O senador potiguar Rogério Marinho (PL/RN) apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que é uma verdadeira paulada nos direitos dos trabalhadores. Caso a proposta vá adiante, Rogério Marinho estará instituindo uma nova forma de escravidão no Brasil.
Caso a proposta vá adiante, os trabalhadores somente receberão por horas efetivamente trabalhadas. Dessa forma, descanso semanal remunerado deixa de existir. Ou seja, se o trabalhador folgar um dia na semana, como acontece hoje, ele não será remunerado.
A PEC transfere para o trabalhador a negociação com o patrão. Atualmente, os acordos são resultado de negociação coletiva. Na prática, ou o trabalhador aceitará se sujeitar às condições do patrão ou será dispensado.
Na PEC de Rogério Marinho, direitos e benefícios trabalhistas, como férias, 13º salário e FGTS, serão pagos de forma proporcional à carga horária efetivamente cumprida. Na prática, haverá redução drástica nos valores a serem recebidos pelos trabalhadores.
A PEC foi apresentada por Rogério Marinho para se contrapor à proposta do fim da escala 6 x1. A medida recebeu o apoio e a assinatura de outro senador do Rio Grande do Norte, Styvenson Valentim (Podemos). Enquanto o governo Lula está lutando para reduzir a jornada dos trabalhadores sem redução de salários, Rogério e Styvenson estão defendendo que o trabalhador trabalhe mais e ganhe cada vez menos.
Styvenson
É emblemática a mudança de comportamento do senador Styvenson Valentim (PSDB). Mas é também preocupante.
Ao cumprir seu papel de agente cumpridor da lei, pelo qual era muito bem pago, o então capitão da Polícia Militar ganhou a simpatia do povo, tão carente de heróis num país que adora salvadores da pátria. Mesmo que virem párias.
Como rigoroso fiscal de bêbados ao volante, Styvenson fingiu ser implacável contra erros e crimes. Ganhou uma vaga no Senado com o embuste. Sim, não passavam de lorota as bravatas do senador.
Styvenson passou a fazer quase tudo que antes condenava. Menos dirigir bêbado. Pelo menos.
Styvenson parece ter mantido a sobriedade para votar com consciência num projeto que beneficia criminosos. Ele deve conhecer o projeto do início ao fim. E sabe que ao embarcar nele virou sócio de quem quer ajudar a liberar da cadeia gente de alta periculosidade. E não são apenas os aloprados do 8 de janeiro de 2023.
Styvenson virou amigo de estuprador? Esse foi um dos muitos tipos de bandidos beneficiados com o PL da Dosimetria. Ou, pra ser honesto: o PL da Bandidagem.
Num país com tantos machistas e com registros diários de feminicídios, se aproximar, por ideologia, interesses ou por Projetos de Lei, de estupradores é um cinismo criminoso.
Estupradores, Styvenson deve saber, são muito mais perigosos que motoristas embriagados, embora estes também sejam infratores da lei.
Styvenson virou amigo de estuprador? O que o motivou como a votar a favor da excrescência legislativa, o desvio constitucional? No caso de Styvenson, se aproximar de criminosos, mesmo por meio de um projeto de lei inconstitucional, é ainda mais vergonhoso por causa dá gravidade do discurso, do agravante da pauta.
Ninguém pediu pra Styvenson fazer do cumprimento da lei plataforma pessoal. Foi ele que o quis. E foi com esse discurso que ganhou o Senado. Agora, precisa vir a público dizer porque acha que estupradores são menos nocivos que “bebuns” que dirigem sobre efeito de álcool. O silêncio pode sugerir mais do que amizade com os criminosos que ele ajudou a tornar livres em breve. Principalmente, os estupradores.
Votar num projeto que beneficia criminosos não é só ser cúmplice de uma barbaridade. É sério defensor do bárbaro.
Imagem: Portal O Macaibense
O senador Styvenson Valentim (PSDB) é, reconhecidamente, um falastrão. Notabilizou-se por fazer muito barulho e dar pouco resultado. Do seu trabalho no Senado, o que se tem notícia é de uma notícia falsa. Stynvenson mente para o eleitorado do Rio Grande do Norte quando diz que constroi hospitais com dinheiro de emendas parlamentares. Parlamentar não executa emendas. O senador mente muito mais em outras questões e, principalmente, para atacar adversários políticos.
Mas Styvenson tem ganho notoriedade nos últimos dias por algo ainda mais vergonhoso. Além de seguir mentindo, na ou difundindo mentiras criadas por blogs parceiros, o senador tem exercido a violência. Passou das bravatas falaciosas para as ameaças criminosas. E, coincidentemente, tem se sentido ainda mais encorajado a ameaçar. Mulheres. Uma em específico: a governadora do Rio Grande do Norte, professora Fátima Bezerra (PT).
Se Styvenson estivesse ameaçando um homem já seria reprovável. Além da violência – seja ela qual for – só gerar mais violência – esse não é o papel de um parlamentar. Mais ainda: de um senador. Para se candidatar a esse cargo, o interessado precisa ter ao menos 35 anos. De alguém com essa idade espera-se um mínimo de maturidade, de equilíbrio emocional e de preparo político e social. Styvenson parece gabaritar negativamente em todos os itens.
Mas o que chama ainda mais atenção é que o senador parece ter muita força para ameaçar mulheres. Numa entrevista recente, ao ser questionado sobre a presença do prefeito Allyson Bezerra (UB) em seu palanque, Styvenson disse, candidamente: “se ele entrar eu saio”. Simples, direto, sem ameaças, sem achaques. Mesmo dizendo que Allyson é seu adversário. Embora siga criticando o prefeito de Mossoró por esse não prestar contas do dinheiro das emendas que o senador diz ter mando para a prefeitura de Mossoró.
Pois bem. Em relação à governadora, que trata a todos de forma cordeira, pacífica, pacífica, republicana e democrática, Styvenson fez uma ameaça rasteira, reles, vil e, acima de tudo, criminosa. Disse que se a governadora ousasse desmentir uma dessas mentiras que o senador gosta tanto de espalhar, “esfregaria na cara dela” qualquer documento que, na visão dele, provasse que ele está certo.
Não é só um crime de misoginia. Não á apenas uma ameaça, também criminosa. Uma demonstração machista. Uma fala preconceituosa.
É um grave e inaceitável desrespeito com uma autoridade constituída, eleita em primeiro turno pela maioria do eleitorado do Rio Grande do Norte, numa eleição que inclusive contou com a participação do senador, derrotado que foi por Fátima Bezerra nas urnas.
Não é só a dor da derrota que mobiliza Styvenson a algo tão parvoroso. Além de pagar pelo crime de ameaça, o senador também precisa tratar algo muito sério em íntimo. Não é normal ter tanta raiva de mulher. Principalmente quando se percebe, em situações mais problemáticas, que ele age tão ordeiramente quando o adversário é um homem.
Foto: Uol
Até a mídia ligada ao Palácio da Resistência aponta falta de honestidade de Allyson
A falta de transparência da gestão Allyson Bezerra (União Brasil) é cada vez mais evidente. Tão evidente que até mesmo a mídia ligada ao Palácio da Resistência a noticia. Exemplo disso ocorreu nesta segunda-feira, 23/6.
O jornalista político Neto Queiroz, bastante ligado à gestão municipal, inclusive ocupando cargo na Ouvidoria municipal, publicou hoje em seu blog que Allyson Bezerra não vai fechar parceria politico-eleitoral com o senador Styvenson Valentim (PSDB). Chama a atenção o motivo alegado pelo jornalista.
Segundo Neto Queiroz, “o senador Styvenson Valentim fechou a porta definitivamente com o prefeito Allyson Bezerra, exigindo a prestação de contas de recursos enviados por emendas”. Nunca se viu absurdo tão grande na história política do Estado. Para Neto Queiroz, a condição imposta por Valentim é impossível de ser cumprida por Allyson.
Um prefeito se negando a prestar contas do uso de dinheiro público. Um político que se elegeu dizendo que seria contra a velha política, mas que na prática se mostra mais ruim do que ela. Pior: declaradamente dando mostras de que pode estar fazendo uso errado do dinheiro do povo. Mais desonesto impossível.
O senador Styvenson Valentim (PSDB) faz carreira política causando barulho. Literalmente. Para criticar adversários e se autoafirmar como alguém acima de qualquer suspeita, Styvenson recorre às redes sociais. São postagens e mais postagens de vídeos e transmissões com a estética dos ataques: olhos esbulhados, artérias em salto e palavras gritadas.
Foi assim, por exemplo, que fez ameaças aos prefeitos que não votassem em seu candidato à presidência da FEMURN. Foi assim que também cobrou ao prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB) o repasse de emenda parlamentar de sua autoria para a Liga do Câncer de Mossoró. O dinheiro estava na conta da prefeitura em dezembro e o prefeito somente encaminhou à entidade destinatária dois meses depois e após o senador fazer a cobrança-ameaça nas redes sociais.
A última aparição de Styvenson nas redes sociais ocorreu no final do mês de março. E mais uma vez direcionando sua metralhadora verbal contra Allyson Bezerra. Acusava o prefeito de Mossoró de embargar a construção de um hospital apenas para prejudicá-lo. A obra estaria sendo bancada com recursos de emenda destinada pelo senador e, por isso, a ira de Styvenson, verdadeiro algoz de Allyson.
Depois disso, Styvenson “desapareceu”. Mesmo que Allyson tenha resolvido o problema que ele (o senador) disse que havia. Causa estranheza que Styvenson tenha mergulhado. E causa ainda mais surpresa que ele ainda esteja submerso. Principalmente nos últimos dias em que vieram à tona denúncias graves contra Allyson Bezerra, trazidas pelo jornalista Bruno Barreto e que são alvo de investigação do Ministério Público a partir de autorização do Judiciário.
É estranho que Styvenson esteja silente porque o senador diz ter como bandeira de luta o combate à corrupção. Por dizer que não tolera quaisquer desvio ético. Que não aceita que desviem um único centavo do dinheiro do povo. E entre as acusações contra Allyson estão a de cobrança de propina. Gravíssimo. Por tudo isso, é difícil acreditar que Styvenson esteja tão calado.
Os políticos da extrema direita do Rio Grande do Norte, com raras exceções, só fazem duas coisas: mentir e brigar. E brigar por mentiras. A arenga da vez está colocando em campos opostos o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB) e senador Styvenson Valentim (PSDB).
Os dois estão perdendo a batalha. Por uma razão muito simples: são dois desonestos. Duas pessoas que dizem fazer o que não fazem e escondem o que de fato estão fazendo. Quase ninguém acredita nos dois. Porque manipula, distorcem e mudam de discurso ao sabor dos ventos.
Pouca gente acredita em Styvenson Valentim porque o senador mente ao afirmar que está construindo hospitais. Ele pode até direcionar bilhões em emendas para entidades filantrópicas. Mas esse dinheiro, de forma direta, não pode ter essa destinação. Porque quem constroi é o Executivo.
Styvenson é um político pouco credível porque, entre outras coisas, mudou demais seu discurso. Eleito porque construiu uma imagem de durão, de intolerante com o crime, Styvenson agora defende que os criminosos que causaram terror em Brasília em 8 de janeiro de 2023 sejam inocentados.
E por que ninguém acredita em Allyson? Primeiro porque ele não responde de forma séria e honesta a quem o questiona. Segundo, porque aparelhou todos os conselhos municipais e outras instituições de controle social e investigação. Terceiro que sempre que precisa responder por seus erros, ele se vitimiza. E quarto, porque persegue todos os que apontam os seus malfeitos.
Portanto, é difícil saber se de fato o embargo feito no hospital que Styvenson diz (erroneamente) que está construindo, é sério e honesto. E, se de fato, Styvenson está mesmo preocupado com a construção ou quer apenas “lacrar” com o tema. Como támbém Allyson é acostumado a fazer. É por isso que tem muita gente torcendo pela briga. Infelizmente.
O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB) e o senador Styvenson Valentim (PSDB) estão envolvidos em mais uma briga. Com trocas de acusações pela internet, Allyson e Styvenson talvez não tenham ido às vias de fato, ainda, pela segurança que a distância permite. Pelo menos é o que ambos querem deixar transparecer.
O pano de fundo para a nova guerra é a construção do hospital do câncer para crianças em Mossoró. Styvenson, que se coloca como construtor da unidade hospitalar, reclama que Allyson teria mando a prefeitura embargar a obra.
Para o cidadão, difícil acreditar em qualquer um dos dois. Em Styvenson, porque ele mente ao dizer que manda emendas para construir hospitais. O que é uma inverdade.
Também tem sido difícil acreditar na gestão municipal porque o próprio prefeito mente em demasia e aparelhou a prefeitura e grande parte dos órgãos de fiscalização, internos e externos, que são muitas as irregularidades que acontecem na cidade sem que aja ação dessas instituições de controle social.
Ao final, o que Allyson e Styvenson podem estar fazendo é apenas usar o tema para polarizar, uma vez que ambos são pré-candidatos ao Governo do Estado. Como Allyson faz tudo por votos, e Styvenson até ameaças, nninguém se surpreenderia se, de fato, o que os dois quiserem mesmo for atrair os holofotes para si. Mesmo que para isso politizem algo tão sério e importante. As crianças doentes não precisam disso, e o Rio Grande do Norte não merece ter dois políticos tão mesquinhos como candidatos a governador.
Por O Potiguar
O senador Styvenson Valentim faz um jogo interessante. No RN, ele esculacha prefeitos e outras autoridades para parecer que é antissistema. Ele fala grosso, se faz de durão e fundamentalmente espalha histórias falsas. Para quem acompanha as notícias com racionalidade, sabe que não foram poucas as vezes em que ele foi pego na mentira.
EMBALA UMA MENTIRA PARA SE PASSAR DE DURÃO E ANTISSISTEMA
O jogo funciona assim. Ele pega um monte de papel solto e histórias pela metade e vai para as redes sociais atacar um prefeito, o governo, um secretário. Aí alega que ele mandou recursos e eles se perderam ou não foram empregados, na visão dele, na forma correta. Trata-se de uma maneira de dizer que fiscaliza as emendas enviadas e de ganhar com ataque à classe política.
Após a elucidação, ao analisar os dois lados e não apenas seu histrionismo, fica claro que ou Styvenson faltou com a verdade ou ele queria fazer algo que, do ponto de vista administrativo, não era permitido. Como a maioria não irá ver os desmentidos contra ele, ou verá mas levará o tema em termos de polarização e não de saber quem está com a razão, a estratégia acaba emplacando. Ele fez isto com a ex-prefeita de Alexandria, com o prefeito de Mossoró Alyson Bezerra e faz com a governadora Fátima Bezerra.
OS PÉS EM DUAS CANOAS
Mas aí vem as contradições. Sua pose de antissistema se desfaz, na medida em que se coloca como liderado de Rogério Marinho, apontado pela imprensa nacional como um dos criadores durante o governo Jair Bolsonaro do chamado orçamento secreto. Por que, se é tão valente contra a classe política e clama por transparência, Styvenson não questiona seu líder elaborador de emendas que pecam, entre outros temas, justamente por serem obscuras? Aí ele fica manso.
Além disso, ele se passa no RN por antipetista, já que supostamente em plano local critica o PT. Ocorre que, em plano nacional, está na asa de Lula. Ora, se assim não acontece, por que ele não ataca o presidente aqui em terras potiguares?
No final, sobra, apesar da skin, um político com práticas típicas do chamado centrão e que anda distribuindo emendas na área da saúde, através do controle de quem vai, por exemplo, receber cirurgias.
A denúncia, grave, está sendo feita pelo senador Styvenson Valentim (PSDB): a gestão Allyson Bezerra (UB) recebeu e não deu a destinação devida à milionária quantia de R$ 11 milhões de reais.
De acordo com o senador, o dinheiro foi transferido para a conta da prefeitura dia 13 de dezembro do ano passado. Já se passou mais de 2 meses e ninguém sabe onde o dinheiro foi parar.
A verba deveria ter sido repassada à Associação de Apoio à Maternidade e à Infância de Mossoró (Apamim).
“O prefeito aplicou? Na poupança? Ou em CDB?”, questiona Styvenson Valentim.
No vídeo onde faz a acusação, e que segue abaixo, Styvenson Valentim mostra documentos que comprovaram a entrada do dinheiro na conta da prefeitura.
Questionamos o município, que não refutou a acusação do senador nem explicou onde o dinheiro foi parar.
Com apetite voraz por emendas – a despeito de dizer que o país está quebrado e de se beneficiar quase diariamente por elas – o senador potiguar Styvenson Valentim tem na verba pública sua grande motivação para deixar o Podemos.
A análise e as informações sobre os motivos que estão levando Styvenson a trocar de partido são de Gustavo Braga e podem ser conferidas no link abaixo.
Styvenson está anunciando filiação ao PSDB, mas não deve permanecer muito tempo na sigla, inclusive porque o partido tucano está em vias de fusão com o PSD. Ou de pelo menos fazerem uma federação.
Até o próximo ano, portanto, o senador deverá ir para outra agremiação, o que também ajuda a derrubar seu discurso de que não é político tradicional. O senador está indo para sua terceira agremiação partidária.

