O Sindicato dos Bancários de Mossoró e Região está denunciando que o Banco Bradesco está precarizando cada vez mais a oferta de serviços para os usuários e as condições de trabalho de seus funcionários.
De acordo com a entidade, o citado banco vai retirar vigilantes e demais itens de segurança e proteção da agência 1102 do Bradesco (localizada na avenida Dix-sept Rosado).
“Com lucros sempre em alta, banco ataca dignidade de clientes e funcionários menosprezando sua segurança”, denunciou o sindicato durante protesto realizado nesta quinta-feira, 30/11.
Denúncia
Quanto vale a vida de um mossoroense? Quanto vale a vida de um mossoroense acometido por diabetes? Para a gestão Allyson Bezerra (União Brasil) vale pouco mais de R$ 100,00.
É o que denunciam os diabéticos da cidade que precisam da insulina a quem tem direito e que deveria ser distribuída pela prefeitura de Mossoró através da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).
Beto Nogueira, morador do Dom Jaime Câmara, é um dos pacientes que denunciam que o prefeito Allyson Bezerra trocou a insulina Tresiba, que custa cerca de R$ 200,00 por Glacigim, cujo valor não ultrapassa os R$ 50,00.
“Além de ter trocado a insulina por uma mais barata, sem consultar o paciente ou o médico, agora a gestão não oferece nem a mais barata”, denuncia Nogueira.
Ele acrescenta que trocar a insulina e deixar de distribui-las aos diabéticos são atos criminosos porque colocam a vida dessas pessoas em risco.
“Para o diabético, insulina é vida. Sem ela, corremos risco de morrer”, denuncia, acrescentando que o caso será levado ao Ministério Público porque há meses a gestão Allyson promete entregar as insulinas e não cumpre.
O Portal Na Boca da Noite questionou a secretária de Saúde, Morgana Dantas, sobre o assunto, mas ainda não tivemos retorno.

Perseguições da gestão Allyson aos servidores são denunciadas ao Conselho Estadual de Direitos Humanos
A informação é do perfil do Baião de 3 no Instagram: o Sindicato dos Guardas Municipais do Rio Grande do Norte (Sindguardas/RN), regional de Mossoró, denunciou as perseguições da gestão Allyson Bezerra (União Brasil) aos servidores ao Conselho Estadual de Direitos Humanos .
De acordo com a publicação, o presidente do Sindguardas, Alexsandro Sales e o diretor de Comunicação Maxiano Oliveira conversaram com Luana e Gabriela, integrantes da Ouvidoria Geral, detalhando as situações ocorridas em Mossoró nas últimas semanas..
O Sindguardas/RN será convocado para a próxima reunião do Conselho Estadual de Direitos Humanos, quando poderá explanar a situação detalhadamente para os demais integrantes, em busca de apoio e resolução para as demandas.
Veja abaixo a publicação
O prefeito continua atacando servidores com mídia paga com dinheiro público. A denúncia está sendo feita pelo vereador Tony Fernandes (Solidariedade) em suas redes sociais.
“Não é de hoje que o prefeito utiliza toda a mídia contra os servidores públicos quando buscam seus direitos”, acrescenta o parlamentar.
Ainda segundo Tony Fernandes, o prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) já usou a mídia para atacar os professores, os profissionais da enfermagem e agora a Guarda Civil Municipal.
“Essa estratégia de jogar a população contra é antiga”, aponta o vereador, uma das poucas vozes, ao lado de Marleide Cunha (PT) e Pablo Aires (PSB) na Câmara de Mossoró a defender os trabalhadores.

Grave: Suspeita de superfaturamento no Mossoró Cidade Junina 2023, aponta publicação
Passada a efervescência do Mossoró Cidade Junina, a gestão municipal parece que terá que enfrentar uma enorme “ressaca”. Pelo menos é o que sugerem denúncias que vem surgindo no município dando conta de irregularidades nos figurinos do Chuva de Bala 2023. Há ainda problemas com o figurino do Auto da Liberdade 2023. As informações são do Gazeta Mossoró.
De acordo com o que vem sendo denunciado, uma investigação foi aberta para apurar ocorrência de possível superfaturamento e reaproveitamento de figurinos do acervo da Prefeitura. Além disso, a suspeita de plágio também está sendo levantada, uma vez que esses figurinos são atribuídos a outros artistas.
Segundo o blog Gazeta Mossoró, antigos responsáveis pela produção na Secretaria Municipal de Cultura, confirmaram a possibilidade de reaproveitamento dos figurinos. Por outro lado, segundo a publicação, a coluna do jornalista Sérgio Chaves, no Jornal de Fato, também destacou essa suspeita recentemente.
“Antigos responsáveis pela produção na Secretaria confirmaram que, de fato, os figurinos utilizados nos espetáculos Auto da Liberdade e Chuva de Bala podem ter sido reaproveitados do acervo. Isso vai de encontro com a proposta inicial, que previa a confecção de novos trajes para os espetáculos”, destaca o Gazeta Mossoró.
O blog aponta ainda que a denúncia e as evidências colhidas serão encaminhadas ao Ministério Público Estadual (MPRN), que iniciará uma investigação para apurar a veracidade dos fatos.
O Portal Na Boca da Noite contatou a Secretaria Municipal de Cultura (SMC), por meio de sua assessoria de comunicação. Na manhã desta terça-feira, 22/8, a assessora informou que “iria se inteirar do assunto e daria retorno. Ao longo do dia, cobramos o posicionamento da pasta, ligamos para a jornalista responsável, enviamos mensagens, mas não tivemos nenhum retorno até o fechamento desta matéria (21h30).

Advogado denuncia que gestão Allyson Bezerra deixa mais de 600 crianças sem atendimento médico
O advogado Evânio Araújo usou sua conta nas redes sociais para, mais uma vez, fazer uma grave denúncia contra a gestão Allyson Bezerra (União Brasil). Dessa vez, ele relata a falta de atendimento médico neuropediátrico para crianças.
Segundo Araújo, o prefeito “ignora a aflição de centenas de famílias, que aguardam há meses por atendimento neuropediátrico. Esse sofrimento atinge 608 crianças que esperam há mais de 6 meses por uma consulta”, escreveu o advogado em sua postagem.
Ele acrescentou ainda que a ausência de atendimento neuropediátrico impede o tratamento com fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e psicólogos.
“O o caso foi para o Ministério Público, foi instaurado um Inquérito Civil, mas como sempre, o Prefeito ignora e nada acontece. Esse descaso é desumano e os vereadores devem ser cobrados pelos prejudicados”, ressaltou Evânio Araújo, que sugeriu que fosse solicitada a realização de uma audiência Pública. “Eu acompanho gratuitamente para o que precisarem”, finalizou sua postagem.
Ouvida pelo Portal Boca da Noite, a secretária municipal da Saúde, Morgana Dantas, informou que o município conta comum neuropediatra que atende a 120 crianças por mês. Ao ser questionada se atende à demanda da cidade, ela respondeu que “as já atendemos quase mil crianças desde outubro de 2021 e demandas sempre existirão”.
Morgana ressaltou que se trata de um profissional difícil no mercado e que no município de Mossoró não tinha há pelo menos 5 anos e que antes as crianças tinham que ir a Natal ou Fortaleza.
A secretária afirmou ainda que na rede particular, uma consulta com neuropediatra custa R$ 600 reais e que, mesmo assim, a espera é de cerca de seis meses.


BOMBA: Agente diz ter provas de suposto esquema entre Prefeitura de Mossoró e terceirizadas
“Todos nós sabemos que existem duas empresas que recebem R$ 1,5 milhão para dividir esse valor com os blogs que estão aí atacando os sindicalistas e os servidores que estão aí na luta háalguns dias”. A afirmação é do agente de trânsito Álamo Duarte, em postagem feita nas redes sociais.
No vídeo que circula desde ontem, Álamo revela que tem provas de como o esquema funciona e que vai procurar o Ministério Público para fazer a denúncia.
“Amanhã muito cedo estou no Ministério Público, com as provas que já detenho para entregar essa quadrilha”, revelou o agente de trânsito na postagem que segue abaixo.
Álamo vem sofrendo represálias da gestão Allyson Bezerra (Solidariedade) por se opor ao Projeto de Lei 17, que retira direitos dos servidores.
Nos últimos dias, além de ter sido barrado pelo próprio prefeito Allyson Bezerra de participar de uma reunião no Palácio da Resistência, representando sua categoria, ele teve documentação pessoal sua, referente a um grave problema de saúde, exposto por um perfil na rede social.
Álamo também vai acionar o MP para que a prefeitura esclareça como documentos protegidos pela Lei Geral de Proteção de Dados foram vazados.
O Portal Na Boca da Noite tentou ouvir a secretária municipal de Comunicação Social da prefeitura, mas ela não atendeu nossas ligações.
A jornalista responsável pela pasta também não respondeu nossas mensagens. Perguntamos:
Gostaria de saber o posicionamento da prefeitura de Mossoró sobre a denúncia do agente de trãnsito Álamo Duarte de que há um suposto esquema entre a prefeitura de Mossoró e empresas terceirizadas por meio do qual são pagos blogs para perseguir sindicalistas e servidores.
Outra questão
A Prefeitura de Mossoró vai instaurar alguma sindicância para apurar quem foi o responsável por vazar documentos do servidor Álamo Duarte, protegidos pela Lei Geral de Proteção de Dados?
Ainda não obtivemos respostas aos questionamentos.

Veja o vídeo do agente de trânsito Álamo Duarte no link abaixo
https://www.facebook.com/reel/840593434223985?s=yWDuG2&fs=e&mibextid=Nif5oz

Banco coloca integridade física de funcionários e clientes em risco, denuncia entidade
Desde fevereiro que o Banco do Brasil realiza obras de reforma nas dependências do edifício da Praça Vigário Antônio Joaquim que abriga diversas agências da instituição bancária. Naquele mês, atendendo a um chamado dos funcionários da agência Escritório Exclusivo Mossoró, os diretores do Sindicato dos Bancários de Mossoró Re gião estiveram na agência com o objetivo de apurar a reclamação do barulho ocasionado pelas obras realizadas em ambiente contíguo à supracitada agência, o que estaria inviabilizando o serviço bancário que deveria estar sendo realizado pelos funcionários daquela unidade.
De acordo com o sindicato, os diretores chegaram por volta das 9:30h da manhã e já detectaram barulho insuportável ao bom desempenho do serviço bancário. A partir de então, colheram mais informações com os funcionários presentes e buscaram respostas sobre como os gestores reportaram-se ao setor responsável para a resolução do problema.
Numa reunião rápida com os gestores da PSO e da PSV, os diretores sugeriram a mudança no horário do trabalho decorrente das obras no que foram informados que o intervalo das 10h às 15h deveria ser respeitado com paralisação das atividades da empresa responsável neste período.
Os diretores lá permaneceram para conferirem in loco se o o intervalo estaria sendo respeitado e averiguaram que as obras continuaram, porém, com um nível de ruído bem menor. Os diretores cobraram dos gestores, presencialmente e através de ofício, uma comunicação urgente com a GEPES e a SESUP no sentido de cessar aquela situação, bem como estender em uma hora o intervalo de paralisação das obras (das 10h às 16h), para que o desempenho das atividades bancárias não seja afetado ainda mais pela falta de condição adequada ao trabalho.
Sobre este assunto ainda, conforme preconiza a Norma Brasileira (NBR), em zonas mistas, são permitidos até 65 decibéis (compatíveis com o latido forte de um cachorro) durante o dia e entre 45 e 55 decibéis das 22h às 7h. No caso em tela, mesmo sem o equipamento próprio de medição (decibelímetro), o barulho apresentado está em níveis notoriamente muito mais elevados do que prevê a norma.
Em resposta, a informação da GEPES é que as obras deveriam ser encerradas naquele local específico, de algum modo atendendo à demanda levada pelo Sindicato.
No entanto, as reclamações continuaram a chegar ao Sindicato, e na última segunda-feira, 22/05, os Diretores Daniel Solano, Erick Romão, Sidney Viana e Anchieta Medeiros foram novamente ao prédio e verificaram in loco na agência PSO, uma situação de total desrespeito às normas que regem a questão da segurança e saúde dos trabalhadores.
Ficou constatado que o Banco do Brasil está colocando em risco a integridade dos funcionários e clientes. O banco continua realizando a obra na agência causando risco de acidentes, odores fortes e fumaça, sem os aparelhos de ar condicionado funcionarem, causando desconfortos contínuos por barulhos, gases tóxicos e temperaturas elevadas naquele ambiente de trabalho.
O Sindicato dos Bancários de Mossoró e Região bem que tentou resolver essa situação de forma administrativa com o banco, mas sem sucesso. Diante da “enrolação” da empresa, estamos formalizando denúncia no Ministério Público do Trabalho e fazendo denúncia ao público, que também está sendo prejudicado.
Presos por ataques criminosos no RN viram réus por integrarem organização criminosa
Após denúncia oferecida pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), sete pessoas viraram rés por promoverem e integrarem a organização criminosa Sindicato do Crime do RN. O grupo está entre os presos na operação Sentinela, deflagrada pelo MPRN em conjunto com a Polícia Federal (PF), a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Polícia Militar (PM), a Secretaria Estadual da Administração Penitenciária (Seap) e da Força Nacional (FN) no dia 22 de março passado.
A ação teve por objetivo combater a atuação da organização criminosa que promoveu atos criminosos em todo o Estado. Dos sete réus, quatro são mulheres. Todos já vinham sendo investigados desde 2020. Todas as denúncias são referentes ao crime de integrar, promover e constituir organização criminosa.
A operação Sentinela cumpriu 13 mandados de prisão e outros 26, de busca e apreensão, nas cidades de Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Macaíba, Canguaretama, Bom Jesus, Santo Antônio, Caiçara do Norte, Acari e Macau. Dois homens foram presos em flagrante na ação. Houve apreensão de armas, drogas, aparelhos de telefonia celular, documentos e dinheiro vivo. Cinco mandados de prisão não foram cumpridos porque os alvos não foram localizados, totalizando 18 prisões decretadas na operação Sentinela.
Além das denúncias, o MPRN também conseguiu a prorrogação de cinco prisões temporárias por mais 30 dias e, ainda, a conversão de outras cinco prisões temporárias em preventivas.
A operação Sentinela contou com a participação de três promotores de Justiça, 16 servidores do MPRN, 60 policiais federais, 38 policiais rodoviários federais, 96 policiais militares e 24 policiais penais. Dois helicópteros das forças de segurança do RN prestaram apoio à ação.
A maioria dos presos na operação Sentinela já tem condenação por envolvimento com organização criminosa, tráfico de drogas, roubos e homicídios, sendo que alguns deles cumpriam pena em regime semiaberto, com uso de tornozeleiras eletrônicas. Já foi apurado que alguns dos presos na operação violaram o sistema de monitoramento eletrônico, coincidentemente antes e durante ataques registrados em março de 2023.
Para os investigadores, não existem dúvidas sobre o poder de mobilização das centenas de membros da organização criminosa. A sensação de terror sentido e presenciado pelos potiguares nos últimos dias, decorrente dos ataques criminosos perpetrados contra instituições públicas e privadas e contra agentes de segurança pública, retrata bem tal panorama.
As investigações que resultaram na deflagração da operação Sentinela apontam que as pessoas presas na ação desta quarta são lideranças da organização criminosa em liberdade que exercem ou exerceram funções relevantes para a facção.
As pessoas presas na operação Sentinela são investigadas por constituírem e integrarem organização criminosa, o que tem pena prevista de reclusão de 3 a 8 anos. As penas delas, caso condenadas, podem ser aumentadas até a metade por usarem arma de fogo; agravada para as pessoas que forem identificadas como líderes sobre os demais faccionados; e ainda ampliada pela conexão com outras organizações criminosas.
Ministério Público Federal (MPF) ofereceu à Justiça Federal no Rio Grande do Norte denúncia contra um homem acusado de promover incitação ao genocídio por meio da internet. As investigações constataram a existência de pelo menos dois perfis do mesmo homem, utilizados para a disseminação de discurso de ódio na rede social.
O denunciado teria utilizado os perfis no Facebook, entre 2017 e 2019, para incentivar outros usuários a se armarem a fim de matar muçulmanos. Em outras ocasiões, o homem, de 40 anos, teria tecido comentários racistas e enaltecido grupos supremacistas. Se aceita a denúncia, ele responderá pela prática de crime previsto na Lei 2.889/1956, que define e pune o genocídio.
Em maio de 2020, depois de representação enviada ao MPF, o órgão, em conjunto com a Polícia Federal, realizou operação na casa do homem acusado. Na ocasião, foram apreendidos um smartphone, dois HDs externos e dois computadores cujo conteúdo, segundo relatório de análise do Grupo de Repressão a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal (GRCC) revelou traços racistas, feminicidas, nazistas e antissemitistas da personalidade do homem.
A denúncia do MPF ressalta que as conversas e postagens feitas por ele demonstram que, pelo menos entre janeiro de 2017 e abril de 2019, houve uma atuação permanente e direcionada na conduta do acusado, tendo como alvo judeus, muçulmanos, mulheres, negros e homossexuais. Além do material discriminatório, os equipamentos apreendidos também continham pornografia infantojuvenil, um manual sobre a modificação de armas de fogo para ocultação e conteúdo inerente a massacres ocorridos em escolas dos Estados Unidos.
O procurador da República que está à frente do caso, Ronaldo Sérgio Fernandes, observa que a conduta do denunciado é preocupante e vai muito além da liberdade de expressão. Segundo Fernandes, os atos “despertam enorme preocupação, porquanto denotam uma ação voltada, de fato, não só para a disseminação de ódio e discriminação em relação a determinados grupos da sociedade, mas também para estimular a prática de outros crimes graves contra eles, notadamente com o fim de dizimá-los”.
O MPF destacou, ainda, que ao caso não cabe proposta de acordo de não persecução penal diante da gravidade da conduta praticada. O crime de incitação ao genocídio (art. 3.º da Lei n.º 2.889/1956) é previsto em instrumentos internacionais ratificados pelo Brasil e internalizados no ordenamento jurídico brasileiro. Entre os instrumentos, estão a Convenção para Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, de 1948, e o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos de 1966.
O caso surgiu a partir de denúncia apresentada junto à Procuradoria da República do Município de Cachoeira do Sul (RS). Após a identificação do endereço do qual eram feitos os acessos aos perfis, o caso foi enviado para a Procuradoria da República no Rio Grande do Norte.

