O Palácio da Resistência entrou em operação de guerra. O objetivo é acelerar a transição para a transmissão do cargo do prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) para Marcos Bezerra (PSD).
Na prática, de acordo com informações de bastidores, há pouca coisa que Allyson precisa repassar para Marcos. O que está em jogo é a urgência em inaugurar obras que tragam dividendos políticos para Allyson.
O atual prefeito só quer deixar o Executivo após inaugurar o complexo viário 15 de Março. Mesmo que a obra não esteja cem por cento pronta.
A pressa para deixar a prefeitura tem um nome: Mederi. Allyson esperanceia deixar o Palácio da Resistência antes da possibilidade de ser obrigado a deixá-lo.
O prefeito teme uma medida de afastamento pela Justiça a partir de pedido feito pela Polícia Federal e/ou Controladoria Geral da União (CGU).
De acordo com fontes ouvidas pelo Boca da Noite, o pedido feito por Allyson Bezerra para ser avisado sobre medidas restritivas não tinha o objetivo de receberem resposta objetiva sobre o pedido (algo improvável), mas de medir a temperatura sobre tais medidas.
De forma objetiva, Allyson analisa o cenário para deixar a prefeitura antes de qualquer medida judicial, principalmente de pedido de afastamento do cargo, o que seria mortal para sua candidatura ao Governo do Estado. No Palácio da Resistência, esse é o assunto que toma de conta das conversas. Das rodas de café nos corredores às reuniões mais reservadas.
Fuga
Uma mulher, com cortes profundos no pescoço foi encontrada vagando pelas ruas do bairro Vertentes em Assu, pedindo socorro. Esse fato aconteceu neste domingo, 17/08. Populares acionaram a Polícia Militar (PM) que foi imediatamente socorrê-la. A mulher relatou à Polícia ter sido presa dentro de casa pelo próprio companheiro desde a noite de sexta-feira, dia 15/08.
Segundo a PM, a vítima foi encaminhada para o Hospital ontem precisou de cuidados médicos, e o corte precisou ser suturado. Os médicos informaram que não existia o risco de morte apesar da profundidade do ferimento.
A Polícia informou ainda que a mulher indicou o endereço da casa onde o homem a fez de refém e tentou contra a sua vida. A viatura foi imediatamente ao local e quando chegou encontrou o chão lavado com água e sabão.
O acusado, Emerson Bruno Sousa Costa, foi preso em flagrante a autuado pelos crimes de lesão corporal, cárcere privado e ameaça. Ele foi levado para o presídio de Caraúbas.
Veja em vídeo abaixo a fala do delegado responsável pelo caso:
O Supremo Tribunal Federal (STF) impôs hoje, 18/7, uma série de medidas restritivas ao ex-presidente Bolsonaro (PL). As restrições (uso de tornozeleira eletrônica, proibição de ter contato com embaixadores, não uso de redes sociais) foram pedidas pela Polícia Federal (PF) ao observar evidências de fuga de Bolsonaro. A Procuradoria Geral da República (PGR) se manifestou a favor.
As medidas foram impostas dentro do inquérito que apura se Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente, cometeu e/ou está cometendo os crimes de coação no curso do processo (art. 344 do Código Penal), obstrução de investigação de infração penal que envolva organização criminosa (art. 2º, § 1 º, da Lei 12.850/13) e abolição violenta do Estado Democrático de Direito (art. 359-L do Código Penal).
Eduardo está nos Estados Unidos agindo junto a autoridades americanas medidas retaliativas ao Brasil pelo fato de a Justiça brasileira estar cumporindo seu papel de investigar e punir Bolsonaro pelos crimes que este cometeu e tem cometido.
“Bandido bom é bandido morto”. “Não quer ir para a Papuda é só não fazer besteira”. Essas frases são um resumo do que o ex-presidente Bolsonaro (PL) passou todo o mandato presidencial ecoando. A primeira frase é criminosa. A segunda, uma bobagem.
Mas foi só descobriram os crimes que muitos dos bolsonaristas cometem, inclusive a familícia, que a extrema direita e os que o acompanham abandonarem esses “mantras”.
Enganou-se, no entanto, quem imaginou que o flerte com o crime desses cidadãos e cidadãs ficaria apenas nisso. Se limitariam em abandonar suas falas tolas, preconceituosas e, claro, criminosas. Engano.
Coube ao governador de São Paulo oferecer o ingrediente da semana do discurso e práticas contraditórias da camarilha. Pois o Tarcísio de Freitas pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para o ex-presidente Bolsonaro ir negociar com Trump (o extremista que boicota os EUA e quer levar o mundo a reboque).
Tarcísio, vejam só, pediu ao STF licença para um criminoso fugir. Agora, bandido bom não é mais bandido morto. É bandido em terras americanas. Vivendo a boa vida que os tolos lhes garantem (vide Eduardo Bolsonaro). Embora, sejamos honestos, é preciso investigar tanto Pix pra esse povo.
Enfim, Bolsonaro nunca negociou quando tinha à sua disposição as condições legais (investido de um cargo que lhe garantia fazê-lo), materiais ( nem passaporte à disposição ele tem) e morais (como um acusado de dar um golpe em um país tem a audácia de fingir que vai negociar em nome desse país?). É preciso ter comido muito capim pra acreditar nessa lorota.
Somente num país em que a Justiça age dentro dos princípios legais e respeitando a Constituição é possível propor um disparate como o proposto por Tarcísio.
Como governador do principal Estado do Brasil, Tarcísio deveria ter se poupado dessa vergonha. Atentem: Tarcísio é militar. Deveria como brasileiro e como membro do Exército, estar defendendo o país, mas prefere se aliar a quem tentou contra a Nação. Quer até mesmo ajudá-lo a fugir. Até mesmo quem come capim sabe que ao final é isso que se quer: impedir que Bolsonaro pague por seus crimes.
Tarcísio comanda um governo cuja polícia é uma das mais letais de mundo. A PM de Tarcísio adota matar negro, pobre e periférico. E Tarcísio quer ser presidente.
A Polícia Penal comunica a fuga dos presos Joab Frazão de Lima, 32 anos, e Wellington Silva Pereira, 26 anos, registrada no final da tarde de terça-feira (24), na Cadeia Pública de Mossoró (CPM). As forças de segurança foram acionadas e sem encontram em diligências na tentativa de captura dos fugitivos.
A Cadeia Pública fica em Riacho Grande, na Zona Rural de Mossoró, na RN 015.
Mais informações a qualquer momento…

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) revelou, em transmissão ao vivo nas redes sociais, que está fora do Brasil “há alguns dias” e que pretende formalizar um pedido de licença do mandato parlamentar, informa o g1. Condenada a dez anos de prisão por participação na invasão de sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a parlamentar afirmou que viajou à Europa em busca de tratamento médico.
“Queria anunciar que estou fora do Brasil já faz alguns dias. Eu vim a princípio buscando tratamento médico que eu já fazia aqui e agora eu vou pedir para que eu possa me afastar do cargo. Tem essa possibilidade da Constituição, acho que as pessoas conhecem um pouco mais essa possibilidade hoje em dia porque foi o que o Eduardo [Bolsonaro] fez também”, disse.
A decisão que condenou a deputada foi proferida em 18 de maio pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que também determinou a perda automática de seu mandato. No entanto, a efetivação dessa medida ainda depende de análise pela Câmara dos Deputados, onde há divergências sobre se a competência cabe à Mesa Diretora — como entendeu o STF — ou ao plenário da Casa.
A localização exata da parlamentar permanece desconhecida inclusive para sua própria defesa, segundo relataram seus advogados à imprensa.
Apesar de ser vista como um fator de desgaste dentro do PL, Zambelli deve receber apoio da bancada da legenda na Câmara. A deputada, no entanto, já foi apontada publicamente por Jair Bolsonaro (PL) como uma das principais responsáveis pelo desempenho eleitoral aquém do esperado em 2022. Desde então, sua relação com ele tem se mantido distante e marcada por tensões.
Com a possível licença de Zambelli, seu suplente deverá assumir temporariamente a cadeira, enquanto prosseguem os desdobramentos judiciais e políticos do caso. (Fonte: Brazil 247)
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reuniu apoiadores na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, na manhã deste domingo (16), para defender anistia aos condenados por invadir e destruir os prédios do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal (STF) em 8 de janeiro de 2023. Ele próprio corre risco de ser condenado por tentativa de golpe de Estado.

Em seu discurso, Bolsonaro – que não pode fugir – afirmou que não fugirá do Brasil para evitar uma eventual prisão ordenada pelo STF. “O que eles querem é uma condenação. Se é 17 anos para as pessoas humildes, é para justificar 28 anos para mim. Não vou sair do Brasil”, disse. Bolsonaro, que atualmente está inelegível, afirmou que não tem “obsessão pelo poder”, mas tem “paixão pelo Brasil”. O ex-presidente está com seu passaporte retido pela Polícia Federal.
Diante do apoio manifesto, mas considerando os desdobramentos do processo de que é alvo no STF, ele admitiu a possibilidade de não participar da próxima eleição presidencial. “Estamos deixando muitas pessoas capazes de me substituir”.
Ele ainda se esquivou da acusação de tentativa de golpe atribuída a ele. Afirmou que, por estar nos Estados Unidos na ocasião, não poderia ter participado de uma trama para impedir que Lula, que o derrotou nas eleições de 2022, assumisse a Presidência. Bolsonaro é acusado pelos crimes de organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, dano qualificado agravado pelo emprego de violência e deterioração de patrimônio tombado da União.
Os apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro ocuparam cerca de 300 metros da Avenida Atlântica, na Praia de Copacabana, na altura do Posto 4. O Monitor do Debate Político do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) e a Organização Não Governamental (ONG) More in Common calcularam a presença de 18 mil pessoas no ato deste domingo. Um software de inteligência artificial fez os cálculos a partir de fotos aéreas do público no horário de pico do ato, ao meio-dia. A expectativa dos bolsonaristas era reunir 1 milhão de pessoas. (Com informações da Agência Brasil)
O candidato a vice-prefeito na chapa de Allyson Bezerra, Marcos Medeiros, faltou à entrevista à Rádio TCM 95 FM, agendada para hoje, 16. Com essa decisão, Marcos repete o prefeito, seu mentor político, que também fugiu de outro programa da TCM: o debate com os candidatos a prefeito, dia 5 deste mês.
Só que, um pouco diferente de Allyson, que fugiu de confronto com os adversários no debate, Marcos, ao faltar ao programa Meio Dia TCM, foge das perguntas dos jornalistas e radialistas do grupo TCM. Do que receia o candidato a vice?
Mas a essência das duas fugidas é a mesma: a falta de compromisso com o povo para tratar de propostas para Mossoró. Também desprezo ao departamento de jornalismo da TCM e desrespeito ao próprio grupo de comunicação.
A ausência do candidato a vice foi comunicada aos ouvintes da Rádio TCM 95 FM pelo radialista Tárcio Araújo, no programa Meio Dia TCM. “A assessoria do candidato a vice-prefeito, Marcos Medeiros, comunica à Rede TCM que ele não estará presente; que seria no espaço de hoje. O que há de se fazer? Não podemos fazer nada. Vamos dar continuidade ao nosso trabalho”, informou.
A presença de Marcos Medeiros hoje no programa Meio Dia TCM foi definida em sorteio, realizado sexta-feira (13) e que definiu a ordem de participação dos candidatos na rodada de entrevistas que a 95 FM realiza, esta semana, com os candidatos a vice-prefeito e que fará, próxima semana, com os postulantes à chefia do Poder Executivo.
No meio político, a ausência de Marcos Medeiros causou certo estranhamento, porque, embora seja considerado obscuro e escorregadio, ele participou da entrevista que a Rádio Rural de Mossoró realizou com os candidatos a vice-prefeito, semana passada.
Porém, o desempenho dele foi considerado sofrível. E, segundo fontes dos bastidores, Allyson Bezerra desaprovou a performance do pupilo e vetou qualquer participação de Marcos Medeiros em entrevistas, para não disseminar ao público o visível despreparo do seu nome a vice para a carreira política.
Por Pedrina Oliveira
O fato inusitado aconteceu na madrugada de domingo, (25/08), no bairro Doze Anos, próximo do Largo da Igreja São João, em Mossoró, no Oeste do RN, onde acontecia uma blitz da Lei Seca de Natal.
Um homem de 49 anos, saiu de seu carro, parecido com um buggy, um carro aberto, ele pula do carro e sai correndo pelas ruas e calçadas do bairro.
O homem é alcançado pelos policiais que após o bafômetro, constataram no primeiro teste, 0,69mg/L e no segundo teste, 0,79mg/L. O homem foi conduzido para a delegacia de plantão e preso por dirigir embriagado, desobediência e resistência.
Por Pedrina Oliveira
Mais uma fuga de detentos, acontece no Rio Grande do Norte, desta vez, em um presídio estadual, em Nísia Floresta, onde Gustavo da Rocha Dias, 30 anos e
Ricardo Campelo da Silva, 43 anos, fugiram usando uma bicicleta, imagens de câmeras de segurança , divulgadas nas Redes Sociais, mostram os dois em uma bicicleta com as roupas do presidio, nesta terça-feira, 30/04.
A Secretaria de Administração Penitenciária, emitiu uma nota:
A Secretaria da Administração Penitenciária (Seap) informa que, nesta terça-feira (30), ocorreu a fuga de dois apenados da Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga, em Nísia Floresta. As forças de segurança estão mobilizadas para recapturar os detentos. Trata-se dois internos qualificados para serviços. A Seap deu início à apuração das circunstâncias da fuga.
Informações que possam levar a recaptura dos foragidos devem ser repassadas através do Disque Denúncia 181 ou pelo 190.

