O discurso do governo Bolsonaro de acabar com a “mamata” não passava de balela. Pelo menos é o que comprova reportagem do Site Metrópoles. De acordo com a publicação, o ex-presidente Bolsonaro promoveu verdadeira “farra” com dinheiro público.
Por meio de jetons, o governo turbinava os salários de ministros militares e parentes de pessoas próximas ao presidente.
A publicação destaca que dois potigiares se beneficiaram com a “mamata”: os ex-ministros Fábio Faria (Comunicações) e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional).
“Fábio Faria, ministro das Comunicações de Bolsonaro, e Rogério Marinho, ministro do Desenvolvimento Regional, receberam, cada um, pelo menos R$ 294 mil para além de seus salários. Os dois foram conselheiros do Sesc, o Serviço Social do Comércio – Faria de 2021 a 2022 e Marinho, atualmente senador pelo Rio Grande do Norte, de 2019 a 2021”, aponta a publicação.
Veja aqui a reportagem completa.
Fábio
A campanha à reeleição do presidente Bolsonaro (PL) escolheu, desde o início, a estética do absurdo. E faz tempo que absurdamente o presidente está em campanha. Uma pesquisa simples em qualquer buscador da internet traz as barbaridades ditas, feitas e propagadas pelo capitão. Sempre com a intenção de potencializar seu nome junto seu público. Bovinamente fiel.
Mas, apesar de conseguir aprovar medidas eleitoreiras, de usar o dinheiro público para a compra de votos, de censurar órgãos de imprensa, de posar com sonegadores de impostos, de anunciar apoio de devedores da Receita Federal, de ameaçar as instituições, dos atentados (à democracia, à inteligência) e à construção de narrativas pró-golpe, de realizar superlives e de ter empresários assediando eleitores, Bolsonaro não cresce nas pesquisas.
A alternativa que resta agora é desacreditar as eleições. Depois, claro, de tentar, sem sucesso, desacreditar o sistema eleitoral. O intuito agora é dizer que foi “roubado” seu tempo de rádio e TV. E o faz de forma perigosa, criminosa e ridícula. Mas cumpre seu papel. Ridícula porque quer fazer crer que houve favorecimento dos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE´s) e das emissoras de transmissão da propaganda eleitoral em favor do ex-presidente Lula. Mais ridícula ainda porque deixa subentendido que o ex-presidente seria dono ou controlador das tais rádios e TV´s.
Criminosa porque faz uso da estrutura pública para sua campanha. Foi o ministro da Comunicação, potiguar Fábio Faria (foto) o responsável por convocar os órgãos de imprensa para “anunciar algo grave”. No final, Faria foi mensageiro de uma pachouchada. Incrível que um ministro se preste a um papel tão ridículo. Envergonhou os potiguares – de novo – e diminuiu o cargo – mais uma vez.
Perigosa porque infla uma horda de correligionários ensandecidos. Pessoas com muito sangue nos olhos e pouco raciocínio lógico. Com as bocas cheias de ódio. Com discursos bélicos na ponta da língua. Com a língua afiada para desancar qualquer um que discorde de qualquer coisa que o capitão faça, diga ou propague. Por mais absurdas que sejam.
Apesar de todo o burlesco que envolve a nova, arriscada e criminosa estratégia, ela vem cumprindo com seus objetivos, principalmente o de mobilizar a máquina de cólera, mentiras e agressões que o Gabinete do Ódio opera com competência e eficiência. Por aqui, já tem deputado federal repercutindo a cantilena raivosa, broca e bandoleira de que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está agindo a favor do adversário do capitão. Nunca algo ridículo foi tão perigoso. E criminoso.

Em queda nas pesquisas, o ex-vive-governador Fábio Dantas (Solidariedade) vê uma luz no fim do túunel para tentar reverter o seu derretimento: se integrar de corpo e alma ao bolsonarismo.
Carregando nas costas o peso de ter integrado a pior gestão que o Rio Grande do Norte vivenciou em toda a sua história – como companheiro do ex-governador Robinson Faria (PL), Fábio caminha para ser uma grande decepção nas urnas.
Embora tenha negado no início que seja bolsonarista, Fábio agora se vê na obrigação de se colocar como opção da extrema direita para reverter o fracasso que se desenha. Para isso, está anunciando participação nos atos bolsonaristas de 7 de setembro próximo.
O problema é que as manifestações bolsonaristas tem, na maioria das vezes, o objetivo de atacar a democracia e as instituições que a defendem. Em nome de seu projeto de chegar ao comando do Governo do Estado, Fábio vai correr o risco.
Apesar do esforço de Fábio, quem tem atraído os votos do bolsonarismo é o senador Styvenson Valentim (Podemos). Seu estilo truculento, sua falta de respeito com as mulheres e sua falta de propostas tem ganho a simpatia dos eleitores bolsonaristas.
O prefeito de Mossoró (Solidariedade)pensa, age e governa como um bolsonarista. Apesar das ideias e ações refletirem a lógica do bolsonarismo, ele faz de tudo pra fingir que não é um bolsonarista.
As atitudes, porém, falam mais que o discurso que tenta emplacar.
Agora, porém, ficou cada vez mais difícil negar as evidências. As atitudes, porém, falam mais que o discurso que tenta emplacar. Os mossoroenses lembram que um dos primeiros atos de Allyson logo ao se eleger foi ir a Brasília (DF) para posar com o presidente Bolsonaro (PL).
Em entrevista a imprensa de Natal, Allyson declarou apoio a Fábio Dantas, pré-candidato a governador, e deixou subentendido que vai apoiar Rogério Marinho ao Senado. Nunca, em sua curta trajetória política, Allyson se sentiu tão à vontade num ninho político.
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Ministério Público denuncia Kelps e Fábio Dantas por propaganda eleitoral antecipada
O Ministério Públivo Eleitoral apresentou representação na Justiça Eleitoral contra os pré-candidatos Fábio Dantas, Kelps Lima e Luiz Eduardo Bento da Silva por propaganda eleitoral antecipada, no Rio Grande do Norte. Além dos três, é alvo da representação o marceneiro Francisco Wellington Lopes Paraguai, que expôs o material publicitário dos pré-candidatos em seu veículo.
No automóvel do marceneiro foram flagrados adesivos de Fábio Dantas, pré-candidato a governador; Kelps Lima, pré-candidato a deputado federal; e Luiz Eduardo Bento, pré-candidato a deputado estadual, nos quais a condição de pré-candidatos é praticamente imperceptível. Em depoimento ao MP, Francisco Wellington confirmou que obteve os materiais de pessoas diretamente ligadas aos outros três representados.
Para o procurador regional Eleitoral Rodrigo Telles, a irregularidade se confirma exatamente pelos adesivos induzirem quem os vê a acreditar que as candidaturas já são oficiais e que a campanha já teve início. Apesar de precedentes jurídicos não considerarem que a colocação de adesivos em veículos no período pré-eleitoral caracterize, necessariamente, propaganda antecipada, tal modalidade de publicidade só deve ser aceita quando se tratarem de mensagens genéricas, “sem levar o eleitor a uma certeza (irreal) de que este ou aquele pré-candidato já ostenta a condição formal de postulante a um determinado cargo eletivo”.
O desrespeito a esse limite, aponta o representante do MP, pode levar o eleitor à falsa percepção de que a campanha eleitoral já foi deflagrada. No caso da representação, os envolvidos veicularam adesivos cuja explicação de se tratarem de pré-candidaturas é apresentada em uma “faixa com tonalidade de cor e tamanho de letra” que torna a expressão pré-candidato imperceptível.
Padrão e gastos – “Não há dúvidas de que, diante do atual entendimento jurisprudencial, dever-se-ia considerar lícita a conduta dos ora representados na hipótese de tais adesivos conterem, de forma expressa e visível, o esclarecimento de que eles apenas e tão-somente são ‘pré-candidatos’ aos cargos (…), o que, contudo, não ocorreu, uma vez que, conforme já registrado, em uma evidente estratégia de marketing, apresentaram-se como se já fossem candidatos, antecipando, assim, de forma ilícita, a campanha eleitoral”, resume Rodrigo Telles.
Some-se a isso o fato de os adesivos seguirem o padrão típico dos utilizados nas campanhas, com destaque para o nome do candidato e o cargo almejado. “Isso equivale a um pedido explícito de voto”, compara o procurador. No caso dos de Kelps Lima e Luiz Eduardo, há até mesmo referência a slogans: “Um Federal para Natal” e “Um Estadual para Natal”, respectivamente.
O gasto com esses materiais, reforça o MP Eleitoral, não farão parte da contabilidade de campanha, uma vez que esta sequer se iniciou, e “certamente escaparão da fiscalização da Justiça Eleitoral”, podendo desequilibrar a disputa em prol dos futuros candidatos que possuam poder econômico para investir nesse tipo de publicidade antes mesmo do período regular de propaganda se iniciar, o que ocorrerá a partir de 16 de agosto.
Além disso, os três são filiados ao mesmo partido, Solidariedade (SD), “o que evidencia que o estratagema ilícito em referência foi utilizado pelos principais pré-candidatos de tal agremiação partidária como forma de antecipar indevidamente a campanha eleitoral em favor deles”.
O Pleno do Tribunal Regional do Rio Grande do Norte (TER/RN), por maioria de votos, e em consonância com o parecer da Procuradoria Regional Eleitoral, julgou parcialmente procedente o pedido para reconhecer a prática de propaganda eleitoral extemporânea negativa por parte do ministro Fábio Faria, condenando-o, ao pagamento de multa no valor de R$ 10 mil. Restaram vencidos a juíza Adriana Magalhães e o desembargador Cláudio Santos, que julgaram improcedente a representação, e , em parte, o juiz Marcello Rocha, que julgou procedente o pedido, mas divergiu quanto ao valor da multa.
O processo, proposto pela Procuradoria Regional Eleitoral, é o primeiro relacionado às Eleições 2022 julgado pelo TRE-RN e teve como relator o Juiz Federal José Carlos Dantas. De acordo com o procurador regional Eleitoral no RN, Rodrigo Telles, houve um desvio de finalidade do ato de inauguração das obras de transposição do Rio São Francisco, na cidade de Jardim de Piranhas, no dia 09 de fevereiro de 2022, que “acabou sendo desvirtuado para um ato de propaganda político-eleitoral partidária antecipada”. Ainda segundo Telles, o ato teria sido preparado para o lançamento da candidatura ao Senado do então ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.
Na representação, o Ministério Público Eleitoral pediu a condenação do ministro das Comunicações Fábio Faria e do ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho pela prática de propaganda eleitoral antecipada
“A intenção do Ministério Público é obter a condenação dos representados de modo que o Tribunal Regional Eleitoral emita uma mensagem de que nessas Eleições, apesar da polarização e do contexto político que nós vivemos, a legislação será interpretada e aplicada com rigor”, destacou Telles em sua sustentação oral.
Com relação ao pedido de propaganda antecipada em favor do ministro Rogério Marinho, o juiz José Carlos Dantas acolheu a manifestação da defesa e entendeu que houve apenas um anúncio da candidatura. Com relação ao pedido de propaganda antecipada negativa contra a Governadora Fátima Bezerra, o relator do processo entendeu que o ministro Fábio Faria não se limitou a tecer eventuais críticas administrativas à atual Governadora do RN. “Entendo que está provado por conduta do ministro Fábio Faria uma propaganda antecipada negativa pela qual não teria concorrido o ministro Rogério Marinho. Acolho parcialmente a representação por propaganda antecipada em desfavor da excelentíssima governadora”, votou o relator.


Fábio Berckmans Veras Dantas, advogado, foi deputado estadual potiguar entre 2010 e 2014. Não se tem notícia de um projeto importante que ele tenha apresentado na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (AL/RN) naquele período.
Rogério Simonetti Marinho, economista, foi deputado federal por 3 mandatos. Também não se tem conhecimento de, em 12 anos como legislador em Brasília, de um projeto de sua autoria em benefício do povo.
Fábio Dantas e Rogério Marinho, no entanto, tem algo em comum. São conhecidos por terem, cada um em seu espaço e tempo, prejudicado a população. Fábio tem o salvo-conduto de ter afetado apenas os norte-riograndenses. Ele integrou a prior gestão que o Estado já teve em toda sua história. Rogério, por sua vez, foi o carrasco do trabalhador brasileiro.
Como companheiro de Robinson Faria (PL), Fábio pactuou, foi parceiro, sócio e avalizador da catástrofe administrativa que o ex-governador instituiu no Executivo estadual. Dívidas, ausência de projetos, desrespeito aos servidores, atraso de salários, dívidas com fornecedores, sucateamento do Estado, enfim, caos. Foram 4 anos em que Robinson, com a companhia, ajuda e parceria de Fábio Dantas, mergulhou o Rio Grande do Norte nas trevas administrativa, financeira e fiscal.
Foi certamente com sua percepção da economista que Rogério Marinho decidiu acabar com a vida do trabalhador. Relator da Reforma Trabalhista, prometeu que a proposta traria milhões de empregos. Ou mentiu ou é um péssimo economista. Ou sabia que a reforma não traria nenhum benefício ou provou que não entende nada de economia.
Com esse comprovado histórico de maldades contra o povo, Rogério Marinho e Fábio Dantas querem fazer crer que são a solução para as próximas eleições. Agora no Solidariedade, Fábio Dantas será candidato a governador. No seio do bolsonarismo, Rogério sonha com uma vaga no Senado. Na próxima terça-feira, a oposição lança essas duas pré-candidaturas.
Não se sabe o que levou Rogério a convencer Fábio Dantas a se candidatar, já que o ex-ministro do Desenvolvimento Regional cortejou outros tantos. Benes Leocádio, Álvaro Dias, Ezequiel Ferreira, José Agripino. Todos recusaram.
O que todos sabem é que a experiência de Fábio Dantas em cargo no Executivo é desastrosa, deprimente, caótica. Sua passagem pela vice-governadoria é de amarga lembrança. Já o know how de Rogério, comprovadamente, é de acabar com empregos e direitos trabalhistas. Está formada a “chapa da maldade”.
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“Desceu rasgando a garganta” de alguns membros do Solidariedade no Rio Grande do Norte a declaração pública feita hoje pelo advogado Fábio Dantas (foto) sobre seu interesse em uma candidatura ao Governo do Estado. Em entrevista à imprensa da capital, Dantas foi mais do que ousado. Disse que estava preparado pra ser governador.
O movimento de Fábio Dantas veio logo após o nome de Breno Queiroga (ex-secretário da prefeitura de Mossoró) ser ventilado como possível candidato a governador nas eleições desse ano.
Brenno vem sendo visto pela oposição, sobretudo a ala bolsonarista, como alguém com coragem de topar o desafio de enfrentar a governadora Fátima Bezerra (PT). O desejo da oposição de se ver unida em torno do nome de Brenno foi por água abaixo com as declarações de Fábio Dantas.
O prefeito de Mossoró, Alyson Bezerra, por exemplo, já consulta lideranças políticas da região com o objetivo de unir forças ao projeto de Breno Queiroga. Com o surgimento de Fábio nesse cenário, resta saber como se comportará o gestor mossoroense daqui para frente.
“Em 2018 eu votei em Breno Queiroga. É um bom nome, mas se o partido decidir por mim eu estou pronto. Não estou preparado para uma eleição. Estou pronto para ser governador afirmou Fábio Dantas, com “a experiência” de ter participado da pior gestão que o Rio Grande do Norte já teve. Dantas foi vice quando o Estado foi governado por Robinson Faria (PL).
O Solidariedade tem um projeto de poder cujo objetivo chegar é chegar ao comando do Executivo potiguar em 2026. Costuras já são feitas nesse sentido, e em torno0 do nome do atual prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra. Com esse propósito, o prefeito vai testando seus auxiliares para demarcar terreno nessas eleições.
O gesto de Fábio Dantas aponta que não será tão fácil assim. Suas declarações já provocam racha dentro da agremiação. A expectativa agora gira em torno das ações que serão feitas para evitar que ganhem maiores proporções, chegando a um nível que inviabilize projetos futuros.
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Prevaleceu a vontade de Bolsonaro: Fábio Faria (PSD) não será candidato ao Senado. O anúncio foi feito pelo próprio Fábio, hoje, durante pronunciamento no Palácio do Planalto.
“Sempre com muita transparência e diálogo, , que tenho feito desde que assumi o Ministério das Comunicações, hoje venho aqui compartilhar com vocês que permanecerei ministro das Comunicações. Não serei pré-candidato ao Senado Federal, apesar de estar em melhor momento nas pesquisas: 90% de todas as pesquisas do Estado me colocam bem posicionado”, frisou.
Confirmando a desistência da candidatura ao Senado, Fábio não desincompatibilizará para qualquer disputa. A vaga que ele ocupa na Câmara Federal (e da qual está licenciado) será disputada pelo pai do ministro, ex-governador Robinson Faria (PSD). Enfrentando vários processos, Robinson precisa se eleger para ganhar foro privilegiado e evitar que as ações tenham prosseguimento.
Como Fábio afirma que está em melhor posição que seu concorrente, também ministro Rogério Marinho (sem partido), a sua desistência confirma a preferência do presidente da República pelo ex-deputado, que hoje comanda o Ministério do Desenvolvimento Regional. Pesou a favor de Marinho o fato de comandar grande parte das verbas desviadas pelo governo Bolsonaro para comprar apoio parlamentar, no escândalo que ficoui conhecido como “Orçamento Secreto”.
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Sem projeto para o Estado, sem propostas para a população e sem contar sequer com um palanque para as eleições deste ano, o deputado licenciado Fábio Faria (PSD), ministro das Comunicações do Governo Bolsonaro, segue fazendo uso de sua única arma na tentativa de se viabilizar eleitoralmente: a mentira.
Filho de Robinson Faria (PSD), reconhecidamente o pior governador que o Rio Grande do Norte já teve, Fábio busca fazer uso da enganação para que as pessoas esqueçam o caso administrativo e financeiro que a gestão de seu genitor relegou aos potiguares. O pai de Fábio Faria, é importante destacar, deixou uma dívida de R$ 1 bilhão com os servidores, montante quase toda já pago pela gestão da professora Fátima Bezerra (PT).
Inconformado com o fato de atual a gestão ter sanado diversos problemas deixados por seu pai, o ministro recorre a inverdades para manter seu nome em evidência e sua pretensa candidatura a senador sob holofotes.
Fábio diz que o governo do RN foi omisso em relação à retomadas das aulas presenciais, mente ao dizer que a gestão estadual não deu assistência aos estudantes durante a pandemia e ainda faz falsas afirmações sobre a saúde e a segurança. O Governo do Estado emitiu nota rebatendo as falsas acusações e mostrando o que foi feito:
NOTA À IMPRENSA
“O ministro das Comunicações, Fábio Faria, norte-rio-grandense e filho de um ex-governador do Estado, voltou a atacar a atual gestão da Professora Fátima Bezerra, numa postura politiqueira e também rotineira. Com um discurso vazio e omisso, o senhor Fábio Faria faz críticas ao atual governo, esquecendo de citar a trágica situação em que a atual gestão recebeu o estado do Rio Grande do Norte, gerido até 2018 pelo então Governador Robinson Faria, pai do ministro, à época com os maiores índices históricos de violência e mergulhado em dívidas — quatro folhas salariais dos servidores em atraso, além de uma imensa dívida com fornecedores.
O Governo do Rio Grande do Norte que preza pela dignidade, educação e bem-estar social, em nenhum momento foi omisso em relação à retomada das aulas presenciais na rede pública. A atual gestão seguiu as orientações do Comitê Científico e dialogou com os órgãos de controle quanto à definição do momento adequado e seguro para o retorno de crianças, jovens e adultos às escolas, adequando-as às medidas sanitárias preconizadas pelas autoridades em saúde. Ao contrário da gestão negacionista a qual o ministro pertence e defende, causadora, por falta de atitude e decisão firme, de tantas perdas durante a pandemia de Covid-19.
A atual gestão não hesitou em dar assistência aos alunos enquanto estiveram em aulas remotas. Distribuiu 1,1 milhão de kits com itens da merenda escolar, somente em 2021, a exemplo do que ocorreu em 2020. A preparação para o retorno às aulas demandou investimentos da ordem de R$ 12 milhões, dos quais R$ 8 milhões em recursos estaduais, e R$ 4 milhões do FNDE.
Ao criticar a conduta do Governo do Estado quanto à retomada das aulas presenciais, o Ministro Fábio Faria também esqueceu de dizer que o Governo Federal, do qual se orgulha de fazer parte, não liberou recursos para a compra de equipamentos essenciais às aulas virtuais. Omitiu que a gestão federal demorou para liberar os recursos necessários à compra da merenda escolar. Esqueceu que o Governo Federal resistiu enquanto pode para liberar os R$ 3,5 bilhões do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), aprovados pelo Congresso Nacional, e que posteriormente levou a questão ao STF, onde foi derrotado e o direito assegurado aos estados.
Na área da Segurança, a atual gestão salvou 1.817 vidas entre os anos de 2019 e 2021, quando comparado aos três primeiros anos da gestão do pai do ministro Fábio Faria. Naquele tempo, não muito distante, o Rio Grande do Norte figurava entre os estados mais violentos do país, com destaque na mídia nacional. Em 2017, foram 2.412 mortes violentas. Em 2021, o RN teve o menor índice de assassinatos desde 2013, graças ao trabalho incansável dos agentes de segurança pública e o reforço de estrutura e pessoal promovido por decisão corajosa do governo nessa área. Em contraponto à realidade vivida no governo do pai do ministro que deixou a Polícia Militar aquartelada por falta de salários, vivendo de doações de cestas básicas.
Outro destaque do governo anterior ao nosso foram os ataques às instituições financeiras: 223 entre os anos de 2015 e 2017. Nos três primeiros anos do Governo Fátima, foram registradas 55 ocorrências do mesmo tipo.
Ao mencionar o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, a maior unidade de saúde da rede estadual, o ministro desconsiderou os investimentos feitos na área da saúde. Esqueceu, novamente, que em junho de 2017 o então governador decretou “estado de calamidade na saúde pública”. E que, na gestão de Robinson Faria, o Sindsaúde alcançou um dos maiores índices de macas e pacientes nos corredores do Walfredo Gurgel, mais de 100 [em 9 de maio de 2016]. Foi na gestão Faria que um Termo de Ajustamento de Conduta assinado entre o governo e o Ministério Público determinou o fechamento de sete hospitais regionais.
Por esses e muitos outros motivos, o Governo do Estado do Rio Grande do Norte se sente no dever de relembrar à sociedade que as estratégias politiqueiras de uma casta inconformada com a atuação séria e responsável da atual gestão tentam retratar uma falsa realidade para amparar seus discursos e omitir a vergonha de um triste passado que marcou a vida dos norte-rio-grandenses”.
Assessoria de Comunicação Social
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