Sumiu, desapareceu, escafedeu. Ninguém sabe, ninguém viu. Essa é a situação do gestor cultural Francisco Thiago Bento. Diretor do Departamento de Gestão Cultural da Secretaria Municipal de Cultura, Thiago Bento foi demitido pelo prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) dia 1º de maio, feriado nacional do Dia do Trabalho.

A exoneração de Thiago foi publicado no Diário Oficial de Mossoró (DOM) no mesmo dia em que vazou um áudio no qual Thiago aparece supostamente falando sobre superfaturamento de cachês.

“Se os valores cobrados fossem ‘20 ou 25 mil, colocamos 50 mil’”. Se tudo der certo, preciso alterar aqui… se seu cachê for 20 mil, a gente coloca 25 mil, e cinco é meu, entendeu?”, fala a pessoa no áudio que está sendo atribuído a Thiago Bento.

Depois da demissão, Thiago nunca mais foi visto. Nem por vizinhos. Thiago também não tem falado com conhecidos ou amigos. Nem por telefone. Pessoas próximas ao gestor cultural dizem ser essa a primeira vez que Thiago fica incomunicável. O caso preocupa a muitos dos vizinhos e amigos. Principalmente porque não se sabe se Thiago Bento sumiu ou foi aconselhado a sumir.

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