A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e a II Unidade Regional de Saúde Pública (II Ursap), estão dando todo apoio técnico à equipe da Secretaria Municipal de Saúde do Município de Ipanguaçu que vive estado de calamidade pública provocada pelo aumento no volume da sangria do Açude Público de Pataxó, desde do dia 01 de abril de 2024.
Famílias residentes na zona urbana e que foram desabrigadas e desalojadas dos Bairros: Maria Romana, Pinheirão, Ubarana, Bairro Olho D’água e Frei Damião. As comunidades mais afetadas foram Ubarana e Maria Romana.

“Existem vinte comunidades ilhadas. O transporte está sendo feito em canoas, parte com trator e veículo 4×4. A Unidade Mista é precária para atendimento mais complexo. Na unidade não existe sala vermelha, e contam com apenas quatro leitos. Os casos de dengue, diarreias e doenças respiratórias aumentando, como era de se esperar. Ocorreram oito óbitos de março até hoje, na sua quase totalidade por Infarto Agudo do Miocárdio (IAM). O tempo de resposta para o atendimento pode ter influenciado de forma significativa”, disse a gerente da II Ursap, Emiliana Bezerra Cavalcanti.

“Existem dois servidores do Ministério da Saúde e da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS), que estão desde quinta-feira (11) de abril colaborando na construção de relatórios e decretos para solicitar recursos federais”, informa a gerente da II Ursap, Emiliana Bezerra Cavalcanti.

“Outras secretarias do Estado estão envolvidas (Gabinete Civil, Secretaria Estadual do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (SETHAS), Corpo de Bombeiros, Defesa Civil estadual e outros, monitorando e ajudando ao município”, disse a gerente.

“A partir de notificações e visitas ao local foi construído um relatório para subsidiar os decretos e organizar o processo de trabalho da Atenção Primária à Saúde (APS) e redimensionar os recursos de pessoal e insumos. Foi estruturado um Centro de Operações de Emergência (COE) para análise de situação, das ações realizadas, das necessidades e alternativas de solução e para tomar decisões”, ressaltou a gerente da II Ursap, Emiliana Bezerra Cavalcanti. (Fonte: Assessoria de Comunicação Social da II URSAP)

 

 
 
 

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