O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil) parece disposto a esticar ao máximo a corda em narrativa sobre o esquema de desvios de dinheiro da saúde em sua gestão.
Alvo da operação Mederi, realizada pela Polícia Federal e Controladoria Geral da União (CGU), Allyson ainda não deu uma única explicação sobre a roubalheira que os investigadores dizem ter encontrado em seu governo.
Ancorado em seu poderio midiático, o prefeito tem feito jogadas que ajudam a deixá-lo bem junto a parte do seu eleitorado, mas não o livra de possíveis consequências jurídicas e penais que as investigações devem sugerir.
Ocorre que a tática de Allyson é perigosa e às vezes beira a ilegalidade. Além de desafiar a PF e a CGU.
Na mais recente – e perigosa – jogada, Allyson afirmou que pediu à Justiça que tornasse as investigações públicas. Não se sabe se é verdade, porque ele havia dito que estava colaborando com as investigações e documentos da operação mostram que ele se negou a fornecer as senhas dos aparelhos eletrônicos apreendidos com ele (celulares, computadores, hd’s, etc).
Allyson Bezerra tem faltado com a verdade ou omitido informações importantes das investigações. Ele não revelou, por exemplo, que pediu à Justiça para ser informado sobre a adoção de medidas restritivas, como o uso de tornozeleira eletrônica. Obviamente que o pedido foi negado.
O prefeito, por outro lado, faz postagens que induzem as pessoas a pensar que ele não tem nenhuma responsabilidade sobre as irregularidades descobertas até agora pela operação.
Numa delas, ele recortou trechos da descrição dos materiais apreendidos em sua casa, mostrando apenas que teria sido apreendido somente um caderno no qual aparecem anotações religiosas.
Não posta, por exemplo, que foram encontradas volumosas quantias em dinheiro com pessoas próximas a ele e com as quais ele tem relação política e pessoal. Casos de Oseas Monthalggan (sócio da empresa Dismed, usada no esquema criminoso, de acordo com a PF) e Almir Mariano (homem de sua confiança e para o qual ele já delegou cuidar de secretarias importantes, como a da Saúde).
Mariano foi flagrado pela PF com maís de R$ 57 mil em dinheiro. Com ele também foi encontrado uma BMW, veículo que custa pode custar até R$ 1 milhão de reais.
Ao omitir essas informações e mentir sobre atos seus (como a negativa das senhas), Allyson Bezerra não está se defendendo, nem apenas enganando seus seguidores. O prefeito está colocando a opinião pública contra os investigadores.
Allyson se comporta como se a investigação fosse pessoal, como se estivesse sendo perseguido e como não estivesse ele sendo apontado pela PF como um dos líderes do gigante esquema de roubo de dinheiro público descoberto em sua gestão.
O prefeito atua para colocar os investigadores e até a Justiça Federal na condição de vilões. Como se tivessem sido eles os flagrados roubando o dinheiro do contribuinte mossoroense.
É uma estratégia. Mas algo muito perigoso, sobretudo porque a investigação é técnica, e as instituições envolvidas são sérias e não agem por ouvir dizer. Só foram a casa do prefeito porque havia indícios de sua participação. Com essa postura de agir contra as investigações, Allyson faz aumentar a possibilidade de ser alvo de medidas legais, como as que ele pediu para ser avisado quando elas vierem. Devem vir. Mas sem prévias manchetes em jornais.
Saúde
Esquema que tem Allyson Bezerra como suspeito teria utilizado conta de uma menor de idade para lavar dinheiro, afirma PF
Alvo principal da Operação Mederi, o prefeito de Mossoró e pré-candidato ao governo do Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra (União), está sendo investigado por suposto envolvimento em rede de propinas e fraudes em licitações da área da Saúde. A Polícia Federal (PF) identificou uma conta laranja, em nome de uma menor de idade, utilizada por operadores dessa rede.
Como eixo do esquema está a companhia Dismed, que teria como sócio-administrador o empresário Oseas Monthalggan. Ele está sendo apontado como responsável por organizar e determinar a entrega de propinas para agentes públicos.
Ainda conforme informações da PF, o esquema na área da Saúde, que incluía fraude em licitações, chegou aos municípios de Serra do Mel, Mossoró, Paraú, São Miguel, José da Penha e Tibau, todos no Rio Grande do Norte.
As investigações apontaram, ainda, que a filha de Oseas Monthalggan e Roberta Ferreira Praxedes da Costa, esposa do sócio da Dismed e proprietária da Drogaria Mais Saúde, também envolvida no esquema, teve a conta bancária usada pelos pais para lavar dinheiro.
“Cliente não aparenta possuir capacidade econômico-financeira para movimentar tal volume de recursos. Suspeita-se de movimentação de recursos de terceiros, notadamente de seu pai, para fins de sonegação fiscal”, destacou a PF.
Em outra análise dos investigadores, a maior parte das saídas de dinheiro da Drogaria Mais Saúde foi direcionada para a filha de Roberta e Oseas. A conta dela recebeu R$ 427 mil, entre julho de 2022 e junho de 2023.
“Matemática de Mossoró”
O principal cliente da Drogaria Mais Saúde era a cidade de Serra do Mel, a 250 quilômetros de Natal. De 2024 a 2025, o município de apenas 13 mil habitantes pagou à empresa R$ 1,4 milhão.
Por trás das transferências estaria o ex-vice-prefeito de Serra do Mel e indicado pela PF como sócio, de fato, da Dismed, José Moabe Zacarias Soares (PSD).
Moabe foi candidato a prefeito em 2024 e teria operado junto a Oseas os pagamentos de propina em Mossoró e nos outros municípios que estão sendo investigados pela Operação Mederi.
Moabe e Oseas, em um diálogo interceptado, contam detalhes do que chamam de “Matemática de Mossoró”, esquema que, segundo os investigadores, atenderia às demandas de Allyson Bezerra em relação ao repasse de propinas.
“Olhe, Mossoró, eu estudando aqui. Como é a matemática de Mossoró. Tem uma ordem de compra de quatrocentos mil. Desses quatrocentos, ele entrega duzentos. Tudo a preço de custo! Dos duzentos ele vai e pega trinta por cento, sessenta R$ 60.000,00, então aqui ele comeu R$ 60.000,00! Fica R$ 140.000,00 pra ele entregar cem por cento. Dos cento e quarenta ele R$ 70.000,00. Setenta com sessenta é meu, R$ 130.000,00. Só que dos cento e trinta nós temos que pagar cem mil R$ 100.000,00 a Allyson e a Fátima, que é dez por cento de Fátima e quinze por cento de Allyson. Só ficou trinta mil R$ 30.000,00 pra a empresa!”, afirmou Oseas Monthalggan, em maio de 2025.
“O topo do esquema”
Os investigadores consideram que o prefeito de Mossoró e seu vice, Marcos Bezerra (PSD), operavam “o topo do esquema”, além de receber “propina em porcentuais definidos sobre os contratos” com a Dismed. Bezerra também foi alvo de busca e apreensão no âmbito da Operação Mederi.
“Em relação a Allyson e Marcos, há referências nominais específicas nas conversas indicando recebimento de valores”, apontou a PF.
“No nível intermediário, estariam os gestores administrativos, que garantiriam as condições institucionais para funcionamento do sistema. No nível operacional, estariam os fiscais e gestores de contrato que viabilizariam concretamente as entregas parciais mediante atestados. Externamente à administração pública, estariam os empresários, que operacionalizariam o esquema no âmbito privado”, ressaltou a investigação.
Imagem: Monthalggan e Allyson são apontados pela PF como dois dos principais integrantes do esquema criminoso
Veja mais sobre a operação nos links abaixo
Proximidade entre Allyson Bezerra e sócio da Dismed reforça suspeita de desvios na Saúde, aponta PF
A Polícia Federal não tem dúvida: a gestão Allyson Bezerra (União Brasil) abrigou um grande e recorrente esquema de desvios de recursos públicos da saúde. Interceptações telefônicas, escutas ambientais e relatórios do Controle de Atividades Financeiras (COAF) provam isso.
“O volume de recursos públicos envolvidos, somado ao volume de dinheiro em espécie sacado pelas empresas, por si só, já constituiria circunstância digna de suspeita acerca da licitude da relação mantida com o ente municipal”, destaca trecho da decisão que autorizou a megaoperação que teve entre seus alvos o prefeito de Mossoró
Adiante, os investigadores reforçam que a “suspeita era reforçada pela proximidade política entre OSEAS MONTHALGGAN, sócio da DISMED, e ALLYSON BEZERRA (prefeito municipal de Mossoró), conforme ilustrado na seguinte postagem da rede social Instagram”.
As investigações seguem para dimensionar qual o tamanho da participação do chefe do Executivo municipal no esquema fraudulento.
Até agora, o que se sabe é que numa das conversas interceptadas pela Polícia Federal, entre o ex-vice-prefeito de Serra do Mel, José Moab Zacarias Soares e Oseas Monthalggan Fernandes Costa, ambos sócios da Dismed, discutiu-se sobre a “Matemática de Mossoró”. Trata-se da operação aritmética criminosa na qual os dois definiam quando cada envolvido nos desvios ganhariam. O diálogo é o seguinte:
OSEAS: …Olhe, MOSSORÓ, eu estudando aqui com NENEN, o exemplo…[inaudível]…como é a MATEMÁTICA DE MOSSORÓ. MOSSORÓ tem uma Ordem de Compra de quatrocentos mil (R$ 400.000,00). Desses quatrocentos, ele entrega duzentos (R$ 200.000,00)!
MOABE: Certo!
OSEAS: Tudo a preço de custo! Dos duzentos ele vai e pega trinta por cento (30%), sessenta (R$ 60.000,00), então aqui ele comeu sessenta (R$ 60.000,00)! MOABE: Certo!
OSEAS: Fica cento e quarenta (R$ 140.000,00) pra ele entregar cem por cento (100%). Dos cento e quarenta ele ganha setenta (R$ 70.000,00). Setenta com sessenta é meu, cento e trinta (R$ 130.000,00). Só que dos cento e trinta nós temos que pagar cem mil (R$ 100.000,00) a ALLYISON e a FÁTIMA, que é dez por cento (10%) de FÁTIMA e quinze por cento (15%) de ALLISSON. Só ficou trinta mil (R$ 30.000,00) pra a empresa! 13/05/2025.
O prefeito nega as acusações e diz que não tem proximidade com Oseas Monthalgan, sendo a relação com ele advinda apenas de questões eleitorais pontuais.
A PF arremata ainda:
“Existe ainda a evidência da proximidade política e social entre ALLYSSON LEANDRO BEZERRA SILVA e OSEAS MONTHALGGAN FERNANDES COSTA, sócio da DISMED. Uma postagem na rede social Instagram, datada de 11 de abril de 2024, mostra ambos juntos,
em fotografia que revela relacionamento cordial entre ambos. Embora a proximidade política, por si só, não caracterize indício de ilícito, ela ganha relevância como indício de possível favorecimento nas contratações públicas quando analisada em conjunto com os demais elementos, especialmente considerando que a DISMED é a principal beneficiária de recursos da Prefeitura de Mossoró, tendo recebido mais de R$ 13,5 (treze e meio) milhões entre 2021 e 2025”.
Pelo relatório da PF, o prefeito de Mossoró aparenta segurança em não ser arrolado no caso porque demonstrava preocupação em se manter oculto dentro do esquema. O próximo diálogo presente investigação é elucidativo a esse respeito:
OSEAS: O problema porque é o seguinte: os cara… [inaudível]… se eu fosse prefeito, meus funcionários por exemplo… ah, esse prefeito é ladrão, quem rouba é ele, pode falar, não me importa não! Aí os cara é um cuidado, não porque ninguém pode saber não….
Sobre o trecho acima, os investigadores fazem a seguinte conclusão:
“Com relação ao trecho acima transcrito, além do contexto geral do diálogo fazer referência à participação de Allysson Bezerra nos esquemas de corrupção, a assertiva revela o cuidado que este demonstra para se manter oculto nos esquemas de corrupção”.
Veja quem são os envolvidos em esquema de desvios na saúde que estão com tornozeleira
A Controladoria-Geral da União (CGU) e a Polícia Federal (PF) seguem com diligências da Operação Mederi, que apura desvios de dionheiro da saúde em cinco prefeituras do Rio Grande do Norte. Allyson Bezerra (União Brasil), prefeito de Mossoró, é um dos alvos das investigações. Até agora, 7 pessoas estão usando tornozeleiras eletrônicas e tiveram fianças arbitradas pela Justiça Federal, e que somam R$ 450 mil.
Estão com tornozeleira eletrônica:
Oseas Monthalggan Fernandes Costa (sócio formal da Dismed);
José Moabe Zacarias Soares (sócio de fato da Dismed e ex-prefeito de Serra do Mel/RN);
Maycon Lucas Zacarias Soares (sócio formal da Dismed);
Raimundo Wandecy Campelo Gurgel (ex-sócio e funcionário da Dismed);
Sidney Carlos de Melo (representante comercial da DISMED);
Roberta Ferreira Praxedes Costa (sócia formal da Drogaria Mais Saúde);
João Evaristo Peixoto (Prefeito de Paraú/RN).
Desta lista, Oseas, Moabe, Maycon e o prefeito de Paraú tiveram fianças arbitradas de R$ 100 mil para cada um. Sidney e Raimundo tiveram que pagar R$ 25 mil cada.
Com isso as fianças totalizam R$ 450 mil.
Da lista de tornozelados, só Roberta não teve fiança arbitrada.
A Operação Mederi investiga corrupção compra de medicamentos nas cidades de Paraú, Mossoró, Serra do Mel, São Miguel e José da Penha.
Mais de R$ 13 milhões foram bloqueados
Prefeito Allyson Bezerra é alvo de operação da Polícia Federal que apura desvios de dinheiro da saúde
A Polícia Federal, em ação conjunta com a Controladoria-Geral da União, deflagrou, nesta terça-feira (27/1), operação com o objetivo de desarticular um esquema criminoso voltado ao desvio de recursos públicos e fraudes em procedimentos licitatórios.
Estão sendo cumpridos 35 mandados de busca e apreensão no Rio Grande do Norte, além da adoção de medidas cautelares e patrimoniais.
Mossoró é uma das cidades potiguares com alvos da operação. De acordo com informações, policiais fazem buscas em endereços de empresários e políticos em condomínios de luxo do município. O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil) é um dos alvos.
As investigações apontam indícios de irregularidades em contratos de fornecimento de insumos para a rede pública de saúde, envolvendo empresas sediadas no Rio Grande do Norte que atuavam junto a administrações municipais de diversos estados. Auditorias identificaram falhas na execução contratual, incluindo indícios de não entrega de materiais, fornecimento inadequado e sobrepreço.
Os investigados poderão responder por crimes relacionados a desvios de recursos públicos e fraudes em contratações administrativas.
Adoçar o café é um gesto quase automático para milhões de pessoas. No entanto, abandonar o açúcar na bebida pode provocar mudanças significativas no organismo, trazendo benefícios que vão muito além da redução calórica.
Pesquisas recentes da Mayo Clinic, uma das instituições médicas mais respeitadas do mundo, apontam que o consumo regular de café sem açúcar está associado a melhor controle da glicose, menor risco de doenças cardiovasculares e ação antioxidante mais eficiente no organismo.
Ao eliminar o açúcar, o corpo passa a responder melhor à insulina, reduzindo picos glicêmicos que, ao longo do tempo, estão ligados ao desenvolvimento de diabetes tipo 2, obesidade e inflamações crônicas. Além disso, o café puro preserva compostos bioativos naturais que ajudam a proteger o coração e combater o envelhecimento celular.
Especialistas destacam que, para transformar essa mudança em hábito, a qualidade do café é essencial. Grãos puros e bem selecionados possuem doçura natural, o que facilita a adaptação do paladar e dispensa o uso de açúcar ou adoçantes artificiais.
Nesse contexto, cresce a procura por cafés pensados justamente para esse consumo mais saudável — como os cafés feitos com grãos naturalmente doces, ideais para quem deseja aproveitar o sabor original da bebida sem abrir mão do prazer.
Pequenas mudanças na rotina, como tomar café sem açúcar, podem gerar impactos positivos duradouros na saúde. E, ao contrário do que muitos imaginam, o paladar se adapta mais rápido do que parece.

Urgente: Gestão Allyson desvia equipamentos de unidades de saúde, denuncia vereador
Cai mais uma farsa da gestão Allyson Bezerra (União Brasil). E com uma denúncia gravíssima. A gestão municipal está desviando equipamentos de outras unidades de saúde para equipar a Policlínica de Mossoró.
De acordo com denúncia do vereador Cabo Deyvison (MDB), a gestão Allyson Bezerra está desviando equipamentos da Casa de Saúde Almeida Castro e do Centro Clínico do Bom Jardim.
Os equipamentos estão sendo levados para a Clínica Municipal, que o porefeito inaugurou na última quinta-feira, mas que não tem esteira ergométrica, equipamentos de ultrassom nem eletrocardiograma. A inauguração foi feita apenas para ludibriar a população.
A denúncia é gravíssima e exige resposta urgente dos órgãos de controle e de fiscalização, como a Câmara Municipal (que conta com uma Comissão de Saúde) e do Ministério Público. O Ministério Público Eleitoral também deve ser acionado já que a inauguração da policlínica de forma incompleta tem cunho eleitoreiro e visa apenas dar imagens e discurso para a Allyson Bezerra, que está em plena campanha ao Governo do Estado.
O Boca da Noite questionou o secretário municipal de Comunicação da prefeitura de Mossoró, jornalista Wesley Duarte, mas até o momento ele não respondeu ao questionamento apresentado.
Veja o vídeo com a denúncia do vereador
Prefeitura de Mossoró convoca novos 184 aprovados em concurso da Saúde; veja a lista
A Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM) publicou, nesta terça-feira (13), no Diário Oficial de Mossoró (DOM), a convocação de novos 184 aprovados no concurso público da Saúde.
Os novos servidores irão atuar em vários equipamentos de saúde, inclusive nas Unidades Básicas de Saúde recentemente inauguradas.
Foram convocados agente comunitário de saúde, cirurgião dentista, enfermeiro, farmacêutico, fonoaudiólogo, médico clínico geral, psicólogo, psicopedagogos, técnico de enfermagem, técnico de laboratório, técnico em saúde bucal, técnico em segurança do trabalho, técnico em raio-x e veterinário.
Os convocados devem apresentar a documentação e os exames médicos na Secretaria Municipal de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas (Segepe), localizada na Rua Prudente de Morais, nº 976, bairro Santo Antônio, das 7h às 17h.
Confira a lista dos convocados: Clique aqui
O Governo do Estado do Rio Grande do Norte convocou, nesta quarta-feira (24), 690 profissionais aprovados no concurso para a saúde pública. Com esta convocação, o Governo se aproxima de 1.000 profissionais aprovados no concurso de 2025 já chamados para compor o quadro da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap).
A convocação é voltada à substituição de contratos temporários da Secretaria, dando mais segurança e estabilidade ao quadro de funcionários. A lista inclui profissionais de níveis médio e superior, com foco de atuação nos hospitais e unidades de referência da Região Metropolitana de Natal.
A chamada publicada no Diário Oficial do Estado reúne técnicos em enfermagem (502), em farmácia (4), em laboratório (49) e radiologia (34), biomédicos (20), farmacêutico/farmacêutico bioquímico (44), fisioterapeutas (19), médicos clínicos gerais (11) e nefrologistas (7). Ainda serão convocados mais 43 enfermeiros, em lista a ser publicada no próximo Diário Oficial.
Os aprovados para as demais regiões serão convocados ainda este ano. A Sesap trabalha para garantir a posse célere dos novos servidores, que irão reforçar as equipes e contribuir com o fortalecimento da saúde pública potiguar. A convocação foi organizada em etapas para permitir que a Coordenadoria de Gestão do Trabalho da Sesap agilize o andamento dos processos, diante do grande volume de profissionais nomeados.
Clique abaixo e veja a lista
https://deirn.sdoe.com.br/diariooficialweb/#/visualizar-jornal?dataPublicacao=25-12-2025&diario=MTIx&extra=false
O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil) segue utilizando a construção da Policlínica de Mossoró para mentir e tentar desviar o foco dos problemas da sua gestão, inclusive na área da saúde, e para abafar as denúncias de superfaturamento do contrato da decoração natalina.
Um exemplo de que os vídeos sobre a Policlínica são apenas cortina de fumaça é o surgimento diário de denúncias dando conta do caos na saúde. Allyson as ignora enquanto mente dizendo que a prefeitura esta construindo um hospital quando na verdade é uma policlínica.
Outro exemplo do quanto os vídeos (impulsionados nas redes sociais com dinheiro público) são apenas para distrair, os problemas se agravam sem que o prefeito tenha interesse em resolvê-los. O mais recente deles é gravíssimo.
De acordo com o Blog Políticas do RN, a coleta de sangue para realização de exames está sendo feita na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Alto de São Manoel, em um lugar nada adequado: em um banheiro.
O espaço foi improvisado para realização dos procedimentos, mas além de ser insalubre, fica próximo a privadas em que há entupimentos, descargas quebradas e vazamentos, com água suja escorrendo pelos lados.
Ronny Holando, do Blog Políticas do RN, esteve no local ontem, fez gravações mostrando o problema e até agora a prefeitura e a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) seguem silentes. Holanda chegou a mostrar a privada com fezes.
O Boca da Noite contatou o assessor de comunicação da SMS. Ele informou que iria repassar à demanda para a secretaria. Até o momento, não retornou com resposta ao questionamento de apresentamos.
Veja a postagem do Blog Políticas do RN abaixo:

