Cadu de Lula. Esse é o nome que Carlos Eduardo Xavier, o Cadu, de Lula, está usando em sua campanha e com o qual aparecerá nas urnas. Nada mais que justo que Cadu, de Lula, assim seja reconhecido. Assim se apresente ao eleitor.
Cadu de Lula foi o secretário de Tributação que ajudou a governadora Fátima Bezerra (PT) a reequilibrar as contas do Estado. Herdaram, os dois, um rombo de R$ 2 bilhões de reais, dos quais, metade do débito com os servidores públicos. Verba alimentar. Dinheiro da feira.
Assim como Lula tirou milhões da fila da fome, Cadu garantiu que milhares de servidores voltassem a ter dignidade e, com o dinheiro do sagrado salário que ganham, voltassem a ter à sua mesa, o sustento para si e para os seus. Duas histórias que se encontram num mesmo objetivo: garantir dignidade às pessoas.
Cadu de Lula deve assim ser chamado porque é assim que Lula o reconhece. Foi assim que o presidente o abençoou e é ele que recebeu do maior líder da América Latina a missão de seguir o legado de Fátima Bezerra (impedida pela elite política do RN de tentar um mandato de senadora).
Quem tenta dissociar Cadu de Lula é um desonesto. Um falsário. Um impostor. Alguém que que4r fingir decência, mas é um decrépito. Que quer simular progresso, mas está de braços com as forças do atraso.
É Cadu quem merece ser o candidato de Lula num Estado lulista. Cadu de Lula. Quem tem medo desse nome é porque sabe a força desse apelido. A pujança desse epíteto. A simbologia dessa trajetória.
Até a Justiça sabe e reconheceu, juridicamente, que Cadu é de Lula. E o candidato de Lula não finge personagem. Exala verdade. Emana luta. E que não restem dúvidas, mesmo que fingidos desonestos finjam ser do presidente, que para governador no Rio Grande do Norte, o nome é: Cadu de Lula.

