O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (Solidariedade), ególatra que só ele, está sendo obrigado a se render às evidências. Após errar nas escolhas políticas, está se dando conta de que está sozinho.
Isolado e oportunista, finalmente se vê obrigado a fazer o que o cargo exige e que deveria estar fazendo desde que assumiu a prefeitura, em primeiro de janeiro de 2021: ter relações institucionais.
Quando o bolsonarismo estava em alta, e Allyson contava em seu redor com o ex-ministro Rogério Marinho (PL), o deputado estadual Kelps Lima (Solidariedade), além de outros nomes desse grupo político, o prefeito de Mossoró ignorou tudo e todos. Allyson ignorou até mesmo a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).
A partir de primeiro de janeiro de 2023, o Isolamento de Allyson se consolida. Bolsonaro não será mais presidente, Kelps não se elegeu e o prefeito não teve forças para eleger seus candidatos preferenciais: Jadson Clayton (deputado estadual) e Lawrence Amorim ( deputado federal). Além disso, Fábio Dantas (Solidariedade), candidato a governador, teve votação pífia em Mossoró. Sobrou Rogério Marinho (PL), que se elegeu senador, mas não tem dado muita bola para o prefeito mossoroense.
Por tudo isso, Allyson está engolindo o orgulho e tendo que se aproximar de quem tanto ignorou: a governadora Fátima Bezerra (PT).
A chefe do Executivo estadual, ciente da importância do cargo, e com a grandeza que Allyson nunca demonstrou ter, segue convidando o prefeito de Mossoró para atos administrativos importantes, mesmo que o prefeito tenha dado mostras de não merecer as deferências. Agora, começa a aceitar os convites. As evidências mostram que ter a postura de agora soa como puro oportunismo.
Allyson
* Márcio Alexandre
Famílias inteiras em visitas. Pais e filhos tirando fotos para eternizar momentos mágicos. Avós e netos brincando. Casais de namorados buscando o melhor lugar para o registro instagramável.
Uma profusão de luzes e cores. Festivamente colorido. Um espaço natalino. Um clima de festa e confraternização. Um lugar para todas as pessoas. De todas as idades. De todos os bairros. De todas as cidades.
E todos foram ver. E gostaram do que viram. E viram um espaço de bom gosto.
Uma estação democrática. Espaço acessível, numa área com estacionamento, na região cultural mais conhecida de Mossoró. A Estação Natal é um grande acerto da gestão Allyson Bezerra (Solidariedade).
Não foi preciso fazer muito para agradar a tantos. Usou-se o espaço de referência festiva pra transformá-lo numa gleba de convivência fraterna. A Estação das Artes virou um lugar de todas as gentes. Pra contemplar o espírito do Natal e para apreciar atrações artísticas.
Por lá, tem desfilado desde o erudito, como o concerto natalino promovido pela UERN, quanto o gospel, como o Festival Sal e Luz, organizado pela prefeitura.
E porque algo que talvez pareça simples é um grande acerto? Primeiro pela própria simplicidade. Segundo, pela ideia. Terceiro que gestores anteriores não pensaram. Se pensaram não fizeram. Quarto porque tem o condão de transformar Mossoró numa referência para a região nesse aspecto. E quinto porque tem tudo para se consolidar no calendário de final de ano da cidade.
* Professor e jornalista
Não é só a educação quem vem sendo mal tratada pela gestão Allyson Bezerra (Solidariedade). Alguns setores da cultura também tem sofrido o pão que maus gestores amassaram.
A Banda de Música Arthur Paraguai é um setor relegado ao sofrimento pelo prefeito Allyson Bezerra.
Relatos feitos por alguns membros da banda mostram o quanto a situação é ruim.
A primeira delas é o aumento da jornada de trabalho. Com um gestor afeito aos holofotes, a banda toca quase todo dia e em quase tudo que é evento.
Pra piorar, sequer recebem um tratamento minimamente digno. Quando são escalados para tocar em auroras, os músicos são obrigados a chegar aos locais do evento muito cedo. E enfrentam longas esperas. Apesar disso, não lhes é servido qualquer tipo de lanche. “Não nos dão sequer um bolacha cream cracker”, confidenciou um integrante da banda ao Blog Na Boca da Noite.
Ele acrescenta que não há obrigação para tal por parte da prefeitura, mas em gestões anteriores sempre foi garantida alimentação mínima aos artistas.
Importante lembrar que a gestão Allyson contratou mais de R$ 13 milhões em buffet. Ninguém sabe para onde está indo tanta comida
A atual gestão tem se recusado também a ceder farda aos músicos, o que ocorria antes da chegada de Allyson Bezerra ao Palácio da Resistência. Os músicos seguem mantendo a qualidade das suas apresentações apesar de estarem sob regime de um gestor tão desafinado.
O Blog Na Boca da Noite apresentou as denúncias à prefeitura na última segunda-feira, 19/12. Ainda não obtivemos respostas aos questionamentos apresentados. O assessor da Secretaria Municipal da Cultura pediu para aguardarmos, mas até hoje não retornou.

* Márcio Alexandre
O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (Solidariedade) “torra” lépido e fagueiro, uma montanha de dinheiro. São R$ 150 milhões frutos de empréstimo feito pela ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP). Como não teve o trabalho sequer de realiizar os atos necessários à obtenção da bufunfa, Allyson gasta na base daquela velha máxima: dinheiro que vem fácil, fácil vai.
Não se conhece uma obra da gestão Allyson. O prefeito se contenta – e ilude uma parte da população com seus arroubos personalistas reproduzidos por uma súcia digital – por meio penduricalhos do cotidiano. Uma reformazinha aqui, uma lâmpada colocada ali, um buraco tapado acolá.
Ao mesmo tempo, contratos milionários são assinados. Aliás, quase tudo é feito por meio de empresas contratadas. Substituir uma lâmpada: contrato com terceirizada. Servir um lanche: contrato milionário com buffet. Que mal se pergunte: onde estão sendo servidos os banquetes contratados por R$ 13 milhões? Decoração natalina: empresa contratada.
Na prática, o que se vê em Allyson é: um contumaz gastador. Pior: sempre transferindo os recursos públicos – a rodo – para a iniciativa privada. Que pelo menos sejam da cidade.
Não satisfeito em gastar R$ 150 milhões ao seu bel-prazer e, principalmente por isso, sem que se tenha o mínimo de transparência com isso, e tendo amarrado (quem sabe com aquelas ligas comuns em agências bancárias) o principal órgão fiscalizador, a Câmara Municipal, o prefeito está pedindo a esse mesmo Legislativo, autorização para novo empréstimo. Uma bagatela de R$ 664 milhões. Dinheiro que menino besta não conta. Com os R$ 150 milhões que já está gastando, são mais de R$ 800 milhões soltos no ar.
Parte da imprensa que criticava (com justiça) o empréstimo feito por Rosalba, parece ter ouvido o canto da sereia e hoje segue surda e muda. Há, agora, apenas uma certeza: o endividamento que a prefeitura terá que suportar por anos, décadas.
Vejam como é emblemático: o pobrezinho que talvez fazia suas prosas pecuniárias em réis e tostões, agora quer empréstimo em dólar.
Não haveria nenhum problema no prefeito ter ascensão sobre conhecimento de moedas, desde que fizesse isso com seu dinheiro. Sem comprometer o futuro de ninguém.
A justificativa do prefeito, apensa ao projeto de lei pedindo a autorização, é um engodo. Uma enrolação. Um vergonhoso embuste.
Com tanto dinheiro nas mãos e com apetite para mais, Allyson se mostra um exímio gastador. Que não seja perdulário. Insistir nessa proposta indecorosa é um primeiro sinal de que não há no engenheiro civil aptidão para gerir a coisa pública.
Lembremos que Mossoró já tem anualmente um orçamento bilionário, com estimativa de receitas próprias e transferências constitucionais obrigatórias.
Allyson se vendeu ao eleitor como um administrador arrojado, um gestor preparado, um planejador capaz. Até agora, tem provado que o que sabe fazer mesmo é gastar nosso dinheiro.
Na justificativa, Allyson gaba-se, segundo ele, de Mossoró ter recuperado a sua capacidade de endividamento. Guardadas as devidas proporções, é como se alguém dissesse: podemos ir a 200 por hora, pois estamos todos com cinto de segurança.
Tentar um novo empréstimo de mais de meio bilhão de reais soa muito mais como uma irresponsabilidade do que com um projeto de gestão.
Allyson,que já é comprovadamente o maior 171 eleitoral de toda a história de Mossoró, caminha para se constituir no maior caô administrativo de todos os tempos.
* Professor e jornalista

Por Márcio Alexandre
O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (Solidariedade) quer a autorização da Câmara Municipal para contrair um empréstimo cujas somas se aproximam de R$ 1 bilhão.
Allyson, que tanto criticou a ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP), sua antecessora, por um empréstimo de R$ 150 milhões, vai endividar ainda mais a prefeitura.
Ele quer autorização para fazer duas dívidas, uma dm moeda nacional e outra internacional. O prefeito quer R$ 300 milhões em uma das operações, e outros 70 milhões de dólares na outra. Na cotação de hoje, o empréstimo em dólar soma outras 364 milhões de reais. Serão ao todo R$ 654 milhões. Uma fortuna.
A justificativa apresentada no projeto é de que o dinheiro vai ser utilizado para investimentos. De forma genérica. Aliás, o texto que acompanha o pedido de autorização de empréstimo tem muita conversa e quase nenhuma explicação.
O Blog Na Boca da Noite tentou contato com a assessoria de comunicação da prefeitura para explicar melhor a proposta. Ligamos para o secretário de Comunicação, Bruno Martins, e para Valéria Persali, jornalista da linha de frente da assessoria de imprensa municipal, mas nenhum deles atendeu as ligações ou respondeu às mensagens.

Finalmente o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (Solidariedade) parece ter se dado conta de que a prefeitura não é dele. Que algumas de suas preferências pessoais precisam ficar em segundo plano. Que a institucionalidade deve ser mais forte que o ego. Que o gestor não representa sua vontade, mas aquela que atenda ao anseios de ao menos a maior parte da população. Quando não o todo.
O prefeito convidou para o ato de lançamento do “Plano de Metas e Investimentos para Mossoró” todos os vereadores mossoroenses. A governadora Fátima Bezerra também foi convidada. É o mínimo que deve ser feito por gestor eleito pelo povo, mas Allyson não vinha fazendo isso. Nunca se viu alguém tão ensimesmado.
O gesto do prefeito, no entanto, não pode ser muito comemorado. Primeiro que só veio depois que Allyson se viu totalmente isolado. O resultado das eleições desse ano resumiu seu espectro político ao senador eleito Rogério Marinho (PL) e os vereadores de sua base de sustentação. O insucesso nas urnas, motivado, entre outras coisas, pela postura autoritária e egoísta de Allyson, o deixou praticamente sozinho.
Seus candidatos a deputado estadual (Jadson Rolim) e a federal (Lawrence Amorim) não lograram êxito. Fábio Dantas (PSD), para quem Allyson colocou a estrutura da prefeitura de Mossoró em busca de votos, ficou em terceiro lugar em Mossoró, perdendo inclusive para o senador Styvenson Valentim (Podemos) que sequer fez campanha. Allyson também fez campanha para o presidente Bolsonaro (PL), embora negue publicamente.
O isolamento de Allyson praticamente o obriga a respeitar a institucionalidade do cargo de prefeito. Um primeiro e pequeno passo foi dado. Mas que ninguém se anime. A “bondade” parece não ir muito longe. É que no ato desta quarta-feira, o dispositivo oficial foi montado apenas com os mais próximos a Allyson. Nos agradecimentos feitos pelo gestor em suas redes sociais, ele não citou a classe política. Até quando é obrigado a acertar, Allyson erra.

O experiente vereador Francisco Carlos (Avante) tem feito uma oposição clássica e pontual à gestão do prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade). Com argumentos sólidos, o parlamentar tem apontado as falhas e cobrado ações. Mesmo comedido, Francisco Carlos tem sido firme em fazer uma oposição propositiva.
Nesta terça-feira, o vereador foi mais incisivo e aumentou o tom das críticas. Foi durante um aparte concedido pelo situacionista Lucas das Malhas (MDB). “Quando o prefeito vai criar algo”, questionou Francisco Carlos.
A pergunta deixou a bancada governista nervosa. Mesmo assim, o vereador continuou com o pé no acelerador e afirmou que o prefeito em dois anos de gestão, Allyson Bezerra não tem o que mostrar. “O prefeito de Mossoró ainda não tem, já pra iniciar o seu terceiro ano de administração, nenhum programa ou projeto realmente seu”, destacou.
Para Francisco Carlos, até agora Allyson tem apenas mudado os nomes das ações e projetos já existentes. “São novos nomes para as mesmas coisas. Falta criatividade, falta originalidade. Executa as mesmas ações da gestão passada, tudo como já estava programado, com recursos do FINISA ou de emendas de Beto Rosado. Mossoró Limpa, Mossoró Iluminada, Mossoró Asfalto, Mossoró decoração Natalina… Tudo nome novo para coisas que já existiam”, analisou.
Francisco Carlos também fez o uso da fala e tratou do mesmo tema no momento em que estava falando pela liderança, mantendo o tom das críticas e cobrando do prefeito a realização de ações novas.
Ao lado de Marleide Cunha (PT), Pablo Aires (PSB) e Tony Fernandes (Solidariedade), Francisco Carlos vem aperfeiçoando cada vez mais a sonora das críticas ao atual inquilino do Palácio da Resistência.
Reconhecer o mérito dos outros nunca foi o forte do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (Solidariedade). Mesmo quando se trata de um benefício que seja fruto do trabalho de aliados, o gestor mossoroense encontra um jeito de se destacar mais do que o autor da obra.
Allyson leva tão a sério o propósito de se mostrar mais importante que os outros, que age de forma desonesta. Beira o ridículo o esforço feito pelo prefeito para negar a autoria de ações e projetos dos demais agentes políticos. O que o gestor faz com o vereador Tony Fernandes (Solidariedade) é o cúmulo da canalhice. O suprassumo da idiotice. O extremo da desonestidade. Uma apropriação não só indevida, mas descabida, desnecessária. E triste.
Allyson Bezerra, na condição de prefeito, assinou nesta quinta-feira, 10/11, decreto regulamentando a proibição de soltura de fogos de artifício ruidosos. Para o ato, no Palácio da Resistência, convidou muita gente. Alguns interessados na causa. Outros com interesses na prefeitura. Não chamou, porém, o autor da proposta: vereador Tony Fernandes.
Nas fotos distribuídas à imprensa pela assessoria da prefeitura, há um Allyson visivelmente desconfortável. Cinicamente risonho. Risivelmente desonesto. Sabe, no fundo da alma, que está sendo trapaceiro. Que está se apropriando da ideia de outro. Que está tentando negar o que todo mundo sabe: a proposta, a ideia, a iniciativa é de Tony Fernandes. Usurpação braba. Vergonhosa. Inconcebível.
Para completar a paspalhice que manchou o importante ato de regulamentação da lei, há secretários e auxiliares de Allyson fazendo o gesto de campanha do prefeito. Vejam só: numa solenidade oficial. Mistura do público com o privado. Promoção de gesto de campanha com estrutura e dinheiro e públicos. Apropriação indevida da gestão pública. Como estão fazendo com a lei de Tony Fernandes.
* Márcio Alexandre
A bandeira da inclusão e da acessibilidade é de importância imensurável. Não é só uma luta sensível. É uma batalha sensata.
Em Mossoró, algumas pessoas tem empunhado, com vontade, dedicação e coragem, o lábaro da inclusão, da acessibilidade e da causa animal.
Para que algumas ações propostas por elas sejam executadas é preciso cobrar do Executivo. Principalmente quando quem cobra está no exercício de cargo eletivo.
O vereador Tony Fernandes (Solidariedade) é um desses personagens. O parlamentar tem desempenhado papel de destaque nessa seara.
Entre as ações, iniciativas e proposições do vereador na área está a lei que proíbe o uso de fogos ruidosos em Mossoró. O objetivo da norma é proteger animais, autistas, idosos e outras pessoas com elevada sensibilidade auditiva.
A proposição, já aprovada pela Câmara Municipal, carecia de regulamentação. Tony cobrava que o dispositivo fosse regulamentado.
Depois de muita cobrança, o prefeito Allyson Bezerra, a quem parece faltar sensibilidade, decidiu regulamentar a lei.
Como manda a lei do bom senso, o autor da proposta é convidado a participar do ato solene. Solenemente, o prefeito parece ter ignorado o bom senso, a urbanidade, a boa política. Não teria convidado Tony Fernandes. Coincidentemente, do mesmo partido do prefeito. A se confirmar o que se supõe estar claro, não houve por parte do gestor sequer solidariedade.
Tony disse, publicamente, que não foi convidado. O prefeito e a prefeitura não negaram, até agora, o dito pelo parlamentar.
O Blog Na Boca da Noite questionou a prefeitura sobre o não convite. Nosso questionamento também está sendo ignorado.
Caso se confirme a exclusão do vereador do ato solene, terá o prefeito Allyson dado uma grande, gigantesca, épica mancada. E uma grande demonstração: a de que tem a certeza de que a prefeitura é dele.
Sua pequenez pode demonstrar que não tem a condição de ocupar cargo tão grande. E que não aparenta querer crescer para merecê-lo.
* Professor e jornalista

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (Solidariedade) realizou, no último dia 20 de outubro, um desfile de veículos enviados à cidade pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) através da Companhia de Desenvolvimento do São Francisco (Coidevasf). A ação visava atrair votos para o presidente Jair Bolsonaro (PL) a quem o prefeito apoiou e em nome de quem botou a estrutura da prefeitura a favor no segundo turno.
A estratégia, no entanto, teve efeito inverso e atraiu foi os olhares da Justiça para o gestor mossoroense. Allyson (foto) é, agora, um dos citados na ação do Ministério Público Federal (MPF) que apura mau uso de verbas públicas da Codevasf. O órgão está no centro de um escândalo de corrupção. Há muitos indícios de irregularidades apontadas pelo MPF.
Rogério Marinho (PL) eleito senador na esteira do derramamento de dinheiro público via Codevasf, é um dos principais investigados. O nome do ex-ministro está no olho do furacão desde que se descobriu que a Codevasf, órgão do MDR, comprou, na gestão de Marinho, tratores com superfaturamento superior a 250%. É o chamado “Tratoraço”, um dos escândalos do Orçamento Secreto, desvio de verba para compra de apoio parlamentar pelo presidente Bolsonaro.
Mossoró é uma das três cidades do Brasil que mais receberam recursos e equipamentos via Codevasf. De acordo com levantamento da Folha de São Paulo, a cidade recebeu recursos e equipamentos que somam R$ 6 milhões. A cidade já foi citada em matéria da imprensa nacional. O avançar das investigações vai mostrar o que pode ter sido bom ou ruim para a cidade. Por enquanto, o destaque tem sido negativo.
