O candidato Allyson Bezerra (União Brasil) já deu a senha: um hipotético governo seu será de arrouxo e de redução de políticas públicas. Isso significa perda de direitos para os trabalhadores, precarização de serviços básicos como saúde e educação e redução ou fim de programas sociais.
Candidato da extrema direita, Allyson já dá provas de que fará uma gestão que deixará os mais pobres à margem, como fez em Mossoró, com saúde e educação sucateados.
Com uma chapa articulada nacionalmente, inclusive com o acréscimo de nomes de pessoas que sequer são do Estado, Allyson faz parte de um projeto de poder da extrema direita em que impedir o acesso de políticas públicas pelos mais humildes é o objetivo principal.
O futuro sombrio, em um hipotético governo Allyson, não é suposição. É anúncio. Já feito pelo seu candidato a vice-governador. Hermano Morais (MDB) revelou em entrevistas o que Allyson pretende fazer e que não tem honestidade para revelar ao eleitor: uma gestão tendo como principal objetivo adotar medidas amargas.
Veja o que Allyson poderá fazer, caso seja eleito
# Privatizar a Caern
# Reduzir ou acabar com programas sociais
# Acabar com a autonomia financeira da UERN (ele fez isso com a Câmara de Mossoró)
# Reduzir direitos dos trabalhadores (em Mossoró, acabou com o quinquênio)
# Negar reajustes salariais (não concedeu o piso docente em 2021 e 2023)
# Precarizar a oferta de serviços públicos com terceirizações milionárias suspeitas (fez isso desde o primeiro mês de gestão em Mossoró)
# Transformar o Estado em cabide de empregos (o número de comissionados na prefeitura de Mossoró bateu recordes no seu primeiro ano de gestão como prefeito)
# Diminuir a capacidade de investimento do Estado (por meio, por exemplo, de fraudes em relatórios financeiros)
# Aumentar a dívida do Estado (em Mossoró, saltou de R$ 500 milhões para quase R$ 1 bilhão)
# Deixar de repassar contribuições previdenciárias ao Instituto de Previdência do RN (aumentou a dívida do PreviMossoró e parcelou o débito em 25 anos)

