Economia
A FÊMEA – Feira de Empreendedorismo Feminino, chega à sua 7ª edição, consolidando-se como o maior evento de valorização das mulheres empreendedoras e criativas do estado do Rio Grande do Norte. De 07 a 09 de Novembro, o público poderá conferir uma programação intensa e gratuita, aberta a toda a comunidade, celebrando o talento e a força de mais de 100 mulheres empreendedoras participantes, mulheres que transformam ideias em negócios e inspiram novas trajetórias.
Neste ano, a FÊMEA apresenta uma grande novidade: o Festival Mulherada, um espaço dedicado à cultura e à arte feminina, com três dias de shows, desfiles, gastronomia regional e apresentações artísticas que exaltam o protagonismo das mulheres mossoroenses, em todas as suas formas de expressão.
Mais do que uma feira, a FÊMEA é um movimento de inclusão, sustentabilidade e fortalecimento da economia local. Cada edição gera oportunidades, fomenta a economia criativa e cria conexões poderosas entre mulheres que empreendem, produzem, compartilham e transformam no RN.
Evento sustentável e inclusivo, a feira reafirma seu compromisso com o consumo consciente, a acessibilidade e a diversidade. A cada edição, a FÊMEA mostra que é possível empreender com propósito, unir comunidade e promover impacto social positivo.
A entrada é gratuita e aberta ao público, para celebrar o talento, a cultura e a força das mulheres que movem o RN.
📍 Local: Praça de Eventos Gustavo Negreiro, Corredor Cultural , Av. Rio Branco – Mossoró/RN
📅 Data: de 07 a 09 de Novembro das 17:00 as 23:00
💜 Entrada gratuita

Foi um encontro de cerca de 45 minutos em que o presidente Lula pediu, mais uma vez, ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a suspensão imediata do tarifaço contra as exportações brasileiras, em vigor desde agosto. Participaram do encontro o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, e o secretário do Tesouro, Scott Bessent, e do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer.

Durante a conversa, Donald Trump, inclusive, disse que os dois países vão sim chegar a um acordo. Lula afirmou que não há motivo para desavenças entre os dois países.
“O Brasil tem todo interesse de ter uma relação extraordinária com os Estados Unidos. Não há nenhuma razão para que haja qualquer desavença entre Brasil e Estados Unidos.”
Ele criticou a Lei Magnitsky, que impôs sanções a autoridades brasileiras, principalmente ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), como a suspensão de vistos norte-americanos. Segundo Lula, essas sanções são injustas, já que o Brasil respeitou o devido processo legal. Sem perseguições a quem quer que seja.
Lula ainda falou sobre Venezuela. Destacou que a América Latina é uma região de paz. E se prontificou a ser interlocutor na busca de uma solução aceitável para os dois países. Isso porque, nas últimas semanas, os Estados Unidos enviaram tropas terrestres e um porta-aviões para o Caribe. Houve ainda o bombardeio de embarcações com a justificativa de combate ao narcotráfico. O presidente venezuelano Nicolás Maduro alega que o reforço militar tem como objetivo tirá-lo do poder.
Após a reunião Lula-Trump, o chanceler brasileiro, Mauro Vieira, destacou que o norte-americano autorizou sua equipe a iniciar as negociações para revisão do tarifaço ainda neste domingo. A ideia é suspender essa medida durante o período de negociação.
“Presidente solicitou, pediu, reiterou que já tinha sido dito no telefonema e ele concordou que vamos fazer uma rápida negociação e durante esse período haverá a suspensão.”
O cronograma das negociações ainda será definido, mas, segundo Mauro Vieira, “é para tudo ser resolvido em pouco tempo”, disse ele. Também ficou combinado que os presidentes farão visitas aos dois países em data a ser confirmadas.
Ao encerrar a viagem oficial à Índia nesta sexta-feira (17), o vice-presidente Geraldo Alckmin – que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços – embarcou de volta ao Brasil com acordos e contratos bilaterais na bagagem. Um dos anúncios foi a ampliação do chamado Acordo de Preferências Tarifárias do bloco Mercosul – que reúne Brasil, Paraguai, Uruguai, Chile e Bolívia – com a Índia. 

Em coletiva à imprensa antes de deixar a capital Nova Déli, o vice-presidente relatou que há uma chance de aumentar o intercâmbio comercial entre os dois países e com o Mercosul:
“O nosso acordo Mercosul-Índia, o número de linhas tarifárias é pequeno, ele abrange poucos produtos, e esse trabalho que vai começar, a gente acredita que em dez meses a gente possa concluir, ele tem exatamente esse objetivo, que é de ampliar o comércio, as chamadas preferências comerciais. Esse é o desafio. Nós estamos muito confiantes nesse trabalho.”
Ao fazer o balanço dos três dias no país asiático, Alckmin também anunciou um acordo de parceria entre a empresa indiana Biological e a brasileira Fiocruz para cooperação em pesquisa tecnológica e inovação com foco em vacinas. Ao lado de Alckmin, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, comentou a parceria:
“Um acordo de produção comum de vacinas já produzidas pela Bio E e outros produtos, como medicamentos oncológicos, terapias avançadas. Saímos também com um acordo reforçado entre a Anvisa, responsável pelo registro dos produtos, com a CDSCO para acelerar o registro de produtos fabricados na Índia para acessar o mercado brasileiro.”
Embraer inaugura escritório em Nova Déli
Como um dos últimos compromissos na Índia, Geraldo Alckmin participou da inauguração de um escritório da principal fabricante de aviões no Brasil, a Embraer, na capital Nova Déli. Na ocasião, ele destacou o plano para expandir a presença da indústria brasileira no país asiático, como o de parceria entre a Embraer e o grupo indiano Mahindra, que prevê negócios envolvendo a aeronave C-390 Millennium, utilizada como transporte militar e de uso estratégico, inclusive no combate a incêndios.
“Esse acordo prevê ações conjuntas para o desenvolvimento e a produção do cargueiro multimissão C-390 Millennium na Índia. Esse acordo reflete, por um lado, o programa “Make in India”, que estimula a produção local, o adenso tecnológico e a formação de capacidades nacionais. Por outro, a política brasileira de neoindustrialização, que orienta a Nova Indústria Brasil”, destacou Alckmin.
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, também anunciou que o Brasil, por meio da Petrobras, vai vender seis milhões de barris de petróleo à Índia ao longo de um ano. Segundo Alckmin, o governo brasileiro espera aumentar o comércio Brasil-Índia para US$ 15 bilhões ainda este ano, com meta de chegar a US$ 20 bilhões até 2026.
O Grupo Nordestão inaugura nesta quarta-feira (8) mais uma unidade do SuperFácil Atacado, desta vez na Avenida Moema Tinoco, na zona Norte de Natal. Com o novo empreendimento, a maior rede supermercadista do Rio Grande do Norte atinge a marca de 20 lojas em operação e reforça a presença no formato atacarejo, modelo de venda em grande escala voltado a famílias e pequenos empreendedores. A loja, que dispõe de 3.600 m² de área de vendas, 17 lojas de apoio, uma academia, 274 vagas de estacionamento e 21 checkouts, sendo quatro de autoatendimento, foi construída com capital próprio e investimento dos sócios fundadores da empresa.
A unidade, localizada em um dos principais eixos viários que conectam a zona Norte ao litoral e ao município de Extremoz, deve se tornar um novo polo de consumo na região. “Empregos gerados com a loja em operação são mais de 200 diretos e a gente normalmente estima pelo menos o dobro de indiretos, que são gerados com a indústria e os promotores que a loja movimenta”, explica Pedro Medeiros, sócio e head de Expansão e Marketing do grupo. Segundo ele, a escolha pela Moema Tinoco levou em conta o crescimento urbano e o potencial econômico do entorno.
A nova unidade amplia a atuação do grupo no formato atacarejo, que vem consolidando espaço no mercado potiguar desde 2012, quando o Nordestão inaugurou a primeira loja do SuperFácil, em Emaús. Atualmente, o atacarejo responde por cerca de 30% do marketshare, isto é, a quota do mercado, no Rio Grande do Norte. “A gente deve chegar aí nos 35% a 40% de marketshare no atacarejo também”, destaca Pedro Medeiros. Ele acrescenta que, apenas na bandeira Nordestão, a participação da rede no varejo local já alcança 60%.
O grupo observa que o formato, antes voltado principalmente às classes C e D, hoje alcança todos os públicos de consumo. “No início, o atacarejo era loja focada no público das classes C e D, mas hoje a gente sabe que até a classe A compra no atacarejo”, relata Pedro. Para o executivo, o comportamento do consumidor potiguar reflete uma tendência nacional de busca por economia e conveniência sem abrir mão da qualidade.
A expansão do grupo acompanha o crescimento demográfico e comercial da Grande Natal. Em junho deste ano, o Grupo Nordestão anunciou a aquisição da Rede Cidade, agregando seis novas lojas à operação, sendo cinco em Mossoró e uma em Parnamirim. A transição das bandeiras ocorre gradualmente.
O plano de expansão contempla também a inauguração, ainda neste ano, do Nordestão Rota do Sol, no bairro de Ponta Negra, em uma área próxima ao Estádio Frasqueirão. A nova loja, no formato varejo, está projetada para ser uma das mais modernas do grupo, incorporando tecnologias e serviços aprimorados. “Tudo o que a gente tem de conhecimento, tecnologia e serviço, vamos contemplar nessa loja da Rota do Sol”, afirmou Pedro.
Com a inauguração do SuperFácil Moema Tinôco, o grupo passa a contar com 12 lojas no varejo e oito no atacado, totalizando 20 unidades em funcionamento. No atacado, o SuperFácil está presente nas regiões de Emaús, Vale do Sol (Parnamirim), Rodoviária e agora Moema Tinoco (Natal), além de São Gonçalo, João Pessoa (PB), João da Escóssia e Alto de São Manoel (Mossoró). No varejo, as lojas Nordestão estão distribuídas por bairros estratégicos da capital e cidades vizinhas, incluindo Alecrim, Petrópolis, Tirol, Cidade Jardim, Lagoa Nova, Santa Catarina, Igapó, Ponta Negra e Nova Parnamirim.
O grupo mantém ainda a Distribuidora NRD e indústrias próprias, responsáveis pela produção de panificados, confeitaria, carnes beneficiadas e pratos prontos, além de linhas sem glúten. Essa estrutura garante padrão e abastecimento interno, atendendo milhares de clientes e contribuindo para a geração de mais de 5 mil empregos diretos e indiretos.
Fonte: Tribuna do Norte
Foto: Magnus Nascimento

RN registra superávit de US$ 404,9 milhões e ultrapassa US$ 1 bilhão em transações comerciais até setembro de 2025
O Rio Grande do Norte alcançou um desempenho expressivo no comércio exterior em setembro de 2025. De acordo com a análise da Secretaria do Desenvolvimento Econômico, da Ciência, da Tecnologia e da Inovação (SEDEC/RN), o estado registrou um superávit acumulado de US$ 404,9 milhões entre janeiro e setembro deste ano. No período, a corrente de comércio – soma de exportações e importações – ultrapassou US$ 1 bilhão, com US$ 729,6 milhões em exportações e US$ 324,7 milhões em importações.
Somente em setembro, o comércio exterior potiguar movimentou US$ 105,8 milhões, resultado de US$ 77 milhões em exportações e US$ 28,8 milhões em importações, o que gerou um saldo positivo de US$ 48,2 milhões no mês.
Saiba mais: https://shre.ink/Sedecsaibamais
Secretaria do Desenvolvimento Econômico, da Ciência, da Tecnologia e da Inovação (SEDEC/RN)
Imagem: FREEPIK
O estado do Rio Grande do Norte produziu 31,6 milhões de quilos de camarão em 2024, o que representa um aumento de 27,83% em relação ao ano anterior. Entretanto, apesar do crescimento expressivo no volume, o valor pago pela produção teve um crescimento nominal de apenas 2,61% na mesma comparação, faturando R$ 701,39 milhões em 2024.
Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (18), pela Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM) sobre carcinicultura,
psicultura e malacocultura no Rio Grande do Norte. O preço médio pago pelo quilo em 2023 era em média $27,63 e caiu para R$ 22,18 em 2024, essa média foi registrada pelo IBGE.
A queda no preço do produto refletiu de forma que não acompanhasse o mesmo ritmo no faturamento. Com tudo, o camarão ainda é o principal produto da aquicultura norterio-grandense, e respondeu por 78,93% do valor de produção acumulado no setor no último ano.
No cenário nacional, a carcinicultura apresentou desempenho diferente do registrado no RN. A produção brasileira de camarão alcançou um novo recorde em 2024, atingindo a marca de 146,8 mil toneladas, com um crescimento de 15,17% em relação ao ano anterior. O valor de produção também registrou aumento nominal, de 16,34%, totalizando R$ 3,1 bilhões. No Brasil, a atividade se mantém em expansão contínua desde 2017, após superar os desafios impostos pelo vírus da mancha branca.
Os dados mostram que o Rio Grande do Norte se manteve como o segundo maior produtor do país, responsável por 21,5% da produção nacional, ficando atrás apenas do Ceará com 57,1%. Com isso o maior produtor do Ceará é o município de Aracati com 12,2% da produção nacional e o maior produtor do Rio Grande do Norte é o município de Pendências, localizado no Oeste Potiguar, que está em terceiro lugar nacional respondendo por 3,5 milhões de quilos.
A Pesquisa da Pecuária Municipal fornece informações sobre os efetivos da pecuária existentes nos municípios brasileiros na data de referência do levantamento, 31 de dezembro.
Foto: Agrimídia
Fonte: IBGE
Nesta quarta-feira (17), aconteceu em Mossoró, no Rio Grande do Norte, o lançamento da 10ª edição do Mossoró Oil & Gas Energy (MOGE). A edição deste ano acontece entre os dias 25 e 27 de Novembro, também na cidade de Mossoró. O MOGE é o maior evento onshore da América Latina.
Essa 10ª edição acontecerá em novo local, antes a UFERSA sediava o evento, agora devido o crescimento e número maior de expositores, acontecerá no Partage Shopping Mossoró. O MOGE movimenta o setor público, privado e acadêmico, inovando e impulsionando o desenvolvimento sustentável de energias.
Estavam entre os convidados presentes no lançamento do evento, representantes das empresas parceiras, o Chefe de Gabinete da UFERSA, Professor Lazaro, representando o Reitor Codes e também o Presidente da CDL Mossoró.
O Presidente da Redepetro RN, José Nilo, informou que nessa edição serão 216 estantes e 90% já estão comercializados em pré-venda. Ele também contou para nossa equipe de reportagem as novidades do Mossoró Oil & Gas Energy: “A feira está crescendo 15% em números de expositores e 20% no espaço onde será realizada, até então fazíamos a feira na UFERSA, sempre fomos muito bem recepcionados, no entanto, por uma questão de espaço, não nos acomodou mais e nós migramos para o Shopping onde vamos ocupar uma área já contratada de 7.700m², então a expectativa é de um público a cima de 10 mil pessoas frequentando a feira.”
Nossa equipe de reportagem conversou com o Vice-Presidente da Redepetro RN, Ubiratam Santos, que afirmou que o MOGE já é consolidado internacionalmente: “O evento já está consolidado internacionalmente, empresas de todo o mundo e fortemente as empresas brasileiras estão aqui. A sinergia está sendo focada nesse momento e para que nosso evento seja mais dinâmico esse ano, está com uma cara nova, no Partage Shopping, então vamos com toda força para que ele seja melhor do que o ano passado.”
Estava presente também o Diretor Técnico do SEBRAE RN, João Hélio, que falou do orgulho do SEBRAE em fazer parte desse movimento na área de energias renováveis: “Mais uma vez, é um grande prazer e orgulho de fazer parte desse movimento na área de energia. Movimento esse que estamos desde o início com fórum, com as feiras, lá no nascedouro e já vamos na décima edição e nós enquanto SEBRAE, nós atuamos junto com essas empresas ao longo desses anos, qualificando, preparando uma melhor gestão, lebando a inovação, a tecnologia, subsidiando as certificações tão necessárias para um público tão exigente.”
O Canadá foi o principal destino da mineração do Rio Grande do Norte em agosto de 2025, conforme os dados apurados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDEC). No período, o estado exportou US$ 4,1 milhões para o país, com destaque para o ouro em formato de bulhão dourado, responsável por 92,7% do montante.
O Canadá foi o principal destino da mineração do Rio Grande do Norte em agosto de 2025, conforme os dados apurados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDEC). No período, o estado exportou US$ 4,1 milhões para o país, com destaque para o ouro em formato de bulhão dourado, responsável por 92,7% do montante.
Além do ouro, outros produtos somaram para contribuir para a pauta exportadora com destino ao Canadá em agosto:
Melões frescos (US$ 179,2 mil)
Granitos trabalhados (US$ 87,9 mil)
Peixes congelados (US$ 7,6 mil)
Mamões frescos (US$ 1,3 mil)
Melancias frescas (US$ 540)
De acordo com a SEDEC, o ouro exportado tem origem na região do Seridó, no município de Currais Novos, onde está em operação o Projeto Borborema, administrado pela canadense Aura Minerals. Sendo a quinta em operação e o segundo projeto greenfield da companhia, a empresa ressalta grande importância e o marco relevante com o início da produção da mina.
O Canadá foi o principal destino da mineração do Rio Grande do Norte em agosto de 2025, conforme os dados apurados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDEC). No período, o estado exportou US$ 4,1 milhões para o país, com destaque para o ouro em formato de bulhão dourado, responsável por 92,7% do montante.
De acordo com a análise da equipe técnica da SEDEC, o ouro exportado tem origem na região do Seridó, no município de Currais Novos, onde está em operação o Projeto Borborema, administrado pela canadense Aura Minerals. A empresa ressaltou que o início da produção na mina representa um marco relevante para seu portfólio, sendo a quinta em operação e o segundo projeto greenfield da companhia.
A secretaria aponta ainda que, além do ouro, outros produtos contribuíram para a pauta exportadora com destino ao Canadá em agosto, como melões frescos (US$ 179,2 mil), granitos trabalhados (US$ 87,9 mil), peixes congelados (US$ 7,6 mil), mamões frescos (US$ 1,3 mil) e melancias frescas (US$ 540), evidenciando a complementaridade das cadeias produtivas do estado.
O desempenho do mercado canadense ganha maior relevância diante do tarifaço imposto pelos Estados Unidos a produtos brasileiros em 2025. Enquanto o aumento de tarifas restringe a competitividade em um dos principais destinos tradicionais, o Canadá se consolida como um parceiro comercial estratégico, absorvendo parte da produção potiguar e fortalecendo a diversificação da pauta exportadora.
Para a SEDEC, os resultados reforçam a importância estratégica da mineração e da fruticultura para a inserção internacional do Rio Grande do Norte, ampliando as oportunidades de geração de emprego e renda, atração de investimentos e desenvolvimento sustentável das regiões produtoras. “O fortalecimento de parcerias com mercados como o canadense demonstra o potencial do RN em diversificar e consolidar sua pauta exportadora, o que amplia a competitividade e garante maior estabilidade econômica ao estado”, ressaltam os técnicos da pasta.
Fonte: SEDEC RN
Imagem: Conceptual (Redes Sociais)
Expofruit 2025: Oportunidade de novos mercados marca o primeiro dia da Rodada Internacional de Negócios
“Sustentabilidade e inovação: Fruticultura Tropical Responsável”, esse é o tema da edição do maior evento e mais importante da fruticultura irrigada do Brasil e da América Latina, que acontece na segunda maior cidade do Rio Grande do Norte, Mossoró, localizada no Oeste do estado, nos dias 20, 21 e 22 de agosto, a EXPOFRUIT 2025, que já iniciou, no Thermas Hotel, às 8h da manhã, desta quarta-feira, 20/08, com a Rodada Internacional de Negócios Exporta Mais Brasil, onde 38 empresas ofertam frutas frescas, de 9 estados brasileiros, para 12 representantes de 13 países (Romênia, UAE, Índia, UK, Reino Unido, África do Sul, Rússua, Chile, China, Espanha, Emirados Árabes e EUA. Essas negociações acontecerão nos três dias do evento, até às 17h.
Sergio Ferreira Gerente Regional do Nordeste da APEX BRASIL, que promove a Rodada de Negócios, disse que “a Rodada é extremamente relevante para que os compradores entendam a diversidade do nosso país, em termos de fruticultura. Disse ainda que cerca de 35 empresários de 11 estados brasileiros, terão a oportunidade de apresentar para novos compradores”.
Evandro Mascarelo, da GRAND VALLE, produtor e exportador de manga e uva, também falou que “é boa a expectativa em novos parceiros. Abrindo assim a safra do segundo semestre”.
E para João Hélio, Diretor Técnico do SEBRAE/RN, “mais uma edição da Expofruit em Mossoró, que mostra o momento das parcerias com a APEX, principalmente neste momento de tarifaço, onde a Rodada é estratégica é o momento oportuno para as empresas alçarem novos voos.”
A Programação continua durante os três dias, no auditório da UFERSA, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, acontece o Painel Empresarial. Onde empreendedores, produtores, importadores, exportadores, pesquisadores, universitários e interessados no setor, estarão presentes para várias palestras, das 08h às 17h.
Ainda, de quarta-feira, 20/08, até sexta-feira, 22/08, acontecerá a Feira EXPOFRUIT, das 18h às 23h, aberto ao público, na Estação das Artes Elizeu Ventania com a Entrada Gratuita.
Nos dias 20, 21 e 22/08, no estande da UFERSA, acontecerá, a apresentação de trabalhos científicos, das 18h às 23h. Iniciativa de valorização da produção acadêmica e extensão universitária.
“A Expofruit 2025 é uma realização do COEX – Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/RN) e da Universidade Federal Rural do Semi-árido (Ufersa), com a promoção da Promoexpo e conta com a promoção da PromoExpo. A feira tem o patrocínio do Governo Federal, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, da Prefeitura de Mossoró/RN, da Secretaria da Agricultura da Pecuária e da Pesca do Rio Grande do Norte, do Banco do Nordeste, da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – ApexBrasil e da Neoenergia Cosern.
Também possui o apoio do Ministério da Agricultura, Governo Cidadão, Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária (Idiarn), Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN (Idema), Sistema Fiern, Sistema Faern/Senar, Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do RN (Crea/RN), do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e da OCP Brasil. Além do apoio de mídia da Editora Gazeta, do Notícias Agrícolas, do Sistema Tribuna e da TCM. (Fonte: Bolsa Brasileira de Mercadorias).”
A reportagem da FM 98 e do Portal na Boca da Noite estará fazendo a cobertura deste evento durante os 3 dias com o apoio do Governo do Estado do Rio Grande do Norte. “Governo que fez, governo que faz!”
Reportagem: @_lisagomess & @pedrinaoliveirareporter




