Poucos são os que ainda acreditam na força da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. Até mesmos partidos fisiologistas e do Centrão abandonaram a postulação.
O isolamento não decorre apenas das inúmeras suspeitas de diversos crimes pelos quais Flávio Bolsonaro é acusado, mas também da desconfiança de que mais denúncias sobre escândalos graves tendem a atingir Flávio, que já é suspeito de fazer rachadinha, de receber dinheiro de roubo do banco Master, de participar de festas privês, além de articular nos EUA, sanções contra o Brasil.
Diante de todo o cenário desfavorável, restou a Flávio ter como companheiro de chapa alguém que tem tantas acusações quanto ele.
Coube ao deputado federal Alberto Gaspar (PL/AL) ocupar a vaga de vice. O deputado é acusado por irregularidades em emendas. Mas as acusações mais graves dizem respeito a um suposto estupro de vulnerável.
Alfredo Gaspar (PL-AL) é alvo de uma representação e de investigações preliminares no Supremo Tribunal Federal (STF) sob a acusação de suposto estupro de vulnerável.
De acordo com a peça acusatória, em março de 2026, parlamentares governistas (como o deputado Lindbergh Farias e a senadora Soraya Thronicke) protocolaram uma notícia-crime na Polícia Federal (PF). A denúncia alega que o deputado teria cometido o crime contra uma adolescente de 13 anos que teria engravidado, além de apontar supostas tentativas de suborno para abafar a denúncia.
O caso gerou um pedido da Polícia Federal para abertura de inquérito no STF, que aguarda manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). Até o momento, não há denúncia formal oferecida pela PGR contra ele no Supremo


