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RN fecha 2021 com menores índices de homicídios desde 2013

O número de mortes violentas no Rio Grande do Norte segue em redução ano após ano. Com o término do ano de 2021, a consolidação dos dados estatísticos de Condutas Violentas Letais e Intencionais, os chamados CVLIs, aponta que foram registradas 1.306 homicídios neste ano — o menor quantitativo anual de homicídios desde o ano de 2013. No recorte dos últimos oito anos, o estado atingiu 45,85% de redução quando comparado ao ano de 2017.

De acordo com dados da Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análises Criminais (COINE) da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED), em 2021 foram registradas 1.306 homicídios, o menor quantitativo desde o ano de 2013. Sobre este período, o estado reduziu 194 casos em relação a 2020 (-12,91%), reduziu 149 em relação a 2019 (-10,24%), 658 em relação a 2018 (-33,50%), 1.106 em relação a 2017 (-45,85%), 690 em relação a 2016 (-34,56%), 364 em relação a 2015 (-21,79%), 466 em relação a 2014 (-26,29%), e uma redução de 360 casos em relação ao ano de 2013 (-21,60%).

Comparativo entre gestões – Ao final de dezembro de 2021, a gestão atual do Governo do Estado completou 1.096 dias. Nesse mesmo período da gestão anterior — do início de 2015 ao fim de 2017 —, foram registradas 6.078 mortes violentas, contra 4.261 ocorrências na atual gestão, do início de 2019 até aqui, redução de 29,89%.

Em meio aos índices em queda, as condutas de homicídios dolosos apresentaram uma redução significativa de 32,6% no comparativo entre gestões, saindo de 4.980 na gestão anterior, para 3.358 na atual gestão.

Os casos de feminicídio também apresentaram importante diminuição. No período entre 2015 e 2017 foram registradas 108 ocorrências, enquanto no período entre 2019 e 2021 foram apontados 54 casos: redução de 50%.

Redução nas cidades polo do RN – Os dados apresentados pela COINE apontam ainda o desempenho das principais cidades do Rio Grande do Norte na redução das mortes violentas. Em Natal, capital do estado, foram registradas 858 casos entre 2019 e 2021, contra 1.682 ocorrências entre 2015 e 2017, redução de 49%.

Em Mossoró, segunda maior cidade do RN, foram 633 mortes violentas entre 2015 e 2017, para a atual gestão, entre 2019 e 2021, houve uma redução de 10,6% dos casos, quando foram registradas 566 ocorrências.

Já em Parnamirim, cidade da Região Metropolitana de Natal, houve uma redução de 461 casos para 200 de uma gestão para a outra, diminuição de 56,6%.

Na cidade de São Gonçalo do Amarante, a COINE registra uma redução em 26,2%, caindo de 317 mortes violentas no período 2015-2017 para 234 casos no período 2019-2021.

Em Pau dos Ferros, cidade importante do alto-oeste potiguar, foram 24 mortes violentas nos 1.096 dias da gestão anterior, contra 16 ocorrências no mesmo período da atual gestão, redução de 33,3%.

Na cidade de Caicó, os dados apontam redução de 36,2% no comparativo de mortes violentas entre as gestões. Os índices saíram de 113 ocorrências entre 2015 e 2017, para 72 no atual período, entre 2019 e 2021.

Estatísticas de mortes violentas por ano

2013: 1.666

2014: 1.772

2015: 1.670

2016: 1.996

2017: 2.412

2018: 1.964

2019: 1.455

2020: 1.500

2021: 1.306

 

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Cancelamento de carnaval já atinge mais de 10 municípios do RN

Natal e Parnamirim anunciaram nesta quarta-feira, 12/1, que não vão realizar carnaval de rua em 2022. O motivo é o mesmo alegado por outras cidades que tomaram a mesma decisão: avanço da variante ômicron, surgimento de novos casos de covid e surto de gripe.

Agora já são 14 as cidades potiguares que não vão realizar a festa de momo: Mossoró, Alexandria, Caicó, Areia Branca, Apodi, Grossos, Tibau, Governador Dix-sept Rosado, Upanema, Almino Afonso, Natal, Parnamirim, Alexandria e Assu.

 

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´O governo Allyson fede’, avalia deputada

A deputada estadual Isolda Dantas (PT) subiu o tom nas críticas à administração Allyson Bezerra (Solidariedade). Foi durante entrevista ao radialista Ugmar Nogueira, no jornal Boca da Noite, na edição desta terça-feira, 11/1. “O governo Allyson fede porque está faltando com a verdade com Mossoró”, avaliou a parlamentar.

Isolda usou o termo ao responder a uma pergunta de Ugmar, na qual o radialista revelou que em conversa com o professor Gutemberg Dias (PCdoB), que compôs chapa com a deputada na disputa pela prefeitura de Mossoró, e este teria dito que “a gestão Allyson nem cheira nem fede”.

Além de mostrar que Allyson não cumpriu até agora as promessas feita durante a campanha, Isolda questionou as alianças que vem sendo feitas pelo prefeito. “Quer coisa mais fedida que se aliar ao deputado bolsonarista e negacionista Fábio Faria?”, questionou.

A deputada elencou promessas que ainda estão no papel.  Na saúde as mulheres tem reclamado o quanto tem piorado. Na educação, a gestão democrática também não foi feita. Disse que botaria um castramóvel e não botou. A verba para cultura foi preciso os artistas ocupar a Câmara Municipal”, destacou.

Sobre o castramóvel, Isolda lembrou que além de ter destinado uma emenda de R$ 145 mil para a compra do equipamento – dinheiro que está na conta da prefeitura desde dezembro de 2020 – ofereceu ajuda de várias maneiras parta que a prefeitura fizesse essa aquisição. “A gente tem ajudado o prefeito até mesmo a cumprir suas promesas de campanha e nem assim ele faz o que prometeu”, disparou a parlamentar. Para Isolda, a recusa de Allyson em adquirir o castramóvel se dá tão somente pelo fato de ter sido ela quem destinou a emenda.

“Nós fazemos política sem rancor. Nossa ação política sempre foi feita pensando em Mossoró. Faz um ano que o dinheiro está na conta e o prefeito não adquire o castramóvel. Me reuni com ele 3 vezes e em todas ele prometeu que em 4 meses seria resolvido. Não resolveu até agora simplesmente porque o prefeito não quer dar os louros para a deputada Isolda Dantas, porque ele é um prefeito de mídia. Se ele não tiver a mídia, ele não faz a ação. Ele não quer dividir a mídia com ninguém. Ele tem que pensar em Mossoró. Eu nunca vou fazer isso. Vou continuar destinando emendas para Mossoró”, garantiu.

Isolda acionou o Ministério Público sobre a questão e está esperando o órgão se manifestar sobre a demanda. “Vou continuar cobrando. Toda vez que for necessário colocar emendas para Mossoró eu vou colocar. Só vou querer saber se a população de Mossoró está precisando de política pública”, argumentou.

Ainda de acordo com Isolda, a gestão Allyson fede porque ele não tem palavra. “O consenso que está se criando em Mossoró é de que é um prefeito de mídia. É mídia para e para acolá, mas as ações a gente não consegue alcançar. Ele não cumpre o que promete”, destacou, acrescentando ainda que o nível de perseguição que a gestão Allyson empreende contra os servidores está igual ao que se verificava na gestão Rosalba Ciarlini (PP).

Veja a entrevista aqui

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Governo do RN renova estado de calamidade pública em decorrência da pandemia de covid

O Diário Oficial do Estado do Rio Grande do Norte traz nesta quarta-feira (12) a renovação do estado de calamidade pública, em razão da crise de saúde decorrente da pandemia da covid-19 e suas repercussões financeiras no estado.

O primeiro decreto estadual de calamidade na pandemia é de 20 de março de 2020, Nº 29.534. Diante do aumento do número de casos de covid, com a chegada da variante ômicron, além da epidemia de influenza, o decreto Nº 31.264, de 11 de janeiro de 2022, autoriza os gestores a tomarem providências excepcionais necessárias para combater a disseminação do novo coronavírus em todo o território potiguar pelo prazo de 180 dias.

A medida se soma à nova fase da vacinação, que será aberta ainda em janeiro a crianças entre 5 e 11 anos de idade. Também garante às autoridades competentes a possibilidade de edição de atos normativos necessários à regulamentação e à execução dos atos administrativos em razão do estado de calamidade pública.

O decreto começa a valer a partir da publicação, mas será também encaminhado à Assembleia Legislativo para reconhecimento.

 

Veja aqui o decreto.

 

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Pesquisa Quaest mostra Lula com possibilidade de vencer no primeiro turno

A primeira pesquisa de 2022, realizada pela Quaest Consultoria e Pesquisa e paga pela Genial Investimentos, mostra que o ex-presidente Lula (PT) segue na vantagem na corrida pelo Palácio do Planalto.

Os dados da pesquisa estimulada mostram que o petista tem 45% das intenções de voto, seguido de longe por Jair Bolsonaro (PL), que tem 23%. Na sequência aparecem Sergio Moro (Podemos) com 9%, Ciro Gomes (PDT) com 5% e João Doria (PSDB) com 3%. Os dados apontam para possibilidade de vitória do petista já no primeiro turno.

No segundo turno contra Bolsonaro, Lula tem 54%, enquanto o atual chefe do governo federal tem apenas 30%.

Contra Moro, Lula tem 50% e o ex-juiz, declarado parcial pelo Supremo Tribunal Federal (STF), tem 30%. O petista vence em todos os cenários.

O levantamento foi realizado entre 6 e 9 de janeiro e ouviu 2.000 pessoas presencialmente. A pesquisa foi registrada nos sistemas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pode ser encontrada pelo número de identificação: BR-00075/2022. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. (Fonte: Brasil 247)

 

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PROFHISTÓRIA/UERN tem primeira defesa pública de dissertação

Em funcionamento desde março de 2019, o núcleo do Mestrado Profissional em Ensino de História (PROFHISTÓRIA) da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) registra um grande feito nesse mês de janeiro: a realização da primeira defesa pública de dissertação de sua história.

A mestranda Lívia Karolinny Gomes de Queiroz defenderá, de forma antecipada, na próxima sexta-feira, 14/1, o trabalho “Os sons ‘brega’  na  sala de aula:  músicas e a construção de memórias sobre a ditadura  militar no Brasil (1964-1985”. Será às 14h, de forma remota, por meio da plataforma google meet. Clique aqui para participar da videoconferência.

A banca de defesa é presidida pela professora-doutora Isaíde Bandeira da Silva (UECE/UERN), orientadora, e conta ainda com os professores-doutores Edmilson Alves Maia Júnior (UECE/UFC), examinador externo, e André Victor Cavalcanti Seal da Cunha (UERN) examinador interno.

Coordenador do PROFHISTÓRIA/UERN, o professor André Seal festeja a realização da primeira defesa de dissertação do programa. “Representa o esforço e a dedicação da mestranda. Reflete também a qualidade do programa e o excelente trabalho realizado pelos docentes do PROFHISTÓRIA”, avalia.

Lívia Karolliny explica que o objeto de sua pesquisa insere-se na discussão e reflexão sobre as potencialidades das músicas “bregas” no processo de compreensão histórica sobre a Ditadura Militar no Brasil, partindo das motivações utilizadas para aplicar censura a algumas composições.

“A censura estava ligada a questões de costumes e valores, o que é obsceno, enfim, além de algo remetido à moral; e também havia um olhar crítico para ideias consideradas tendenciosas. Nossa problemática era perceber como as formas de “repressão” também estavam presentes através do preconceito, exclusão social, desemprego denunciadas no repertório “brega”, explica a mestranda.

Ela acrescenta que seu principal objetivo na pesquisa foi analisar como a música “brega” foi utilizada como um instrumento metodológico para a construção do conhecimento histórico, contribuindo para a reformulação de uma visão crítica sobre o período.

Lívia Karolliny, graduada em História pela Universidade Estadual do Ceará (2013) é graduanda em Letras/Espanhol pela Universidade Federal do Ceará-UFC. Atualmente, atua como professora de História da Educação Básica do Ensino Público e Privado em Quixadá-Ce. Nas suas pesquisas foca principalmente sobre os seguintes temas: Ensino de História; Música Popular Brasileira; Ditadura Militar; História Pública.

 

 

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Teto da aposentadoria do INSS sobe para R$ 7.087

Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que recebem mais de um salário mínimo terão aumento de 10,16% em 2022. O reajuste segue a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de janeiro a dezembro de 2021, divulgado terça (11/1) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o reajuste, o teto do INSS sobe de R$ 6.443,57 para R$ 7.087,22. O aumento de 10,16% vale para os demais benefícios da Previdência Social acima do salário mínimo, como o auxílio-doença, e valerá a partir de 1º de fevereiro, quando será paga a folha de janeiro.

A correção também incide sobre as contribuições recolhidas à Previdência Social, tanto as descontadas automaticamente dos trabalhadores com carteira assinada como as que são pagas por profissionais autônomos. No caso dos microempreendedores individuais (MEI), que têm tabela própria, a contribuição mensal subiu para R$ 60,60, acrescida de R$ 1 para quem trabalha com comércio e indústria e de R$ 5 para quem atua no setor de serviços.

Salário mínimo – Quanto aos beneficiários do INSS que recebem um salário mínimo, a correção ficou em 10,18%, um pouco acima do INPC de 2021. O índice foi definido no fim do ano passado, quando o presidente Jair Bolsonaro editou a medida provisória que fixou em R$ 1.212 o salário mínimo para 2022.

Apesar de o salário mínimo ter aumentado um pouco mais que o INPC, os segurados não terão ganho real (acima da inflação). Isso porque aproximadamente R$ 2 do valor reajustado foram concedidos como compensação pelo reajuste abaixo da inflação em 2021.

Proporcionalidade – O reajuste de 10,16% vale apenas para quem estava recebendo os pagamentos em 1º de janeiro do ano passado. Os segurados que começaram a receber benefícios do INSS em fevereiro terão percentual menor de reajuste porque não receberam 12 meses cheios de pagamentos.

Os percentuais de reajuste proporcionais serão regulamentados nos próximos dias pelo Ministério do Trabalho e Previdência e pelo INSS.

Outros pagamentos – Outros pagamentos do governo federal foram corrigidos pelo INPC, como o seguro-desemprego. Gastos como o abono salarial e o teto para os atrasados judiciais (inclusive precatórios) seguiram a variação do salário mínimo.

As requisições de até 60 salários mínimos, que estão livres do parcelamento determinado pela emenda constitucional dos precatórios, passaram de R$ 66 mil para R$ 72.720. (Agência Brasil)

 

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Fátima Bezerra faz mudança na direção do Hospital Regional Tarcísio Maia  

O Diário Oficial do Estado do Rio Grande do Norte (DOE/RN) traz, na edição desta quarta-feira, 12/1, as mudanças na direção do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM). A governadora Fátima Bezerra (PT) exonerou a assistente social Herbênia Ferreira, nomeando para a função a enfermeira Francisca Nilza Batista, a Branca.

A assunção de Branca ao posto oficializa a aliança da governadora com o grupo político do vice-prefeito de Mossoró, Fernandinho das Padarias (PSD), e ocorre pouco depois do rompimento deste com o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade).

Fernandinho se viu obrigado a compor com outro grupo político após sofrer implacável perseguição do chefe do Executivo mossoroense. Embora não tenha anunciado que estivesse deixando o grupo de Allyson, o prefeito exonerou todos os servidores lotados no gabinete do vice-prefeito e ainda tomou o carro oficial utilizado pelo vice-prefeito.

“Branca” é a sogra de Fernandinho das Padarias e já ocupou a direção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Belo Horizonte, na administração do ex-prefeito Francisco José Júnior. Ela também esteve à frente da Secretaria de Saúde de Tibau e já passou pela direção do Tarcísio Maia, durante o governo Robinson Faria (PSD).

 

 

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