As eleições municipais desse ano, em Mossoró, prometem muito. As prováveis  mudanças no parlamento municipal são um dos fatos que mais atiçam a curiosidade dos eleitores. Para que isso aconteça, muitas acomodações estão sendo feitas nos partido que estão montado nominatas.
Não podemos prevê qual será o resultado das urnas para prefeito da cidade, apesar do atual gestor se autointitular como favorito. Mas há algo possível de asseverar: Allyson deverá fazer uma bancada de 12 vereadores nessas eleições.
Para isso tem trabalhado dia e noite. Para consolidar nomes e apadrinhar politicamente outros que estão no seus arredores.

A engenharia para chegar ao resultado pretendido envolve a construção de quatro nominatas com as quais vai tentar eleger nomes de sua preferência pessoal e ideológica.

No União Brasil, o prefeito tem o desejo da volta de Naldo Feitosa, além de tentar renovar os mandatos de Ricardo de Dodoca, Genilson Alves e Raério Araújo. Genilson vive a expectativa de ser o presidente do Legislativo ano que vem.
No PSD, o prefeito quer eleger o seu auxiliar de assuntos aleatórios João Marcelo, além de Alex do Frango. Nesse mesmo partido, lutam para ter a preferencia do prefeito Wlademir e Petras Vinicius.
No Solidariedade, o prefeito quer fazer do sobrinho do seu pai e, consequentemente, seu primo, o jovem Leonardo Martins um dos vereadores mais votados da chapa, além do atual secretário Thiago Marques.
O Prefeito ainda tem na lista de partidos o PSB, que vai vir com o formato de chapa da degola, com o empresario Vavá (que Allyson está tirando do Republicanos), além de um candidato surpresa, que deve ser a secretária de Saúde, Morgana Dantas ou a antiga secretária da Educação, Hubeônia Alencar.
Sobre o PSB ainda pode acontecer uma reviravolta. É que o partido poderá sofrer intervenção do diretório nacional e corre o risco de não ficar com o prefeito.

 
 
 

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