Allyson Bezerra (União Brasil) está com medo. E como todo bolsonarista medroso virou um perigo. À eleição, aos eleitores, ao Rio Grande do Norte e à democracia. E, para reafirmar seu espectro político e sua forma de agir, está reagindo à iminência da derrota como bolsonarista: com ameaças, mentiras e falsas acusações.
As ameaças acontecem de forma velada, com um batalhão de “entrevistadores” fazendo verdadeiro assédio eleitoral aos eleitores que declaram não votar no ex-prefeito de Mossoró. Há denúncias de que as casas desses eleitores estariam sendo marcadas em vídeos e fotos.
Também há suspeitas de que a campanha do ex-prefeito de Mossoró teria espalhado o boato de que a campanha de Cadu de Lula (PT) estaria discutindo suposta ocupação de cargos num futuro governo. Espalhar esse tipo de mentira é estratégia rasa e surrada de dizer que o adversário está contando vitória antes do tempo. Cadu de Lula desmentiu a mentira.
Aliás, mentiras tem sido o recurso mais utilizado pela campanha de Allyson. Muitas delas estão relacionadas à imagem do presidente Lula (PT). Uma das táticas usadas nesse sentido tem sido a impressão de “santinhos” em que Allyson aparece ao lado de Lula, como se fosse o candidato do presidente ao Governo do RN. O ex-prefeito de Mossoró é bolsonarista e tenta a todo custo esconder isso do eleitor potiguar.
Allyson também tem usado “a imprensa” amiga e detentores de perfis de redes sociais pagos pela prefeitura de Mossoró para atacar adversários. Um dos ataques mais virulentos foi direcionado à família de Larissa Rosado (PSB), candidata a vice-governadora na chapa de Cadu de Lula.
Causa estranhamento o comportamento do ex-prefeito pelo fato de ele estar liderando a primeira pesquisa do segundo turno. Ou ele não acredita na pesquisa ou teve algum erro nos números divulgados.

