O Palácio da Resistência entrou em operação de guerra. O objetivo é acelerar a transição para a transmissão do cargo do prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) para Marcos Bezerra (PSD).
Na prática, de acordo com informações de bastidores, há pouca coisa que Allyson precisa repassar para Marcos. O que está em jogo é a urgência em inaugurar obras que tragam dividendos políticos para Allyson.
O atual prefeito só quer deixar o Executivo após inaugurar o complexo viário 15 de Março. Mesmo que a obra não esteja cem por cento pronta.
A pressa para deixar a prefeitura tem um nome: Mederi. Allyson esperanceia deixar o Palácio da Resistência antes da possibilidade de ser obrigado a deixá-lo.
O prefeito teme uma medida de afastamento pela Justiça a partir de pedido feito pela Polícia Federal e/ou Controladoria Geral da União (CGU).
De acordo com fontes ouvidas pelo Boca da Noite, o pedido feito por Allyson Bezerra para ser avisado sobre medidas restritivas não tinha o objetivo de receberem resposta objetiva sobre o pedido (algo improvável), mas de medir a temperatura sobre tais medidas.
De forma objetiva, Allyson analisa o cenário para deixar a prefeitura antes de qualquer medida judicial, principalmente de pedido de afastamento do cargo, o que seria mortal para sua candidatura ao Governo do Estado. No Palácio da Resistência, esse é o assunto que toma de conta das conversas. Das rodas de café nos corredores às reuniões mais reservadas.
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O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil) anunciou, oficialmente, sua pré-candidatura ao Governo do Estado. O ato aconteceu em Natal, sábado (7/2), no Hotel Praia Mar Arena, no bairro de Lagoa Nova/
O encontro contou com presenças de lideranças do União Brasil, PP, PSD e MDB. Pelo PSD, participaram a senadora Zenaide Maia e o prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado (marido de Zenaide). O MDB marcou presença com o vice-governador Walter Alves e o ex-governador Garibaldi Alves Filho. Também participou o presidente estadual do União Brasil, ex-governador e ex-senador José Agripino Maia.
Na oportunidade, Allyson Bezerra revelou que até o fim de março deverá se afastar do cargo de prefeito de Mossoró, que ficará sendo exercido pelo vice-prefeito Marcos Bezerra (PSD).
Urgente: Allyson pede à Justiça para avisá-lo com antecedência sobre uso de tornozeleira eletrônica
Enquanto o Prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, ocupava os microfones das rádios para vender a imagem de um gestor “tranquilo”, de “cabeça erguida” e que “nada deve e nada teme”, os seus advogados travavam uma batalha desesperada nos tribunais.
Uma decisão inédita do Tribunal Regional Federal da 5.ª Região, datada de 30 de janeiro de 2026, obtida com exclusividade pelo Blog do Dina revela que, longe da serenidade pregada nas entrevistas, a defesa do prefeito tentou furar o sigilo da investigação para evitar a todo o custo a surpresa de uma medida cautelar — especificamente, a tornozeleira eletrônica.
A Narrativa Pública vs. O Pânico Processual – Na entrevista concedida após a deflagração da operação, Allyson utilizou repetidamente a palavra “tranquilidade”, afirmando confiar cegamente nas instituições e classificando os rumores sobre a operação como “torcida” de adversários ou sensacionalismo da imprensa.
Contudo, a decisão do Desembargador Federal Rogério Fialho Moreira expõe uma realidade oposta. Nos autos, a defesa de Allyson peticionou em “caráter emergencial”, alegando ter sido “surpreendida” com notícias de blogs que davam conta de que a Polícia Federal teria pedido a sua monitorização eletrónica.
A contradição é:
• No rádio: Allyson diz que “quem não deve, não teme” e que a sua vida segue “da mesma forma”.
• No processo: A sua defesa classifica a possibilidade de usar tornozeleira como um facto “gravíssimo” e entra em pânico, exigindo que o tribunal esclareça se o pedido da PF é real ou fake news.
O Pedido da Defesa: Avisem-me antes de me prender – O documento revela que a defesa de Allyson tentou uma manobra jurídica arriscada para antecipar os passos da Polícia Federal. Os advogados não pediram apenas acesso aos autos; pediram que o Tribunal expedisse uma certidão a confirmar se existia um pedido de medidas cautelares contra ele e, mais audacioso ainda, exigiram ser ouvidos antes de qualquer decisão do juiz.
Na prática, Allyson queria o privilégio de ser avisado previamente caso a Justiça decidisse impor-lhe uma tornozeleira ou outra restrição, subvertendo a lógica elementar de uma investigação criminal sigilosa que visa evitar a destruição de provas ou a fuga.
A Dura Repreensão do Desembargador – O Desembargador Rogério Fialho Moreira não apenas indeferiu o pedido, como aplicou uma “lição de moral” jurídica à defesa do prefeito.
1. O Tribunal não é “Fact-Checker” de Blogs: O magistrado foi taxativo ao afirmar que o Poder Judiciário não serve para confirmar ou desmentir “comentários, boatos, rumores ou ilações” veiculados em blogs. Se o prefeito se sente prejudicado pelas notícias, o juiz mandou o recado: “caberá a ele próprio… adotar as providências que entender cabíveis, e não acionar o magistrado… para que o faça em seu lugar”.
O Tribunal, ao negar o pedido, reafirmou que ninguém, nem mesmo um prefeito popular com aspirações ao governo do Estado, está acima do fator surpresa da lei penal.
Deputado Francisco afirma que Rio Grande do Norte vive hoje um cenário muito melhor do que em 2018
O deputado estadual Francisco do PT, líder do governo na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, concedeu entrevista à Rádio Jovem Pan Natal e reafirmou uma posição que, segundo ele, tem sido constante ao longo de seu mandato: o Rio Grande do Norte hoje vive uma realidade muito melhor do que a encontrada em 2018.
Durante a entrevista, o parlamentar destacou que a governadora Fátima Bezerra assumiu o governo em 2019 enfrentando um dos cenários mais críticos da história recente do estado, com graves dificuldades financeiras, atrasos salariais e compromissos básicos comprometidos. “Era um governo desmontado, com dívidas acumuladas e serviços essenciais em risco”, relembrou.
Francisco ressaltou que, mesmo diante das adversidades, a governadora não mediu esforços para reorganizar as contas públicas, priorizando o equilíbrio fiscal, o pagamento em dia dos servidores e a retomada de investimentos estratégicos. “Foi um processo de reconstrução, feito com responsabilidade, diálogo e muito trabalho”, afirmou.
O deputado destacou ainda que os resultados desse esforço já são perceptíveis em diversas áreas, como segurança pública, educação, infraestrutura e saúde. Para ele, os avanços alcançados mostram que o estado voltou a caminhar no rumo certo, com planejamento e compromisso com a população potiguar.
“Hoje o Rio Grande do Norte cresce, se organiza e recupera sua capacidade de investir. É um estado muito diferente daquele de 2018”, afirmou Francisco. O parlamentar defendeu a continuidade do projeto político-administrativo liderado pela governadora Fátima Bezerra, destacando que a estabilidade conquistada precisa ser preservada.
Encerrando a entrevista, o deputado reforçou que o desafio agora é seguir avançando, garantindo desenvolvimento econômico, geração de empregos e melhoria da qualidade de vida da população. “O Rio Grande do Norte precisa continuar crescendo no rumo certo”, concluiu.
Apontado pela Polícia Federal (PF) como suposto líder de uma organização criminosa que roubou dinheiro da saúde de Mossoró (“a autoridade Policial revela a posição que cada investigado ocupa na estrutura descrita pelos diálogos captados. No topo, estariam os agentes políticos — ALLYSSON LEANDRO BEZERRA SILVA e MARCOS ANTÔNIO BEZERRA DE MEDEIROS — que, segundo as conversas captadas, receberiam propina em percentuais definidos sobre os contratos”), o prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) tem adotado uma tática dupla para tentar se safar das acusações.
Publicamente, o prefeito posa de bonzinho, controlado, inocente e que está colaborando com as investigações. Essa versão vitimista, humilde, é a que ele utiliza para fazer a sua imensa rede de apoio digital replicar nas redes sociais.
Na vida real, ele age totalmente diferente. Quando acha que não está sendo filmado, Allyson xinga, ameaça e intimida. Dois episódios revelam a verdade personalidade do prefeito de Mossoró.
E o prefeito parece não ter dito isso da boca (cheia de ódio) para fora. Pelo menos é o que revela o segundo fato a seguir.
Vereador Cabo Deyvison denuncia intimidação por parte do prefeito Allyson Bezerra
O vereador Cabo Deyvison (MDB) usou suas redes sócias para denunciar que está sendo intimidado pelo prefeito Allyson Bezerra (União Brasil)/
“Após ameaças públicas feitas pelo prefeito Allyson Bezerra, fui processado”, anunciou o parlamentar”, mostrando papéis que seriam da notificação processual. Par Cabo Deyvison, o propósito é de intimidá-lo.
Segundo Cabo Deyvison, o objetivo do prefeito ao processá-lo não é vencer com o argumento, mas “cansar, desgastar, sufocar”.
Confira o vídeo do Cabo Deyvison:
O ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (Republicanos), pré-candidato ao Governo do Estado, divulgou há pouco, através de suas redes sociais, o nome do candidato a vice em sua chapa.
De acordo com Álvaro, o escolhido é Anteomar Pereira da Silva, o Babá Pereira (PL).
Babá Pereira é presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn). Filiado ao PL, seu nome é uma indicação do senador Rogério Marinho, que desistiu da postulação ao Governo do RN.
A definição pelo nome de Babá aconteceu durante reunião em Brasília, da qual participaram, além de Rogério e Álvaro, o próprio Babá, o senador Styvenson Valentin (PSDB) e Adjuto Dias, deputado estadual filho de Álvaro.
O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil) está desnorteado. Alcançado por uma megaoperação da Polícia Federal (PF) que descobriu roubos do dinheiro da saúde em sua gestão, o gestor está fazendo de tudo para fingir que o problema não é com ele. Para livrar a própria pele, Allyson vem fazendo de tudo.
A primeira ação foi ir às rede sociais negar que seja investigado. Uma mentira deslavada.
Como não colou, precisou desmentir uma mentira. Ou mentir para que esqueçamos a mentira anterior. Para isso, jogou seus secretários na cova dos leões, principalmente Marcos Bezerra (hoje vice-prefeito), Morgana Dantas (ex e de novo secretária de Saúde) e Almir Mariano (que também já respondeu pelas pastas.
Em alto e bom som, o prefeito disse: “Eu só posso responder por mim”. Mesmo a roubalheira sendo em sua gestão, Allyson fraquejou na condição de suposto líder e tirou de si a responsabilidade. Mesmo sendo ele o prefeito. E. claro, ao dar tal declaração, confessa que sim, roubaram o contribuinte mossoroense.
Allyson já sugestionou que o problema não são as suspeitas contra ele, mas possíveis erros da Polícia Federal (PF). Parece que também não colou. Nem va.
Para tentar se afastar dos crimes investigados em sua gestão, acusou o governo do Estado de faltar com transparência na gestão do seu sistema de distribuição de medicamentos. Recebeu uma resposta à altura do secretário estadual de Saúde, Alexandre Mota.
O mais grave, em sua tática do tudo ou nada, foi feito por Allyson na inauguração de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) em Mossoró. Durante o ato, ameaçou quem denunciar as suspeitas em sua gestão.
O ato não é grave apenas por intimidar a imprensa séria e a oposição atuante. É grave porque mobiliza uma horda de pessoas que adora endeusar políticos extremistas como Allyson. Gente que já está nas redes sociais fazendo ameaças veladas a jornalistas, como uma que disse que Bruno Barreto iria ser castigado por Deus porque estava noticiando a operação que investiga Allyson Bezerra.
O discurso raivoso de Allyson não é para fingir coragem. É para atrair covardes. É recado para sua base radical. É mensagem subliminar para que seus correligionários ataquem quem pensa diferente dele. É para insulflar a turba. É para cobrar o favor de quem tem portarias ou subempregos em empresas terceirizadas.
O prefeito de Mossoró, o humilde, o bonzinho, o cristão, o pobrezinho, estaria assoprando o apito do cachorro? Para quem sabe o que essa expressão significa, e principalmente, para quem conhece a forma de Allyson de fazer política (com perseguições, ameaças e mentiras), basta um raciocínio simples para uma resposta.
Veja o ataque do prefeito
Grave: Em ataque colérico, Allyson ameaça quem denunciar suas irregularidades
Cpm dedo em riste, sangue nos olhos, ódio no coração e voz de criminoso, o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil) fez uma ameaça grave. “Quem entrar no meu caminho vai se ver comigo”.
Mais do que as palavras fortes chamaram a atenção o descontrole emocional com que o prefeito as pronunciou.
A senadora Zenaide Maia (PSD) que estava ao seu lado no momento do surto, ficou imóvel de tão incrédula e assustada. Ao final, bateu palmas timidamente. Talvez por temor.
Na prática, o que Allyson quer é meter medo na parte da imprensa livre, e nos poucos vereadores de oposição. No seu arroubo agressivo talvez queira afastar a Polícia Federal (PF), única que está no seu encalço.
Pela primeira vez, desde que apareceu para a política, Allyson Bezerra descontrolou-se publicamente. Pela primeira vez saiu do personagem. Não deu pra fingir bondade, pra simular humildade, pra emular pobreza. Allyson foi o que todo mundo sabe que ele é nos bastidores: ameaçador, centralizador, perseguidor, mandão, colérico, descontrolado.
Não foi sem razão que traiu a persona: as investigações avançam, a roubalheira existiu e vai ser difícil ele provar que não era o chefe da organização criminosa que roubou milhões da saúde de Mossoró, como a PF está dizendo.
As ameaças de Allyson são graves porque tem a capacidade de mobilizar seus aliados a atentar contra quem o prefeito elegeu como inimigo.
Como um dos poucos órgãos de imprensa da cidade a denunciar os desmandos, suspeitas e irregularidades da gestão Allyson Bezerra, o Boca da Noite se viu no alvo da metralhadora de ameaças do prefeito.
E, publicamente, ressalta que quaisquer fatos violentos provocados e dos quais algum dos seus membros sejam vítimas, ele devem ser colacionados à narrativa intimidatória protagonizada por Allyson Bezerra e que agora vem a público com gestos e ódio.
Abaixo, o motivo do descontrole do prefeito
Aqui, o vídeo com as ameaças
Odon Júnior intensifica agenda no Seridó e se consolida como nome do PT para a Câmara Federal
O ex-prefeito de Currais Novos, Odon Júnior, vem intensificando de forma estratégica sua agenda política no Seridó potiguar, região considerada seu principal reduto eleitoral. Com forte inserção popular e diálogo constante com lideranças locais, Odon tem ampliado sua presença tanto em compromissos institucionais quanto em atividades de base, reforçando seu nome como um dos principais quadros do Partido dos Trabalhadores (PT) para a disputa da Câmara Federal.
Durante a semana, Odon Júnior cumpre agenda ao lado do atual prefeito de Currais Novos, Lucas Galvão, acompanhando ações administrativas e obras estruturantes. Em um desses momentos, ambos celebraram a chegada de um novo trator, equipamento que passa a integrar a frota do município e que será utilizado para reforçar o programa de corte de terra, garantindo apoio direto aos agricultores e fortalecendo a política de incentivo à produção rural.
Já nos fins de semana, o ex-prefeito percorre diversos municípios do Seridó, participando de cavalgadas, festas religiosas e encontros com lideranças políticas e comunitárias, fortalecendo laços e ampliando o diálogo com a população da região.

Visita do ex senador Jean Poll Prates a Currais Novos
Parceria que deixou resultados concretos
Ao destacar a importância da parceria institucional, Odon Júnior lembrou que, durante o período de sua gestão como prefeito, o mandato de Jean Paul Prates destinou mais de R$ 5 milhões em recursos para Currais Novos, investimentos que contribuíram diretamente para obras, projetos e melhorias na qualidade de vida da população.
“Somos gratos por essa parceria, que trouxe resultados concretos para Currais Novos e reforça a importância do diálogo entre os entes políticos comprometidos com o desenvolvimento da nossa cidade e da região”, destacou Odon.
Projeção regional e cenário eleitoral
A intensificação da agenda no Seridó, aliada à articulação com lideranças estaduais e nacionais do PT, projeta Odon Júnior como um nome em crescimento no cenário político potiguar. Com uma trajetória marcada pela gestão municipal e forte atuação regional, o ex-prefeito amplia sua visibilidade e consolida sua base política, mirando os próximos desafios eleitorais.


