prefeito
O prefeito de Mossoró, Marcos Bezerra (Republicanos) vai enfrentar mais um primeiro protesto público como prefeito de Mossoró. Profissionais aprovados no concurso da Educação, promovido pela prefeitura, vão acampar em frente ao Palácio da Resistência (sede do Executivo) para pressionar pela convocação.
Os professores e demais profissionais aprovados no certame relatam que estão cansados de esperar pela convocação e, por isso, estão se organizando para acampar em frente à Prefeitura de Mossoró. Ainda não há data para a realização do ato. Por enquanto, os organizadores do protesto estão mobilizando tanto os aprovados quanto cidadãos que queiram se somar à luta, principalmente pais de estudantes que estão sem frequentar a escola por falta de professores.
Mossoró vai passar a contar com novo prefeito a partir desta sexta-feira (27), quando a Câmara de Mossoró vai realizar sessão para a leitura da carta de renúncia do prefeito Allyson Bezerra. O momento será na Câmara Municipal de Mossoró, às 16h. Em seguida, às 18h, o Legislativo mossoroense fará a transmissão do cargo de prefeito a Marcos Medeiros, no Teatro Municipal Dix-Huit Rosado.
A carta renúncia foi protocolada pelo chefe do Poder Executivo na Câmara Municipal e será publicada em “Ato da Presidência” no Diário Oficial de Mossoró (DOM). O documento foi lido em plenário durante a sessão ordinária desta quarta-feira (25).
A programação contará com dois momentos. O primeiro, de caráter extraordinário, está agendado para às 16h, no plenário vereador João Niceras de Morais, e será destinada à leitura da carta de renúncia do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra.
Em seguida, será realizada sessão solene para a posse do vice-prefeito, Marcos Medeiros, que assumirá o cargo de prefeito em decorrência da vacância. A solenidade acontecerá às 18h, no Teatro Municipal Dix-Huit Rosado.
O momento será transmitido ao vivo pelos canais oficiais da Câmara Municipal de Mossoró: TV Câmara (sinal aberto 22.2) e pelo YouTube da TV Câmara Mossoró.
O prefeito Allyson Bezerra insiste em dizer que deu o maior reajuste da história do piso do magistério em Mossoró. “É mentira”, ressalta a professora Marleide Cunha.
Dirigente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) e vereadora, Marleide desmente com dados a farsa repetida pelo gestor mossoroense.
“A verdade é que, na história do piso do magistério em Mossoró, ele foi o ÚNICO gestor que ZEROU o reajuste dos professores por três anos: 2021, 2023 e 2025”, destaca a docente.
Nas três oportunidades em que respeitou a Lei do Piso, Allyson repassou um percentual de reajuste de 42,68%, atrás de Fafá Rosado, que concedeu 46% de reajuste, em três anos.
Allyson figura no topo do rankung negativo, ao ser o único prefeito que não respeitou a lei do piso em três anos: 2021, 2023 e 2025. Coincidentemente, ele concedeu reajuste nos anos eleitorais: 2022, 2024 e esse ano (em que ele pretende ser candidato a governador).
“Os números provam que ele Allyson é o prefeito que mais desvalorizou professores”, finaliza.
Veja abaixo vídeo de Marleide Cunha mostrando as mentiras de Allyson sobre o reajuste do piso:
Ministério Público quer que prefeito devolva aos cofres públicos dinheiro desviado em compra ilegal de combustível
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) ajuizou uma Ação Civil Pública (ACP) por ato de improbidade administrativa contra o prefeito de Lajes, Felipe Ferreira de Menezes Araújo, e a empresa Auto Posto São Tomé Ltda. Em caráter liminar, a Promotoria de Justiça da Comarca requer a indisponibilidade de bens dos requeridos para garantir o ressarcimento de R$ 335.304,34 ao cofre público municipal.
A investigação ministerial teve origem em um inquérito civil que analisou a dispensa de licitação emergencial número 003/2021 e o contrato administrativo número 002/2021. Ambos destinados ao abastecimento de veículos oficiais da cidade. Esses fatos ocorreram a partir de janeiro de 2021 quando Felipe Ferreira já era prefeito de Lajes.
Um laudo pericial contábil elaborado pela Central de Apoio Técnico Especializado (Cate/MPRN) revelou que o Município efetuou pagamentos totais de R$ 866.026,63 à empresa. O montante supera em mais de R$ 335 mil o valor efetivamente liquidado, que foi de R$ 530.722,29. Além disso, a perícia constatou que houve um desembolso de R$ 298.995,22 sem a devida correspondência em notas fiscais emitidas.
Na ACP, o Ministério Público ainda detalha que o prefeito, como ordenador de despesas, assinou pessoalmente as ordens de pagamento e os termos aditivos, descumprindo o dever de assegurar a regular liquidação da despesa antes do pagamento. A ação ressalta que houve resistência por parte do gestor em fornecer a documentação contábil durante a fase de investigação, o que motivou inclusive o envio de peças para apuração criminal por desobediência.
Diante dos fatos, o Ministério Público requer a condenação dos envolvidos nas sanções da Lei de Improbidade Administrativa, que incluem o ressarcimento integral do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e proibição de contratar com o poder público.
Afronta à lei
O MPRN aponta que o primeiro termo aditivo ao contrato excedeu o limite legal de 25% estabelecido pela legislação vigente à época, alcançando um acréscimo de 26,14% sobre o valor original. A peça inicial destaca que o aditivo omitiu o valor global da prorrogação, apresentando apenas o valor mensal, o que dificultou a fiscalização do excesso.
Outra irregularidade mencionada refere-se à ausência de informações obrigatórias nas notas fiscais, como a placa e a quilometragem dos veículos abastecidos, descumprindo normas do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e impedindo o controle do destino do combustível.
Em relação à empresa, o MPRN argumenta que ela se beneficiou diretamente ao receber valores superiores aos faturados. Além disso, foram identificados indícios de direcionamento e praticado sobrepreço em relação aos valo
Ministério Público Federal denuncia prefeito por liderar esquema em contratos da saúde
O Ministério Público Federal (MPF) denunciou o prefeito afastado de Sorocaba (SP), Rodrigo Manga (Republicanos), a mulher dele, Sirlange, e outras 11 pessoas sob suspeita de participação em um esquema de desvio de recursos públicos na área da saúde. A acusação envolve contratos firmados entre a prefeitura e a organização social Iase (Instituto de Atenção à Saúde e Educação). O casal nega irregularidades.
Manga está fora do cargo desde novembro, por decisão do TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), tomada durante a fase de investigação. Na denúncia apresentada no fim de janeiro, o Ministério Público Federal atribui ao prefeito os crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro. Cabe agora à Justiça decidir se aceita a acusação. Se isso ocorrer, os denunciados se tornarão réus. As informações são da Folha de São Paulo.
Segundo os procuradores, o prefeito era “peça-chave” de uma organização criminosa estruturada para desviar verbas municipais por meio de contratos direcionados ao Iase. O caso surgiu a partir de investigação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público do Rio Grande do Sul, após a interceptação de um áudio que mencionava Manga logo depois das eleições de 2020. A informação foi compartilhada com autoridades paulistas, que aprofundaram a apuração.
De acordo com a denúncia, houve 2 contratos entre a prefeitura e o Iase. O 1º teria sido firmado sem licitação, com base em uma situação emergencial que, segundo o MPF, não existia. O 2º passou por chamamento público, mas o edital já estaria direcionado à entidade. Em uma das conversas anexadas ao processo, o então secretário de Administração, Fausto Bossolo, disse estar “suando frio” antes de saber o resultado da seleção. Depois de confirmar que o Iase havia vencido, escreveu que ficou “mais tranquilo” e mencionou um “susto”. Bossolo também foi denunciado.
A defesa afirmou ter confiança de que provará a inocência dele e sustentou que a contratação não passou por sua pasta. Os procuradores pedem o confisco de bens dos envolvidos, ressarcimento dos valores apontados como desviados e indenização de R$ 7 milhões à União e ao município, metade para cada ente.
A denúncia sustenta que parte da propina chegava ao casal por meio de intermediários, entre eles o empresário Marcos Mott e o pastor Josivaldo Batista de Souza, concunhado do prefeito. Em buscas, foram apreendidos R$ 646 mil na casa de Mott e R$ 700 mil na residência do pastor. Relatório de inteligência financeira apontou depósitos de R$ 237 mil em cédulas de pequeno valor, algumas danificadas. O MPF afirma ainda que uma planilha paralela atribuída ao pastor registrava entradas e saídas de recursos do esquema. A defesa de Manga declarou que a denúncia decorre de investigação “completamente nul” e afirmou que o prefeito é alvo de perseguição política. O Iase negou irregularidades e disse que demonstrará a legalidade dos contratos nos autos, que tramitam sob segredo de Justiça. O Poder360 procurou a assessoria de Rodrigo Manga para perguntar se gostaria de se manifestar a respeito do tema. Não houve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital. (Fonte: Poder 360)
MATEMÁTICA DE MOSSORÓ – Rodrigo Manga é um dos ídolos do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), que afirma nas redes sociais se inspirar como gestor no prefeito sorocabano. Por ironia do destino, Allyson está sendo acusado pela Polícia Federal (PF) de ser o suposto líder de um esquema de roubo de dinheiro da saúde de Mossoró.
Veja mais abaixo:
Vereador Cabo Deyvison denuncia intimidação por parte do prefeito Allyson Bezerra
O vereador Cabo Deyvison (MDB) usou suas redes sócias para denunciar que está sendo intimidado pelo prefeito Allyson Bezerra (União Brasil)/
“Após ameaças públicas feitas pelo prefeito Allyson Bezerra, fui processado”, anunciou o parlamentar”, mostrando papéis que seriam da notificação processual. Par Cabo Deyvison, o propósito é de intimidá-lo.
Segundo Cabo Deyvison, o objetivo do prefeito ao processá-lo não é vencer com o argumento, mas “cansar, desgastar, sufocar”.
Confira o vídeo do Cabo Deyvison:
A Câmara de Mossoró quase pegou fogo em sua sessão desta terça-feira. Teve de tudo: insinuações, revelações, ameaças e… chantagem. Tudo feito pelos vereadores bolsonaristas (Cabo Deivison, Jailson Nogueira e Wiginis do Gás).
Uma das coisas que mais chamaram a atenção nas falas dos parlamentares acima foi uma frase de Wiginis do Gás (União Brasil).
Recém-expulso da base governista, Wiginis disse que seria independente. Não iria para a oposição. Logo tomou um chá de revelação de Deyvison: ou se é oposição ou situação.
O que o Wiginis deixava subentendido era de que não queria atacar o prefeito Allyson Bezerra (União Brasil). Mais que isso: que gostaria de voltar para a base governista.
Ontem, Wiginis subiu o tom. Falou mais grosso. Infelizmente, o intento parece ser o mesmo: ser chamado de volta. E, para tanto, fez uma ameaça em tom de chantagem. Ou uma chantagem em forma de ameaça: “Eu sei demais”.
Ocorre que ao fazer tal afirmação, Wiginis entra num caminho sem volta. Mesmo querendo voltar.
É que ao dizer que sabe muito, o vereador revela, sem querer querendo, que a gestão Allyson Bezerra tem coisas não republicanas. A ameaça -chantagem de Wiginis torna ainda mais suscetíveis à necessidade de investigação as denúncias de todos já sabidas: corrupção, irregularidades, nepotismo, uso da prefeitura para fins eleitoreiros, etc, etc, etc. Sorocaba é bem ali.
Então, por tudo o que disse que sabe, Wiginis tem uma grande dívida com seus eleitores e com Mossoró: levar às autoridades judiciais e policiais o que está sabendo.
Em seu segundo mandato, Wiginis já deve ter sido alertado por sua assessoria jurídica que não comunicar crime do qual tem conhecimento é prevaricação.
Por tudo, isso, é que Wiginis tem muito a fazer. Só não faça chantagem, Wiginis.
A Polícia Federal apontou o prefeito de Sorocaba (SP), Rodrigo Manga (Republicanos), como líder de uma organização criminosa e principal beneficiário de um esquema de corrupção ligado à administração municipal. O relatório, que embasou seu afastamento do cargo por 180 dias, foi obtido pelo g1 e pela TV TEM.
De acordo com a investigação, o grupo atuava desde o início do mandato de Manga, em 2021, e usava contratos fictícios de publicidade para lavar dinheiro. A empresa 2M Comunicação, de propriedade da esposa do prefeito, Sirlange Rodrigues Frate, firmava contratos simulados com a Sim Park Estacionamento, do empresário Marco Silva Mott, e com a Igreja Cruzada dos Milagres dos Filhos de Deus, ligada ao cunhado de Manga, Josivaldo Batista de Souza.
Os acordos, segundo a PF, eram usados para dar aparência legal a valores desviados de contratos públicos. As transações somam mais de R$ 1,2 milhão — R$ 780 mil com a igreja e R$ 448,5 mil com a Sim Park.
A investigação também aponta indícios de fraudes em contratos emergenciais com a organização social Instituto de Atenção à Saúde e Educação (antiga Aceni), responsável pela gestão da UPA do Éden e da Unidade Pré-Hospitalar da Zona Oeste. Mensagens interceptadas sugerem que Manga teria pressionado subordinados a acelerar a assinatura dos contratos.
Outro indício de lavagem de dinheiro envolve a compra de um imóvel com R$ 182 mil pagos em espécie, com intermediação de terceiros. Durante as buscas, a PF apreendeu R$ 646 mil em dinheiro vivo na casa do empresário Marco Mott.
A corporação afirma que a suspensão do prefeito é “essencial para interromper crimes em andamento no âmbito da administração pública municipal”. Até a última atualização, nem Manga nem os demais citados haviam se manifestado. (Fonte: ECViana)

Prefeito de Sorocaba, bolsonarista Rodrigo Manga é afastado do cargo durante operação da PF
O prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga (Republicanos), foi afastado do cargo nesta quinta-feira (6) por determinação da Justiça Federal, após pedido da Polícia Federal (PF). A medida integra uma operação que investiga supostas irregularidades em contratos públicos da área da saúde do município, informa o g1.
A ação faz parte da operação “Copia e Cola”, que mira um esquema de desvio de recursos por meio de organizações sociais (OS) contratadas pela prefeitura. Além do afastamento de Manga, duas pessoas foram presas, entre elas o empresário Marco Silva Mott, apontado como lobista e suspeito de envolvimento em lavagem de dinheiro. A Câmara Municipal já foi notificada sobre a decisão.
Reação do prefeito afastado – Durante agenda em Brasília, Rodrigo Manga se manifestou em suas redes sociais sobre a decisão judicial. “Acredite se quiser, me afastaram do cargo de prefeito. Eu aqui em Brasília, ontem eu fui em frente o Palácio da Justiça, falei que tem que colocar o Exército na rua, rodei o congresso, os deputados me receberam super bem, falando: ‘Manga, cuidado, está aparecendo muito, estão tentando aí’. O que a gente ouve de bastidores é que os caras tentam tirar do jogo qualquer um que ameaça a candidatura deles e você tem sido uma ameaça, tanto na questão do Senado, como em outros cargos. Gente, não deu outra”, afirmou o prefeito em vídeo publicado em suas redes.
Defesa do empresário preso – Em nota, a defesa de Marco Silva Mott contestou a prisão e classificou a decisão como precipitada. “A defesa irá esclarecer os equívocos. Além disso, trata-se de medida desnecessária, pois, nosso cliente sempre esteve à disposição das autoridades e já prestou esclarecimentos iniciais. Desse modo, traremos esses pontos ao tribunal que poderá compreender melhor os fatos”.
Detalhes da operação “Copia e Cola” – Segundo a Polícia Federal, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva, expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Além disso, foram impostas medidas cautelares, como a suspensão do exercício da função pública por parte do prefeito e a proibição de contato com determinados investigados.
A Justiça determinou ainda o sequestro e a indisponibilidade de bens de alguns dos suspeitos, totalizando cerca de R$ 6,5 milhões. A nova fase da operação decorre de análises realizadas a partir da primeira etapa da “Copia e Cola”, deflagrada em abril deste ano, que buscava desarticular uma organização suspeita de desviar verbas públicas destinadas à saúde por meio de contratos superfaturados com organizações sociais.
A investigação continua sob sigilo judicial, e os agentes da PF seguem apurando o envolvimento de novas pessoas e empresas no esquema que teria movimentado milhões de reais em contratos públicos.

