A gestão Allyson Bezerra (União Brasil) segue dando mostras do seu autoritarismo e desrespeito ao trabalho da imprensa.
Atolada em irregularidades e denúncias de corrupção, a gestão não dá à imprensa as explicações necessárias a que o povo tem direito. Ao contrário, cerceia o trabalho dos jornalistas.
Hoje, a postura autoritária ganhou contornos de criminalização do trabalho jornalístico.
É que a Guarda Civil, controlada pelo prefeito Allyson Bezerra, prendeu o jornalista Ronny Holanda, quando este cobrava melhorias na UBS do Belo Horizonte.
A prisão não foi eventual. A secretária de Saúde Morgana Dantas, talvez pressionada por ser investigada na operação Mederi, ameaçou mandar prender Ronny semana passada. Parece que concretizou a ameaça.
Toda a cidade precisa repudiar atitude danosa tomada pela gestão Allyson Bezerra. É um precedente perigoso. E uma vergonha administrativa justamente no dia em que a cidade comemora sua emancipação política.
A gestão Allyson Bezerra envergonha a cidade e mancha a história do município, até então conhecida como “terra da liberdade”.
Gestão Allyson Bezerra
Investigação sobre suspeita de corrupção na gestão Allyson Bezerra vai para a Justiça Federal
A informação, em primeira mão, é da jornalista Carol Ribeiro: o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJ/RN) autorizou o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MP/RN) a enviar a investigação sobre suspeita de corrupção do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB) para o Tribunal Regional Federal (TRF).
O envio decorre do fato de o prefeito tem foro privilegiado por prerrogativa de função. Na prática, isso significa dizer que o TJ e MP entendem que o prefeito Allyson Bezerra é um dos principais responsáveis pelas irregularidades investigadas. O caso veio à tona após série de reportagens feitas pelo jornalista Bruno Barreto. As principais suspeitas são:
Cobrança de propina: Para receber pagamentos por obras realizadas para a prefeitura, era necessário pagar propina totalizando 26% do valor dos contratos, com porcentagem dividida, sendo 4% para o prefeito Allyson Bezerra.
Obras sem licitação: O empresário relata ter sido convidado a executar obras públicas sem participar de processos licitatórios.
Pagamentos por terceiros: Em um dos casos, o pagamento de R$ 45 mil por uma obra foi realizado por uma empresa terceirizada, a Inove, embora o contrato fosse com outra construtora.
O Boca da Noite tentou ouvir o secretário municipal de Comunicação Social, Wilson Júnior, mas ele não atendeu nossa ligação.
Perguntamos se a prefeitura iria se pronunciar sobre o assunto em aplicativo de mensagens de celular. Logo que ele nos der retorno, a matéria será atualizada.
Monstruosidade: Gestão Allyson Bezerra boicota hospital e deixa mulheres sem procedimentos médicos
O Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, dentro do seu raio de atuação, atende a pacientes de 60 municípios do interior do Rio Grande do Norte. Atualmente, infelizmente, usuários de uma dessas cidades não está acessando esse atendimento.
Hoje o hospital oferece mais de 27 procedimentos diferentes às mulheres todos os dias, desde consultas, colocação de DIU e os mais diferentes exames, como mamografia, esteroscopia, colposcopia, entre outros.
Ocorre que, por pura picuinha da gestão Allyson Bezerra (União Brasil), as mulheres de Mossoró não estão podendo ser atendidas.
É que para a realização dos procedimentos é preciso está regulado na Secretaria Municipal de Saúde (SMS), sendo a SMS a responsável pelo contato entre o hospital e a paciente. Monstruosamente, a gestão Allyson Bezerra está se recusando a fazer a sua parte e deixando dezenas de mulheres sem atendimentos que podem salvar vidas.
Hoje, cerca de 80 mulheres estão na fila aguardando que a gestão municipal faça a sua parte e o Hospital Maria Correia possa executar os procedimentos.
Questionamos a secretária municipal de Saúde, Morgana Dantas, sobre o porquê disso está acontecendo, mas ela ainda não respondeu nossas mensagens.
A Bezerra Mendes era uma das mais movimentadas do centro comercial de Mossoró. Há estabelecimentos comerciais que se mantém há décadas naquela via. A diversidade de lojas sempre foi um atrativo para quem caminhava por aquela área. Além disso, trata-se de uma das áreas da lateral do Mercado Público Central.
Tudo isso contribuía para que as vendas nas lojas da Bezerra Mendes fossem em bom volume, mantendo aquecido o comércio naquela rua.
Infelizmente, tudo isso está vindo abaixo. O movimento rareou, as vendas minguaram e o faturamento de quase todas as lojas está caindo. Vertiginosamente.
Tudo isso passou a acontecer depois do início das obras de construção do Centro Comercial de Mossoró, empreendimento da gestão Allyson Bezerra (União Brasil) que se arrasta desde 15 de janeiro passado. E pelo caminhar lento dos serviços, não tem previsão de conclusão.
O Boca da Noite esteve na manhã desta quarta-feira, 26/6, conversando com comerciantes e ambulantes da Meira e Sá. Quase todos os ouvidos confirmaram, sob pedido de anonimato, que a obra “praticamente acabou com o comércio daquela rua”.
Alguns poucos que não tiveram queda no faturamento justificaram que as vendas on line tem contribuído para manter os negócios aquecidos.
“Pela manhã a gente ainda tem um pouco de movimento. À tarde, quase ninguém aparece”, relata um comerciante, apontando o calor como mais um aspecto a afastar os clientes. É que os tapumes que circundam a obra, de metal, além de reduzirem o espaço de tráfego, aumentam a sensação térmica da área.
Comerciantes e vendedores ambulantes dizem que mesmo que a obra seja concluída, o problema deverá continuar, porque a área de passeio seguirá reduzida e não haverá mais estacionamento. “Sem vagas paras as pessoas estacionar, diminui o fluxo de pessoas”, finaliza um outro comerciante, muito preocupado.
Mossoró Cidade Educação: Conheça 12 fatos que derrubam mais uma falácia da gestão Allyson Bezerra
* Márcio Alexandre
Mossoró Cidade Educação é a construção frasal ou o slogan sobre o qual a gestão Allyson Bezerra (União Brasil) mais investe midiaticamente. E mídia parece ser a única coisa que se tem no campo da educação na atual gestão municipal.
Pelo menos 12 fatos comprovam que Mossoró Cidade Educação, vendido pela gestão municipal como um programa de governo, é uma balela, uma enganação, um engodo, uma enrolação. Vejamos:
1º O prefeito negou o pagamento do reajuste do piso dos professores em 2023;
2º – Allyson Bezerra também acabou com a carreira de supervisor escolar na rede municipal de ensino, aumentando a carga de trabalho e reduzindo o salário. O resultado disso é que a gestão já prorrogou duas vezes o prazo de inscrições do processo seletivo para contratação temporária desses profissionais e quase ninguém se inscreveu até agora.
3º – A instalação de ar condicionados nas unidades de ensino segue a passos de tartaruga. Nas escolas em que o sistema foi instalado, os aparelhos não funcionam porque a rede elétrica não comporta. Os protestos de pais, professores e funcionários por causa desse problema se multiplicam todos os dias.
4º – A gestão Allyson Bezerra expõe as crianças a perigo constantemente: na UEI do Bom Jesus o teto caiu. Na UEI Alice Dias, no Vingt Rosado, um incêndio provocou pânico. E na UEI Menino Jesus de Praga, no Carnaubal, um motorbomba divide espaço na sala de aula com as crianças, e os ventiladores dão choque.
5º – O Tribunal de Contas do Estado divulgou que a gestão Allyson Bezerra deixou 511 crianças sem vagas nas creches da cidade, das quais, mais de 400 em lista de espera.
6º – Relatório do Ministério Público mostra que são quase 800 as crianças que estão fora da escola porque a gestão Allyson Bezerra não disponibiliza vagas em escolas e creches.
7º O fardamento escolar ficou mofando quase 6 meses em depósitos e salas das escolas porque não há material suficiente para todos os estudantes. A distribuição foi iniciada semana passada, mas apenas para estudantes do 1º ao 3º Ano das Séries Iniciais. A gestão municipal não pagou todo o valor do material ao fornecedor. Não há previsão de quando pagará o restante do débito e, portanto, também não se sabe quando os demais estudantes receberão o fardamento.
8º – Não há transporte para quase nenhuma atividade escolar fora das unidades de ensino. Os ônibus estão com a vistoria atrasada. Recentemente, até as atividades do eleitoreiro programa Juventude correram risco de suspensão por que não havia como transportar os jovens para as atividades.
9º – A desvalorização da carreira docente nunca foi tão forte quanto na gestão Allyson Bezerra. Além de se recusar a pagar o reajuste do piso, como aconteceu ano passado, a gestão também nega outros importantes direitos dos profissionais. A gestão passou mais de 3 anos massacrando os trabalhadores do setor, negando também, a progressão funcional. Nos últimos dias, pressionado pela proximidade das eleições e também por causa da suspeita de favorecimento a pessoas da gestão, a Secretaria Municipal de Educação (SME) publicou uma grande leva de promoções.
10º – A gestão Allyson Bezerra desmontou a Lei de Responsabilidade Educacional. Não há mais nenhuma ação, projeto ou atividade relacionada à lei. Desde que Allyson Bezerra assumiu a prefeitura, não se ouviu mais falar no Prêmio Escola de Qualidade.
11º – Mais de 1.500 professores e supervisores que atuam na rede municipal de Mossoró são celetistas contratados através de processo seletivo. São profissionais que atuam com vínculo trabalhista precário, com muitas obrigações e poucos direitos. E sobretudo com medo de perder o emprego caso desagradem a gestão.
12º – O processo de gestão democrática nas escolas foi engavetado pelo prefeito Allyson Bezerra logo que este chegou ao Palácio da Resistência.
Esses fatos ocorreram e ocorrem na cidade e produzem seus malefícios sobretudo porque o Conselho Municipal de Educação (CME), órgão de controle social e que deveria se opor ao desmonte da educação que o prefeito Allyson Bezerra promove segue silente, inerte, conivente.
O CME está “amarrado” sem esboçar qualquer reação porque grande parte dos membros do colegiado tem cargos na gestão municipal. Para se ter uma ideia do absurdo, a presidente do CME, professora Gilneide Lobo, é a segunda na hierarquia da Secretaria Municipal de Educação. Atua tão alinhada com o projeto de destruição da educação tocado a régua a compasso pelo Allyson Bezerra que, a exemplo do patrão, se nega a responder à imprensa quando esta lhe procura para que faça qualquer esclarecimento sobre essas 12 atrocidades listadas acima.
* Professor e jornalista

Descaso da gestão municipal com a educação de Mossoró é debatido na Assembleia Legislativa
Na sessão plenária desta quinta-feira (20/6) na Assembleia Legislativa do RN, os deputados Isolda Dantas (PT) e Coronel Azevedo (PL) se pronunciaram durante o horário destinado às lideranças. Primeira a falar, Isolda Dantas (PT) tratou da auditoria do Tribiunal de Contas do Estado (TCE/RN) apontando falta de vagas para educação infantil em Mossoró.
A deputada criticou a prefeitura de Mossoró por investir em campanhas publicitárias enaltecendo a educação enquanto escolas ainda funcionam em regime remoto e muitas crianças não têm acesso ao ensino.
“Hoje Mossoró tem 782 crianças que a prefeitura nega educação porque não tem vaga, sem falar nas creches. É lamentável”, disse Isolda, destacando que 576 dessas crianças estão na educação infantil e as demais no ensino fundamental. Ela enfatizou o impacto negativo dessa falta de acesso à educação tanto na vida das crianças quanto na das mulheres, que muitas vezes precisam deixar de trabalhar por não haver vagas nas creches.
Já um outro relatório, do Ministério Público, mostra que a situaão é ainda mais grave. De acordo com o órgão ministerial, são cerca de mil crianças as quais a gestão Allyson Bezerra (União Brasil) bega acesso à educação.
Abatedouro e Frigorífico de Mossoró tem dívida de mais de R$ 10 milhões, denuncia vereador
A gestão Allyson Bezerra (União Brasil) segue atuando com falta de transparência no trato com os recursos públicos. É o que está denunciando o vereador Paulo Igo (MDB). Ele apresentou requerimento pedindo informações simples à gestçao municipal, mas o pedido foi derrubado pela bancada de apoio ao prefeito.
“Cobrei transparência e responsabilidade no caso das supostas dívidas do Abatedouro Frigorífico Industrial de Mossoró (AFIM). Estima-se que essas dívidas ultrapassem R$ 10 milhões referente à Previdência, incluindo mais de R$ 1 milhão em FGTS não pago”, denuncia o vereador em suas redes sociais.
Paulo revela que enviou requerimento solicitando informações detalhadas sobre as finanças do AFIM desde 2018, incluindo relatórios financeiros, receitas, despesas, contratos e documentos de gestão financeira. Também pedi esclarecimentos sobre dívidas de ISS e IPTU, incluindo o valor, o período de inadimplência e as medidas que serão adotadas para resolver a situação, mas até agora não teve retorno.
“A transparência é importante demais para garantir que os recursos públicos sejam usados de forma correta e que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados. A gente vai continuar acompanhando e cobrando as respostas necessárias”, garante o parlamentar.
Veja abaixo a postagem do vereador

Competência para lidar com recursos públicos não tem sido exatamente uma virtude da gestão Allyson Bezerra (União Brasil), Após ser acionado pelo Ministério Público Federal (MPF) de não ter utilizado recursos para políticas públicas para pessoas em situação de vulnerabilidade social, agora a gestão está sendo acusada, mais uma vez, de não saber usar recursos federais.
De acordo com denúncias da vereadora Marleide Cunha (PTY), a ghestão Allyson Bezerra perdeu prazos legais da Lei Aldir Blanc e terá que devolver à União R$ 1,8 milhão de reais. Recursos que deveriam ser aplicados na cultura da cidade.
Segundo a parlamentar, ao não atender aos requisitos definidos pelo Ministério da Cultura, a prefeitura de Mossoró também ficará sem receber recursos para a cultura pelos próximos 5 anos.
O Boca da Noite tentou ouvir a gestão Allyson Bezerra para que ela explique o que pode ter acontecido. Ainda não recebemos resposta ao questionamento apresentado.
Descaso: UBS de Mossoró está fora da campanha nacional de multivacinação; saiba o motivo
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Mossoró, acompanhando o cronograma do Ministério da Saúde (MS) e seguindo as orientações da Secretaria Estadual de Saúde (Sesap/RN) está envolvida na Campanha Nacional de Multivacinação.
Nessa operação, as Unidades Básicas de Saúde (UBS´s) realizam atividades diárias de imunizações, além de a SMS organizar dias D de multivacinação. Nessas ações, são ofertadas doses de vacina contra covid, gripe influenza, tríplices virais, HPV, entre outras.
Apesar desse esforço da Coordenação de Vacinação da SMS, um público considerável está ficando fora. Moradores da Favela da Esperança, Jardim das Palmeiras, Planalto da Liberdade, Parque das e parte do Nova Vida, estão sem cobertura vacinal porque a geladeira da UBS Maria Neide da Silva, no Jardim das Palmeiras, está sem, condições de conservar os imunizantes.
“Faz muito tempo que tá com a geladeira quebrada e não tem nada que justifique tanto descaso por parte da gestão municipal”, diz, revoltada Ruth Mikelly. Ela acrescenta que é absurdo que os pais tenham que se deslocar para outros bairros para vacinar seus filhos por conta do descaso da prefeitura de Mossoró.
Um outro usuário, que pediu para ter a identidade preservada, disse que falta humanidade ao prefeito Allyson Bezerra (União Brasil). “Gasta milhões em festa. Recebe milhões para a saúde e deixa a gente da periferia sem o mínimo. Aqui na UBS Maria Neide não tem como os profissionais fazerem sequer um curativo por falta de material”, finaliza, indignado o pai de família.
Desde ontem que o Boca da Noite tenta ouvir ontem a prefeitura de Mossoró. Fizemos questionamentos a Etevaldo Lima, coordenador de Imunizações da SMS; aos jornalistas que respondem pela assessoria de Comunicação da SMS, à responsável pela Secretaria Municipal de Comunicação da Prefeitura de Mossoró, e até à secretária municipal de Saúde, Morgana Dantas (foto). Nenhum deles respondeu aos seguintes questionamentos apresentados:
“O município está no meio de uma grande campanha de multivacinação e, mesmo assim, a UBS Maria Neide da Silva, no Jardim das Palmeiras, está há quase dois meses sem aplicar uma única vacina por falta de uma geladeira para acondicionar os imunizantes. Tem previsão de quando essa situação vai ser resolvida?
Há também reclamações dos usuários sobre total sucateamento da unidade em relação ao material para atendimento à população, não sendo possível sequer se fazer um curativo simples. Por que isso está acontecendo na UBS Maria Neide?

Vergonha: Fechamento de Potiguar e Baraúnas deverá ser o “grande legado” da gestão Allyson para o esporte de Mossoró
Potiguar e Baraúnas, principais clubes de Mossoró, dois dos maiores do Estado e protagonistas de um dos maiores clássicos do futebol do Rio Grande do Norte e do Nordeste, ameaçam fechar suas portas.
Os presidentes dos clubes, Djalma Júnior (Alvirrubro) e Lima Neto (Leão) tem dito à imprensa local que, caso a situação permaneça como está, Potiguar e Baraúnas deverão pedir licenciamento da Federação Norte-riograndense de Futebol (FNF).
Os dirigentes se referem ao fato de a cidade não contar com um estádio para sediar seus jogos. O Nogueirão está há mais de 100 dias interditado por absoluta falta de condições para receber jogos.
A gestão Allyson Bezerra (União Brasil) dilapidou o quanto pode o estádio sob promessa de uma permuta que não tem nenhuma previsão de se concretizar. E segue no engodo para iludir, enganar, trapacear.
O licenciamento é o pedido para não participar de competições profissionais oficiais organizadas pela FNF e até pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Na prática, será o fechamento dos clubes. A ruína do Nogueirão (foto) é o reflexo fidedigno da falta de apoio da prefeitura de Mossoró ao esporte local.
A continuar o cenário que está, a gestão Allyson Bezerra, há pouco mais de meio ano de se encerrar, deverá “legar” ao esporte da cidade o fim das atividades dos principais clubes da cidade, e do Estado. Uma tristeza para o futebol. Uma lástima para a cidade. Uma vergonha para a gestão Allyson Bezerra.


