Medidas para conter alta de preço de combustíveis podem custar R$ 31 bi

Custo inclui primeiras ações de contenção tomadas ainda em março; governo garante que terá receitas para garantir neutralidade fiscal

por Ugmar Nogueira
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O custo das iniciativas do governo federal para conter a alta no preço dos combustíveis podem custar R$ 31 bilhões aos cofres públicos.

o valor considera também a medida provisória 1.340/26, que concedeu uma primeira subvenção ao diesel, e também zerou impostos federais sobre o combustível.

As informações foram divulgadas em entrevista coletiva, que contou com a participação dos ministros Bruno Moretti (Planejamento e Orçamento), Dario Durigan (Fazenda), Alexandre Silveira (Minas e Energia), e Tomé Franca (Portos e Aeroportos).

As medidas anunciadas tem validade, por enquanto, de dois meses. Entretanto, caso sejam prorrogadas até o fim do ano, podem chegar a esse montante.

Apesar do valor, o governo afirma que todas as medidas são neutras fiscalmente. No pacote compensatório, constam medidas como a majoração de 12% do imposto de exportação sobre o petróleo.

Apenas esse imposto, por exemplo, tem previsão de arrecadação de R$ 32,1 bilhões em 2026. Ou seja, cobriria todo o custo das medidas até agora.

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