Ninguém espera que o vice-prefeito de Mossoró, Marcos Medeiros (PSD) tenha vida política própria. Ninguém ousa imaginar que ele vai ousar fazer qualquer coisa que já não tenha sido determinada por Allyson Bezerra (União Brasil).
Marcos está no cargo de vice-prefeito justamente por Allyson confiar nele como um fiel “pastorador” do cargo de prefeito. Nem que Allyson renuncie, Marcos terá coragem de fazer qualquer coisa que o atual prefeito não queira. E é o próprio Marcos quem dá demonstração inequívoca disso.
O episódio em que o secretário de Segurança de Mossoró, Walmary Costa, está sendo acusado de espancar e sequestrar um jornalista, é muito grave e necessitava de uma manifesta pública firme de Marcos Medeiros, que está como exercício em exercício.
Nao importa que Marcos ache que não tem votos e que só está no posto por “bondade” de Allyson. Ele foi integrante da chapa vencedora. Está no cargo legítima e constitucionalmente. Esse e o bônus de ter participado da campanha vitoriosa. O ônus é, entre outras coisas, se manifestar nas situações que o cargo exige. Nesse aspecto, Marcos não só dá demonstração de que seguirá debaixo da aba de Allyson, mas de que pode não ter capacidade de conduzir a segunda maior cidade do Estado.
No primeiro desafio público em que Marcos deveria mostrar altivez, autonomia e capacidade de lidar com a adversidade, o vice-prefeito falhou miseravelmente
Marcos
Veja na íntegra o parecer que pediu a cassação de Allyson Bezerra e Marcos Bezerra
“…O conjunto probatório comprova que os investigados foram os beneficiários do uso excessivo da internet, o que comprometeu objetivamente a igualdade de condições entre os concorrentes”. Foi com essa justificativa que a procuradora regional Eleitoral, Clarisier Azevedo Cavalcante de Morais, decidiu pelo pedido de cassação da chapa Allyson Bezerra (União Brasil) e Marcos Bezerra (PSD) que concorreu e venceu as eleições para prefeito de Mossoró em 2024.
Para a promotora, há provas suficientes de que Allyson e Marcos cometerem o crime eleitoral de abuso de poder econômico. Com isso, ela cassou a decisão do juiz de primeira instância que havia dado ganho de causa aos réus e decidir pela reabertura da causa. Ou pela cassação da chapa.
O Ministério Público Eleitoral, por meio da Procuradoria Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte, emitiu parecer favorável à cassação do mandato do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), por abuso de poder econômico nas eleições de 2024. O parecer foi assinado pela procuradora Clarisier Azevedo e protocolado nesta segunda-feira (14/4) no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN).
De acordo com o documento, houve uso excessivo da máquina pública e de recursos da Prefeitura de Mossoró para impulsionar a imagem do então candidato à reeleição, gerando desequilíbrio na disputa eleitoral. A procuradora destacou que, mesmo sem comprovação do desvio direto de recursos ou extrapolação de gastos com publicidade institucional, o volume de postagens, a amplitude dos perfis envolvidos e a instrumentalização da mídia em favor do gestor caracterizam um cenário de favorecimento.
“Embora não tenha sido possível demonstrar a extrapolação de limite de gastos com publicidade institucional ou o desvio de recursos públicos no seu implemento, o fato é que as postagens favoráveis divulgadas em rede social […] demonstram a construção de uma imagem politicamente favorável dos investigados junto ao eleitorado, contribuindo para o reforço de sua visibilidade”, afirma Clarisier Azevedo.
O parecer será analisado pelo TRE-RN, que pode acolher ou não o recurso. Caso o mérito seja aceito, pode haver cassação do mandato de Allyson Bezerra e de seu vice, Marcos Medeiros. Caso o tribunal aceite apenas a preliminar, o processo retornará à primeira instância para novo julgamento.
A decisão do TRE-RN poderá manter a sentença original, cassar o mandato ou determinar a reabertura da instrução processual. (Fonte: Diário do RN)
* Márcio Alexandre
A política partidária no Brasil vive um dos piores momentos da sua história. Grande parte dos detentores de mandatos eletivos perdeu o senso do ridículo. Jogou fora a sensatez. Enterrou a decência.
Nesses tempos de viralização de vídeos, tudo e qualquer bobagem vira pretexto para que um ou outro político fique na mídia. A geração tiktoker da política está matando – de vergonha e de assalto – a verdadeira política. Porque a maioria nem isso é. São apenas influencers que ganham votos e desviam verbas.
Vivemos a era da espetacularização da idiotice. Mossoró tem dois casos recentes dessa natureza.
Na campanha eleitoral do ano passado, o então candidato a vereador João Marcelo (PSD), para se incluir no arena das bizarrices do prefeito Allyson Bezerra (que tentava a reeleição), saiu dando pulinhos quando Allyson anunciou o seu nome. Resultado: três quedas numa só. Uma tristeza. Tombos homéricos transmitidos ao vivo pela internet. Tivesse um mínimo de vergonha teria desistido até da candidatura.
Na última sexta-feira, num ginásio lotado, em mais uma de suas atividades de campanha (agora ao Governo do Estado), Allyson Bezerra chamou ao palco (no teatro dos horrores em que se transformam as atividades de sua agenda), o vice-prefeito Marcos Bezerra. O vice deu um pulinho de onde estava para chegar ao lado do prefeito. Mais um que foi ao chão. Estabanada e vergonhosamente. Tivesse um mínimo das virtudes que se espera de um político honrado, já teria renunciado.
As duas principais autoridades do município passando vergonha tempo real. Allyson comandando o espetáculo patético. Marcos protagonizando algo tétrico. Dois Bezerra num curral midiático. Tudo em nome do poder nesses tempos em que ser idiota dá votos. Em que pagar mico dá notoriedade. Em que ser tolo chama a atenção. Jogando a liturgia dos cargos no lixo.
Mas tem sido assim, de norte a sul do país, com essa geração de políticos forjada na idiotização da plateia. No empobrecimento cultural das pessoas. No emburrecimento dos desavisados.
Enquanto caem, fazem piruetas e distraem os cidadãos, as maracutaias comem soltas. É assim que se constroem cortinas de fumaça para ninguém desconfiar do aumento do patrimônio desses “pobrezinhos”, enquanto exercem ditatorialmente os seus “podres poderes”.
A espetacularização da idiotice não é uma eventualidade. É planejada a régua e compasso. Com esmero. Com cuidado. Com afinco. Porque é assim que se distrai o povo enquanto ele é “subtraído em tenebrosas transações”. Sorocaba nunca esteve tão perto de nós.
* Professor e jornalista
P.S: para quem ainda não viu a tosquice, segue abaixo o vídeo
A juíza Cinthia Cibelle Diniz de Medeiros, da 34ª Zona Eleitoral da Comarca de Mossoró, desaprovou as contas de campanha de Allyson Bezerra (UB) e Marcos Bezerra (PSD), respectivamente prefeito e vice-prefeito de Mossoró. Os fatos que causaram a desaprovação foram praticadas no pleito do ano passado, que culminaram com a eleição dos citados candidatos.
Entre as irregularidades apontadas pela Justiça para desaprovar as contas estão: descumprimento do prazo para envio de dados relativos aos relatórios financeiros de campanha; ausência de comprovação de despesas com pessoal, atividades de militância e mobilização de rua, publicidade por carro de som, cessão ou locação de veículos e eventos e promoção da candidatura; não comprovação de despesas com produção de jingles.
De acordo com a juíza Cinthia Cibelle, as irregularidades comprometem a transparência e a confiabilidade das informações prestadas.
Além da desaprovação das contas, a magistrada determinou aplicou a pena de devolução de R$ quatrocentos e vinte e seis mil e seiscentos reais), valor este que corresponde a um percentual de 12,40% em relação ao total de despesas dos prestadores de contas.
A desaprovação das contas não tem efeito imediato sobre os mandatos conquistados por Allyson e Marcos, mas pode ser questionada judicialmente por partidos políticos em ação própria e gerar repercussão, como perda de mandato por abuso de poder econômico. Além disso, os partidos dos dois podem ficar sem receber recursos do fundo partidário.
A desaprovação das contas de Allyson e Marcos segue entendimento do órgão técnico da Justiça Eleitoral, que já tinha opinado pela desaprovação.
Secretaria de Educação: Marcos saiu sem cumprir a palavra, Leonardo chega sufocando os professores
O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB) usa a Secretaria Municipal de Educação (SME) com um objetivo muito claro: manchar a reputação de qualquer um que aceite assumir a pasta. Não demora muito para que todo e qualquer um que aceite “pastorar” o cargo seja queimado e coloque o currículo no lixo. Não importa o quanto a carreira seja extensa ou os títulos acadêmicos sejam lustrosos. Saem todos menores do que entram.
A primeira a ocupar o posto era tão vassala que não cabe sequer mais de uma linha para se referir a ela.
Foi, depois, substituída pelo professor Marcos Antônio Oliveira. Viu sua imagem de seriedade e competência construída enquanto docente e gestor no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), ser destruída em poucos meses. Visto como homem de palavra, Marcos não teve autonomia para fazer valer sua fala. Na prática, parecia não ter “moral” para autorizar a mudança de local de um armário na SME.
Dois exemplos são claríssimos nesse sentido. O primeiro deles se refere às últimas quatro escolas que foram contempladas com sistema de climatização. Marcos foi a cada uma dessas unidade de ensino e até com certa arrogância disse que os aparelhos de ar condicionado estariam funcionando até o dia 20 de novembro passado. Empenhou sua palavra. “Se a empresa não garantir que termina o serviço até essa data, eu nem autorizo”, afirmou nas reuniões em que participou. Até hoje essas unidades de ensino estão sem ar condicionado funcionando. Pior, nem os ventiladores tem mais.
Marcos também recebeu alguns professores que aguardam ter suas progressões funcionais publicadas. Só os recebeu depois que fizeram campana na secretaria e após ameaçarem chamar a imprensa. Prometeu que as tais progressões seriam publicadas em poucos dias. Já faz quase um mês da promessa. Saiu da pasta sem resgatar a palavra empenhada. Mesmo tendo sido na sua gestão que explodiu o vergonhoso caso do professor Francisco Hélio Rodrigues de Oliveira, que teve a sua progressão publicada em poucos dias. Provavelmente após ele fraudar o processo.
Marcos Oliveira sai tão chamuscado da SME que deve deixar a gestão Allyson Bezerra pela porta dos fundos. Após ser “convidado” a deixar a Educação, recebeu um prêmio de consolação. De lá deverá ser chutado sem direito sequer à despedida. É o que o destino reserva aos que aceitam se rebaixar demais.
Quem já começa rebaixado é o atual secretário. Também oriundo do IFRN, Leonardo Dantas chega ao posto com a pecha de ditador. Ou de proxeneta de tirano.
Em seu primeiro ato público como secretário, Leonardo aceitou que se negasse fala à presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (Sindiserpum), professora Eliete Vieira. Docente como ele. Negou fala a um colega de profissão. Sufocou a voz dos professores. No mínimo concordou que se negasse. Tão mesquinho quanto ele mesmo tê-lo feito. Indigno para ocupante de um cargo tão importante. Deixa claro que não tem nenhuma gerência sobre a pasta. Mais um pastorador de documentos. Mais um assinador de papéis.
Leonardo também se rebaixa quando aceita ser secretário de Educação numa pasta esvaziada e, pior, com todas as escolas sem comando. Para termos uma ideia do caos, uma formação para gestores escolares, prevista para amanhã, dentro da Jornada Pedagógica, foi cancelada porque não há nenhum gestor escolar nomeado.
As aulas deverão ser iniciadas sem que tenha diretor em quaisquer uma delas. Quinta-feira, a Jornada Pedagógica terá continuidade nas unidades de ensino. Provavelmente sem a condução de gestores escolares. Concordar com uma pataquada dessas é aceitar colocar o currículo na privada. Lamentável que a vassalagem seja tão presente numa secretaria tão importante.
A chapa Allyson Bezerra/Marcos Bezerra, que concorre à prefeitura de Mossoró pelo União Brasil (UB) é puro desrespeito com a população de Mossoró. Com uma gestão cheia de escândalos, principalmente na Saúde – onde Marcos era o cão de guarda de Allyson – se negar ir à imprensa é quase crime – para usar uma expressão que seus puxa-sacos adoram.
Marcos Bezerra, como se sabe, se negou a ir à TCM ontem por absoluta incompetência. Pela completa falta de capacidade de se expressar. Mas e, principalmente, por medo.
Em entrevista à Rádio Rural, o candidato a vice-prefeito de Allyson Bezerra, o Marcos Bezerra, mostrou que não sabe juntar lé com cré. Mas engana-se quem pensa que sua recusa a conceder entrevistas é apenas por sua inapetência oral. Por sua dificuldade de elaborar um raciocínio básico. Por sua quase latente dissonância cognitiva.
Marcos Bezerra teme que, em entrevistas, temas como fraude na licitação ganha pela São Tomé Distribuidora, desaprovação das contas da saúde pelo conselho municipal competente, falta de comida no Hospital Milton Marques, e encaixotamento criminoso do tomógrafo do PAM do Bom Jardim sejam trazidos à tona. Marcos Bezerra sabe muito sobre tudo isso. Sabe tanto que fica tão desconfortável publicamente ao lembrar disso que tem dificuldade até de silabar.
As recorrentes recusas da chapa Allyson Bezerra/Marcos Bezerra de ir à imprensa é um desrespeito com a população, repetimos. Mas, de forma específica, é um desrespeito colossal com o Sistema Oeste de Comunicação, grupo de mídia que conta com a Rádio 95 FM e com a TV a Cabo TCM. Allyson Bezerra se recusou a ir ao debate da TCM. Ontem, Marcos Bezerra não foi à sabtina da Rádio 95. Durante a eleição passada e os últimos três anos, o Sistema Oeste de Comunicação manteve estreita parceria com a gestão Allyson Bezerra. Parece que, agora, recebe coice como contrapartida.
O prefeito, há quase 4 anos no cargo, diz que tem muito serviço a mostrar. Ao fugir das entrevistas e debates, a dupla Allyson Bezerra/Marcos Bezerra deixa claro que tem muito mesmo é o que esconder. Ontem, Marcos Bezerra não foi à TCM. Hoje, Allyson Bezerra não foi à 93 FM. Nem as penosas daquela película infantil são tão medrosas.
O candidato a vice-prefeito na chapa de Allyson Bezerra, Marcos Medeiros, faltou à entrevista à Rádio TCM 95 FM, agendada para hoje, 16. Com essa decisão, Marcos repete o prefeito, seu mentor político, que também fugiu de outro programa da TCM: o debate com os candidatos a prefeito, dia 5 deste mês.
Só que, um pouco diferente de Allyson, que fugiu de confronto com os adversários no debate, Marcos, ao faltar ao programa Meio Dia TCM, foge das perguntas dos jornalistas e radialistas do grupo TCM. Do que receia o candidato a vice?
Mas a essência das duas fugidas é a mesma: a falta de compromisso com o povo para tratar de propostas para Mossoró. Também desprezo ao departamento de jornalismo da TCM e desrespeito ao próprio grupo de comunicação.
A ausência do candidato a vice foi comunicada aos ouvintes da Rádio TCM 95 FM pelo radialista Tárcio Araújo, no programa Meio Dia TCM. “A assessoria do candidato a vice-prefeito, Marcos Medeiros, comunica à Rede TCM que ele não estará presente; que seria no espaço de hoje. O que há de se fazer? Não podemos fazer nada. Vamos dar continuidade ao nosso trabalho”, informou.
A presença de Marcos Medeiros hoje no programa Meio Dia TCM foi definida em sorteio, realizado sexta-feira (13) e que definiu a ordem de participação dos candidatos na rodada de entrevistas que a 95 FM realiza, esta semana, com os candidatos a vice-prefeito e que fará, próxima semana, com os postulantes à chefia do Poder Executivo.
No meio político, a ausência de Marcos Medeiros causou certo estranhamento, porque, embora seja considerado obscuro e escorregadio, ele participou da entrevista que a Rádio Rural de Mossoró realizou com os candidatos a vice-prefeito, semana passada.
Porém, o desempenho dele foi considerado sofrível. E, segundo fontes dos bastidores, Allyson Bezerra desaprovou a performance do pupilo e vetou qualquer participação de Marcos Medeiros em entrevistas, para não disseminar ao público o visível despreparo do seu nome a vice para a carreira política.
O prefeito Allyson Bezerra, candidato à reeleição, escolheu, como queria, um candidato a vice-prefeito que pudesse botar debaixo do braço. Alguém que não tenha nenhum predicado. Que ninguém sequer conheça. Que faça apenas o que Allyson quer. E conseguiu.
Marcos Antônio Bezerra de Medeiros é o vice dos sonhos de Allyson. E poderá vir a ser o vice do pesadelo dos mossoroenses. É que Marcos Bezerra parece não saber de nada. A entrevista dele a Rádio Rural foi um fiasco. Mesmo sendo entrevistado por alguém com forte ligação com o Palácio da Resistência.
Deslocado, Marcos Bezerra foi, naquela oportunidade, o retrato do despreparo. Da incompetência. Da inapetência. Um nada. Alguém que não demonstra ter qualquer atributo para vir prefeito de Mossoró. Sem aptidão para administrar uma banca do jogo do bicho.
Marcos Bezerra mostrou hoje que tem uma semelhança muito forte com Allyson Bezerra: é fujão igual a ele. O vice dos sonhos – e dos pesadelos – fugiu da entrevista à Rádio 95 FM, mas especificamente ao Programa Meio Dia TCM desta segunda-feira, 16/9.
A fuga de Marcos Bezerra reforça que realmente Allyson o tem debaixo do braço. Parece que não o solta sequer para uma palavra com a imprensa. Uma vergonha um candidato a vice-prefeito da segunda maior cidade do Estado se prestar a um papel desses. Mesmo que na primeira oportunidade de uma entrevista tenha feito tanta vergonha.

O prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) deve levar até o limite possível o anúncio sobre quem será seu companheiro de chapa, mas o nome do candidato a vice-prefeito já foi escolhido. O desconhecido e politicamente inexpressivo Marcos Antônio de Medeiros Bezerra, o Marcos Bezerra (PSD).
Marcos vem sendo apresentado nos agrupamentos políticos e sociais nos quais o prefeito tem inserção. Segundo informações colhidas pelo Boca da Noite, a “unção” final do escolhido ocorreu na apresentação do grupo político mais fanático. São os correligionários do prefeito da área do Planalto 13 de Maio. Marcos, cujo pai mora naquela área, foi aprovado.
Gente do círculo político do prefeito revela que Marcos já tem se comportado como candidato a vice, inclusive fazendo anotações sobre pedidos, reivindicações e reclamações.
Allyson já vinha dando mostras de que Marcos é o escolhido. O levou inclusive para eventos políticos em Natal. Além disso, dos demais nomes postos, apenas Paulo Linhares (PSD) luta de fato para ficar com a vaga. Com chances quase nulas.
Thiago Marques, também cotado, já atua com muita força como pré-candidato a vereador. Sonha com a presidência da Câmara.
A família de Marcos inclusive já prepara evento festivo para comemorar a escolha.
Dificilmente deverá haver mudança de cenário. Aliás, para que Marcos venha a ser preterido, algo muito forte precisa acontecer até 5 de agosto.

Marcos

