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O que a gestão Allyson Bezerra tenta tanto esconder?

 

* Márcio Alexandre

 

Transparência é um dos principais pilares da gestão pública. Erigida sob o princípio constitucional da publicidade, significa que é obrigação do gestor dar ciência aos munícipes, de forma clara, objetiva e direta, dos atos públicos dele emanados.

Ser transparente não é apenas fazer lives dizendo que está criando esse ou aquele projeto. Não é invadir salas de cirurgias para dizer que reativou serviços. Muito menos encher as redes sociais com a presença desse ou daquele gestor acompanhando uma obra. Pequena ou faraônica. Vai muito além disso. Aliás, esse tipo de espetáculo com luzes feéricas, “cega mais do que ilumina”.

Em Mossoró, os atos de propaganda do governo municipal mais parecem ter a mais a intenção de vender mentiras do que revelar verdades. As questões mais importantes e, portanto, de maior interesse público, são tratadas a 7 chaves pela gestão Allyson Bezerra (Solidariedade). Esse “cofre” quase inatingível só é aberto ao bel-prazer do gestor. Mesmo cobrado pela imprensa, o prefeito se negar a revelar aquilo que por obrigação, precisa mostrar aos mossoroenses.

Quando questionada pela imprensa por algo mais sério, a gestão Allyson usa uma estratégia, pequena, rasteira, absurda, lamentável, criticável, que é a de fazer esperar. Tentar vencer pelo cansaço.  Fazer com que esqueçamos.

A gestão Allyson Bezerra tem alguns dos melhores jornalistas de Mossoró e do Rio Grande do Norte. Profissionais gabaritados. Sérios. Honrados. Capazes. Mesmo com assessores dessa envergadura, dificilmente a gestão consegue dar uma resposta à imprensa com um tempo razoável. É exigir muito que uma gestão dê em duas, três horas, uma resposta a algo simples? Na prefeitura de Mossoró, não se responde à imprensa, nada, que não seja com pelo menos um dia de espera. E estou sendo gentil.

Uma gestão que se diz moderna, que diz ter agilizado os fluxos dos processos, que garante ter informatizado toda a máquina, que propala ter reduzido a burocracia, não consegue responder, por exemplo, quantos atendimento uma empresa contratada para atuar na Saúde, vai oferecer por mês.

Se pedimos o posicionamento da prefeitura sobre uma denúncia de um fato que toda a cidade já sabe, a espera nunca é inferior a meio dia. É como se a gestão nunca soubesse nada daquilo que ela teoricamente está cuidando. Ou pelo menos deveria estar.

Vou citar os dois últimos casos para o leitor ter uma noção do quanto a gestão Allyson Bezerra é uma farsa em se tratando de comunicação dos seus atos. O prefeito faz questão de divulgar as coisas apenas por meio de seus canais porque só divulga o que tem interesse e não aceita ser incomodado. Típico de autoritários.

Na sexta-feira passada, 7 de janeiro, o Blog Na Boca da Noite apresentou duas demandas aos jornalistas que assessoram a gestão Allyson Bezerra. Uma da área da Saúde e outra da Educação. Na primeira situação, buscávamos o posicionamento da gestão sobre denúncias de situação de casos na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Alto de São Manoel. Depois de muita insistência nossa, recebemos uma nota da prefeitura na segunda-feira, 10 de janeiro. Veja só: a prefeitura levou mais de 70 horas apenas para negar aquilo que já de conhecimento da maioria.

A demanda da Educação, mais simples, apenas respostas a alguns questionamentos, também apresentada na sexta-feira, e segue sem retorno do município. Como trata-se de um assunto que interessa a toda a sociedade, temos insistido. Buscar incessantemente informações que são de interesse público não gera constrangimento, mesmo que o assessor se recuse a receber suas ligações, não responda a suas mensagens, lhe diga que vai retornar em instantes e “lhe esqueça”. Tem sido assim com essa demanda da educação.

Fizemos as seguintes perguntas à Secretaria Municipal de Educação (SME), via assessoria de comunicação:

Qual o entendimento hoje da SME em relação ao reajuste do Piso Salarial do Magistério:

a) Concorda com o percentual de 33,23%?

b) Pediu estudos de impacto econômico à equipe econômica do município?

c) Vai cumprir à integralidade? Se sim, a partir de quando?

d) Vai parcelar? Se sim, em quantas?

e) Pretende convocar o sindicato da categoria para negociar? Se sim, quando?

Percebam, o percentual já está definido há quase um mês e a gestão Allyson Bezerra segue silente fingindo que não tem nada a ver com o tema. Covardia é um adjetivo simpático para classificar o suposto

Hoje, uma semana insistindo com o assessor sobre as respostas – e depois de termos ligado reiteradas vezes para a secretária da Educação, Hubeônia, Alencar e ela tendo se recusado solenemente a atendê-las – o jornalista respondeu: “entraremos em contato quando tivermos as informações”. Uma resposta que mostra o quanto a gestão Allyson Bezerra é uma farsa, uma mentira, uma enganação, uma empulhação. São artifícios que a gestão utiliza para que a população não tenha acesso às políticas, aos serviços, e às informações. E ainda ache que está sendo boa. Um engodo, no dizer popular.

Iremos até o fim em busca daquilo que a sociedade precisa saber. Nem que tenhamos que recorrer ao Pretório. O prefeito Allyson Bezerra não é o dono de Mossoró. Ocupante provisório do Palácio da Resistência, deveria dar exemplo e permitir que seus assessores repassem para a imprensa aquilo que ela busca e precisa, porque quem precisa é o povo, constituindo-se, pois, muitas vezes como única voz a defendê-lo.

Uma gestão moderna, tecnológica e eficiente como a que ele diz executar, não deveria ter tanta dificuldade em repassar informações simples aos órgãos de comunicação. Com tantos predicados, só podemos imaginar que se trata de má vontade com a população. Ou então, podemos questionar: não há planejamento na gestão? Não há descentralização? Não há transparência?

Fazer com que os assessores ajam com contorcionismos é humilhante. Ultrajante. Infelizmente, a gestão não publiciza seus atos nem com os órgãos de comunicação supostamente “amigos” do poder. É preciso que Mossoró questione: o que a gestão Allyson Bezerra tenta tanto esconder? Na Mossoró digital de Allyson, a transparência parece andar em carro de boi.

 

* Professor e jornalista

 

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Nova gestão da UERN faz balanço dos 100 primeiros dias de trabalho

A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) completou nesta quinta-feira, 6/1, os 100 primeiros dias da Gestão 2021/2025, que tem à frente a reitora Cicília Maia e o vice-reitor Chico Dantas.

Para marcar a data, uma solenidade foi realizada contando com a presença dos segmentos estudantil (DCE), docente (Aduern), técnico (Sintauern), além do Fórum de Chefes de Departamento, Fórum de Diretores e equipe da Gestão.

De acordo com a gestão, nesse período muitas ações foram realizadas, destacando-se a conquista histórica da Autonomia Financeira da UERN, além do fim da lista tríplice.

Durante a solenidade foi lançada a Plataforma 21/25, que reúne os eixos e compromissos da Gestão, conforme a Carta-programa.

Em sua fala, a reitora Cicília Maia agradeceu a presença dos representantes dos segmentos docente, discente, técnico e da sociedade. Cicília reforçou que todas as conquistas da Uern são fruto de esforços coletivos, inclusive das gestões passadas.

“O mérito é nosso, uma soma de esforços. Temos que aproveitar essa janela de oportunidades e mostrar ao povo potiguar o quanto a Uern é imprescindível para nosso Estado”, afirmou Cicília Maia convocando todas a se unirem em torno da mobilização pela aprovação do Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS) dos servidores.

Algumas das ações realizadas nesses 100 dias:

# Conquista da Autonomia Financeira;

#  Autorização, junto ao Poder Executivo, para a realização de concurso público;

#  Fim da lista tríplice;

#  Institucionalização da equidade de gênero nos cargos de chefe/sub-chefe de Gabinete, pró-reitores titulares/adjuntos, diretores e assessorias vinculadas à Reitoria, com no mínimo 50% deles sendo ocupados por mulheres;

#  Gestão descentralizada e itinerante, por meio de uma agenda sistemática de visitas às Unidades Acadêmicas;

#  Articulação direta com prefeituras e secretarias de Estado para realização de convênios e parcerias;

#  Ações em combate à Covid-19;

#  Ações junto à comunidade por meio das iniciativas: Uern no parque, Viva Uern Rio Branco, Caravana Natalina, Meu Melhor Natal;

#  Aumento em 70% do programa de moradia universitária;

#  Implantação do auxílio creche – inicialmente 100 auxílios;

#  Programa permanente de inclusão digital;

#  Aprovação do regimento geral;

#  Inclusão de datas referentes aos direitos humanos no calendário acadêmico: “Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra” (20 de novembro), “Dia Internacional da Eliminação da Violência contra a Mulher” (25 de novembro) e “Dia Internacional das Pessoas com Deficiência” (3 de dezembro);

#  Biblioteca digital;

#  Modernização da frota de veículos;

#  Modernização da infraestrutura tecnológica.

 

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Cooperativa livra gestão Allyson de vexame e processo

A Neo Clínica, cooperativa de médicos que o prefeito de Mossoró,  Allyson Bezerra (Solidariedade) queria descartar, está livrando a prefeitura de um grande vexame e também de ser processada civil e criminalmente.

É que a cooperativa está mantendo os serviços de UTI pediátrica mesmo sem a prefeitura ter enviado até agora o novo contrato para renovação do vínculo entre as partes. A Neo Clínica não paralisou a oferta de serviços. Caso isso tivesse ocorrido, a gestão Allyson enfrentaria processo a ser movido pelo Ministério Público conforme alerta feita pelo próprio órgão ministerial.

De acordo com informações colhidas pelo Blog Na Boca da Noite, os médicos da Neo Clínica estão atendendo confiando na renovação do contrato, o que até agora não ocorreu.

A prefeitura está sendo obrigada a renovar o contrato com a Neo Clínica por ser a cooperativa a única a contar com pediatras intensivistas na cidade. Os profissionais estão atuando para evitar que as crianças fiquem situação de vulnerabilidade, mas oficialmente ainda estão sem vínculo.

A prefeitura tentou substituir a Neo Clínica pela Serviço de Assistência Médica e Ambulatorial. A intenção era deixar a UTI só com clínicos gerais, o que deixaria as crianças em situação de risco total. Com a intervenção do MP, a gestão teve que garantir que o serviço não fosse interrompido e com a presença de médicos especializados em UTI pediátrica.

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O balanço da gestão Allyson que não sai nos jornais

O prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) apresentou ontem o balanço dos 12 primeiros meses de sua gestão. Como é uma peça criada por ele e para sua promoção pessoal, há exagero nas ações, minimização dos erros, superestimação dos acertos, maquinação de números, ocultação de problemas e, claro, muito marketing.

Como a intenção aqui é de fazer um justo paralelo entre o que foi a gestão e entre o que está sendo “vendido”, vamos mostrar de fato quais foram os grandes méritos até agora.

O primeiro deles é o pagamento da folha em dia. Não se sabe porque razão a gestão da ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) atrasou tanto o desembolso salarial. Nesse item, apesar do acerto, a gestão exagerou ao dizer, no dia 17 passado que estava antecipando o pagamento do 13º salário. Mais para confundir do que para explicar, não foi dito que estava sendo pago, de forma antecipada, registre-se, apenas aos aniversariantes do mês de dezembro. Todos os demais haviam recebido no mês de seu natalício, como ocorre há mais de uma década em Mossoró.

A ampliação do sistema de transporte coletivo, a continuar assim, e se consolidar, terá sido um dos grandes acertos da gestão. Não dá para se falar em mobilidade urbana, em modernização da cidade, sem que o transporte público conte ao menos com um mínimo de rotas em funcionamento.

No enfrentamento à covid, a gestão pode ser parabenizada, sobretudo em relação à vacinação da população. Apesar de ser bolsonarista, o prefeito Allyson não caiu na esparrela de ser contra o imunizante. Aliás, registre-se que um dos pontos altos de sua atuação foi uma live em que conclamou a população a se vacinar.

Já a tal modernização administrativa ainda é coisa para inglês ver. Na educação, os professores tem reclamado da forma como se exigiu que eles tivessem que lidar com o SigEduc: à força, na marra, a fórceps. Uma formação remota pelo Youtube e já se exigiu milhares de coisas para ontem.

Ainda na educação, os processos não caminham na mesma maravilha que a narrativa governista quer fazer crer. Por lá, licitações foram feitas de forma errada, há dificuldade de harmonia entre setores, e a centralização é demasiada. São questões que podem explicar, por exemplo, porque a prefeitura decidiu tirar uma semana do recesso escolar do meio do ano. As escolas, embora tenham passado mais de ano sem receber os alunos, não estão prontas para o próximo ano letivo. Há informações inclusive de que, a continuar como está, não será possível o início das aulas sequer em março.

A tal descentralização é uma balela. “Qualquer comunicado, de qualquer órgão, por mais simples que seja, precisa passar antes pelo gabinete do prefeito”, revela uma fonte ao Blog Na Boca da Noite.

Curiosamente, a ação a que Allyson Bezerra dá mais visibilidade é a reforma de praças. Mossoró lembra que esse sempre foi um dos principais carros-chefes das gestões da ex-prefeita Rosalba Ciarlini, a quem ele sucede no cargo.

Por dever e justiça, reconheça-se que as ações realizadas na zona rural também tem sido importantes, sobretudo aquelas que buscam minimizar a falta de recursos hídricos.

Em relação à transparência, o cenário é desanimador. A gestão não deu resposta minimamente convincente a questões como o desaparecimento das vacinas contra a covid, e o contrato milionário com a Sama está na mira do Ministério Público.

A gestão também demonstra uma inapetência colossal ao não aplicar os recursos da emenda destinada pela deputada estadual Isolda Dantas (PT) para aquisição de um castramóvel. Se não for incompetência, é algo mais grave que Mossoró precisa saber.

Gravosa também é a situação denunciada pelo deputado federal Beto Rosado (PP) de que Mossoró está perdendo dinheiro porque os recursos destinados por ele por meio de emendas para a cidade não estão sendo utilizados pela gestão municipal. Até agora, Allyson Bezerra silenciou sobre R$ 43 milhões que não estão sendo aproveitados. É muito dinheiro para se comportar com silêncio cínico e conveniente.

Para os servidores, a gestão demora até para responder a um simples ofício do sindicato que representa os trabalhadores. Para piorar, os casos de perseguição e assédio se acumulam. Em um deles, fizeram de tudo para transferir um servidor de local de trabalho pelo simples fato de ele não gostar de vestir azul. Como o funcionário é consciente de seus direitos e deveres, essa tentativa foi frustrada. O caso quase foi judicializado. A gestão, no entanto, não desistiu de continuar “infernizando” a vida do trabalhador”. Instituiu uma formação em que o obrigava a participar fora de sua jornada de trabalho.

A perseguição não se circunscreve apenas aos servidores. Até mesmo aliados tem sofrido. Boa política parece não ser o forte do prefeito Allyson Bezerra. Não sem razão, ele já descartou dois aliados de primeira hora: o vereador Tony Fernandes (Solidariedade) e o vice-prefeito Fernandinho das Padarias (PSD).

Sua forma “peculiar” de fazer política e de gerir tem feito com que a bancada dos descontentes aumente. A oposição, hoje, já tem 7 integrantes. Além disso, conforme publicou o Blog do Barreto, Allyson está em crise com outros três vereadores governistas: Paulo Igo (Solidariedade), Omar Nogueira (Patriota) e Gideon Ismaías (Cidadania).

Ainda na seara política, colocou no comando da principal comissão da Câmara Municipal de Mossoró o vereador Raério Araújo (PSD), que tem se mostrado o menos preparado para a missão. Nesse segundo mandato, Raério tem se notabilizado por uma postura violenta, homofóbica, machista, desrespeitadora e misógina. Sintomas de déspotas. Que não seja a fiel representação da gestão que hoje comanda os destinos de Mossoró. Para o bem de todos.

 

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Escolas estaduais fazem eleições hoje para escolha de gestores

Escolas estaduais da jurisdição da Décima Segunda Diretoria Regional de Educação e Cultura (12ª DIREC) realizam hoje, 30/11, eleições complementares para escolha dos seus futuros gestores.

O processo acontecerá em 9 unidades educacionais da área da 12ª DIREC: Centro de Educação de Jovens e Adultos Alfredo Simonetti, Escolas Estaduais Aída Ramalho, Antônio de Souza MNachado, Disneylândia, Lavoisier Maia, Francisco Antônio de Medeiros, Estêvam Dantas, José de Freitas Nobre e José Calazans Freire.

A escolha dos dirigentes escolares por pais, alunos, professores e funcionários faz parte do processo de gestão democrática existente na rede estadual de ensino e que tem contribuído para a melhoria da educação.

 

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Gestão da UERN faz visitas a deputados em busca de apoio à autonomia da universidade

Os professores Chico Dantas e Cicília Maia, respectivamente vice-reitor e reitora da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) estão fazendo verdadeira peregrinação pelo Estado em busca de apoio legislativo ao projeto que prevê a autonomia da Universidade.

Os docentes já foram recebidos pelos deputados estaduais  Ezequiel Ferreira (PSDB), George Soares (PL), Coronel Azevedo (PSC) e Raimundo Fernandes (PSDB). De Ezequiel Ferreira, que preside a Assembleia Legislativa, receberam o compromisso de que o projeto será posto em votação o mais breve possível.

No gabinete do deputado estadual Francisco do PT, onde foram foram recebidos por Caramuru Paiva,  chefe do gabinete, ouviram dos assessores que o parlamentar está empenhado em levar à presidência da AL/RN o projeto como uma das prioridades do governo. Francisco do PT é o líder do governo Fátima Bezerra na Assembleia. A governadora já demonstrou interesse em sancionar o projeto ainda em dezembro. Antes, logicamente, precisa ser aprovado pelos deputados.

Hoje, Cicília e Chico estarão nos gabinetes de Hermanos Morais (PSB), Getúlio Rêgo (União Brasil), Kelps Lima (Solidariedade) e Nélter Queiroz (MDB).

 

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Allyson Bezerra e a incompetência pra comprar um castramóvel

Há quase um ano repousa na conta da prefeitura de Mossoró a importante quantia de R$ 145 mil reais. O dinheiro é fruto de uma emenda da deputada estadual Isolda Dantas (PT/RN) e com destinação certa e irrefutável: a compra de um castramóvel pelo município.
A despeito da importância da causa e da necessidade do equipamento, a gestão do prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) ainda não adquiriu o castramóvel. Já são mais de 10 meses que Allyson comanda os destinos da municipalidade e nesse período não conseguiu comprar o equipamento. Não conseguiu, até agora, sequer realizar o processo licitatório. Mesmo com o dinheiro já disponível.
No dia 21 de agosto passado, a gestão municipal lançou edital de licitação para aquisição do castramóvel. Três dias depois, cancelou o procedimento sob alegação de que seria feita a análise de três pedidos de impugnação de pretensos fornecedores.
Passados quase 80 dias do cancelamento da licitação, a prefeitura ainda não tem sequer um prazo para lançar o novo procedimento. Questionada sobre isso pelo Blog Na Boca da Noite, a gestão informou, por meio da assessoria de comunicação, que essa demanda está sendo analisada pela Secretaria de Administrada em conjunto com um grupo de trabalho. Não foi feita nenhuma previsão de quando essa análise poderá ser concluída e a licitação relançada.
A negativa da prefeitura em comprar o castramóvel traz dois problemas graves para a cidade. O primeiro deles é que a população está sendo privada de um equipamento importantíssimo por pura falta de vontade de uma gestão. O segundo é que o dinheiro se desvaloriza, em face do aumento do preço do equipamento, pois a inflação aumenta todos os meses.
Ontem, a prefeitura de Mossoró publicou a Portaria 313/2021, da Secretaria Municipal de Saúde, instituindo o Grupo de Trabalho Intersetorial da Polícia de Saúde Animal de Mossoró para discutir, entre outras demandas, essa do castramóvel. A criação do colegiado, segundo apurou o Blog Na Boca da Noite, se deu após pressão de setores do movimento de proteção animal de Mossoró.
O grupo é composto por 13 membros. Para pessoas ouvidas pelo blog, trata-se tão somente de uma estratégia do prefeito para ganhar tempo. “Allyson tem boa vontade com a causa animal, mas por ser muito vaidoso, parece não ter boa vontade nesse caso do castramóvel pelo fato de a emenda ser de autoria de Isolda Dantas”, revelou uma fonte.
Uma segunda fonte destacou que apesar de a licitação ser um processo burocrático não se justifica que uma gestão que se coloca como moderna, atuante e que busca resolver os problemas de forma célere, ainda não tenha conseguido, em mais de 10 meses, comprar um castramóvel, já tendo dinheiro para tanto.
O Blog Na Boca da Noite conversou com Jéssica Bessa, autora do projeto que culminou na destinação da emenda por parte de Isolda Dantas. Ela também foi convidada pela gestão municipal para integrar o Grupo de Trabalho. Coordenadora do Movimento Mossoroense de Proteção Animal, Jéssica considera que a prefeitura não ter comprado o castramóvel, passando tanto tempo, é algo que foge do razoável.

 

 

Servidores municipais iniciam reação a descasos da gestão Allyson Bezerra

Pode ser que o atual momento não esteja fácil para o servidor público municipal de Mossoró, mas é bom a gestão Alysson Bezerra (Solidariedade) ficar atento aos sinais que vêm das ruas, principalmente dos constantes chamamentos feitos pela entidade sindicato que representa estes trabalhadores, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (Sindiserpum).

No ato realizado na manhã desta terça-feira, 26/10, um grande número de servidores, de várias áreas do serviço público estiveram presentes e reforçaram a insatisfação com a falta de efetividade da gestão, do descaso e das perseguições a que estão sendo submetidos. Este é o segundo ato realizado pelo Sindiserpum somente em outubro em que a presença de servidores supera as expectativas.

“Estamos felizes com as adesões que estamos recebendo. Isto mostra que estamos no caminho certo e que o servidor está abrindo os olhos para as lutas que teremos pela frente. As falas dos servidores reforçam as nossas convicções de que é preciso mudanças urgentes na postura da gestão. Hoje, mesmo utilizando de estratégias para esvaziar o nosso ato, tivemos uma presença muito firme dos servidores de vários segmentos e a tendência é de que os próximos atos sejam mais participativos”, informou a presidente do Sindiserpum, Eliete Vieira.

 

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Governo do Estado economiza R$ 18 milhões em gastos com combustível

Nos primeiros 1.000 dias de governo na gestão da professora Fátima Bezerra o Rio Grande do Norte economizou cerca de 4 milhões de litros de combustível, segundo dados da Secretaria de Estado da Administração (Sead), que faz o gerenciamento compartilhado da frota com a Secretaria de Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed). Esse número representa uma economia estimada em torno de R$ 18 milhões, com relação aos primeiros mil dias de governo da gestão anterior.

As informações são da Coordenadoria de Patrimônio (Copat), responsável pela gestão do abastecimento da frota veicular e de máquinas estacionárias do Executivo. De acordo com o coordenador Josiel Araújo, a redução é fruto da intensificação no trabalho de controle e fiscalização, resultante dos procedimentos adotados após a publicação do Decreto Nº 28.700, de 24 de janeiro de 2019, que dispõe sobre o cadastramento da frota veicular do Poder Executivo do Estado do Rio Grande do Norte e estabelece a gestão compartilhada da fiscalização e do controle do uso de veículos oficiais.

“Nossa gestão é baseada na eficiência, na qual priorizamos o consumo de combustível de forma inteligente. Para isso, uma das medidas que adotamos foi estabelecer cotas para uso diário e semanal dos carros. Também ampliados a rede credenciada de postos, evitando grandes deslocamentos por parte da frota somente para abastecer o veículo, entre outras ações”, explica o coordenador da Copat.

O valor da economia estimada considera um valor médio ponderado no preço dos combustíveis nos primeiros 1.000 dias de governo da gestão atual e da gestão anterior. Com relação ao volume, o Governo consumiu cerca de 24 milhões de litros nos mil primeiros dias de governo da gestão anterior, enquanto para o mesmo período no governo da professora Fátima Bezerra o consumo foi em torno de 19,7 milhões de litros, entre gasolina, etanol e diesel. A estimativa de economia em reais fica em torno de R$ 18 milhões de reais.

 

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Reitora e vice divulgam equipe da futura gestão da UERN

Os professores Cicília Maia e Chico Dantas, respectivamente reitora e vice-reitor eleitos e nomeados da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) anunciaram há pouco a sua equipe de auxiliares para a futura gestão. Cicília e Chico tomam posse no próximo dia 28, em assembleia universitária.

“Um quadro de profissionais extremamente qualificados, com respaldo na comunidade acadêmica, e uma trajetória de serviços prestados à universidade”, destaca publicação feita pelos futuros gestores. Veja os nomes:

 

Chefe de Gabinete: professor-doutor Lauro Gurgel de Brito

Subchefe de Gabinete: professor-mestre Jandeson Dantas da Silva

Secretária Geral do Gabinete: técnica-especialista Izaura Amélia Pedroza Nascimento

Secretária do Gabinete da Reitoria: Maria Celestina Salém Miranda

Secretária do Gabinete do Vice-reitor: técnica-especialista Ana Fabíola Rebouças de Souza

Secretária dos Conselhos Superiores: técnica-especialista: Mytthis Flávia Vidal da Costa Wanderley

Pró-Reitora de Ensino de Graduação: professora-doutora Mayra Rodrigues Fernandes Ribeiro

Pró-Reitora Adjunta de Ensino de Graduação: professora-mestre Fernanda Abreu de Oliveira

Pró-Reitora de Pesquisa e Pós-Graduação: professora-doutora Ellany Gurgel Cosme do Nascimento

Pró-Reitor Adjunto de Pesquisa e Pós-Graduação: professor-doutor Cláudio Lopes Vasconcelos

Pró-Reitor de Extensão: professor-mestre Esdra Marchezan Sales

Pró-Reitora Adjunta de Extensão: Eliane Anselmo da Silva

Pró-Reitor de Assuntos Estudantis: TNS Erisson Natércio da Costa Torres

Pró-Reitora Adjunta de Assuntos Estudantis: TNS Ana Angélica do Nascimento Nogueira

Pró-Reitora de Planejamento e Finanças: professora-doutora Fátima Raquel Rosado Morais

Pró-Reitor Adjunto de Planejamento e Finanças: professor-mestre

Rafael Ramon Fonseca Rodrigues

Pró-Reitora de Gestão de Pessoas: professora-doutora Isabel Cristina Amaral de Sousa Rosso

Pró-Reitor Adjunto de Gestão de Pessoas: professor-doutor Wogelsanger Oliveira Pereira

Pró-Reitora de Administração: professora-doutora Simone Gurgel de Brito

Pró-Reitor Adjunto de Administração: TNS Pedro Rebouças de Oliveira Neto

 

Assessoria Técnica

Professora-mestra Jéssica Neiva Figueiredo Leite Araújo

Assessoria Jurídica

TNS Iata Anderson Fernandes

Assessoria de Infraestrutura

TSN Bruna Larine Dantas de Medeiros

 

Assessoria de Avaliação Institucional

Professor-doutor Wendson Dantas de Araújo Medeiros

 

Pesquisador Institucional

Professor-doutor  Rommel Wladimir de Lima

 

Ouvidoria

TNS Sephora Edite Nogueira Borges

 

Cerimonial e Eventos

TNS Hayanna Morais Falcão

 

Comissão de Controle Interno

TNM Jônatas Marques de Andrade

 

Agência de Comunicação

TNS/Jornalista Luziária Firmino Machado Bezerra

 

Diretoria de Políticas e Ações Inclusivas

Professora-doutora Ana Lúcia de Oliveira Aguiar

 

Diretoria de Relações Internacionais e Interinstitucionais

Professor-doutor Pedro Adrião da Silva Júnior

 

Diretoria de Informatização

Professor-doutor Isaac de Lima Oliveira Filho

 

Diretoria de Educação à Distância

Professor-doutor Giann Mendes Ribeiro

 

Diretora do Sistema Integrado de Bibliotecas

TNS/Bibliotecária Jocelânia Marinho Maia de Oliveira

 

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