O senador potiguar Rogério Marinho (PL/RN) apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que é uma verdadeira paulada nos direitos dos trabalhadores. Caso a proposta vá adiante, Rogério Marinho estará instituindo uma nova forma de escravidão no Brasil.
Caso a proposta vá adiante, os trabalhadores somente receberão por horas efetivamente trabalhadas. Dessa forma, descanso semanal remunerado deixa de existir. Ou seja, se o trabalhador folgar um dia na semana, como acontece hoje, ele não será remunerado.
A PEC transfere para o trabalhador a negociação com o patrão. Atualmente, os acordos são resultado de negociação coletiva. Na prática, ou o trabalhador aceitará se sujeitar às condições do patrão ou será dispensado.
Na PEC de Rogério Marinho, direitos e benefícios trabalhistas, como férias, 13º salário e FGTS, serão pagos de forma proporcional à carga horária efetivamente cumprida. Na prática, haverá redução drástica nos valores a serem recebidos pelos trabalhadores.
A PEC foi apresentada por Rogério Marinho para se contrapor à proposta do fim da escala 6 x1. A medida recebeu o apoio e a assinatura de outro senador do Rio Grande do Norte, Styvenson Valentim (Podemos). Enquanto o governo Lula está lutando para reduzir a jornada dos trabalhadores sem redução de salários, Rogério e Styvenson estão defendendo que o trabalhador trabalhe mais e ganhe cada vez menos.
Rogério Marinho
O Partido Liberal (PL) realizou, neste sábado (9), um grande encontro regional em Mossoró, reunindo lideranças políticas de aproximadamente 60 municípios da região Oeste do Rio Grande do Norte. O evento teve como principal objetivo fortalecer a pré-candidatura de Jorge do Rosário à Assembleia Legislativa.
Presidente do diretório municipal do PL em Mossoró, Jorge foi o anfitrião do encontro, que contou com a presença de importantes nomes da política estadual e nacional. Entre os participantes estavam o pré-candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias, o pré-candidato ao Senado, Coronel Hélio, além do senador e presidente estadual do partido, Rogério Marinho. Deputados federais e estaduais, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e outras lideranças também marcaram presença.
Durante seu discurso, Jorge do Rosário destacou os desafios enfrentados pelo Rio Grande do Norte e defendeu a união de forças para buscar soluções concretas. Segundo ele, é necessário construir caminhos viáveis para enfrentar problemas históricos como as dificuldades nas contas públicas, a crise na saúde e os índices de segurança.
O pré-candidato também ressaltou a importância da participação das lideranças municipais no processo político. Para ele, a contribuição de prefeitos, vereadores e representantes locais será fundamental para a construção de propostas voltadas ao desenvolvimento do estado.
Jorge enfatizou ainda o papel do Partido Liberal no cenário político, destacando a força da legenda tanto em nível nacional quanto estadual. De acordo com ele, o partido busca ampliar sua atuação e contribuir para mudanças estruturais no Rio Grande do Norte.
O encontro reforça o movimento de articulação política no interior do estado e evidencia o fortalecimento das pré-candidaturas visando as próximas eleições.
PL aposta em Jorge do Rosário para ampliar bancada na Assembleia Legislativa do RN
O Partido Liberal (PL) no Rio Grande do Norte tem intensificado as articulações visando as eleições de outubro e aposta no nome de Jorge do Rosário para ampliar sua bancada na Assembleia Legislativa. Pré-candidato a deputado estadual e presidente do PL em Mossoró, Jorge esteve em Natal nesta semana para uma reunião estratégica com o senador Rogério Marinho, líder e presidente estadual da legenda.
O encontro teve como foco o fortalecimento do PL em Mossoró e em toda a região Oeste, além da definição de estratégias eleitorais e da construção de um projeto político voltado à ampliação da representação do partido no Legislativo estadual. A reunião evidenciou a confiança da direção estadual no potencial eleitoral de Jorge do Rosário.
À frente do diretório municipal do PL, Jorge é apontado como um dos principais nomes da nominata para deputado estadual, reunindo capacidade de mobilização, expressiva projeção de votos e forte presença política no interior do estado — fatores considerados estratégicos pela cúpula partidária.
Após a agenda, Jorge do Rosário destacou o caráter propositivo do diálogo.
“Em Natal, uma conversa produtiva com o senador Rogério Marinho, presidente do PL no Rio Grande do Norte, sobre caminhos, projetos e soluções para o desenvolvimento do nosso estado. Quando o diálogo é sério, quem ganha é o RN”, afirmou.
A reunião consolida Jorge do Rosário como um dos principais quadros do PL no interior potiguar e sinaliza que o partido seguirá investindo na expansão e no fortalecimento de suas bases regionais rumo ao próximo pleito.
O senador Rogério Marinho (PL), inimigo do trabalhador, envolvido no Tratoraço (um dos maiores escândalos de superfaturamento do Governo Bolsonaro), segue envergonhando o Rio Grande do Norte.
Em sua cruzada para defender criminosos, Marinho disse, no protesto chinfrim feito ontem pela extrema direita no Congresso Nacional, que a decisão do ministro Alexandre Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), não é legítima.
A justificativa dada por Rogério Marinho para o absurdo proferido é de uma burrice estratosférica e uma tentativa criminosa de enganar o povo.
Segundo Marinho, como Moraes não foi eleito, não teria o ministro legitimidade para fazer o que ele, como membro do Judiciário faz: decidir.
A fala de Rogério Marinho só tem uma utilidade: fazer cortes para convulsionar os bolsonaristas, muitos ainda acreditando em qualquer bobagem dita por seus líderes.
Rogério Marinho eleva à quinta potência a possibilidade de imbecilizar os poucos eleitores que ainda defendem o ex-presidente: querer que essas pessoas espalhem a informação mentirosa de que por não ter sido eleito, Moares não tem legitimidade.
O que Rogério Marinho não faz, com a desonestidade que tem lhe sido peculiar, é que no Brasil os membros do Judiciário não são testados nas urnas. Na primeira instância, os magistrados chegam à Justiça por meio de concurso público. Nos tribunais, por meio de promoções e/ou indicações.
No caso do STF, é importante lembrar que os ministros são indicados pelo presidente da República e tomam posse no cargo após passar por sabatina no… Senado Federal.
A fala absurdamente imbecil e potencialmente criminosa de Rogério Marinho tem repercutido na grande imprensa, a ponto de muitos dizerem que o senador potiguar está envergonhado o próprio avô, Djalma Marinho. Com um detalhe: Djalma apoiou a Ditadura Militar de 1964.
Exterminador de direitos trabalhistas, Rogério Marinho quer ser agora o sabotador do Brasil
* Ugmar Nogueira
O senador Rogério Marinho (PL) se notabilizou por ser o relator da pior reforma que o Brasil já experimentou: a trabalhista. Rogério era deputado e perdeu o mandato. Os trabalhadores perderam os direitos.
Rogério parece disposto, agora, a fazer com que os brasileiros esqueçam que ele é o grande exterminador de direitos trabalhistas.
O voto Traquino de Rogerio Marinho na reforma tributária.
A eleição de 2022 acabou e recentemente completou um ano do seu fim, mas para Rogério Marinho isso tudo ainda não teve um fim e ele ainda vive em cima de um palanque já derrotado aqui no Rio Grande do Norte e no Brasil. Mesmo que isso signifique ser contra o país.
O voto de Rogério contra a reforma tributária não é um ato puramente ideológico e sim uma traquinagem política fomentada pelo um desejo louco de agradar o seu patrão político, Jair Bolsonaro (PL). Para Rogério, não importa que o país perca, desde que Bolsonaro ganhe.
O Novo regime fiscal visa diminuir a desigualdade de renda no Brasil, em especial, no Nordeste.
Dos dez estados em que a renda por habitante é a mais baixa, ou seja, que tem o povo mais pobre, 8 são do Nordeste e 2 são do Norte. Esta é uma realidade que pode ser mudada com o novo regime fiscal. O voto de Rogério foi, portanto, para a manutenção da desigualdade regional.
Indústria automobilística no Nordeste
A reforma prevê instrumentos que buscam combater a desigualdade no desenvolvimento regional e econômico nos Estados. Um deles, alvo de divergências entre os parlamentares, foi a prorrogação de benefícios fiscais do IPI para indústrias automobilísticas nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste até dezembro de 2032. O incentivo será para a produção de veículos elétricos ou movidos a biocombustíveis.
Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado
O Plenário do Senado aprovou a proposta em dois turnos de votação, com 53 votos favoráveis e 24 contrários e nenhuma abstenção. A matéria segue para a Câmara dos Deputados, de onde o texto original veio, porque foi modificada no Senado.
A expectativa é que a matéria seja aprovada na Câmara, mesmo que entrem em campo sabotadores do país, como Rogério Marinho tem sido no Senado.
* Ugmar Nogueira

O deputado federal João Maia (PL) foi um dos principais – talvez o maior – articulador da chegada do ex-presidente Jair Bolsonaro ao seu partido. Celebrou com alegria a filiação não só do capitão, mas de todos os que vieram a reboque: a ala bolsonarista mais fiel ao ex-presidente.
Para ter Bolsonaro em seu partido, João Maia desarranjou aliados e filiados. Deputados estaduais como Kléber Rodrigues e Ubaldo Fernandes, então no PL, tiveram que mudar de sigla, pois compunham a base de apoio do primeiro governo Fátima Bezerra (PT). O Bolsonarismo, como se sabe, não constroi oposição política, mas inimizade. Não há, no dicionário bolsonarista, convivência entre os contrários, mas divisão. Daí a necessidade de mudanças, de norte a sul do país, para que o PL recebesse Bolsonaro e aqueles que o seguiram.
Entre os que migraram para o PL está o agora senador Rogério Marinho. “Hoje foi um dia muito importante para o nosso Partido Liberal (PL), que fica cada vez mais forte nacionalmente, com a chegada do presidente Jair Bolsonaro. No RN, com a vinda do ministro Rogério Marinho, um amigo de tantos anos além da vida pública”, disse João Maia em 30 de novembro de 2021, quando se deu o ato solene.
Na confortável condição de ser o líder do PL no Rio Grande do Norte há mais de duas décadas, João Maia não via perigo algum na chegada de Marinho. Seu faro de político experiente falhou. Não se sabe se João ainda considera Marinho um grande amigo, como declarou há pouco mais de um ano, mas o deputado está descobrindo, da pior forma, que para alguns, em política, o conceito de amizade parece ter outro sentido.
João Maia está sendo traído, descartado, abandonado, escanteado. Por Marinho. Num processo de fritura dos mais quentes e mais doloridos. De forma pública, João Maia foi sendo descartado em nome de uma possível ascensão de Marinho.
Foi um prefeito reclamando publicamente ali. Um dirigente de diretório postando contra João Maia acolá. Tudo aos olhos de todos, enquanto nos bastidores, o principal interessado dá combustpivel aos que “fritam” João Maia.
Hoje, como se sabe, dificilmente o deputado seguirá comandando o PL. Marinho é o principal expoente do bolsonarismo no Brasil – com tudo aquilo que ser bolsonarista representa.
Fiel aliado do ex-presidente Bolsonaro, Marinho figurou como líder do maior escândalo do governo bolsonarista. Suportou o quanto pode. Se elegeu senador e, nessa condição, se torna ainda mais relevante que o próprio Bolsonaro, que está sem mandato, sem imunidade e alvo de diversas inbvestigações, além de figurar como “ladrão de joias”.
“Presido o Partido Liberal no Estado do RN há 20 anos e continuarei com altivez, garra e disposição lutando pelo crescimento do Rio Grande do Norte e do Brasil”, disse João Maia quando da filiação de Marinho ao PL. Não tinha bola de cristal para prever at´quando seu reinado no PL ainda duraria. Mas como experiente político, ignorou como funciona o bolsonarismo. E pior: que Marinho se tornou um dos mais fiéis bolsonaristas. Com tudo o que isso significa.



