Os mossoroenses são, antes de tudo, pessoas de sorte. Só mesmo o acaso para evitar que uma tragédia ainda não tenha sido registrada nos equipamentos públicos de Mossoró.
É que além do descaso com escolas, unidades de saúde e outros imóveis que abrigam serviços essenciais, as obras realizadas nesses equipamentos públicos são mal feitas, sabujas, porcarias. Não é opinião, é constatação. E o resultado disso é que o povo da cidade vive sob constante ameaça de algum acidente.
Pelo menos duas escolas já tiveram o teto vindo ao chão por conta de descaso ou obra malfeita pela gestão Allyson Bezerra (UB) e que sequencia com Marcos Bezerra (Republicanos).
Ontem mesmo, tivemos mais um caso. Por uma obra do acaso, não se registrou uma tragédia. É que logo após os estudantes deixarem as instalações da Escola Dolores Freire Rebouças, o teto da unidade desabou. O detalhe é que essa escola foi reinaugurada nês passado após passar por reforma. A suspeita é de que a obra tenha sido feita às pressas, de forma labrojeira, para que Allyson pudesse ter dividendos políticos com a inauguração.
O teto da UEI Maria Dolores Fernandes também já tinha vindo abaixo. Uma coincidência: também depois de ter sido reformada.
Mas outras obras também já apresentaram problemas por terem sido feitas de forma apressada. A duplicação das pontes do Alto de São Manoel apresentou problemas. O pontilhão da Ilha de Santa Luzia chegou a cair. O piso da Estação das Artes afundou.
A lista é enorme e inclui o incêndio nas instalações elétricas do Teatro Dix-Huit Rosado logo após a reinauguração e buracos abertos na pista do complexo viário 8 de março, recém-feito.
São alguns dos muitos exemplos que mostram que para Allyson Bezerra não importa que os mossoroenses enfrentem riscos. O importante é ele lucrar. Seja de que forma for.
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