram dela prefeita por 4 oportunidades, e que contribuíram para que ela se elegesse senadora e governadora.

O tempo vai passando, o calendário político eleitoral vai se afunilando e os admiradores, seguidores e militantes da ex-prefeita de Mossoró são tomados de indagações. Por onde anda a Rosa? Vai participar das próximas eleições? Será candidata a qual cargo? São questionamentos que os próximos movimentos e falas da ex-prefeita ajudarão a responder. Hoje, a Rosa está muito quieta e silente. Não significa, porém, que não esteja pensando em outubro próximo.

 

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O sigilo fiscal de ocasião na prefeitura de Mossoró

De detentores de cargos públicos, sobretudo eletivos, se espera que tenha conduta ilibada. Que pelo menos cumpra minimamente com suas obrigações. Sobretudo fiscais. O mínimo que se espera de quem ocupa cargos em que se cobra do contribuinte que pague seus tributos, é que também pague os seus.

A ex-prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP) parece que não conhece essa regra. Sempre foi muito rigorosa na cobrança aos munícipes, mas “esqueceu de fazer o dever de casa”. Não teria, por exemplo, como chefe do Executivo municipal, agido para que dívidas tributárias de seus entes próximos fossem pagas. Sequer cobradas, como se alardeou.

Pelo menos é o que apontam matérias divulgadas pela imprensa da cidade nos últimos dias. O conhecido Sítio Cantópolis, o quartel general rosalbista, teria débitos acumulados do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) superiores a R$ 350 mil. O imóvel não está registrado no nome de Rosalba, mas de sua sogra. Parte da mídia fez questão de ligar a dívida à ex-prefeita.

Em que pese o descuido de Rosalba em não acionar, enquanto gestora, os meios cabíveis à cobrança dos débitos de seus familiares, a divulgação  – exagerada até – do mencionado fato traz alguns questionamentos. Por que um alarde tão grande do referido episódio, atentando-se a um contribuinte em específico quando o município tem dezenas de outros devedores com dívidas iguais ou maiores que o dos familiares da ex-prefeita?

O Blog Na Boca da Noite buscou junto à Secretaria da Fazenda (Sefaz) da prefeitura de Mossoró a lista com os nomes dos 10 maiores devedores de IPTU do município, com valores e tempo de dívida. A Sefaz, após mais de 24 horas do pedido apresentado por este blog, informou que a dívida desses 10 maiores devedores é de R$ 25 milhões de reais.

O órgão, no entanto, justificou que, por causa do sigilo fiscal, não pode sequer individualizar os valores. Mesmo sem identificar quem são os contribuintes em débito com o município – e o blog não quis saber sobre nomes -, a Sefaz utilizou o argumento do sigilo fiscal para não informar os dez maiores débitos, separadamente. Está certa nesse aspecto. Quando se trata de sigilo, é preciso tomar todos os cuidados. É necessário evitar o repasse de qualquer informação para evitar que se crie a possibilidade de identificar o devedor. Seja ele quem for. Tenha os parentes que tiver.

Lamentavelmente, a prefeitura parece não ter adotado o mesmo padrão e rigor em se referindo ao suposto débito de pessoas ligada à ex-prefeita Rosalba Ciarlini. Ora, por ser figura pública, política, Rosalba não está protegida também pelo badalado sigilo fiscal? Ou o fato de os devedores terem ligações familiares com a ex-prefeita, cria-se uma exceção para a quebra do tal sigilo?

Há, entre os 10 maiores devedores, outros políticos? Ou parentes destes? Se há, considerando a lógica de quem vazou o dado – ou deixou vazar – por que não tornar pública também essa informação. Há, na política, ética e princípio de quem vazou – ou deixou vazar – os valores e tempo da suposta dívida de familiares da ex-prefeita, uma balança com dois pesos e duas medidas?

O Blog Na Boca da Noite questionou a Sefaz sobre as medidas que estão sendo adotadas pelo município para identificar o que ocorreu no caso de familiares da ex-prefeita. Se houve vazamento ou se o sistema foi hackeado. Foram os seguintes os questionamentos apresentados:

“Se há sigilo fiscal, por que se divulgou recentemente, à exaustão, dados de um contribuinte em específico? Foi vazamento? Se sim, quem vazou? Ou o sistema foi hackeado? Em uma dessas possíveis causas, qual providência a prefeitura está tomando para identificar o(s) autor(es)? Ainda não obtivemos respostas.

A população espera que a prefeitura esteja agindo com rigor para identificar o que ocorreu e punir os envolvidos. Do contrário, ficará patente que o sigilo fiscal na prefeitura de Mossoró é ferramenta de ocasião. Instrumento a proteger os amigos do rei. E a moer a reputação de adversários. Mesmo que o erro tenha sido cometido por amigos dos inimigos.

 

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