Ugmar Nogueira
Ugmar Nogueira
Radialista desde de 1999 com DRT N° 1597 – SRTE/RN – Formado em Saneamento Ambiental e Estudante de Direito. Defensor da boa política, conhecido pela coerência de minhas ações em defesa do cidadão e da democracia.
A Câmara de Mossoró quase pegou fogo em sua sessão desta terça-feira. Teve de tudo: insinuações, revelações, ameaças e… chantagem. Tudo feito pelos vereadores bolsonaristas (Cabo Deivison, Jailson Nogueira e Wiginis do Gás).
Uma das coisas que mais chamaram a atenção nas falas dos parlamentares acima foi uma frase de Wiginis do Gás (União Brasil).
Recém-expulso da base governista, Wiginis disse que seria independente. Não iria para a oposição. Logo tomou um chá de revelação de Deyvison: ou se é oposição ou situação.
O que o Wiginis deixava subentendido era de que não queria atacar o prefeito Allyson Bezerra (União Brasil). Mais que isso: que gostaria de voltar para a base governista.
Ontem, Wiginis subiu o tom. Falou mais grosso. Infelizmente, o intento parece ser o mesmo: ser chamado de volta. E, para tanto, fez uma ameaça em tom de chantagem. Ou uma chantagem em forma de ameaça: “Eu sei demais”.
Ocorre que ao fazer tal afirmação, Wiginis entra num caminho sem volta. Mesmo querendo voltar.
É que ao dizer que sabe muito, o vereador revela, sem querer querendo, que a gestão Allyson Bezerra tem coisas não republicanas. A ameaça -chantagem de Wiginis torna ainda mais suscetíveis à necessidade de investigação as denúncias de todos já sabidas: corrupção, irregularidades, nepotismo, uso da prefeitura para fins eleitoreiros, etc, etc, etc. Sorocaba é bem ali.
Então, por tudo o que disse que sabe, Wiginis tem uma grande dívida com seus eleitores e com Mossoró: levar às autoridades judiciais e policiais o que está sabendo.
Em seu segundo mandato, Wiginis já deve ter sido alertado por sua assessoria jurídica que não comunicar crime do qual tem conhecimento é prevaricação.
Por tudo, isso, é que Wiginis tem muito a fazer. Só não faça chantagem, Wiginis.
A Polícia Federal apontou o prefeito de Sorocaba (SP), Rodrigo Manga (Republicanos), como líder de uma organização criminosa e principal beneficiário de um esquema de corrupção ligado à administração municipal. O relatório, que embasou seu afastamento do cargo por 180 dias, foi obtido pelo g1 e pela TV TEM.
De acordo com a investigação, o grupo atuava desde o início do mandato de Manga, em 2021, e usava contratos fictícios de publicidade para lavar dinheiro. A empresa 2M Comunicação, de propriedade da esposa do prefeito, Sirlange Rodrigues Frate, firmava contratos simulados com a Sim Park Estacionamento, do empresário Marco Silva Mott, e com a Igreja Cruzada dos Milagres dos Filhos de Deus, ligada ao cunhado de Manga, Josivaldo Batista de Souza.
Os acordos, segundo a PF, eram usados para dar aparência legal a valores desviados de contratos públicos. As transações somam mais de R$ 1,2 milhão — R$ 780 mil com a igreja e R$ 448,5 mil com a Sim Park.
A investigação também aponta indícios de fraudes em contratos emergenciais com a organização social Instituto de Atenção à Saúde e Educação (antiga Aceni), responsável pela gestão da UPA do Éden e da Unidade Pré-Hospitalar da Zona Oeste. Mensagens interceptadas sugerem que Manga teria pressionado subordinados a acelerar a assinatura dos contratos.
Outro indício de lavagem de dinheiro envolve a compra de um imóvel com R$ 182 mil pagos em espécie, com intermediação de terceiros. Durante as buscas, a PF apreendeu R$ 646 mil em dinheiro vivo na casa do empresário Marco Mott.
A corporação afirma que a suspensão do prefeito é “essencial para interromper crimes em andamento no âmbito da administração pública municipal”. Até a última atualização, nem Manga nem os demais citados haviam se manifestado. (Fonte: ECViana)

Está na pauta do STF desta quarta-feira, 12, processo em que se discute se o recreio escolar integra, necessariamente, a jornada de trabalho dos professores.
A análise havia sido iniciada em plenário físico, onde já contava com placar de 4 a 2 para incluir o período na jornada. Mas o ministro Edson Fachin pediu destaque, levando o caso a plenário físico com placar zerado.
O debate ocorre em uma ação movida pela Abrafi – Associação Brasileira das Mantenedoras de Faculdades, que contesta decisões da Justiça do Trabalho que estabeleceram a presunção absoluta de que os intervalos de 15 minutos de recreio dos professores devem ser considerados como tempo à disposição do empregador, mesmo sem provas de que houve disponibilidade efetiva ou trabalho realizado durante esse período.
Votos anteriores – No plenário virtual, o relator da ação, ministro Gilmar Mendes, havia votado contra a inclusão do recreio escolar como tempo à disposição do empregador. Para ele, a CLT não considera o recreio como um dos intervalos de descanso que integram a jornada de trabalho, ao contrário do que ocorre em atividades específicas, como mecanografia ou trabalho em câmaras frias e minas de subsolo.
Gilmar Mendes afirmou ainda que a tese fixada pelo TST fere os princípios da legalidade, da livre iniciativa e da intervenção mínima na autonomia da vontade coletiva, ressaltando que o tempo à disposição deve ser comprovado, e não presumido de forma absoluta. Ele defendeu que o tema pode ser objeto de negociação coletiva, levando em conta as peculiaridades de cada ambiente educacional.
O ministro Dias Toffoli acompanhou o voto do relator.
Abrindo divergência, o ministro Flávio Dino votou para reconhecer que o recreio escolar e os intervalos de aula integram a jornada de trabalho dos professores. Em seu entendimento, esse tempo deve ser considerado como período em que o trabalhador está à disposição do empregador, mesmo que não esteja em sala de aula.
Dino sustentou que não há sentido em exigir prova de que o professor trabalhou durante o recreio, já que a lei considera como tempo à disposição todo o período em que o empregado está no local de trabalho, aguardando ordens.
Ele propôs a tese de que tais períodos constituem, em regra, tempo à disposição do professor, salvo quando o docente permanecer na escola apenas para tratar de assuntos pessoais.
Os ministros Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso seguiram o voto divergente de Dino.
Como o processo foi destacado, a análise será reiniciada, com placar zerado, em plenário físico.
Processo: ADPF 1.058 (Fonte: Portal Migalhas. Disponível em https://www.migalhas.com.br/quentes/444076/stf-julga-nesta-quarta-se-recreio-compoe-jornada-de-professores
Câmara de Mossoró recebe projeto de doação de terreno para construção de sede própria
A Prefeitura Municipal de Mossoró enviou à Câmara Municipal o Projeto de Lei nº 152/2025, que autoriza a doação de um terreno para a construção da sede própria do Poder Legislativo Municipal.
O envio do projeto atende a um pedido feito pelo presidente da Câmara, vereador Genilson Alves (União Brasil), que solicitou ao Executivo a destinação de um espaço para a construção da nova sede.
A proposta enviada pela Prefeitura de Mossoró é que a nova sede da Câmara seja construída na Rua Jerônimo Rosado, nº 242, no Centro, em um espaço de 3.596 m².
Para o presidente da Câmara, vereador Genilson Alves (União Brasil), a doação representa um passo importante para o fortalecimento do Legislativo mossoroense.
“A sede própria é um sonho antigo da Câmara e um marco para a história da cidade. Ter um espaço adequado vai permitir ampliar os serviços, garantir mais transparência e oferecer melhores condições de trabalho para servidores e vereadores, além de melhor acolher a população”, destacou Genilson.
O investimento na construção da sede própria tem como principal objetivo melhorar o atendimento à população, oferecendo um espaço mais amplo, acessível e adequado para os serviços legislativos e ações voltadas à comunidade.
Ministério Público Eleitoral pede cassação da prefeita e do vice de cidade do Vale do Assu
O Ministério Público Eleitoral (MPE) emitiu parecer favorável à cassação dos mandatos da prefeita de Pendências, Lays Helena Cabral de Queiroz (MDB), e do vice-prefeito, Gilberto de Oliveira Fonseca, eleitos em 2024. O órgão apontou a existência de provas robustas de compra de votos e abuso de poder político e econômico durante a campanha e no dia da eleição municipal.
O documento, assinado pelo promotor Edgard Jurema de Medeiros e juntado aos autos no último dia 10 de novembro de 2025, integra a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE nº 0600359-50.2024.6.20.0047), que tramita na 47ª Zona Eleitoral de Pendências.
Segundo o parecer, as irregularidades foram comprovadas por provas documentais, periciais e testemunhais, confirmando duas frentes de ilícitos eleitorais: compra de votos no dia do pleito e compra de apoio político mediante vantagens financeiras e médicas.
Compra de votos no dia da eleição
De acordo com o Ministério Público, a investigada Raquel Ferreira da Silva, que atuava como fiscal oficial da chapa da candidata Lays Helena, teria oferecido R$ 250 a cada uma das eleitoras Joyce e Juliana Santos em troca de votos (“casadinha” para prefeito e vereador). O esquema, conforme o documento, foi comprovado por atas notariais, comprovantes de PIX e gravações de áudio periciadas.
A defesa alegou que os valores se tratavam de empréstimos pessoais, mas o MP descartou essa versão com base nos laudos e nos depoimentos das testemunhas colhidos em audiência, os quais confirmaram a prática de compra de votos no dia da eleição.
Compra de apoio e exploração de vulnerabilidade
O parecer também destaca o caso da eleitora Joseane Rodriguez, paciente oncológica que teria recebido R$ 1.000 via PIX do coordenador de campanha Igor de Souza Luz, além de promessas de assistência médica e consultas, em troca do apoio político de sua família. Segundo o MP, o ato envolveu ainda o então prefeito Flaudivan Martins Cabral e a secretária municipal de Saúde Ludmylla Rodrigues Martins, ambos parentes da prefeita eleita.
Durante audiência, Joseane confirmou em juízo que recebeu os valores e relatou ter sido coagida após demonstrar apoio à candidata adversária. O Ministério Público classificou o episódio como um dos mais graves da investigação, por representar “exploração da vulnerabilidade de uma paciente com câncer em troca de apoio político”.
Responsabilidade dos candidatos
O parecer conclui que os atos ilícitos foram praticados por pessoas com vínculo direto e hierárquico com os candidatos eleitos, o que caracteriza a anuência e o benefício direto da chapa vencedora. “Os ilícitos foram praticados mediante o uso da estrutura de campanha e da própria máquina pública”, descreve o texto.
Diante das provas reunidas, o Ministério Público Eleitoral pediu:
Cassação dos diplomas da prefeita Lays Helena Cabral de Queiroz e do vice-prefeito Gilberto de Oliveira Fonseca;
Declaração de inelegibilidade por oito anos para ambos e para os demais investigados (Raquel Ferreira da Silva, Lenilson da Silva, Flaudivan Martins Cabral, Ludmylla Rodrigues Martins e Igor de Souza Luz);
Aplicação de multa por captação ilícita de sufrágio;
Convocação de novas eleições suplementares no município de Pendências, uma vez que a chapa obteve mais de 50% dos votos válidos.
O processo segue sob análise da Justiça Eleitoral da 47ª Zona, em Pendências, e aguarda decisão judicial. (Fonte: Justiça Potiguar)

Quase três mil quilômetros separam Mossoró, no Rio Grande do Norte, e Sorocaba, em São Paulo. Apesar da distância, as cidades guardam mais semelhanças do que possamos imaginar. E, considerando o que tem acontecido em terras paulistas, as coincidências mais assustam do que tranquilizam.
Tanto Mossoró quanto Sorocaba são governadas por políticos que escolheram o púlpito de igrejas como palanque eleitoral. Além disso, Allyson Bezerra (União Brasil) e Rodrigo Manga (Republicanos) passam mais tempo nas redes sociais do que administrando os municípios para os quais foram eleitos. São dois dos mais proeminentes políticos “tik-tokers”.
Outra coincidência – essa infelizmente – muito triste, é que os dois protagonizam gestões marcadas por denúncias de corrupção. Por aqui, Allyson já foi acusado de cobrar propina. Não teria sido a gestão, mas o próprio prefeito que teria sido pego tungando a administração pública. E essa acusação, apesar de muito grave, parece pequena diante do fato de pairar sobre Allyson a suspeita de ter alterado relatórios financeiros para que a prefeitura pudesse contrair empréstimos milionários.
Nepotismo também é prática comum tanto na gestão Allyson quanto na administração de Manga. Por aqui, o prefeito já nomeou muitos parentes. A lista é tão extensa que até um tio do gestor, condenado pela Lei da Ficha Limpa (e portanto impedido de assumir cargo público), consta da folha de pagamento da prefeitura.
Allyson e Manga mutuamente se elogiam. Reciprocamente se idolatram. Bolsonaristas, Allyson e Rodrigo tratam os adversários políticos como inimigos. Outro importante detalhe em comum chama a atenção. Tanto o mossoroense quanto o sorocabano são pródigos em terceirizar culpas. Nada de errado que acontece em suas gestões é culpa deles. Nunca, em toda a história do Brasil, se teve notícia de gestões tão parecidas, apesar de acontecerem em municípios tão distantes.
Apesar de tantas similitudes, algumas diferenças começam a aparecer. Rodrigo Manga está afastado do cargo pela Justiça. Com ele já foi encontrado dinheiro e as descobertas sobre os malfeitos do sorocabano assustam. Principalmente por causa do envolvimento dos seus colegas de púlpito. Manga é crente. Assim como Allyson. E, claro, fazem proselitismo religioso 24 horas por dia. Principalmente nas redes sociais.
O que há de diferente? Em Sorocaba, Justiça e Ministério Público estão atentos. Por lá, o vereador Raul Marcelo tem sido corajoso para mostrar todas as irregularidades que Rodrigo Manga comete. Apesar de correr risco de vida. Principalmente porque Manga posa de santo nas redes sociais (conhecem mais alguém assim?) e são muitos os que não conseguem ver para além do que os gestores querem mostrar.
O secretário de Fazenda do Rio Grande do Norte, Cadu Xavier, confirmou nesta segunda-feira 10 que o Governo do Estado vai pagar o 13º salário de 2025 em duas etapas. De acordo com ele, uma parte do valor será depositada para os servidores em dezembro e o restante ficará para os primeiros dias de janeiro de 2026 – como tem ocorrido desde o início da gestão da governadora Fátima Bezerra (PT).
Por lei, o 13º salário precisa ser pago na íntegra até o dia 20 de dezembro (com uma antecipação de 50% no fim de novembro). No entanto, nos últimos anos, devido a dificuldades financeiras, o governo estadual tem pagado integralmente em dezembro apenas para servidores que ganham os salários mais baixos (normalmente, na faixa de R$ 4 mil). Para aqueles que recebem acima desse valor, normalmente o governo deposita uma parte do valor em dezembro e deixa o restante para janeiro.
FONTE: opotiguar.com.br
Uma troca de tiros entre criminosos ainda não identificados pela polícia assustou estrudantes, professores e funcionários da Escola Estadual Raimundo Gurgel, localizada no bairro Belo Horizonte em Mossoró. O fato ocorreu agora à noite.
De acordo com a polícia, suspeitos em moto se encontraram em frente à escola e iniciaram uma troca de tiros. Ainda de acordo com autoridades policiais, pelo menos uma bala atingiu o muro da escola, mas ninguém ficou ferido.
A suspeita é de que os bandidos que trocaram tiros enre si sejam membros de facções rivais.
Foto: Passando na hora
A governadora Fátima Bezerra lançou sábado (8/11), dois editais que garantem um investimento na ordem de R$ 2,1 milhões para a agricultura familiar no Rio Grande do Norte. O valor, destinado ao fortalecimento do programa Cozinhas Solidárias, será utilizado na compra de alimentos da agricultura familiar. A assinatura dos editais aconteceu durante a programação da 3ª Feira Potiguar da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Fepapes), que acontece no Centro Administrativo do Estado.
Com vigência de um ano, os editais representam um aporte significativo para o setor. O primeiro, o PAA Conab, destina R$ 1 milhão para as Cozinhas Solidárias do RN. O segundo, o Pecafes Cozinhas Solidárias, um edital do Programa Estadual de Compras Governamentais da Agricultura Familiar e Economia Solidária, contempla o valor de R$ 1,1 milhão. Os mais de R$ 2 milhões vão abastecer Cozinhas Solidárias em todo o estado com alimentos adquiridos da agricultura familiar.
A governadora Fátima Bezerra celebrou o momento, destacando a importância dos editais para o RN.
“Isso, meus amigos, não é uma conquista do Governo. É uma vitória de todos nós, uma conquista coletiva do Governo do Estado, da Sedraf, das Cozinhas Solidárias a serem contempladas e seus beneficiários, mas, principalmente, da agricultura familiar do Rio Grande do Norte”, destacou Fátima.
O impacto social desses investimentos é significativo, especialmente quando se tem a noção de que uma cozinha pequena, por exemplo, chega a alimentar ao menos 100 pessoas por dia de funcionamento, enquanto as maiores podem atender mais de 400 pessoas.
O secretário Alexandre Lima, do Desenvolvimento Rural e da Agricultura Familiar (Sedraf), ressaltou a importância do programa no combate à fome.
“O programa Cozinhas Solidárias é uma política pública importante, inovadora do governo do presidente Lula, do ministro Wellington Dias, e essas cozinhas têm um papel estratégico, importante nessa grande tarefa que o presidente Lula estabeleceu, não como meta de governo, mas meta da vida dele, que é acabar com a fome”, apontou Alexandre Lima.
Na ocasião, a governadora Fátima Bezerra também assinou a Ordem de Serviço para a reforma do Mercado da Agricultura Familiar, um investimento de R$ 1,8 milhão. A iniciativa visa modernizar e qualificar o espaço, proporcionando melhores condições para a comercialização dos produtos da agricultura familiar potiguar.
Fátima Bezerra falou da sua alegria com mais este investimento para a agricultura familiar do estado.
“Hoje também assinamos a ordem de serviço para reformar o Mercado da Agricultura Familiar, para garantir que mais produtores tenham acesso digno, seguro e confortável para comercializar seus alimentos. São quase R$ 2 milhões que iremos investir para revitalizar o espaço. Enfim, muitos motivos para celebrar neste sábado”, comemorou a governadora Fátima Bezerra.
Também estiveram presentes os secretários Alexandre Motta (Sesap) e Ivanilson Lima (adjunto do GAC); o diretor presidente da Fundação José Augusto, Gilson Matias; o diretor da Emater RN, Franki Souza; o deputado federal Fernando Mineiro; as deputadas estaduais Isolda Dantas e Divaneide Brasília; o superintendente da Conab, Sebastião Arruda; o presidente de Assistência Rural e Urbana da Arquidiocese de Natal, Dom Jaime Vieira; representante da Fetraf RN, Cícera Franco; representante do MDA, Ernani Jardim; o presidente do Consea RN, Jean Pierre; o presidente da Fetarn, Erivan do Carmo; a presidente do Unicafs Nacional, Fátima Torres; e presidente do Unicafs RN, Neneide Lima.

