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Denúncia contra Allyson é arquivada pelo Ministério Público

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MP/RN), através 19ª Promotoria de Justiça da Defesa do Patrimônio Público e Tutela de Fundações da Comarca de Mossoró, arquivou o procedimento 02.23.2039.0000030/2022-44, que tratava sobre denúncia contra o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (Solidariedade).

A representação foi feita ao MP pelos vereadores de oposição que viram na postura do gestor possível cometimento de crime de improbidade administrativa por fazer discursos eleitoreiros durante as apresentações de artistas no Mossoró Cidade Junina.

Na representação, os parlamentares requisitaram que o com vários pedidos, como de proibir que o prefeito discursasse no evento. O MP chegou a emitir recomendação nesse sentido.

Para a promotora Patrícia Antunes Martins, da 19ª Promotoria de Justiça, como o prefeito atendeu a essa recomendação, não restaram elementos que evidenciassem “irregularidade que enseje a adoção de outras medidas além das já adotadas”.

Alyson faz a pior escolha

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (Solidariedade) faz uma administração convencional. Como o Blog Na Boca da Noite tem destacado, é mais do mesmo. Ou seja: faz tudo aquilo que criticava na gestão anterior. Parece se destacar, em relação à ex-prefeita Rosalba Ciarlini, sua antecessora, em pelo menos dois aspectos.

O primeiro deles diz respeito à falta de transparência. Como todo o Rio Grande do Norte já sabe, Allyson move céus e terra para que ninguém saiba para onde foram parar os R$ 443 mil acrescidos ao contrato da obra de reforma do Memorial da Resistência. Não é segredo para ninguém que não era necessário alocar mais R$ 1 sequer para o tal serviço porque ele já estava concluído.

Allyson também utiliza as redes sociais muito melhor que Rosalba. Aliás, talvez resida aí a grande diferença entre as duas gestões. Isso talvez explique até porque uma administração que seja tão igual àquela que foi às ruas combater tenha uma boa aprovação popular.

Existe um campo, no entanto, que Allyson parece ter se superado: na escolha dos candidatos que está apoiando nessas eleições. O prefeito escolheu os piores. Inegavelmente. Disparadamente. Indubitavelmente.

Embora não revele publicamente, Allyson vota e apoia o presidente Bolsonaro, a pior coisa que aconteceu ao Brasil em toda a sua história republicana e democrática. Para o Governo do Estado, seu candidato é Fábio Dantas (Solidariedade) que dispensa (más) apresentações. O governo Robinson é o seu portfólio: salários e fornecedores em atraso, caos fiscal e financeiro. Para o Senado, o preferido de Allyson é Rogério Marinho (PL), relator da Reforma Trabalhista.

Como político, Allyson escolheu um candidato que não respeita a democracia (Bolsonaro/PL). Como gestor, optou pelo representante do pior governo que o RN já experimentou (Fábio). E como sindicalista, abraçou o declarado inimigo do trabalhador brasileiro (Rogério Marinho). 

Fossem de Rosalba essas escolhas, a crítica também caberia. Mas é importante lembrar que a ex-prefeita é oligarca, da direita e sempre esteve aliada a esses representantes do atraso. Compreensível, então, que fossem dela esses postulantes.

Para Allyson, essas escolhas representam enterrar seu discurso de combate às oligarquias, de respeito ao trabalhador e ao servidor público e de defesa da democracia. Narrativa que já parecia natimorta.  Essa postura se assemelha, verdadeiramente, a de um estelionatário eleitoral.

Sem explicar possíveis irregularidades em aditivo, Allyson e Lawrence apelam para vitimismo

A gestão Allyson Bezerra (Solidariedade) segue sem dar explicações sobre o aditivo de R$ 443 mil no contrato de reforma do Memorial da Resistência. A obra teve seu valor alterado mesmo já tendo sido concluída e inaugurada pelo prefeito no dia 2 de junho passado.

Relatório da Comissão de Planejamento, Uso e Ocupação do Solo, da Câmara Municipal de Mnossoró, divulgado ontem, aponta que a empresa responsável pelos serviços, a JZR Construções (de propriedade de familiares do vereador Lawrence Amorim/Solidariedade) sequer pediu o aditivo. O colegiado vê ainda problemas de ordem temporal.

O governismo envida esforços para que os problemas não esclarecidos sejam esquecidos pela população, embora grande parte da mídia ignore a cobertura do caso.

Além de tentar culpar os outros por um problema criado pela própria gestão (aditivar um contrato de obra já terminada), o governismo iniciou na segunda-feira uma espécie de contra ofensiva. Setores da imprensa controlados elo Palácio da Resistência passaram a divulgar nesta segunda-feira que Allyson e Lawrence tem sido vítimas de adversários. Mais um embuste para desviar o foco das suspeitas que recaem sobre o caso. Coincidentemente, o texto da tal “reportagem” publicado em alguns sites e blogs é o mesmo. Apelar para o vitimismo é a nova estratégia. A ideia agora é criar a narrativa de que Lawrence é perseguido por ser candidato. E Allyson por apoiá-lo. Coincidentemente, os dois estão envolvidos no nebuloso caso do aditivo de R$ 443 mil.

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Gestão Allyson não passa no primeiro teste da honestidade

* Márcio Alexandre

“A mulher de César não basta ser honesta. Deve parecer honesta”. Essa máxima tornou-se bastante conhecida após o episódio no qual se discute se Pompeia traiu ou não o imperador Júlio César.
Elucubrações históricas à parte, é uma sentença que caiu como uma luva no cotidiano político nacional, cujo anedotário inscreve como desonesta a maioria dos nossos representantes.
Lamentavelmente, muitos agem com práticas obscuras que nos reportam a tal afirmativa. Engana-se quem pensa que é somente no Congresso que as artimanhas mais nefastas são arquitetadas.
Mossoró tem sido palco privilegiado nesse aspecto. Por aqui, para que não se saiba a verdade, a tática é espalhar mentiras. Especialmente produzi-las para que sejam propagadas por quem deve favores ao poder. Ou não podem desagradar aos poderosos.

A população de Mossoró parece que nunca vai saber o que, de verdade, motivou um aditivo de 443 mil ao contrato de uma obra já concluída. Como realmente esse dinheiro foi usado, uma vez que os serviços já haviam sido feitos. Para que conta finalmente o dinheiro foi parar.

Agora, além dessas dúvidas, uma outra, ainda maior, paira no ar: por que o prefeito move céus e terra para evitar que a verdade seja conhecida?

O governo é desonesto? Não. Há todo um percurso jurídico que pode culminar com uma condenação que determine tal condição.

O governo é honesto? Também não. Na gestão pública, onde deve prevalecer o império da lei, turbar qualquer processo para evitar que se chegue à verdade dos fatos, é, no mínimo, suspeito. É preciso parecer honesto. Nos últimos dias, a gestão Allyson tem agido totalmente contrário a essa lógica.
A aparência de honestidade não se estabelece impondo narrativas espalhadas por jornalistas pagos para isso. Muito menos com discursos malfeitos e pouco arranjados feitos por jagunços de paletó.
Para manter a sua aparência de honestidade e, principalmente, para atacar adversários, Allyson arma qualquer tramoia. Qualquer lugar para ele serve de picadeiro. Não importa que o povo clame por pão. Para o gestor, vale engabelar a patuleia.

Mesmo que muitos percebam que o espetáculo não tem graça, o prefeito insiste na “mambência politica”. Talvez só pare quando a multidão perceber que é o povo o motivo da piada.

Honestidade não combina com holofotes. Ela é daquelas virtudes que se estabelecem na calma dos acontecimentos, na paz dos ritos, na harmonia dos processos. Ao mandar dois estafetas “bagunçar” a sessão de um poder legitimamente constituído, Allyson apontou a luz para as desconfianças. É preciso duvidar de suas narrativas. Se o governo é honesto, é preciso mudar a rota porque não é o que está parecendo ser. Nesse primeiro teste, o resultado tem sido a desaprovação.

P.s: a imagem que ilustra essa matéria mostra o prefeito Allyson discursando, em 2 de junho, na inauguração do Corredor Cultural, conjunto de equipamentos que inclui o Memorial da Resistência

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EXCLUSIVO: Secretário e diretores de empresa agraciada com aditivo suspeito foram doadores da campanha de Lawrence Amorim

Surge mais um fato na polêmica envolvendo o aditivo para a obra conclusa do Memorial da Resistência de Mossoró. Registros da Justiça Eleitoral apontam que entre os doadores da campanha do presidente Lawrence Amorim (Solidariedade) em 2018 (quando ele foi candidato a deputado federal), estão diretores da JRZ Construções, empresa que fez a citada obra e que foi agraciada com o aumento no valor do serviço.

Chama a atenção também que até o secretário Rodrigo Nelson Lima, que hoje responde pela Infraestrutura, pasta diretamente responsável pela mencionada obra, também apareça entre os doadores.

Os registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontam que Rodrigo Lima fez duas doações, sendo uma de R$ 1.500,00 e outra de R$ 3.500, totalizando R$ 5 mil.

Já os diretores da JRZ foram mais generosos. Ao todo, doaram R$ 8.200,00. Apenas José Zelito Nunes Júnior fez seis doações, sendo 5 delas de R$ 1 mil e outra de R$ 3 mil, totalizando R$ 8 mil. O irmão, Romero Rêgo Nunes, doou R$ 200,00.

O Caso – A gestão Allyson Bezerra (Solidariedade) publicou, em 7 de junho, no Jornal Oficial do Município (JOM) um aditivo ao contrato da obra de reforma do Memorial da Resistência, no valor de R$ 443 mil. O documento tem data de 1º de junho. A obra, no entanto, já estava pronto, pois foi inaugurada em 2 de junho. Antes, a sua inauguração estava prevista para o dia 31 de maio. A gestão Allyson cancelou a solenidade 2 horas antes da hora prevista para ela acontecer.

O Blog Na Boca da Noite ouviu a assessoria de Lawrence Amorim sobre o assunto. Os assessores ficaram de enviar nota com esclarecimentos do vereador, mas até o fechamento desta matéria (21h35), isso não havia ocorrido.

Veja aqui o arquivo completo com as doações .

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Governismo segue tentando “esconder marcas do crime”

A observação, em primeira mão, foi feita pelo jornalista Bruno Barreto (veja aqui a matéria do Blog do Barreto): o líder do governo Allyson Bezerra (Solidariedade) na Câmara Municipal, vereador Genilson Alves (PROS), editou postagem em uma de suas redes sociais.

Genilson tinha feito uma postagem no instagram, com fotos, na qual enaltecia a inauguração dos equipamentos do Corredor Cultural após as reformas feitas pela gestão Allyson. “Ontem foi festa para o povo de Mossoró. A entrega das obras do corredor cultural é carregada de simbolismo, pois todos esses equipa,entos turístios e culturais, assim como a Estação das Artes, representam a hist´ria e a luta do povo de Mossoró”, havia escrito Genilson Alves.

Depois que se descobriu que a gestão Allyson Bezerra aditivou o contrato da obra já concluída, o governismo tem corrido para fazer com que os mossoroenses esqueçam que o próprio prefeito já inaugurou tais obras. É o que fez, Genilson, por exemplo, que na edição de sua postagem, acrescentou a expressão “área externa”, conforme observou o jronalista Bruno Barreto.

A postura do governismo é típica de pessoas que são pegas em flagra no cometimento de atos ilegais e passam a agir “tentando esconder as marcas do crime”. É mais um fato na nebulosa história do aumento de R$ 443 mil no custo de uma obra já terminada. Pela postura dos envolvidos, a aura de corrupção começa a rondar a gestão Allyson Bezerra.

Veja as postagens: a original e a editada

 

 

 

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Comissão de Obras da CMM acionará Ministério Público e Tribunal de Contas sobre aditivo suspeito

O Secretário Municipal de Infraestrutura, Meio Ambiente, Urbanismo e Serviços Urbanos, Rodrigo Lima, não atendeu à convocação oficial das vereadoras e vereadores da Comissão de Planejamento, Uso e Ocupação de Solo, Obras e Serviços Urbanos, que realizou reunião especial hoje (07/07) para obter explicações do gestor sobre os indícios de irregularidades em obra aditivada do Memorial da Resistência pelo municipio na gestão do prefeito Allyson Bezerra.

Os vereadores presentes à reunião registraram a ausência sem justificativa do secretário à Câmara Municipal apontando para o questionamento sobre essa ausência, demonstrando, assim, desrespeito do gestor ao legislativo e a toda a população do município.

Dos documentos solicitados pela comissão, apenas uma parte foram entregues no momento da reunião através de um grupo de vereadores da base do prefeito, referentes ao Memorial, restando ainda documentos dos processos de contratos e aditivos das obras questionadas.

Por consequência da ausência e da falta da documentação, os vereadores e vereadoras integrantes da Comissão de obras decidiram realizar uma representação ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas, para que apurem as irregularidades e oficiar a Caixa Econômica Federal, para que sejam fornecidos todos os documentos dos contratos, visando assim um processo de investigação mais rigoroso com a ajuda fiscalizadora do legislativo mossoroense. Além disso, caberá ainda uma ação própria de judicialização para garantir a autonomia da comissão visando o direito de receber tanto o secretário quanto a documentação solicitação.

 

A gestão Allyson e a dificuldade de admitir um erro

 

* Márcio Alexandre

 

Toda gestão pode errar, disse ontem um dos jagunços de paletó encarregados de defender, de todo e qualquer jeito, na Câmara Municipal, o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade). O problema, no entanto, é que o gestor não ajuda àqueles que agem como seus serviçais.
O caso do aditivo de R$ 443 mil da obra de reforma do Memorial da Resistência é um exemplo típico de que a gestão Allyson erra, não tem coragem de assumir o erro e, canalhice das canalhices, ainda acusa os outros daquilo que ela está fazendo.
Ontem, na “visita surpresa” dos secretários Kadson Eduardo (Administração) e Rodrigo Lima (Infraestrutura) ficou evidente a dificuldade dos vassalos palacianos de escolher uma narrativa para tentar emplacar uma defesa do governismo.

Um Lawrence (presidente do Legislativo) atônito, e um Genilson (líder do governo) raivoso eram, para ficar nesses exemplos, o retrato da impossibilidade de defender o indefensável sem perder a dignidade. Postos na difícil missão de escolher entre defender Allyson ou salvar a própria pele.
Para Lawrence, desagradar a gestão é correr o risco de perder o apoio dela à sua pré-candidatura. O fato de a empresa envolvida no nebuloso caso ser de gente próxima a ele é mero detalhe.
Genilson, que integrou a oposição na legislatura passada, “arrumou umas patologias” na edificação do teatro para desviar o foco do assunto que interessa: por que aumentar em R$ 443 mil o valor de uma obra já concluída?
Com muita boa vontade, uma imprensa digna desse nome avalia que a gestão Allyson cometeu, no mínimo um desvio técnico. O estardalhaço que o próprio prefeito faz para encobrir uma possível inépcia nesse caso leva a pensar que o assunto pode descambar para um provável desvio ético.
Como esse Boca da Noite tem alertado desde que o assunto veio à tona, a gestão tem construído tantas narrativas diferentes para um mesmo problema que tem sido difícil sustentar qualquer uma delas. Criá-las aponta no mínimo para a dificuldade de admitir um erro. A dimensão desse desacerto ainda não se sabe. Se a gestão Allyson tiver um mínimo de responsabilidade consigo própria, de respeito com os mossoroenses e de apreço às instituições, seu secretário Rodrigo Lima estará logo mais às 10h, na Comissão de Planejamento, Ocupação e Uso do Solo, para falar sobre o assunto. Que vá para explicar. Ontem, ele foi para confundir.
Se Rodrigo fugir, mais um erro será colocado na conta da gestão. Dos grandes e dificeis de esconder. E impossíveis de não se admitir. Mossoró precisa saber o que está por trás de um aditivo tão mal explicado. E caro.

* Professor e jornalista

 

Reunião com secretário de Infraestrutura está mantida e terá transmissão pela TV Câmara

A reunião da Comissão de Planejamento, Uso e Ocupação do Solo, da Câmara de Mossoró, e na qual se espera a presença do secretário Rodrigo Lima, da Infraestrutura, está mantida.
O encontro, para o qual Rodrigo Lima foi convocado a dar explicações sobre o aditivo de R$ 443 mil para uma obra já concluída, acontecerá no plenário e será transmitido pela TV Câmara.
Rodrigo Lima, e Kadson Eduardo (Administração) compareceram ao Legislativo hoje numa clara tentativa da gestão Allyson Bezerra (Solidariedade) de turbar os trabalhos da comissão.

Os vereadores que integram a Comissão de Planejamento, Uso e Ocupação do Solo perceberam a estratégia ardilosa do governo municipal e mantiveram a reunião de amanhã conforme a aprovação feita pelo colegiado.

 

Vergonha: Presença de secretários na Câmara foi manobra para levar caso do aditivo ao plenário

A gestão Allyson Bezerra (Solidariedade) segue com manobras para evitar que a população tenha acesso à verdade sobre o aditivo de 443 mil feito ao contrato da obra de reforma do Memorial da Resistência. Hoje, o prefeito se superou no ardil.

Allyson Bezerra mandou, inclusive com publicação dele em suas redes sociais sobre o assunto, os secretários municipais Kadson Eduardo (Administração) e Rodrigo Lima (Infraestrutura) à Câmara Municipal. A intenção, como se percebeu na sessão, não foi explicar o rumoroso caso. A intenção claramente, foi de boicotar a ida de Rodrigo Lima à Comissão de Planejamento, Ocupação e Uso do Solo para falar sobre o assunto.

Além de os secretários não levarem a documentação do contrato para o Legislativo, os vereadores governistas tentaram, a todo tempo, deslegitimar a convocação feito pelo colegiado, embora o ato tenha previsão expressa no Regimento da Câmara.

O objetivo do governismo é de levar o caso ao plenário, onde a ruidosa e autômata maioria palaciana e buscará impedir que as perguntas mais importantes e necessárias sejam feitas.

O prefeito Allyson Bezerra enviou seus auxiliares à Câmara com o claro objetivo de pegar a oposição desavisada. Tudo com o intuito de deixar sem explicação algo tão grave: por que aumentar em 443 mil um contrato de uma obra já feita.

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