Apontado pela Polícia Federal (PF) como suposto líder de uma organização criminosa que roubou dinheiro da saúde de Mossoró (“a autoridade Policial revela a posição que cada investigado ocupa na estrutura descrita pelos diálogos captados. No topo, estariam os agentes políticos — ALLYSSON LEANDRO BEZERRA SILVA e MARCOS ANTÔNIO BEZERRA DE MEDEIROS — que, segundo as conversas captadas, receberiam propina em percentuais definidos sobre os contratos”), o prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) tem adotado uma tática dupla para tentar se safar das acusações.
Publicamente, o prefeito posa de bonzinho, controlado, inocente e que está colaborando com as investigações. Essa versão vitimista, humilde, é a que ele utiliza para fazer a sua imensa rede de apoio digital replicar nas redes sociais.
Na vida real, ele age totalmente diferente. Quando acha que não está sendo filmado, Allyson xinga, ameaça e intimida. Dois episódios revelam a verdade personalidade do prefeito de Mossoró.
E o prefeito parece não ter dito isso da boca (cheia de ódio) para fora. Pelo menos é o que revela o segundo fato a seguir.


