A Associação Redepetro RN participou da segunda edição do Congresso Brasileiro de Minas e Energia (CBME 2026), encerrada na quarta-feira (19), no Ministério de Minas e Energia, em Brasília (DF). A entidade foi representada pelo presidente, Criste Jones, e pelo vice-presidente, Ubiratan Santos.
O congresso reuniu representantes do governo, especialistas e lideranças do setor para discutir perspectivas e desafios relacionados à mineração, petróleo e gás, energia elétrica e transição energética no Brasil.
Para Criste Jones, a participação da Redepetro RN contribui para ampliar a visibilidade do Rio Grande do Norte como um polo estratégico de fornecimento de produtos e serviços para o setor energético.
“Estar presente no Ministério de Minas e Energia e colaborar nas discussões do setor garante que as empresas do nosso estado não apenas acompanhem a evolução do mercado, mas façam parte das decisões que moldam o futuro da energia no Brasil”, afirmou.
Diálogo e articulação institucional
Entre os resultados da participação no congresso, o presidente da entidade destacou a aproximação com órgãos governamentais e a integração com o Fórum Nacional dos Secretários Estaduais de Minas e Energia (FNSME).
A Redepetro RN também participou da elaboração conjunta da Carta de Brasília, documento que reúne propostas para o desenvolvimento sustentável do setor e que deverá servir como referência para a formulação de novas políticas públicas.
“Também trabalhamos na elaboração conjunta da Carta de Brasília, documento que consolida as propostas para o desenvolvimento sustentável do setor e orientará novas políticas públicas”, acrescentou Criste Jones.
Transição energética e novas oportunidades
Durante o evento, a entidade acompanhou o lançamento do Atlas Brasileiro da Transição Energética 2026, iniciativa que, segundo a Redepetro RN, pode abrir novas possibilidades de atuação para empresas que integram a cadeia de suprimentos do Rio Grande do Norte.
A participação no congresso também permitiu acompanhar tendências apresentadas em painéis sobre exploração de petróleo e gás e minerais críticos. Na avaliação da entidade, os debates podem contribuir para ampliar as oportunidades de mercado para fornecedores potiguares.
“Sem falar no mapeamento de tendências nos painéis de exploração de petróleo e gás e minerais críticos, ampliando o mercado para os fornecedores do Rio Grande do Norte”, concluiu o presidente.


