União Brasil
A Federação União Progressistas, formada pelos Partidos União Brasil (UB) e Progressistas (PP) homologou candidatos de sua nominata para a disputa das vagas da Câmara Federal
Os nomes são:
Benes Leocádio (deputado)
Matheus Faustino (vereador em Natal)
Robson Faria (deputado)
João Maia (deputado)
Leila Maia (presidente do PP/Natal)
Paulinha Galdino (empreendedora)
Bianca Negreiros (empresária)
Dani Ribeiro (empreendedora)
Nágila Diniz (analista de sistemas)
Allyson se promove com obra do governo federal em programa nacional do União Brasil
Com sua habitual desonestidade (política, intelectual e moral), o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB) usou a obra do complexo viário de Mossoró como sendo uma obra feita com recursos próprios da prefeitura.
O prefeito usa o complexo viário – ainda em construção – como exemplo de desenvolvimento do município sem informar – obviamente – que trata-se de uma obra que é bancada com 90% de recursos federais. Sequer cita o senador Rogério Marinho (PL) que conseguiu incluir o projeto no Orçamento da União.
O fato dá uma demonstração do quanto Allyson Bezerra é desonesto. Não sem razão, termina sua participação no programa partidário do UB convidando as pessoas para filiar ao partido sem citar um detalhe importante: ele pode estar de malas prontas para deixar a agremiação.
O União Brasil foi o campeão de votos nas eleições do Rio Grande do Norte. O partido saiu vitorioso ao receber mais de 2 milhões de sufrágios. Além disso, elegeu os prefeitos das duas maiores cidades potiguares: Allyson Bezerra em Mossoró e Paulinho Freire, em Natal.
São fatores que o credenciam para a disputa do comando do Governo do Estado em 2026. Essa é a boa notícia. Apesar do bom resultado, o partido deverá enfrentar um problema. E daí vem a má notícia.
A questão é que o partido tem em seus quadros gente poderosa demais. Mais que isso: gente que se acha mais importante que as agremiações partidárias. E isso vai turbar as questões até a escolha do nome que será ungido como candidato do partido ao Governo do Rio Grande do Norte.
O senador Rogério Marinho e o prefeito Álvaro Dias, apesar de serem de partidos diferentes (PL e Republicanos, respectivamente) se colocam como signatários da candidatura de Paulinho Freire. Acreditam que contribuíram muito para o triunfo de Paulinhi e esperam ser o escolhido.
Além deles, o prefeito de Mossoró, Allyson, já está em plena campanha. D.iz, inclusive, que conta com o apoio do ex-senador José Agripino. O prefeito de Mossoró já fez postagem insinuando que tem mérito na vitória de Paulinho. Com certeza haverá traição.
Que Allyson vai ser candidato, ninguém duvida. Se vai ser pelo União, ninguém aposta.
Mo.ró
O União Brasil foi à disputa das vagas da Câmara Municipal em Mossoró com 14 vereadores. Além disso, a nominata contava ainda com os nomes do ex-vereador Naldo Feitosa e de Rubênia Oliveira (esposa de Lamarque Oliveira, ex-vereador cassado por fraudar a cota de gênero).
A expectativa dos candidatos, ancorados na promessa do prefeito Allyson Bezerra (UB), era de que a sigla conquistaria 10 cadeiras. Esqueceram que o prefeito queria fazer grande maioria para a próxima bancada situacionista, mas que nem todos eram bem vindos na chapa. E que alguns dos seus preferidos estavam em outras legendas como PSD e Solidariedade. Resultado da ópera: apenas metade se reelegeu. Além disso, Naldo Feitosa não conseguiu se eleger nem Lamarque conseguiu eleger a esposa.
Sofreram revés eleitoral os seguintes vereadores: Marckuty da Maisa, Francisco Carlos, Edson Carlos, Didi de Arnor, Costinha, Marrom Lanches e Gideon Ismaías
“A chapa do União Brasil para a Câmara de Mossoró está um balaio de gatos”. A revelação foi feita ao Boca da Noite por um candidato a vereador pelo partido e mostra o clima de incertezas que ronda a nominata.
Além da chapa pesada, com 14 vereadores, um ex_vereador, e a esposa de Lamarque Oliveira (que não vai ser candidato porque ficou inelegível por fraude na campanha passada) a falta de recursos também tem preocupado quem tenta uma vaga pela legenda.
Outro fato que tem trazido insatisfação é a falta de apoio por parte do prefeito e do próprio partido. Para alguns, não chegou sequer a verba do Fundo Partidário.
O resultado disso tudo é a ameaça de desistência por alguns candidatos à reeleição. Tem gente que já percebeu que as energias do Palácio da Resistência estão sendo canalizadas para o PSD. Com isso, as chances de reeleição, que já são pequenas para muitos deles, tendem a diminuir ainda mais. Pesquisas de consumo interno que se a votação fosse hoje, o União Brasil conquistaria 4 vagas. Uma quinta dependeria das sobras.
A nominata do União Brasil (UB) em Mossoró vive uma crise. A disputa por espaços, apoio e estrutura entre os 14 vereadores que compõem a chapa é renhida. Muitos sabem que vão sobrar. Por isso, ao primeiro sinal de abandono, tendem a fazer pressão sobre o idealizador do chapão: prefeito Allyson Bezerra.
A crise tem nome e sobrenome: Raério Araújo. O vereador identificou que está sobrando. Aliado fiel do prefeito, Raério já parcebeu que foi escanteado. Sabe, por exemplo, que as investidas em seus redutos estão sendo feitas por Wlademir Cabelo de Nego. Age agora para saber de quem tem partido as orientações. Desconfia que tenha sido de dentro do Palácio da Resistência.
O que Raério sabe de certeza é que tem sido pouco – ou quase nunca – chamado para as atividades nas quais o prefeito está presente. Pela forma como defendeu – e defende – a gestão Allyson, o vereador espera melhor tratamento. E explicações para o abandono.

Há pouco mais de dois anos o país ganhava um novo partido: o União Brasil. Resultado da fusão entre o Partido Socialista Liberal (PSL) e Democratas (DEM), a sigla nasceu como uma das mais fortes do cenário político nacional.
Além de contar com uma bancada com mais de 80 deputados federais (26 do DEM e 55 do PSL), o União Brasil teve direito em seu primeiro ano de existência, a um dos maiores tempos de propaganda eleitoral no rádio e na TV, e uma quantia milionária do Fundo Partidário, quase R$ 1 bilhão.
Passadas as eleições de 2022 (quando o partido foi cotejado, pelas razões acima, por quase todos os políticos), o União Brasil passou a viver momentos difíceis. Cassação de deputados, envolvimento de parlamentar em morte e briga pelo comando da sigla integram a lista de problemas enfrentados pelo União Brasil.
Um dos primeiros episódios que colocaram o partido no centro das polêmicas foi o processo que pode cassar o mandato do senador Sérgio Moro. Sobre Moro pesam várias acusações, entre elas abuso de poder econômico, e o processo deve ser concluído em breve.
Cassação de mandatos, aliás, é um “carma” na existência do União Brasil. Na sua curta existência, a sigla perdeu os seguintes parlamentares da sigla, que tiveram os mandatos cassados: Fábio Silva (deputado estadual do Rio de Janeiro, por abuso de poder religioso) e Artur do Val (deputado estadual de São Paulo cassado por decoro parlamentar). Um terceiro deputado (esse federal) também deverá ser cassado em breve: Chiquinho Brazão. Acusado de ser um dos mandantes da morte da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL), Chiquinho foi expulso do partido horas depois de ser preso pelo crime.
Além desses casos, tem chamado a atenção a guerra entre Luciano Bivar e Antônio Rueda. Os dois se digladiam, inclusive publicamente, pelo comando do União Brasil. No último dia 20, Bivar foi afastado da direção nacional do partido. Rueda foi eleito, então, novo presidente. Até chegar ao afastamento de Bivar e ascensão de Rueda, muitos foram os episódios de ameaças e até de outros crimes. As casas de Rueda e da irmã dele (tesoureira do União Brasil) foram incendiadas, e eles acusam Bivar.
Não tem sido fáceis os dias no União Brasil.
O diretório do União Brasil de Mossoró, capitaneado pelo prefeito Allyson Bezerra, tem um ousado projeto para as próximas eleições municipais: eleger uma bancada gigantesca para a Câmara Municipal.
Embora o Legislativo mossoroense vá contar com apenas 21 vagas (duas a menos que o total de hoje), o União Brasil quer ficar com pelo menos 10 vagas. As pretensões são maiores que isso, mas as condições fáticas levam para a dura realidade.
O União Brasil mossoroense vai para o pleito com uma nominata contando com 15 nomes. Há, no entanto, um grande problema. Para as disputas, no qual a nominata terá que ter 22 nomes, são necessárias ao menos 7 candidatas do sexo feminino e até agora a direção do partido não contam com nenhuma mulher filiada disposta a entrar na disputa.
O problema é grave e precisa de solução urgente. É que dos nomes que estão postos para a disputa, todos são vereadores com mandato. Na próxima quinta-feira, 7/3, começa a contar o prazo da janela partidária.
Até o dia 5 de abril, se o União Brasil não tiver encontrado solução para esse problema, muita gente deve pular do barco. Ninguém quer correr o risco de não ter uma nominata para concorrer dentro das regras eleitores que inclui, entre outras coisas, o respeito à cota de gênero. O tempo urge.
Candidato a prefeito em 2020, o prefeito Allyson Bezerra (União Brasil), então liderança do seu ex-partido, o Solidariedade, fazia as contas para que aquela agremiação elegesse 4 vereadores. O cálculo foi certeiro: o Solidariedade elegeu Tony Fernandes, Paulo Igo, Marckuty da Maisa e Lawrence Amorim (atual presidente da Câmara).
O Solidariedade não atingiu, nas eleições de 2022, a cláusula de barreira e, com isso, terá que se fundir com outro partido. Com isso, os atuais detentores de mandato pela agremiação tem justa causa para mudar de sigla.
Candidato à reeleição, Allyson Bezerra monta a régua e compasso a nominata do seu atual partido, União Brasil) para as eleições de outubro próximo. A considerar sua estratégia e faro eleitoral, o União deverá fazer número recorde de vereadores.
Uma das primeiras providências do prefeito é orientar os governistas para que se filiem ao União. São pelo menos 10 nomes que deverão engrossar as fileiras do partido. Além disso, nomes com capacidade eleitoral também estão sendo convidados a integrar o partido. O terceiro ingrediente é o possível desempenho do próprio Allyson na disputa que se aproxima. A conjugação desses três fatores pode fazer do União um campeão de votos e, de vereadores eleitos.

