RN
Em minuta que deve ser apresentada nos próximos dias ao Ministério das Comunicações, o Governo do Estado do Rio Grande do Norte justificou seu interesse em incluir o território potiguar para a ancoragem e implantação de cabos submarinos, se tornando estratégico no plano nacional de infraestrutura digital. No documento, é apresentada as condições singulares e altamente competitivas, que permitem o RN afirmar a sua vocação para se tornar polo de referência na atração de data centers e na recepção dos cabos. E são elas:
Possuímos a matriz elétrica mais limpa do país com 99% de sua capacidade sendo formada por fontes renováveis, e, uma ampla oferta de energia próxima a 24 GW de potência outorgada, o que nos fez em 2024, exportar 84% da energia produzida para outros estados;
Temos uma localização geográfica estratégica para a instalação dos cabos submarinos, uma vez que nossa capital está 800 km mais próxima da Europa o que representa uma vantagem de 4 a 6 milissegundos de latência; e, identificamos 11 zonas prioritárias para ancoragem dos cabos que já foram pré-zoneadas pelo Governo do Estado;
Criamos um Grupo de Trabalho Interinstitucional que vem formulando uma Política Estadual de Atração de Data Centers; incluímos na nova Lei de Política Industrial do RN a instalação e operação de data centers como setor prioritário; e, estamos concluindo a criação de um Regime Especial para Data Centers;
Vale destacar ainda, a atenção especial que tem sido dada pelo Governo aos aspectos ambientais que envolve a instalação dos data centers. Em parceria entre a SEDEC e o IDEMA, será proposto ao CONEMA o enquadramento dos data centers em resolução específica, conferindo segurança jurídica e transparência. O enquadramento considera a capacidade elétrica instalada (MW) como parâmetro.
“Por esses fatores e pela infraestrutura portuária, aeroportuária e de telecomunicações em franca expansão que o RN dispõe aliada a uma política estadual proativa de atração de investimentos, nosso estado é território favorável para fazer parte da estratégia nacional de infraestrutura digital” afirma o secretário adjunto de desenvolvimento econômico, Hugo Fonseca.
Com a inclusão do Rio Grande do Norte na nova infraestrutura digital, o estado poderá se consolidar em um hub de tecnologia. Essa iniciativa visa atrair startups, fornecedores e centros de inovação, fomentando o desenvolvimento econômico. O resultado direto será a criação de empregos de alta qualificação em T.I., engenharias e operações, além de um forte impacto positivo nas cadeias da construção civil e de serviços.
Fonte: SEDEC
Imagem : FREEPIK
Um nome que vem ganhando destaque no cenário estadual a cada nova pesquisa como grande novidade das eleições de 2026 para Deputado Federal no RN é o do ex-prefeito de Currais Novos, Odon Júnior.
Mais de seis levantamentos estaduais já o colocam entre os dez mais citados, e pesquisas recentes, como as da Consult e da Exatus, o posicionam entre os oito primeiros nomes para a Câmara Federal.
De perfil discreto e humilde, mas estrategista, Odon marcou a história política de Currais Novos como o primeiro prefeito a eleger um sucessor após ser eleito e reeleito. Seu sucessor, o atual prefeito Lucas, vem realizando um trabalho de continuidade e avanços, o que reforça ainda mais o legado de Odon.
Agregador e carismático, Odon atua como uma verdadeira “formiguinha”, percorrendo todas as regiões do Rio Grande do Norte, cultivando diálogo, simpatia e demonstrando grande capacidade de articulação e resolução de problemas.
É importante ficar atento a esse nome: Odon Júnior pode ser a grande novidade da política potiguar em 2026, rumo à Câmara Federal.
O estado do Rio Grande do Norte produziu 31,6 milhões de quilos de camarão em 2024, o que representa um aumento de 27,83% em relação ao ano anterior. Entretanto, apesar do crescimento expressivo no volume, o valor pago pela produção teve um crescimento nominal de apenas 2,61% na mesma comparação, faturando R$ 701,39 milhões em 2024.
Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (18), pela Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM) sobre carcinicultura,
psicultura e malacocultura no Rio Grande do Norte. O preço médio pago pelo quilo em 2023 era em média $27,63 e caiu para R$ 22,18 em 2024, essa média foi registrada pelo IBGE.
A queda no preço do produto refletiu de forma que não acompanhasse o mesmo ritmo no faturamento. Com tudo, o camarão ainda é o principal produto da aquicultura norterio-grandense, e respondeu por 78,93% do valor de produção acumulado no setor no último ano.
No cenário nacional, a carcinicultura apresentou desempenho diferente do registrado no RN. A produção brasileira de camarão alcançou um novo recorde em 2024, atingindo a marca de 146,8 mil toneladas, com um crescimento de 15,17% em relação ao ano anterior. O valor de produção também registrou aumento nominal, de 16,34%, totalizando R$ 3,1 bilhões. No Brasil, a atividade se mantém em expansão contínua desde 2017, após superar os desafios impostos pelo vírus da mancha branca.
Os dados mostram que o Rio Grande do Norte se manteve como o segundo maior produtor do país, responsável por 21,5% da produção nacional, ficando atrás apenas do Ceará com 57,1%. Com isso o maior produtor do Ceará é o município de Aracati com 12,2% da produção nacional e o maior produtor do Rio Grande do Norte é o município de Pendências, localizado no Oeste Potiguar, que está em terceiro lugar nacional respondendo por 3,5 milhões de quilos.
A Pesquisa da Pecuária Municipal fornece informações sobre os efetivos da pecuária existentes nos municípios brasileiros na data de referência do levantamento, 31 de dezembro.
Foto: Agrimídia
Fonte: IBGE
A Polícia Federal, em ação conjunta com a área de segurança dos Correios, apreendeu aproximadamente 1 quilo de maconha na manhã desta sexta-feira (12/9), no Centro de Tratamento de Cartas e Encomendas, localizado na Zona Oeste de Natal.
A droga, remetida por via postal a partir do Mato Grosso do Sul, estava embalada em uma caixa de papelão e foi localizada com o auxílio do cão farejador Ice.
A apreensão foi realizada durante fiscalização de rotina, que tem como objetivo combater o tráfico de drogas através do sistema de encomendas postais.
Comunicação Social da Polícia Federal em Natal/RN

O Assaí está com cerca de 40 vagas abertas para atuar nas lojas no estado do Rio Grande do Norte. Todas as posições de trabalho são elegíveis a pessoas com deficiência e abrangem diferentes áreas operacionais.
Entre as principais oportunidades oferecidas estão vagas para o cargo de Operador(a) de loja e Operador(a) de caixa. Os(as) interessados(as) devem se inscrever diretamente no banco de talentos da região, pelo link: https://assai.gupy.io. Para o cadastro, é necessário ter em mãos CPF, número de telefone, mais de 18 anos, ensino médio completo e contar com um endereço de e-mail atualizado.
O processo seletivo será realizado com etapas presenciais e online. A empresa oferece remuneração e pacote de benefícios compatíveis com o mercado e possui, também, um plano estruturado de carreira, com investimentos constantes em capacitação e no desenvolvimento profissional de seus(suas) colaboradores(as) em todo o país.
O Assaí está presente no Rio Grande do Norte desde 2014 e conta com 5 lojas nas cidades de: Natal, São Gonçalo do Amante, Parnamirim e Mossoró. Ao todo, o Atacadista gera cerca de 2.500 empregos entre diretos e indiretos. Na região Nordeste, são 82 lojas, distribuídas em todos os estados.
*Sobre o Assaí Atacadista*
O Assaí Atacadista é uma Corporation (empresa sem um único controlador), que opera no setor de atacarejo há 50 anos e a rede alimentar com a maior presença nos lares brasileiros (NielsenIQ Homescan). É ainda a melhor empresa de atacado e varejo do Brasil (Melhores e Maiores 2024 da Exame) e a marca mais lembrada do varejo físico e digital (Branding Brasil). Fundado em São Paulo (SP), o Assaí atende comerciantes e consumidores(as) que buscam maior economia na compra a varejo ou a atacado, liderando a proposta de inovação no formato. Atualmente, tem mais de 300 lojas em todas as regiões do país (24 Estados + DF) e mais de 87 mil colaboradores(as), sendo reconhecida pela GPTW como a melhor empresa de varejo alimentar para se trabalhar (companhias com mais de 10 mil colaboradores). As ações do Assaí são as únicas de uma empresa de atacarejo negociadas na B3 (ASAI3). Forte geradora de caixa, cresce ano após ano e, em 2024, registrou faturamento de R$ 80,6 bilhões. Reconhecida pelo seu forte trabalho social, conta com o Instituto Assaí que, desde 2022, atua com ações de impacto social nas frentes de apoio ao empreendedorismo, incentivo ao esporte e segurança alimentar.
Para contatar a equipe de assessoria de imprensa do Assaí, obter press releases ou imagens oficiais da marca, acesse: www.assai.com.br/imprensa
A vacinação contra a dengue no Rio Grande do Norte foi ampliada neste mês de setembro. Com a inclusão de 58 municípios, agora todas as 167 cidades do estado passam a ter doses disponíveis para a imunização contra a doença viral.
A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) destinou 10.500 doses para os novos municípios. A ampliação contempla cidades do Sertão Central, passando pelo Vale do Açu, Litoral Norte, Agreste e chegando até o Alto Oeste.
A medida visa ampliar o potencial de proteção contra a dengue em todo o território potiguar, seguindo também uma orientação do Ministério da Saúde.
Além das doses para ampliação das cidades, outras 17.420 vacinas foram destinadas, nessa atual rodada de distribuição, a outros 46 municípios que já tinham iniciado o esquema vacinal anteriormente.
A vacina é indicada para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, 11 meses e 29 dias de idade, independentemente de infecção prévia por dengue. O esquema vacinal recomendado é de duas doses, com intervalo de três meses entre elas.
Até esta primeira semana de setembro, o estado aplicou pouco mais de 120 mil vacinas contra a dengue.
A Expofruit 2025, Feira Internacional da Fruticultura Tropical Irrigada, que aconteceu de 20 a 22 de agosto, na cidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte, é realizada pela COEX – Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte. Ela que é a mais importante Feira de Fruta Tropical Irrigada do Brasil e da América Latina, ainda tem repercutido em vários locais.
Foi divulgado pela Expofruit os números da edição de 2025, que bateu recordes e movimentou mais de R$80 milhões em negócios gerados durante e no pós-feira, reunindo mais de 45 mil visitantes ao longo dos três dias e confirmando o protagonismo do Rio Grande do Norte no cenário global.
Com uma mega estrutura, a feira contou com mais de 300 estandes e durante os três dias, produtores, compradores e investidores de 16 países da Europa, África, América do Norte, América do Sul e Ásia, participaram e estiveram conectados em uma vitrine de inovação, sustentabilidade e grandes oportunidades.
A próxima edição já tem data marcada, dias 25, 26 e 27 de agosto de 2027.
Fonte: Expofruit
Por: @_lisagomess e @pedrinaoliveirareporter
Imagem: @pedrinaoliveirareporter
Por Isolda Dantas*
Após a campanha eleitoral de 1989, com a necessidade de seguir mobilizado para conhecer os desafios do povo brasileiro, Lula inaugurou o que ficaria conhecido como as Caravanas da Cidadania. Foram inúmeros anos conhecendo as cidades do Brasil profundo, em cada um dos estados brasileiros, ouvindo os problemas e pensando as soluções junto do povo. Foi a partir destas Caravanas que Lula entenderia que a fome e a pobreza eram os maiores problemas que nosso povo enfrentava, tornando estas suas principais bandeiras de luta.
Passados mais de 30 anos das experiências militantes da Caravana da Cidadania, além da Caravana Lula pelo Brasil quando o recebemos em Mossoró em 2017, e depois pelo Nordeste em 2021, o presidente Lula retomou essa prática, enquanto atual Chefe de Estado, e com o intuito não apenas de ouvir as demandas, mas de trazer as respostas produzidas pelo Governo Federal para os inúmeros desafios que nosso povo vive.
Com o novo slogan “Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro”, Lula trouxe ao Rio Grande do Norte a 1ª Caravana Federativa, em que mais de 30 Ministérios, Empresas Públicas e Órgãos Federais estiveram presentes no estado, com o grande objetivo de aproximar o poder central da vida das pessoas. Uma série de obras, equipamentos, assinaturas de convênios, e anúncios de programas e recursos para o RN marcaram a programação. Contudo, esta experiência foi potente por inúmeras outras razões, e eu gostaria de citar três.
A primeira delas é que a iniciativa derrubou o muro que separa Brasília da vida real do povo trabalhador. O pacto federativo brasileiro, que estabelece a divisão de responsabilidades entre os entes da federação, atribuiu significativas competências ao Executivo federal, cuja sede oficial é Brasília. Contudo, a capital federal deve servir como centro de organização da burocracia estatal, e não como barreira que limita a percepção governamental sobre as urgências dos territórios.
Num país de dimensões continentais como o nosso, um dos maiores desafios consiste em garantir que as políticas públicas nacionais reconheçam e dialoguem com a diversidade de realidades locais – porque, como bem afirmou o presidente Lula, “a cabeça pensa onde os pés pisam”. Foi somente pisando no chão de cada comunidade, ouvindo as demandas das mulheres do campo, dos quilombolas, dos pescadores e das quebradeiras de coco, que o governo pôde formular políticas efetivas e verdadeiramente transformadoras. A Caravana Federativa materializou esse compromisso, convertendo a presença do Estado em gestos concretos de cidadania e justiça social.
O segundo elemento que reforçou a força da Caravana Federativa foi o aprofundamento das experiências de Participação Social. Não é segredo que o modo petista de governar tem a participação social como um eixo central de sua ação política, que se concretizou por meio do orçamento participativo e das Conferências e Conselhos Temáticos. A participação, para nós, é um método político de democratizar a ação do Estado com o povo.
Parte da programação da Caravana foi dedicada a ouvir os movimentos sociais. Na quinta-feira, ocorreu a reunião do Fórum de Participação Social, iniciativa da Secretaria Nacional de Participação Social do Governo Lula, que reuniu as diversas lideranças de todos os territórios do Rio Grande do Norte, como mestres da cultura popular, militantes do movimento de mulheres, representantes de associações de bairro e das organizações da agricultura familiar, lideranças quilombolas, indígenas e do movimento negro. Na sexta-feira, realizou-se o Fórum dos Gestores Públicos Federais com a Comissão dos Movimentos Sociais, para debater programas e projetos relacionados aos movimentos sociais. Na prática, isso representa o Estado brasileiro ouvindo os atores que historicamente foram aliados do processo decisório das políticas públicas.
Por último, é importante destacar o grau de interlocução que a Caravana ajudou a criar entre o governo federal e as lideranças territoriais, que vão de vereadores e prefeitos a líderes comunitários e coletivos urbanos e rurais. Foram mais de 3.113 participantes entre prefeitos e vice-prefeitos, secretarias municipais, movimentos sociais e lideranças, deputados federais e estaduais e vereadores de 165 municípios representados, e mais de 2.500 pessoas atendidas nos estandes.
Em 1985, nascia o jingle petista que dizia que “uma cidade parece pequena se comparada com o país, mas é na minha, é na sua cidade que se começa a ser feliz”. O acesso a direitos, bem como sua negação, começa nos territórios. E boa parte das políticas federais precisa da ação das prefeituras para chegar ao povo. Também não é novidade o desafio técnico enfrentado pelos municípios, em especial os mais afastados da capital.
A Caravana ajudou a promover um elo de cooperação técnica e política entre os entes federados, com oficinas e reuniões dos mais diversos Ministérios, Órgãos Federais e Empresas Públicas, além dos balcões de atendimento permanentes, voltados especificamente para os municípios, tanto para acolher as demandas locais, quanto para apresentar as políticas públicas já existentes.
A dimensão dessa Caravana foi histórica. Trata-se de um dos maiores projetos de interiorização do Estado brasileiro desde a transferência da capital para o Planalto Central. Se Brasília foi construída para simbolizar a integração nacional, a Caravana Federativa representou a materialização dessa promessa, ao colocar os Ministérios e órgãos federais em movimento, chegando até os territórios onde a presença do Estado sempre foi escassa. O que se viu não foi apenas um deslocamento físico do governo, mas um reposicionamento político: o centro de decisões se moveu em direção à realidade concreta do povo brasileiro.
Lula sempre sinalizou: é preciso colocar o povo pobre no orçamento. E o orçamento precisa chegar onde o povo vive. A Caravana Federativa foi a prova máxima de que vivemos um novo ciclo: o ciclo de um Estado que não tem medo de sujar os sapatos da burocracia no barro da realidade, que ouve primeiro para depois agir, e que caminha ao lado do povo brasileiro – porque sabe que é somente ao lado do povo que um governo se torna grande.
*Deputada Estadual Isolda Dantas
Foto: Divulgação
