Ugmar Nogueira
Ugmar Nogueira
Radialista desde de 1999 com DRT N° 1597 – SRTE/RN – Formado em Saneamento Ambiental e Estudante de Direito. Defensor da boa política, conhecido pela coerência de minhas ações em defesa do cidadão e da democracia.
O engenheiro civil Allyson Bezerra (União Brasil) se elegeu prefeito de Mossoró com o surrado discurso de ser contra a velha política. Apresentava-se contra oligarquias, contra o nepotismo e contra o uso da máquina pública para interesses pessoais.
Não foi necessário muito tempo para se comprovar que tudo que Allyson dizia era mentira, engodo, enganação.
A única novidade em Allyson é que, inegavelmente, ele é o político que mais mente. Nunca na história de Mossoró se teve alguém com tanta capacidade para inventar histórias, criar fantasias, falsear a realidade e distorcer fatos. Hipocrisia pura.
Um vídeo que circula na internet mostra, sem rodeios, o quanto o discurso de Allyson era falacioso. Que ele é o político mais perigoso que a cidade já produziu, por ser alguém pouco confiável pois nunca diz a verdade.
Veja abaixo:
Nova fase da operação que apura fraudes no INSS cumpre mandados no RN nesta quinta-feira
A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram nesta quinta-feira (13/11) nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga um esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões.
Policiais federais e auditores da CGU cumprem 63 mandados de busca e apreensão, 10 mandados de prisão preventiva e outras medidas cautelares diversas da prisão nos estados do Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins e no Distrito Federal.
Estão sendo investigados os crimes de inserção de dados falsos em sistemas oficiais, constituição de organização criminosa, estelionato previdenciário, corrupção ativa e passiva, além de atos de ocultação e dilapidação patrimonial.

Policial durante ação da operação no RN
O ex-candidato a vereador Arison Rodrigues da Silva, o Arison Fofão, foi baleado no início da noite desta quarta-feira, 12/11. Ele fazia caminhada na Rua Rodrigues Alves, na área da conhecida Baixinha, quando foi atingido no quadril por uma bala perdida.
Segundo informações da polícia, homens (cuja identidade e quantidade de envolvidos ainda são desconhecidas) tentavam matar um desafeto naquela região e o um dos disparos atingiu Arison. Além dele, uma outra pessoa também foi baleada. As duas vítimas foram socorridas para o Hospita, Regional Tarcísio Maia (HRTM) e o estado de saúde delas ainda não foi divulgado.
Arison (foto), que é comerciante, foi candidato a vereador nas eleições do ano passado, em Mossoró, pelo Partido Liberal (PL).

Isolda Dantas defende políticas hídricas e fortalecimento da agricultura familiar
Isolda destacou que a seca continua impactando profundamente o cotidiano das famílias rurais e a sobrevivência dos animais. Segundo a parlamentar, as mulheres que participaram do encontro apresentaram relatos sobre a dura realidade enfrentada no acesso à água e compartilharam soluções que vêm sendo adotadas, como a construção de cisternas de placa e barragens subterrâneas. “Precisamos de mais ações efetivas e políticas públicas eficientes que garantam que, no período de estiagem, o nosso povo não passe sede, que os bichos não morram de sede”, afirmou.
A deputada ressaltou ainda o compromisso do Governo do Estado com a segurança hídrica, por meio da recuperação de 28 barragens e da continuidade das obras de grandes complexos hídricos, como as barragens de Oiticica, Santa Cruz e Umari. “Essas ações demonstram que há um trabalho sério em curso para assegurar o abastecimento e o desenvolvimento sustentável do nosso semiárido”, acrescentou.
Durante a passagem por Caicó, Isolda visitou também a Casa das Artesãs, estrutura criada com recursos de uma emenda parlamentar do seu mandato. Na ocasião, reforçou o papel do artesanato como vetor de geração de renda e valorização da cultura local.
Em outro momento da agenda, a parlamentar se reuniu com a reitora da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), professora Cicília Maia, e se comprometeu a lutar pela implantação do curso de Agroecologia no campus de Caicó, fortalecendo a formação técnica e acadêmica voltada à convivência com o semiárido.
Encerrando a visita, Isolda dialogou com representantes da classe artística de Caicó, especialmente com os blocos carnavalescos, reconhecendo a importância do setor cultural para a economia e para a identidade seridoense. “Esses guerreiros e guerreiras também precisam do nosso apoio, porque cultura é trabalho, é expressão e é resistência”, concluiu.
O MPRN já apurou que sobrinho do ex-gestor municipal movimentou cerca de R$ 11 milhões em cinco anos, valor incompatível com seus vencimentos.
A ação tem por objetivo colher provas relativas a indícios dos crimes de fraude à licitação, corrupção ativa e passiva, e lavagem de dinheiro, com apoio da Polícia Militar potiguar e do Ministério Público e Polícia Civil do Ceará.
Segundo as investigações, o servidor, parente do ex-prefeito, movimentou cerca de R$ 11 milhões ao longo de cinco anos, montante considerado incompatível com sua renda. O MPRN apura indícios dos crimes de fraude em licitações, corrupção ativa e passiva, e lavagem de dinheiro.
A ação conta com o apoio da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, além de equipes do Ministério Público e da Polícia Civil do Ceará, que colaboram na execução das diligências e na coleta de informações.
Entre Mossoró e a política, Allyson deu prioridade a encontro com suspeito de ter ligações com o PCC
Allyson Bezerra (União Brasil), prefeito de Mossoró, é um político a ser estudado. E também a ser investigado. E não é por suposições de quem quer que seja. É por suas ações: suspeitas, obscuras e prejudiciais à cidade.
Os últimos passos dados pelo gestor são uma prova de que entre a política e Mossoró, Allyson prefere deixar suas pisadas sob o signo da desconfiança.
O prefeito passou – entre o final de outubro e início de novembro – 15 dias na China.
Nas agendas oficiais e, principalmente fora delas, Allyson se articulou com ninguém mais, ninguém menos, que com Antônio Rueda.
Presidente do UB, Rueda é investigado por suposta ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). As suspeitas não são simples. Há investigações que apontam Rueda como sendo dono dos aviões utilizados pelo PCC para transportar drogas.
Não bastasse ser “unha e cutícula” com Rodrigo Manga (Republicanos), o “abençoado” prefeito tiktoker de Sorocaba acusado de atos de corrupção (tendo sido inclusive afastado do cargo), Allyson não se faz de rogado quando é para se articular com gente como Rueda.
Participar de convescotes com um suspeito de integrar uma facção criminosa, como Allyson tem feito, mostra quais são as prioridades do prefeito. O gestor mossoroense encontrou tempo, agenda e motivos para estar com Rueda no continente asiático, mas não se deu ao trabalho de ir a Brasília se reunir com a bancada federal.
O encontro com deputados federais e senadores foi o momento para definição das emendas a que estes tem direito. O prefeito sequer mandou representante. Entre Mossoró e a política, Allyson preferiu se reunir com quem é suspeito de cometer crimes.
A Câmara de Mossoró quase pegou fogo em sua sessão desta terça-feira. Teve de tudo: insinuações, revelações, ameaças e… chantagem. Tudo feito pelos vereadores bolsonaristas (Cabo Deivison, Jailson Nogueira e Wiginis do Gás).
Uma das coisas que mais chamaram a atenção nas falas dos parlamentares acima foi uma frase de Wiginis do Gás (União Brasil).
Recém-expulso da base governista, Wiginis disse que seria independente. Não iria para a oposição. Logo tomou um chá de revelação de Deyvison: ou se é oposição ou situação.
O que o Wiginis deixava subentendido era de que não queria atacar o prefeito Allyson Bezerra (União Brasil). Mais que isso: que gostaria de voltar para a base governista.
Ontem, Wiginis subiu o tom. Falou mais grosso. Infelizmente, o intento parece ser o mesmo: ser chamado de volta. E, para tanto, fez uma ameaça em tom de chantagem. Ou uma chantagem em forma de ameaça: “Eu sei demais”.
Ocorre que ao fazer tal afirmação, Wiginis entra num caminho sem volta. Mesmo querendo voltar.
É que ao dizer que sabe muito, o vereador revela, sem querer querendo, que a gestão Allyson Bezerra tem coisas não republicanas. A ameaça -chantagem de Wiginis torna ainda mais suscetíveis à necessidade de investigação as denúncias de todos já sabidas: corrupção, irregularidades, nepotismo, uso da prefeitura para fins eleitoreiros, etc, etc, etc. Sorocaba é bem ali.
Então, por tudo o que disse que sabe, Wiginis tem uma grande dívida com seus eleitores e com Mossoró: levar às autoridades judiciais e policiais o que está sabendo.
Em seu segundo mandato, Wiginis já deve ter sido alertado por sua assessoria jurídica que não comunicar crime do qual tem conhecimento é prevaricação.
Por tudo, isso, é que Wiginis tem muito a fazer. Só não faça chantagem, Wiginis.
A Polícia Federal apontou o prefeito de Sorocaba (SP), Rodrigo Manga (Republicanos), como líder de uma organização criminosa e principal beneficiário de um esquema de corrupção ligado à administração municipal. O relatório, que embasou seu afastamento do cargo por 180 dias, foi obtido pelo g1 e pela TV TEM.
De acordo com a investigação, o grupo atuava desde o início do mandato de Manga, em 2021, e usava contratos fictícios de publicidade para lavar dinheiro. A empresa 2M Comunicação, de propriedade da esposa do prefeito, Sirlange Rodrigues Frate, firmava contratos simulados com a Sim Park Estacionamento, do empresário Marco Silva Mott, e com a Igreja Cruzada dos Milagres dos Filhos de Deus, ligada ao cunhado de Manga, Josivaldo Batista de Souza.
Os acordos, segundo a PF, eram usados para dar aparência legal a valores desviados de contratos públicos. As transações somam mais de R$ 1,2 milhão — R$ 780 mil com a igreja e R$ 448,5 mil com a Sim Park.
A investigação também aponta indícios de fraudes em contratos emergenciais com a organização social Instituto de Atenção à Saúde e Educação (antiga Aceni), responsável pela gestão da UPA do Éden e da Unidade Pré-Hospitalar da Zona Oeste. Mensagens interceptadas sugerem que Manga teria pressionado subordinados a acelerar a assinatura dos contratos.
Outro indício de lavagem de dinheiro envolve a compra de um imóvel com R$ 182 mil pagos em espécie, com intermediação de terceiros. Durante as buscas, a PF apreendeu R$ 646 mil em dinheiro vivo na casa do empresário Marco Mott.
A corporação afirma que a suspensão do prefeito é “essencial para interromper crimes em andamento no âmbito da administração pública municipal”. Até a última atualização, nem Manga nem os demais citados haviam se manifestado. (Fonte: ECViana)



