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Allyson vai “torrar” quase R$ 3 milhões para fazer proselitismo religioso

Aos poucos, prefeito vai aumentando o tamanho do evento no qual usa a religião para se promover politicamente

por Ugmar Nogueira
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O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB) vai, aos poucos, transformando seu governo numa teocracia, embarcando a cidade num caminho que leva apenas à sua religião. São vários os exemplos nesse sentido e vão desde a proliferação do reconhecimento de igrejas como entidades de utilidade públicas até a doação de patrimônio milionário a esssas mesmas instituições.

Sem sem incomodado por autoridades, o gestor utiliza o dinheiro do povo para impulsionar sua religião, por meio de contratações apenas de pessoas de seu expectro religioso a realização de evento gospel.  Nesse ano, Allyson vai “torrar” quase 3 milhões para fazer proselitismo religioso. Mesmo sendo uma afronta à Constituição Federal, o prefeito vive privilegiando sua denominação religiosa em detrimento das demais.

O Mossoró Sal e Luz, evento que Allyson promove com dinheiro do povo e com o qual se promove politicamente por meio da religião, começou como um evento de dois dias. Foi aumentando a sua duração e nesse ano serão dois finais de semana. Não tardará a que tenha a mesma duração do Mossoró Cidade Junina (MCJ) comentam nos corredores das secretarias municipais auxiliares do terceiro escalão da gestão.

Veja abaixo quanto cada atração do evento vai receber da prefeitura.

  • Maria Marçal – R$ 230 mil
  • Bruna Karla – R$ 220 mil
  • Isadora Pompeo – R$ 220 mil
  • Casiane – R$ 210 mil
  • Thalles Roberto – R$ 200 mil
  • Valesca Mayssa – R$ 186 mil
  • Som e Louvor – R$ 180 mil
  • Midian Lima – R$ 170 mil
  • Eli Soares – R$ 160 mil
  • Isaías Saad – R$ 160 mil
  • Leandro Borges – R$ 150 mil
  • Gabriel Guedes – R$ 130 mil
  • Paulo César Baruk – R$ 120 mil
  • Eyshila – R$ 120 mil
  • Novo Som – R$ 100 mil
  • 3 Palavrinhas – R$ 94.333,33
  • Cícero Oliveira – R$ 70 mil

 

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1 comentário

Enilda 14/07/2025 - 14:18

Pare com todas essas festas! Essa festa de sal e luz inventada para protestantes poderia facilmente ser celebrada no São João. E quase todos já participaram.
As religiões católica e protestante são mínimas, e celebrar separadamente não é mais apenas mais uma forma de desviar dinheiro mas, também separar o povo Mossoroenses, ao invés de unir. Tomara que o MP-RN da um olho nas pagamentos de (e devoluções a) Alysson.
Isso também chama a atenção para a bagunça na Avenida Rio Branco. Limpe as ruas ao redor desta avenida! Antes, durante e depois do São João, Mossoró é apenas um grande engarrafamento, o que deixa um gosto ruim na boca dos Mossoroense pensando nesta festa.

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