Ugmar Nogueira
Ugmar Nogueira
Radialista desde de 1999 com DRT N° 1597 – SRTE/RN – Formado em Saneamento Ambiental e Estudante de Direito. Defensor da boa política, conhecido pela coerência de minhas ações em defesa do cidadão e da democracia.
O mercado automotivo brasileiro está prestes a receber uma novidade que promete agitar o segmento de SUVs compactos. A Volkswagen anunciou o Tera, um utilitário esportivo projetado para combinar preço acessível, tecnologia avançada e um design que atrai olhares. Com valores a partir de R$ 100 mil, o modelo será produzido na fábrica de Taubaté, em São Paulo, e tem lançamento previsto para maio. A proposta é clara: oferecer um veículo que atenda às demandas por versatilidade, conectividade e economia, mirando tanto consumidores que hoje optam por hatches quanto aqueles que desejam um SUV compacto. Com exportações planejadas para mais de 25 países, o Tera reforça a relevância do Brasil como polo automotivo global.
Desenvolvido sobre a plataforma MQB A0, a mesma do Polo, o Tera se posiciona como o SUV de entrada da Volkswagen. Seu visual robusto, com faróis de LED e lanternas horizontais, cria uma identidade moderna, enquanto o interior funcional surpreende com uma central multimídia de ponta. O modelo chega em um momento estratégico, aproveitando a crescente popularidade dos SUVs compactos no Brasil, que já respondem por uma fatia significativa das vendas. A Volkswagen aposta em um preço competitivo e em itens como conectividade 4G e segurança avançada para enfrentar concorrentes como Fiat Pulse, Renault Kardian e Citroën Basalt.
A produção em Taubaté, com 80% de componentes nacionais, destaca o compromisso da montadora com a indústria local. A fábrica, modernizada para o projeto, gerou 260 empregos diretos e cerca de 2.600 indiretos, movimentando a economia de São Paulo. O Tera também carrega um toque nostálgico, com silhuetas do Fusca, Gol e do próprio modelo no vidro traseiro, conectando o novo SUV à história de sucesso da marca no Brasil.
Um sucessor para ícones históricos
Herdar o legado de modelos como o Fusca e o Gol é um desafio ambicioso, mas o Tera parece preparado para a tarefa. O Fusca, produzido no Brasil desde 1959, tornou-se um ícone cultural, enquanto o Gol dominou as vendas por décadas a partir de 1980. O Tera, com sua proposta de SUV compacto, adapta essa fórmula de acessibilidade e confiabilidade às preferências atuais. A escolha do nome, que remete à solidez da terra, reforça a ideia de um veículo prático, ideal para o dia a dia nas cidades ou em viagens curtas.
O design do Tera foi pensado para atrair um público amplo. A dianteira, com grade integrada aos faróis de LED, transmite modernidade, enquanto os para-lamas traseiros bem definidos conferem robustez. As rodas de liga leve, disponíveis nas versões mais equipadas, adicionam sofisticação a um modelo que, mesmo sendo de entrada, não abre mão de estilo. Internamente, o SUV oferece um console central inspirado na linha ID. elétrica da Volkswagen, com soluções como porta-copos ajustáveis e carregamento sem fio para celulares, detalhes que elevam o padrão da categoria.
Um homem de 28 anos, identificado como Allison André de Moraes, foi preso nesta segunda-feira, 21/4, sob acusação de estupro.
De acordo com a polícia, a vítima, uma mulher de 25 anos, teria informado que conheceu o acusado na noite anterior numa festa. Ele ofereceu uma carona pra ela, que estava com uma caixa de som. Chegando no local ele pediu pra dormir na casa, e a mulher teria deixado.
A vítima afirmou ainda que o homem dormiu no sofá e ela na cama e que ao amanhecer, ela foi acordou quando ele praticava sexo anal nela à força. O caso aconteceu na área dos Abolições, em Mossoró
A mulher ainda teria sido ameaçada caso chamasse a polícia. Mesmo assim ela foi pra calçada e chamou a polícia. Ele foi autuado por estupro e ameaça, sendo encaminhado para a cadeia pública.
II Ursap reúne municípios para discutir o uso do Larvicida Bacillus Thuringienses Israelensis
A II Unidade Regional de Saúde Pública (II Ursap), por meio do Programa Regional de Arboviroses da II Ursap realizou terça-feira (22) de abril, às 9h, no auditório deputado Leônidas Ferreira uma reunião para recebimento do Larvicida Bacillus Thuringienses Israelensis (BTi), para controle do vetor Aedes aegypti. A reunião teve como público-alvo os Coordenadores Municipais do Programa de Endemias das II e VIII Regiões de Saúde e digitadores.
Presentes à reunião a gerente da II Ursap, Emiliana Bezerra Cavalcanti, a coordenadora da Equipe Técnica da II Ursap, enfermeira Ana Clara de Souza Rêgo e o coordenador do Programa Regional de Arboviroses, José Lázaro França de Araújo.
Durante o evento foi apresentada pela gerente da II Ursap, Emiliana Bezerra Cavalcanti aos coordenadores a nova coordenadora da Equipe Técnica da II Unidade Regional de Saúde Pública (II Ursap), enfermeira Ana Clara de Souza Rêgo. Ela é graduada em Enfermagem pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN/FAEN).Especialista em Urgência em Enfermagem pela Universidade FAVENI em Venda Nova do Imigrante – ES. Especialista em Planejamento e Gestão em Saúde pelo Grupo DNA Pós-graduação. Ana Clara de Souza Rêgo em substitui a atual coordenadora dos hospitais regionais da Região Oeste, enfermeira Saudade Azevedo.
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Todos os secretários municipais de saúde foram comunicados através de oficio assinado pela Coordenadora do Núcleo Técnico da II Ursap, enfermeira Ana Clara de Souza Rêgo e pelo Coordenador Regional do Programa de Arbovirose da II Ursap, José Lázaro França de Araújo. A reunião foi coordenada e pelo Coordenador Regional do Programa de Arbovirose da II Ursap, José Lázaro França de Araújo.
É fundamental que a utilização dos inseticidas seja feita de forma racional, seguindo as diretrizes nacionais, notas técnicas e demais normativas do Ministério da Saúde. Ressalta-se que o Bti é um inseticida biológico altamente seletivo para uso contra larvas de mosquitos e é considerado seguro para humanos e animais domésticos. Este inseticida possui aprovação da ANVISA para o uso em Saúde Pública e é recomendado pelo Programa de Pré-qualificação em Controle de Vetores da Organização Mundial da Saúde (OMS).
“O Bacillus Thuringienses Israelensis (BTi) representa uma alternativa eficiente no controle de Ae. aegypti. Apesar de algumas restrições, certas vantagens significativas como segurança humana, baixo desenvolvimento de resistência e a possibilidade de uso com produtos químicos tornam este entomopatógeno bastante promissor no controle biológico desse inseto”, disse o Coordenador Regional do Programa de Arbovirose da II Ursap, José Lázaro França de Araújo.
Larvicida biológico oferece resposta rápida no combate à dengue
Com tecnologia desenvolvida pela Fiocruz, o larvicida tem como princípio ativo a bactéria Bacillus thuringiensis israelensis (também chamada de BTI), encontrada na natureza. Depois de aplicado, o efeito do produto dura até 60 dias. Uma vantagem do emprego do BTI é que ele tem em sua composição vários compostos que individualmente são letais para a larva, dessa forma o mosquito não consegue desenvolver resistência a todas elas juntas.
O ingrediente ativo BTI é composto por Bacillus Thuringiensis, com sorotipo israelense, e Cepa AM65-52, que quando aplicado na água, é filtrado e ingerido pelas larvas de mosquito. O inseticida interage com a parede intestinal das larvas e as rompe rapidamente. É esperada a morte dos insetos em até 24 horas após a aplicação do produto.
O Ministério da Saúde atualmente recomenda os larvicidas biológicos a base de Bacillus thuringiensis israelensis (BTI) e de espinosinas para controle de Aedes aegypti, atendendo as recomendações de manejo para prevenir a resistência a inseticidas.
(Abdias Duque de Abrantes, assessor de Comunicação Social da II URSAP)
A expansão do crime organizado no Nordeste: ocupação territorial e impactos sociais
Relatórios recentes do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e de outras entidades de pesquisa destacam a ocupação territorial por organizações criminosas e os desafios enfrentados em diversos estados do Nordeste.
Nesses territórios, o crime organizado tem assumido o controle de comunidades inteiras e interferido diretamente na economia, no funcionamento do setor público e no sistema político. A presença de facções criminosas afeta a segurança pública, impõe restrições à circulação de bens e serviços, desafia a autoridade estatal, já que seus membros impõem suas próprias regras e exploram atividades ilícitas.
De acordo com o estudo Segurança Pública e Crime Organizado no Brasil, publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), em 2024, o combate a essas organizações exige uma abordagem multifacetada, indo além das ações policiais tradicionais.
“A expansão do crime organizado no Brasil representa uma ameaça significativa à Segurança Pública e à soberania nacional. A ocupação de territórios por essas organizações compromete o desenvolvimento social e econômico, especialmente em regiões vulneráveis e que não tenham uma presença forte do Estado”, afirma Jeoás Nascimento dos Santos, advogado, diretor de Relações Institucionais da Comissão Nacional de Direito Militar da Associação Brasileira de Advogados (ABA) e da Federação Nacional de Entidades Representativas de Praças (ANASPRA).

Panorama nacional e regional
Um relatório da Senappen (Secretaria Nacional de Políticas Penais) do Ministério da Justiça e Segurança Pública contabilizou que o Brasil conta, atualmente, com 88 organizações criminosas identificadas e catalogadas. Entre elas, 91% possuem poder financeiro independente e 98% estão presentes em unidades prisionais. As facções criminosas mais relevantes no cenário nacional incluem: Primeiro Comando da Capital (PCC) que atua em 24 estados e no Distrito Federal, o Comando Vermelho (CV), com uma presença um pouco menor que a do PCC, a Família do Norte (FDN) que tem grande influência na região Norte, especialmente no Amazonas; o Terceiro Comando Puro (TCP) com presença no Rio de Janeiro e em alguns outros estados brasileiros; e, inúmeras milícias compostas por militares ou ex-militares.
O Nordeste é a região com maior concentração orcrims (organizações criminosas), 46 delas estão na região e destas 21 atuam na Bahia, considerado o estado mais violento do Brasil com indicadores alarmantes de violência, sendo o segundo com uma taxa de 46,5 homicídios por 100 mil habitantes. Além disso, seis das dez cidades mais violentas do país estão na Bahia.
De acordo com dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública do Ministério da Justiça, a piora dos indicadores no Nordeste provocou uma mudança na geopolítica da criminalidade com um “top 3” dos estados mais violentos do Brasil formado por estados nordestinos: Bahia, Pernambuco e Ceará. O número de homicídios nesses estados foi maior do que o de locais mais populosos, como São Paulo, Rio e Minas Gerais.
“O número de homicídios está diretamente relacionado à atuação das orcrims. A Bahia sofre com o aumento da presença de facções criminosas que disputam territórios e impõem seu controle sobre comunidades inteiras. Entre as principais organizações atuantes na Bahia estão: Bonde do Maluco (BDM), considerada a principal facção local, fortemente envolvida no tráfico de drogas e extorsão; o Comando Vermelho que nos últimos anos tem expandido sua atuação no estado, o Primeiro Comando da Capital que atua em algumas regiões estratégicas da Bahia; e a Katiara, grupo criminoso regional com grande influência”, explica Jeoás Santos.
Nos dois outros estados, Pernambuco e Ceará, a atuação de facções locais têm forte influência tanto do PCC como do Comando Vermelho e vem aumentando território e são conhecidas pela violência usada para aniquilar seus inimigos e disputa no controle do tráfico de drogas e de armas de fogo. Em Pernambuco temos Comando Litoral do Sul e no Ceará a Guardiões do Estado (GDE) e Massa Carcerária (também conhecida como Neutros, Tudo Neutro e TDN).
Essas facções de atuação local vem impondo suas regras nas comunidades que atuam com a imposição de uma lei de silêncio entre moradores, participação de membros na polícia, resgate de presos, ataques a empresas de internet com o objetivo de forçar as operadoras a repassarem à facção parte da mensalidade paga pelos clientes, entre outros crimes.
O Rio Grande do Norte enfrentou, em 2023, uma série de atentados atribuídos a facção criminosa Sindicato do Crime ou Sindicato do RN (SDC), que resultaram em ataques a prédios públicos, veículos e estabelecimentos comerciais, eventos que evidenciaram a capacidade de mobilização e o crescimento dessa organização regionalmente. O SDC, que é a maior facção do Rio Grande do Norte, é aliado ao Comando Vermelho e a Família do Norte, e disputa território com o PCC, que tem expandido sua influência no estado.
Apesar disso, dados recentes apontam para melhorias na segurança pública do estado. O Ranking de Competitividade dos Estados, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), posicionou o Rio Grande do Norte como o nono estado com melhor segurança pública do país, o terceiro melhor no Nordeste. De acordo com dados do governo estadual, o estado potiguar registrou 203 crimes violentos letais intencionais (CVLIs) ao longo dos primeiros três meses de 2025, repetindo o primeiro trimestre do ano passado, o que torna esta a série histórica menos violenta da segurança pública potiguar. Desde 2011, quando a contabilização das mortes violentas passou a atender a uma metodologia padronizada nacionalmente, o primeiro trimestre mais violento da história do Rio Grande do Norte foi o de 2017, com 578 assassinatos. De lá para cá, a redução foi de 64,88%, ou seja, 375 mortes a menos.
“A redução dos índices no RN é um esforço da política de segurança e das instituições. Mas somente é suficiente para manter esses números, se não houver uma articulação nacional e mudança na legislação reconhecendo que estamos vivendo uma guerra interna com vítimas inocentes, seja em relação ao número alarmante de homicídios, seja em relação a oportunidades para os jovens e crescimento do país”, explica o advogado.
Os dados apresentados acima demonstram a complexidade da atuação das facções criminosas no país e a necessidade de estratégias integradas para seu enfrentamento. De acordo com Jeoás Santos e de informações dos vários estudos sobre o tema para combater essa crise, é fundamental que as autoridades adotem políticas públicas integradas com investimentos em inteligência policial e tecnologia, fortalecimento das instituições de segurança e do sistema penitenciário, ações de combate à corrupção dentro das forças de segurança e das instituições de governo, políticas públicas de inclusão social e desenvolvimento econômico. Além de uma planejada e antecipada política de urbanismo social com a retomada de territórios ocupados e dominados, restabelecendo a lei, ordem e presença do Estado. “Somente com uma abordagem abrangente e coordenada, investimentos e inteligência, será possível reverter o avanço do crime organizado e garantir a segurança da população brasileira”, conclui Jeoás Santos, que também é pós-graduado em Direito Civil e em Direito Militar.
O girocópero, pequena aeronave que caiu na tarde desta segunda-feira (21/4) na praia de Areias Alvas (entre Grossos e Tibau) não tinha registro nos órgãos de controle de tráfego aéreo brasileiro.
Além disso, de acordo com a representação do Centro Nacional de Prevenção e Investigação de Acidentes Aéreos (CENIPA), a aeronave também não tinha matrícula nem plano de voo.
No acidente, morreram duas pessoas: Flávio Neves, que atuava como instrutor de voo, e Geraldo Francisco, que estava aprendendo a pilotar o girocóptero.
De acordo com informações iniciais da polícia, Flávius Neves seria de Santa Catarina e teria vindo para o Rio Grande do Norte na aeronave que caiu. Geraldo Francisco era paraibano.
As causas do acidente serão investigadas pelo CENIPA.
A partir desta terça-feira (22/4), o Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), abre as inscrições para a Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP). A iniciativa selecionará 130 propostas de cursinhos populares gratuitos voltados a preparar estudantes para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e outros vestibulares que dão acesso às instituições de ensino superior.
O edital foi publicado no site da Fiocruz.
As inscrições poderão ser feitas no portal Prosas até o dia 6 de maio. Terão prioridade os cursinhos populares que não recebem apoio financeiro direto ou indireto. A relação com todos os inscritos deverá ser divulgada em 7 de maio, no portal do MEC.
O objetivo da CPOP é garantir suporte técnico e financeiro para a preparação dos estudantes da rede pública socialmente desfavorecidos, em especial negros, indígenas e pessoas com deficiência, que buscam ingressar no ensino superior.
As propostas dos cursinhos deverão estar alinhadas às Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio e ao conteúdo programático do Enem, com carga horária mínima de 20 horas semanais. Também é necessário contemplar atividades complementares de promoção da saúde e de formação antirracista, anticapacitista e de promoção da cidadania.
Segundo o presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Hugo Silva, os cursinhos populares são trincheiras de resistência e de luta pela democratização do acesso ao ensino superior.
“Em um país marcado pela desigualdade, são nesses espaços, em conjunto com a política de cotas, que se constroem estratégias e ferramentas para avançar na educação superior para juventude periférica”, afirma.
“Por isso, é urgente que esses cursinhos sigam existindo e se inscrevam no edital da Rede Nacional de Cursinhos Populares, para obter apoio didático, financeiro e de capacitação para professores”, acrescenta Hugo.
Com um investimento inicial de R$ 24,8 milhões para o ciclo 2024-2025, a rede apoiará 130 cursinhos já no primeiro ano, beneficiando até 5.200 estudantes do Brasil. Até 2027, o valor global chega a R$ 99 milhões, com cerca de 324 cursinhos populares apoiados.
CPOP – Os principais objetivos da Rede Nacional de Cursinhos Populares são:
* fortalecer cursinhos pré-vestibulares populares e comunitários;
* elaborar orientações focadas no Enem para a estruturação e a implementação de ações de formação nos cursinhos da Rede;
* preparar os estudantes, ampliando a possibilidade de acesso ao ensino superior, principalmente de pessoas negras e indígenas;
* contribuir para retomada do interesse do jovem brasileiro pelo Enem, que voltou a crescer em 2023;
* e contribuir para a ocupação de vagas em cursos de graduação de instituições federais. (Agência Brasil)
O caso aconteceu no domingo, 20/04, por volta das 13 horas, na cidade de Baraúna, no Oeste Potiguar, onde uma mulher de 64 anos, foi importunada sexualmente pelo próprio filho, de 39 anos, identificado por Francisco Canindé da Silva.
Segundo os registros na Polícia Civil, o homem foi preso em flagrante pela Polícia Civil e encaminhado pra Delegacia de Plantão em Mossoró, onde foi autuado através do art. 215-A do Código Penal Brasileiro.
O homem foi encaminhado para o a Cadeia Publica, onde está a disposição da justiça.
Uma das vítimas da queda do girocóptero, na Praia de Areias Alvas, em Grossos, foi identificada.
A pequena aeronave caiu na tarde desta segunda-feira, 21/04, na areia da praia e duas pessoas morreram na hora.
Uma das vítimas, o piloto, foi identificado como sendo Flavius Neves, de 65 anos, catarinense, morava em Tibau onde era muito conhecido, em especial nas Redes Sociais, pilotando a aeronave.
A outra vítima ainda não foi identificada.
Mais informações a qualquer momento…
Um girocóptero – pequena aeronave que gira pela ação do ar – caiu na tarde desta segunda-feira (21/4) na Praia de Areias Alvas, entre os municípios de Tibau e Grossos, no litoral da Costa Branca do Rio Grande do Norte.
As primeiras informações dçao conta de que duas pessoas teriam morrido na queda. Equipes de resgate estão no local para atendimento da ocorrência.
Ainda não se sabe as causas da
As causas do acidente ainda são desconhecidas. Também não foram divulgadas as causas do acidente.


