* Márcio Alexandre
Há uma campanha sistemática para tentar descredibilizar o professor Robério Paulinho, candidato do PSOL ao Governo do Rio Grande do Norte. Robério não é só um político, é um dos melhores quadros da política potiguar.
Tentar fazer chacota com seu nome, buscar ridicularizar sua atuação e compará-lo com candidatos caricatos que pululam nas eleições brasileiras, não é crítica política nem anedota eleitoral: é violência.
Quem se incomoda com a tentativa de Robério de tentar desmascarar candidatos mentirosos e ignora personagens criados para enganar o eleitor não está preocupado em qualificar o debate, mas apenas proteger candidaturas milionárias que dominam a mídia.
Robério tem insistindo que determinados candidatos façam do seu discurso uma prática. Não dá para levar a sério quem diz que é honesto e foi acordado pela Polícia Federal (PF).
Difícil acreditar nas palavras de quem diz falar a verdade, mas escondeu senhas de aparelhos apreendidos pela polícia.
O que Robério tem feito é apontar os paradoxos e as contradições de quem foi péssimo gestor e vende uma imagem de competente.
Caricato é quem cria personagem apenas para enganar o eleitor. Quem dizia que combatia oligarquias e hoje está aliado a Maia, Alves e Faria.
Burlesco é quem jurava que não colocaria familiares na política e hoje tem a esposa como candidata, e ainda nomeou um tio condenado para exercer cargo público em afronta à lei.
Farsante é quem simulava pobreza e hoje tem a campanha mais cara da história das eleições potiguares.
Caricaturesco é quem diz combater a corrupção e vive se beneficiando dela. Inclusive ao lado de quem foi condenado por falsificar documentos em processos judiciais.
Ridículo é minimizar a honrosa biografia do professor Robério Paulino para enaltecer a trajetória de quem é acusado de ocupar o topo de um esquema criminosa que roubou milhões da Saúde pública.
Quem faz isso ou é inimigo da sinapse ou ganha algo para parecer tão intolerante.
É fácil zombar de candidaturas alternativas. Difícil é fazer a crítica a quem recebe faz campanha de milhões.
* Professor

