A crise na saúde de Mossoró segue cada vez mais acentuada. Denúncias feitas por usuários ao Boca da Noite dão conta de que a falta de medicamentos é um dos problemas mais graves e que tem sido registrado de forma recorrente.
A situação é tão grave que há dois meses não tem Losartana ou qualquer outro medicamento para hipertensão arterial nas Unidades Básicas de Saúde (UBS’s). O medicamento é fundamental para os pacientes que tem pressão alta e seu não uso pode representar risco de morte.
Em outras UBS’s, não há sequer um antipirético como Dipirona.
As novas denúncias surgem no momento em que seguem as investigações da Operação Mederi.
Segundo a Polícia Federal (PF), o esquema de roubo de verbas da saúde de Mossoró funcionava da seguinte forma: a prefeitura de Mossoró contratava um valor em medicamentos à Dismed e a empresa só entregava de fato, metade do valor contratado. O restante do dinheiro era dividido entre os integrantes do esquema. Para a PF, o prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) ocupa o topo do esquema. As revelações da Operação Mederi talvez expliquem a escassez de medicamentos nas UBS’S.
O Boca da Noite tentou ouvir a prefeitura de Mossoró sobre as denúncias. Fizemos contato com o secretário municipal de Comunicação do município, Wesley Duarte, mas ele não respondeu aos nossos questionamentos.
Operação Mederi: UBS’s de Mossoró estão há dois meses sem remédio para hipertensão arterial
Pacientes também relatam que em algumas unidades não tem sequer dipirona
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1 comentário
Não tem tbm sinvastatina e glifagem