O Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte está realizando, nos dias 26 e 27 de março, uma operação de fiscalização em bombas de combustíveis em Mossoró, no Rio Grande do Norte.
A ação tem como principal objetivo assegurar que os consumidores recebam exatamente a quantidade de combustível pela qual estão pagando, evitando prejuízos e possíveis fraudes.
Durante a fiscalização, os técnicos utilizam um medidor padrão de 20 litros para verificar a precisão das bombas. O teste consiste no abastecimento direto desse recipiente. Caso a bomba registre 20 litros, mas o volume real seja inferior — como 19,9 litros, por exemplo — o equipamento é considerado irregular e imediatamente interditado.
Além da medição, a equipe também verifica os lacres de inviolabilidade das bombas. Esses dispositivos não podem estar rompidos ou violados, pois isso pode indicar manipulação no mecanismo interno, caracterizando uma irregularidade grave.
Outro ponto analisado é o selo de verificação, que deve estar visível e atualizado com o ano corrente, como 2026, ou, em alguns casos, com validade para o ano seguinte. A ausência do selo, sua adulteração ou prazo vencido também configura irregularidade.
De acordo com o Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte, a fiscalização é fundamental para garantir transparência nas relações de consumo e proteger a população contra práticas abusivas no abastecimento de veículos.


