Itaú registra lucro recorde e alcança maior resultado já obtido por um banco no Brasil

Banco encerra quarto trimestre de 2025 com resultado recorde e ROE acima de 24%

por Ugmar Nogueira
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O Itaú Unibanco Holding S.A. encerrou o quarto trimestre de 2025 com um resultado histórico. O banco registrou lucro recorrente gerencial de R$ 12,3 bilhões, representando um crescimento de 13,2% na comparação anual e de 3,7% em relação ao trimestre anterior. O desempenho marca o maior lucro trimestral já alcançado pela instituição em termos nominais.

Com esse resultado, o Itaú consolidou um retorno recorrente sobre o patrimônio líquido médio anualizado (ROE) de 24,4%, reforçando a elevação estrutural da rentabilidade do maior banco privado do Brasil. O indicador confirma a eficiência do modelo de negócios da instituição, mesmo diante de um ambiente econômico desafiador.

O desempenho positivo foi sustentado pelo avanço consistente das receitas com crédito, serviços e produtos financeiros, aliado ao controle rigoroso de custos e à manutenção dos níveis de inadimplência em patamares administráveis. A estratégia de diversificação de receitas e o fortalecimento das plataformas digitais também contribuíram para a expansão dos resultados.

Ao longo de 2025, o Itaú manteve foco na ampliação do crédito com responsabilidade, priorizando segmentos com maior qualidade de ativos e ajustando suas operações às condições macroeconômicas. Esse posicionamento permitiu ganhos de eficiência e maior previsibilidade nos resultados.

Itaú bate R$ 46,8 bilhões de lucro anual e atinge o maior resultado da história de um banco brasileiro

Analistas do mercado avaliam que o desempenho do quarto trimestre consolida o Itaú como referência em rentabilidade e governança no setor financeiro nacional. A expectativa é que o banco continue apresentando resultados robustos, sustentados por sua escala, capacidade de inovação e forte base de clientes.

O resultado reforça a posição do Itaú como protagonista do sistema bancário brasileiro e evidencia a força do setor financeiro, mesmo em um cenário de juros elevados e desaceleração econômica em alguns segmentos.

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