O prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) poderá sofrer novos reveses políticos nos próximos dias. O clima na bancada governista não é dos melhores.
Até dezembro pelo menos 3 vereadores podem deixar o governismo. E não é por causa da candidatura da primeira dama Cíntia Pinheiro. Allyson quer eleger Cinthia deputada estadual e vem obrigando os vereadores da situação a abraçar esse projeto. Nem todos estão dispostos. Não sem razão, já teve uma primeira baixa.
Apesar das insatisfações no campo político-eleitoral, não é por essa razão que a bancada poderá sofrer novas baixas.
O descontentamento tem outra razão. O prefeito não estaria cumprindo com acordos feitos com alguns desses vereadores.
Pelo menos três deles tem se articulado no sentido de fazer com que o gestor cumpra com o acordado.
A insatisfação é maior porque o prefeito estaria “enrolando” os parlamentares.
Esses três já teriam percebido a manobra e definiram um prazo para que a situação seja resolvida. Para eles, a espera se encerra em dezembro. Caso o prefeito siga “se fazendo de desentendido”, esse grupo pretende desembarcar do governo.
Allyson
O vereador Wiginis do Gás (União Brasil) foi mais um a ser desalojado do ninho governista. Não foi o primeiro. Nem será o último. Também não foi sem aviso. Ele sabia – ou deveria saber – que nenhum esforço que faça para agradar ao prefeito mandão será suficiente para aplacar a ira quando aquele for contrariado. A vaidade doentia do prefeito não permite que ele próprio avalie seus atos.
Wiginis defendeu como poucos – e sem noção – um governo ruim, centralizador, personalista, enganador e falso. Chegou, inclusive, a tripudiar dos outros para agradar a Allyson. Debochou de tantos por se achar parte do governo. Era apenas mais um sendo usado.
Como o prefeito acha que não precisa mais dele, Wiginis foi expulso, chutado, escorraçado, descartado, expurgado. Virou um proscrito. Uma secreção a ser excretada. Pústula a ser evitada.
Wiginis não foi apenas descartado. Foi eliminado, excluído, banido. Expelido, como são os organismos inconvenientes. As substâncias indesejadas. Os resíduos não aproveitados. Os dejetos indesejados.
Triste, mas esperado fim. Previsível desfecho. Uma tragédia da nossa política tratada como comédia da vida pública.
Wiginis parece que não entendeu. Finge que não foi evacuado. Afirma que agora é independente. A declaração só serve para mostrar que o vereador, assim como muitos da bancada governista, não tem vontade própria. Assim como Wiginis, outros também serão expelidos, desterrados, eliminados, afastados.
O achincalhe público a que foi submetido parece não ter sido suficiente para Wiginis passar, de fato, a ser oposicionista. Dizer-se independente soa como alguém que voltará ao primeiro sinal do tilintar de trinta moedas.
Há um racha grande na base do prefeito Allyson Bezerra (União Brasil). Pelo menos metade dos seus integrantes tem dito que não vai apoiar a candidatura da primeira dama Cíntia Pinheiro a deputada estadual.
Os primeiros estragos já estão sendo contabilizados. Tirano, Allyson Bezerra tem agido bem a seu modo. O que o Boca da Noite tem dito há tempos, o vereador Wigninis do Gás (UB) vem denunciando na prática.
Segundo o parlamentar, o prefeito o expulso da bancada governista porque ele se recusou a aceitar apoiar o projeto do gestor de fazer da própria esposa deputada.
Mais do que comprovar o estilo autoritário com que Allyson faz política, a denúncia de Wiginis derruba de vez a máscara de Allyson, que se traveste de político progressista. O episódio com Wiginis do Gás traz uma certeza: Allyson é muito do que os políticos da velha política que ele critica.
Veja a denúncia feita por Wiginis
O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil) governa na base do improviso. A idas e vindas relacionadas ao Nogueirão, e o anúncio de qyue a Policlínica de Mossoró será um hospital municipal são exemplos disso.
Não se trata apenas de falta de competência, administrativa. É também escassez de tempo. Allyson não tem como conduzir os destinos da cidade. Isso porque usa tempo e recursos para viabilizar sua candidatura ao Governo do Estado. Em nome disso, tem saído rotineiramente da cidade.
Atualmente, por exemplo, Allyson está na China. O pretexto é de participação com líderes partidários em eventos na área de tecnologia. Nas horas vagas, muita articulação política. A mídia ligada ao Palácio da Resistência tem divulgado diariamente isso. Há um problema, porém.
Para demonstrar suposta relevância de Allyson junto a lideranças do União Brasil, partido do prefeito, tem se difundido que o gestor tem se articulado com a cúpula da agremiação. A estratégia pode ter efeito contrário.
É que a principal liderança do UB é o seu presidente, Antônio Rueda. O problema? Pesam sobre Ruedas suspeitas de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Entre as acusações mais graves que recaem sobre Rueda está a suspeita de que ele seria dono de aviões operados por empresa de voos do PCC.
Veja o que diz a grande imprensa sobre Rueda:
Piloto diz que Rueda é dono de aviões do PCC
Rueda esteve em reunião com chefe de esquema do PCC que negociava venda de empresa de gás
Gestão de Allyson gasta R$ 65 milhões/ano para contratar 1.060 terceirizados de uma única empresa
Do Blog do Barreto
A vereadora Marleide Cunha (PT) revelou em vídeo que o prefeito Allyson Bezerra (UB) está gastando R$ 65.360.702 com 1.060 servidores terceirizados da empresa Servnews.
Isso dá uma média de R$ 61.661/ano por trabalhador, o que dá uma média mensal R$ 5.138,41. Seria um salário razoável, mas a verdade é que a maior parte desse pagamento fica com a empresa que atua como mera intermediária nas contratações.
São ao todo 14 contratos com a mesma empresa, o maior deles é na Secretaria Municipal de Educação no valor de R$ 26.714.022,48.
“O prefeito e Mossoró está criando um rombo nas contas públicas do município e quem vai pagar a conta é você”, afirmou Marleide no vídeo.
Marleide ainda lembrou que esses contratos vencerão nas vésperas das eleições. “Tudo arquitetado e planejado para ter ganhos políticos em relação a esses contratos”, frisou.
Confira os valores dos contratos:
Secretaria Municipal de Gestão de desenvolvimento de pessoas: R$ 835.672,53 (14 terceirizados);
Secretaria Municipal de Esportes e Lazer: R$ 724.409,19 (12 terceirizados);
Secretaria Municipal de Serviços Urbanos: R$ 6.235.417,42 (94 terceirizados);
Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico: R$ 5.254.024,65 (92 terceirizados);
Secretaria Municipal de Governo: R$ 2.432.210,57 (43 terceirizados);
Procuradoria Geral: R$ 483.820,88 (9 terceirizados);
Secretaria Municipal de Infraestrutura: R$ 6.765.059,97 (111 terceirizados);
Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Rural: R$ 4.858.114,25 (70 terceirizados);
Secretaria Municipal de Cultura: R$ 2.491.543,68 (45 terceirizados);
Secretaria Municipal de Administração: R$ 5.942.083,77 (76 terceirizados);
Secretaria Municipal da Fazenda: R$ 1.020.934,32 (18 terceirizados);
Secretaria Municipal de Programas e Projetos Estratégicos: R$ 297.355,64;
Secretaria Municipal de Segurança e Defesa Civil: R$ 1.306.033,09 (22 terceirizados);
Secretaria Municipal de Educação: R$ 26.714.022,48 (449 terceirizados).
O prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) é um fenômeno. O gestor, reconheça-se ainda tem uma grande capacidade de mobilizar pelas redes sociais.
Apesar dessa força, no entanto, a fórmula apresenta cansaço. E o próprio prefeito já se deu conta disso. Insiste, no entanto, por não ter outra alternativa.
O caso Nogueirão é um exemplo. A gestão Allyson é acusada de fraudar o processo de municipalização do estádio. Enquanto a realidade mostra irregularidades e mais irregularidades, o prefeito tenta convencer a população do contrário. Para isso, mente e promete.
O prefeito está encurralado. Principalmente porque não vai conseguir resolver o problema do Nogueirão. Até mesmo uma lei autorizando uma permuta ele fez seus vereadores aprovar.
A permuta implica a que alguém construa um estádio em outro local em troca do terreno onde hoje está erguido o Nogueirão.
Allyson está dando entrevista às rádios e blogues aliados garantindo que o Nogueirão vai permanecer no mesmo lugar. As novas declarações de Allyson mostram que o prefeito está perdido em suas próprias. Agindo como criminoso que, após cometer um crime, segue em delito tentando apagar as provas do mal feito.
Como cão querendo atacar o próprio rabo, Allyson agora, além de mentir, está prometendo o que já existe. O que segue sendo uma mentira.
Ontem, em live, Allyson disse que Mossoró vai ganhar um hospital municipal. Uma grandíssima mentira. Um homérico embuste. Uma enganação.
A prefeitura está construindo, com recursos do Governo federal, uma policlínica ao lado da UFERSA. É esse equipamento, cuja construção segue a passos lentos, que o prefeito quer fazer crer que será um hospital municipal.
Na prática, Allyson usa o que já existe – embora ainda inconcluso – para prometer o que não haverá.
Toda a espetacularização com o único propósito de desviar o foco para as irregularidades no caso do Nogueirão. E principalmente para jogar cortina de fumaça na trapaça que pretende fazer com a promessa de permuta.
Além disso, a estratégia mostra que o prefeito sabe que já esticou a corda demais prometendo o que não cumpre. Allyson inaugura a era da reciclagem de promessas. Claro: aumentando a promessa. Como todo mentiroso faz.
O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), cuja gestão responde a um processo por suspeita de fraude na municipalização do estádio Nogueirão, usava a lentidão da Justiça a seu favor.
A demora do Judiciário em decidir a questão escondia parte da incompetência do prefeito para resolver a situação do estádio.
O anúncio feito pela governadora Fátima Bezerra (PT) de que o Governo do Estado vai construir um novo estádio na cidade deixou o prefeito atônito. Allyson percebeu que a população não engole mais suas desculpas e promessas nunca cumpridas. A saída encontrada por ele foi de propor a permuta para a construção do estádio.
Bem a seu estilo autoritário e obscuro, o prefeito enviou o Projeto de Lei 150/2025, à Câmara Municipal já exigindo que seu vereadores votem em regime de urgência. Trata-se, no entanto, de mais uma manobra.
É que o imóvel em questão (Nogueirão e seu terreno contíguo) não podem ser permutados.
Primeiro porque uma cláusula no contrato de doação do terreno à Liga Desportiva Mossoroense (LDM) impede a permuta. E segundo, e tão grave quanto: a impossibilidade de se negociar um bem que está sub judice.
Esses fatos reafirmam que o interesse de Allyson com o projeto é apenas manobrar e buscar mídia positiva já que tem saltado aos olhos dos mossoroenses sua completa inapetência para resolver a questão do Nogueirão.
Prefeito Allyson Bezerra faz o esporte de Mossoró pagar o maior “mico” de todos os tempos
Domingo 12 de outubro, dia das crianças e de Nossa Senhora Aparecida, data que ficará marcada pra sempre na história de Mossoró e da cidade de Serra do Mel-RN.
A primeira pela vergonha de ter um estádio abandonado e servindo de abrigo para moradores de rua, cavalos, ratos e morcegos etc. A outra por construir um estádio para receber partidas de futebol profissional entre as equipes do Baraúnas e Mossoró Esporte Clube. Dois clubes por incrível que pareçam, da cidade de Mossoró, fazendo com que deixe o seu município numa situação vexatória.
A cidade de Mossoró, através do seu prefeito Allyson Bezerra (União Brasil), enterra de vez o esporte e ver um município vizinho com pouco mais de 13 mil habitantes, que possui um prefeito arrojado, com vontade de desenvolver sua cidade, com trabalho, garra e pouco recursos, dá-lhe uma lição de como deve ser feito pelo esporte e futebol local.
O prefeito Kênio Azevedo e toda sua equipe, incluindo o ex-prefeito Josivam Bibiano, deram demonstração de como deve ser administrada uma cidade. Ao prefeito de Mossoró, Allyson dos pulinhos, fica a decepção do desportista mossoroense pela falta de empenho, zelo e valorização do futebol local. Por isso, Mossoró está a cada dia, afundando mais em todas as áreas e o prefeito em campanha para tentar emplacar seu nome ao governo, deixando o município abandonado e as pessoas a ver navios.
São atitudes e ações como essa que envergonham a sociedade mossoroense e levam a cidade ao ridículo na área esportiva, com o ginásio de esporte prestes a fechar também.
Mossoró anda pra trás a passos largos e quem sofre as consequências é o seu povo, que ver esse segundo mandato de Allyson pulinhos, capegando e levando a terra de Santa Luzia para um abismo sem fim. (Fonte: Mossoró Realista)
O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil) tem muito interesse em controlar o conselho do Instituto de Previdência de Mossoró (Previ Mossoró). Os mais de R$ 200 milhões que tem no cofre da autarquia talvez explique o demasiado interesse.
O certo é que o prefeito fez de tudo para emplacar vassalos seus no colegiado.
Primeiro, criou uma lei para passar para a prefeitura o direito de escolher os representantes dos trabalhadores. Quem fazia o pleito era o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM). Antes, porém, já tinha criado uma associação pelega para evitar ter que negociar com o SINDISERPUM, entidade que é legitimamente a representante dos servidores.
Não satisfeito em realizar um processo pré-votação cheio de má intenções, o prefeito criou duas atividades para desmobilizar os servidores, principalmente os professores.
Na quinta-feira passada, 9/10, obrigou as escolas a levar os alunos para ir ao ginásio municipal para bater palmas para os projetos eleitoreiros que ele criou. Mesmo com o ginásio não estão em condições de receber público em segurança, a prefeitura submeteu crianças e adolescentes ao risco.
Não satisfeita, a gestão repetiu a dose na sexta-feira, dia da votação. Mais uma vez obrigou as escolas a levar os estudantes do 5º Ano para ir ao ginásio municipal. O pretexto seria a realização de um aulão do Saeb.
O aulão foi um fracasso porque, de fato, não era para isso que a convocação foi pensada. O ginásio, quente, inseguro e sem acústica, não propiciou a atividade. O simulado de Língua Portuguesa constava de 18 questões. Apenas 7 foram trabalhadas. O calor insuportável obrigou a prefeitura e encerrá-lo. Deu tempo apenas de se fazer vídeos e fotos para propaganda pessoal de Allyson Bezerra. E, claro, desmobilizar os professores para não ir votar na eleição do Previ Mossoró.
Mesmo com todas as tentativas de fraudar o processo, o prefeito levou uma “tremenda” surra. Sua chapa recebeu apenas 162 votos, enquanto a chapa que verdadeiramente representa os trabalhadores obteve 680. Uma diferença de 518 votos. Uma derrota fragorosa para o vaidoso e ardiloso prefeito.
O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil) completou ontem o gabarito de político bolsonarista. E do pior tipo: daqueles que se encondem atrás da religião. Mais grave: que usa a Bíblia para blindar-se. E herege dos hereges: que usam o santo nome em vão.
Allyson gabarita como o pior tipo de político que o país já produziu. Uma caricatura de Hades. Um profeta de Baal.
Como um extremista dos extremistas, hipócrita dos hipócritas e canalha dos canalhas, Allyson não hesita em atribuir aos outros tudo o que ele é. Allyson é um mentiroso compassivo. Mente tanto que é impossível não imaginar que não tenha algum desvio psíquico.
Mas ontem, Allyson se superou. Para tentar impingir aos outros uma pecha que é sua – e só sua – o prefeito de Mossoró recorreu ao livro sagrado. Com a empáfia dos que acham que somente eles conhecem a palavra de Deus. E disse: “O pai da mentira é o diabo, está na Bíblia”.
Allyson tem razão em fazer a citação, embora o faça de forma caricatural, como o fazem todos os que usam a religião para conseguir poder. Logo Allyson, que essa semana mentiu vergonhosamente ao dizer que pegou o Nogueirão este já tinha passado dois anos fechado.
O prefeito de Mossoró, no entanto,”só esquece” de dizer em suas entrevistas que ele é um mentiroso contumaz. E, para fazer uso de suas palavras, e considerando seu histórico de farsante, que ele não se surpreenda quanto todos perceberem que se o Diabo é o pai da mentira, ele, Allyson, pode não passar de um filhote de Lúcifer.
Abaixo, alguns poucos registros das muitas vezes que Allyson mentiu
Saiba quem ainda se constrange com as mentiras de Allyson Bezerra
Allyson transforma entrevista à Cabugi em festival de besteiras e mentiras

