A Liga Desportiva Mossoroense (LDM) apresentou à prefeitura, na tarde desta sexta-feira, 27/3, uma proposta para pedir o arquivamento da ação judicial na qual acusa o município de fraudar o processo de municipalização do Nogueirão.
A entidade foi procurada pela gestão municipal e mostrou a condição em que pode desistir da demanda judicial.
A prefeitura firmou uma PPP com a empresa do supermercadista Júnior Rebouças e a obra de construção da Arena Nogueirão poderá ser paralisada a qualquer momento.
Para desistir da ação, a LDM exige da prefeitura a construção de um centro de treinamentos com dois campos (Potiguar e Baraúnas), departamento médico, academia, centro de formação de atletas de base, setores administrativos, e demais espaços e equipamentos de um CT.
A desistência somente se daria após a prefeitura assumir o compromisso em cartório.
Desistência
O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil) segue firme tentando manter a solidez de sua candidatura ao Governo do Estado do Rio Grande do Norte. O projeto vem sofrendo sucessivos abalos por conta do apetite voraz do gestor.
Allyson Bezerra enfrenta problemas jurídicos e policiais. Sua gestão está imersa em dezenas de escândalos e o resultado das suspeitas pode ter forte impacto em suas pretensões eleitorais. Um fato é certo: Allyson não vai desistir fácil. Apesar disso, aumenta a desconfiança de que o projeto pode não ir adiante.
Obviamente, que o próprio grupo político do prefeito já avaliou o cenário. Para tanto, as primeiras “notícias” dando conta de sua provável desistência foram dadas por órgãos de comunicação que fazem parte do consórcio amigo. Além de servir para analisar a reação do eleitorado, as informações plantadas serviram para o prefeito vir a público “desmenti-las”. Foi a forma encontrada para Allyson sair do exílio a que se auto-submeteu após receber a batida da Polícia Federal (PF) em sua casa.
Enquanto as investigações da Operação Mederi seguem nos bastidores, o noticiário político é tomado por conjecturas sobre a continuidade ou não da candidatura de Allyson ao Governo do Estado. Engana-se, porém, quem acredita que somente governistas trabalham com essa possibilidade. Oposicionistas e até gente no entorno de Allyson também pensam sobre a possível desistência. As desconfianças aumentam em todas as frentes.
Elas ficaram ainda mais fortes quando até o deputado estadual Coronel Azevedo (PL), bolsonarista como Allyson, também já opinou publicamente lançando dúvidas sobre as dificuldades que o prefeito de Mossoró enfrentará para seguir adiante com a candidatura.
Para Azevedo, será difícil para Allyson manter a candidatura sem o aparato que o mandato de prefeito lhe oferta. O deputado está se referindo aquilo que constitucionalmente o cargo lhe garante, embora se saiba que há muito mais coisas.
Aliás, essa semana devem surgir novidades sobre a Operação Mederi e as ações judiciais que investigam abuso de poder econômico supostamente praticado por Allyson nas eleições de 2024.
A tendência é que a cada dia, cada irregularidade da qual o prefeito é acusado tenha um desdobramento forte e impacte diretamente em suas pretensões. Vai ser difícil chegar a outubro carregando tanto peso. E talvez até o de equipamentos de monitoramento de pessoas.
O técnico Celso Teixeira desistiu de trabalhar no Baraúnas. Depois de já ter acertado o salário e a passagem aérea, o treinador alegou que recebeu uma proposta do Central-PE.
Desse modo, Alexandre Dantas estará como técnico interino e a diretoria só irá debater o cargo de treinador depois do jogo contra o Globo.
Em áudio, Celso afirmou que desistiu do Baraúnas porque o Central tem calendário de atividades para o ano todo. Ele pediu desculpas e disse esperar que um dia possa trabalhar no Baraúnas. Ouça:
“A chapa do União Brasil para a Câmara de Mossoró está um balaio de gatos”. A revelação foi feita ao Boca da Noite por um candidato a vereador pelo partido e mostra o clima de incertezas que ronda a nominata.
Além da chapa pesada, com 14 vereadores, um ex_vereador, e a esposa de Lamarque Oliveira (que não vai ser candidato porque ficou inelegível por fraude na campanha passada) a falta de recursos também tem preocupado quem tenta uma vaga pela legenda.
Outro fato que tem trazido insatisfação é a falta de apoio por parte do prefeito e do próprio partido. Para alguns, não chegou sequer a verba do Fundo Partidário.
O resultado disso tudo é a ameaça de desistência por alguns candidatos à reeleição. Tem gente que já percebeu que as energias do Palácio da Resistência estão sendo canalizadas para o PSD. Com isso, as chances de reeleição, que já são pequenas para muitos deles, tendem a diminuir ainda mais. Pesquisas de consumo interno que se a votação fosse hoje, o União Brasil conquistaria 4 vagas. Uma quinta dependeria das sobras.
O prefeito de Mossoró e candidato à reeleição Allyson Bezerra (UB) decidiu não recorrer da sentença da juíza da 34ª Zona Eleitoral, Cinthia Cibele Diniz de Medeiros. Domingo, (25/8), a magistrada negou o pedido de impugnação de Allyson contra Lawrence e deferiu o registro da chapa Lawrence/Carmem Júlia à Prefeitura de Mossoró.
Na impugnação, Allyson acusou Lawrence de ter contas julgadas irregulares pelo Tribunal de Contas da União (TCU) na gestão como prefeito de Almino Afonso (2009 a 2016). A Justiça Eleitoral, contudo, rejeitou a denúncia e registrou as candidaturas de Lawrence e Carmem nas eleições de 6 de outubro.
Diante dessa derrota e da imensa possibilidade de novo revés no processo, o prefeito desistiu do caso. Ordenou sua assessoria jurídica a jogar a toalha.
“A Coligação Impugnante informa ciência da Sentença e registra ausência de interesse recursal”, manifestou-se no processo o advogado Caio Vitor Ribeiro Barbosa, assessor jurídico da coligação Mossoró do Povo, que dá suporte à candidatura de Allyson.
Desgaste – Dessa forma, o prefeito tenta encerrar o caso, que se tornou rumoroso tão logo veio à tona. A assessoria jurídica de Lawrence, antes de ser citada, logo contestou a impugnação no processo. E, em nota de esclarecimento, considerou a iniciativa “leviana” e executada de “maneira falaciosa, aventureira e irresponsável”.
Do ponto de vista político, analistas avaliaram a impugnação como estratégia sem sentido. Opinaram que, mesmo liderando todas as pesquisas à Prefeitura de Mossoró, o prefeito decidiu chamar Lawrence para briga e, no controle da situação, Allyson decidiu escolher quem terá a chance de polarizar com ele.
Diante da repercussão negativa, Allyson se irritou: bateu na mesa, deu bronca em assessores. Também ordenou a veículos de comunicação ligados a ele que parassem de noticiar o fato. E repetiu a ordem quando ontem saiu a decisão da juíza Cinthia Cibele Diniz de Medeiros, afastando qualquer conduta de Lawrence apta a atrair a inelegibilidade, ao contrário do que acusou o prefeito.
O candidato a vice-prefeito Fábio Félix, que compunha a chapa encabeçada pela Irmã Ceição (PRTB), renunciou a candidatura, alegando questões pessoais. Única mulher candidata a prefeita na cidade de Mossoró, Irmã Ceição já anunciou o substituto. Quem vai compor a chapa com ela a partir de agora o advogado Edson Lobão, que vem a ser o marido da referida candidata.
Edson Lobão é advogado atuante nas áreas de direito imobiliário, cível e criminal e é bastante conhecido na cidade de Mossoró. Lobão é natural de Mossoró, nascido no bairro Barrocas. De origem humilde, começou a trabalhar aos 8 anos de idade vendendo salgados para ajudar na renda da família. Aos 13 anos, conseguiu um estágio no antigo Supermercado Pague Menos, no bairro Bom Jardim, na função de embalador. Aos 15 anos, sofreu uma grande perda com o falecimento do seu pai (o conhecido Zé Bateria). Aos 16 anos, conheceu a sua atual esposa, Irmã Ceição, com a qual convive há mais de 33 anos e com quem tem 3 filhos.
Lobão já foi vendedor de vale-transporte no antigo Hotel Caraúbas, cobrador de ônibus na antiga empresa de ônibus Transal Santa Luzia e taxista. Aos 40 anos, formou-se em Direito e tornou-se advogado, profissão que exerce nos dias atuais. Edson Lobão é o substituto candidato a vice-prefeito na chapa da candidata a prefeita Irmã Ceição nas eleições deste ano na cidade de Mossoró.

Conforme antecipado pelo Boca da Noite, o pré-candidato conhecido como Ranieli, filho do popular Genilson da Barrinha (in memoriam) desistiu mesmo de se lançar à disputa pelas vagas da Câmara Municipal de Mossoró.
O Republicanos, partido pelo qual concorria, sequer solicitou o registro de candidatura do pré-candidato. A expectativa era de que Ranieli tivesse em torno de mil votos, o que ajudaria bastante a nominata do Republicanos. Com a saída do citado pré-candidato, a nominata ficou “em apuros”. A ameaça maior é à eleição de Heliane Duarte, mãe do vereador Isaac da Casca, favorita à vaga que o Republicanos poderia conquistar. Outro nome que poderia ajudar a nominata, Fernando de Passagem de Pedras, vai concorrer pelo PSD,
O Republicanos solicitou o registro de 21 pré-candidatos:
1. Ângelo Quero-quero,
2. Araci Noronha
3. Ary do Fórum
4. Asclepius Saraiva
5. Emília da Salada
6. Gargamel
7. Geórgia Queiroz
8. Geruza Medeiros
9. Hortência Mãe de Três
10. Heliane Duarte
11. Irmão Branquinho
12. Irmão Kerginaldo
13. Ivonildo do Sindicato
14. José de Souza
15. Marcos Silva
16. Nonato Júnior,
17. Robson Estivam
18. Regy Campelo
19. Serafim
20. Velho do Conselho
21. Vitor Marques.
As desistências tem sido o mote da pré-campanha em Mossoró. Animados pelo canto da sereia palaciano, pré-candidatos a vereador de partidos como Progressistas foram “estimulados” a abandonar a disputa.
Agora, no entanto, a desistência pode ocorrer no lado governista. Depois de ter atuado para garantir a presença do Republicanos em seu palanque, o prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) terá que agir para impedir que um importante pré-candidato abandone a disputa.
Segundo informações colhidas pelo Boca da Noite, um ptré-candidato com base eleitoral na zona rural e com capacidade para obter cerca de mil votos tem confidenciado a amigos e lideranças políticas o desejo de não ir às ruas pedir votos. Confirmada sua desistência, será um baque muito forte para a nominata do Republicanos.
A trajetória política de Josinaldo Marcos de Souza, conhecido como Naldinho, sofreu um duro golpe na semana passada com a destituição de sua liderança no Partido Liberal (PL).
O ponto culminante dessa crise ocorreu quando o PL, sob a liderança do senador Rogério Marinho, afastou a comissão provisória local após a falha de Naldinho em garantir um candidato a vice na chapa da prefeita Lidiane Marques (União Brasil).
Marinho havia estabelecido uma condição clara diante a situação dos pré-candidatos a vereadores pela oposição, após a desistência de Naldinho à prefeitura de Tibau: se o PL não indicasse um vice para a chapa de Lidiane, a comissão provisória seria destituída.
Naldinho tentou emplacar sua candidatura ou a de sua filha, mas sem sucesso. Em resposta, o PL desfez a comissão liderada por Naldinho no dia 27, conforme registrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Além da desistência em concorrer à prefeitura, perder o controle do partido, Naldinho também foi desmoralizado pela prefeita Lidiane Marques que anunciou um candidato a vice que ela já havia derrotado anteriormente, apenas após a desistência de Naldinho. Essa escolha agravou ainda mais a situação de Naldinho, que se viu sem influência política.
Com a transferência do comando do PL possivelmente para a família Luz, a reordenação política em Tibau sinaliza uma nova configuração de forças locais, marcando um ponto baixo na carreira de Naldinho. Sem ser candidato, sem conseguir emplacar vice e tendo perdido o partido, ele enfrenta uma posição política enfraquecida.
A crise de Naldinho serve como um exemplo das atitudes impensadas, onde alianças e decisões podem definir o sucesso ou o fracasso de uma carreira.
A política de Tibau está se reconfigurando sob novas lideranças, deixando Naldinho em uma situação delicada e sem as ferramentas para exercer a influência de antes.

Foto: Portal do RN
O cenário político em Tibau está em ebulição, com uma série de eventos que têm agitado a pequena cidade e atraído a atenção de observadores políticos em todo o estado.
Nesta segunda-feira, 29/7, o mais recente episódio envolve a desistência inesperada da pré-candidata a vereadora Wanderlândia Nóbrega, “Wandinha”, do PL, o que levanta questões sobre as reais motivações por trás de sua decisão.
Wandinha, que até então era uma figura prominente nas movimentações políticas locais, publicou uma nota oficial anunciando sua desistência da corrida eleitoral, mas não informou os motivos.
No entanto, o que parecia ser uma renúncia voluntária ganhou outra dimensão com o surgimento de rumores que sugerem uma forte influência externa.
Fontes anônimas na cidade têm indicado que a desistência de Wandinha pode estar ligada a uma suposta “pressão” vinda da estrutura administrativa local.
A especulação é de que a atual administração, que conta com a pré-candidata à reeleição pelo União Brasil, esteja usando sua influência para desestruturar a oposição e assegurar a estabilidade política para sua candidatura.
Essa situação não é surpreendente dado o contexto político em Tibau. O jogo de poder na cidade tem sido marcado por uma série de traições e desgaste político, com um claro esforço por parte dos aliados da prefeita em enfraquecer qualquer tentativa de oposição.
A estratégia parece seguir o mesmo padrão observado em Mossoró, onde o União Brasil tem mostrado uma postura agressiva em relação aos adversários políticos.
A desistência de Wandinha é apenas o mais recente episódio em uma série de eventos que destacam o crescente clima de tensão e desconfiança no município.
O impacto dessa desistência na candidatura de Luiz Nazareno, outro nome importante na oposição, ainda está por ser totalmente avaliado. A pressão sobre a oposição e o jogo de bastidores estão moldando o cenário eleitoral de maneira imprevisível e intensa.
Enquanto os detalhes sobre a desistência de Wandinha ainda estão sendo apurados, a cidade de Tibau continua a ser o palco de um cenário político conturbado, com expectativas de novas movimentações e possíveis desdobramentos nas próximas semanas.
A “ordem” é para “triturar” a candidatura de Nazareno e por consequência minar à recondução do vereador Nildo Luz, ferrenho adversário da gestão.


